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Questão #1766

Em uma tentativa de promover maior engajamento dos colaboradores, a direção da empresa Zeta decidiu implementar um programa de delegação de poder às equipes operacionais. Contudo, parte da liderança intermediária manifestou resistência, e alguns trabalhadores relataram frustração após perceberem que sua autonomia foi limitada após um curto período de maior liberdade decisória. Com base nos fatores que influenciam a eficácia da delegação de poder como estratégia motivacional, é correto afirmar que

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Questão #1389

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Leitura de texto multimodal Cargo: Administrador Órgão: UNIFESSPA Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: FADESP Ano: 2025 Tipo: ME UF: PA

O texto JANEIRO BRANCO é constituído por imagens e palavras, que se articulam para auxiliar o estabelecimento de sentidos. Sobre essa articulação entre imagens e palavras no texto, é correto afirmar que

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Questão #586

OS INVISÍVEIS DO BRASIL

A falta de registro civil continua a ser um obstáculo à cidadania e ao acesso a direitos fundamentais para quase três milhões de
brasileiros que vivem à margem da sociedade
Em um País que se orgulha de sua democracia e diversidade, é alarmante saber que, em pleno século XXI, milhões de brasileiros
permanecem invisíveis. Sem uma certidão de nascimento, uma pessoa não possui nome, sobrenome ou nacionalidade, tornando-se um
espectro na sociedade. Esse documento, que deveria ser um direito básico, é a chave para a cidadania, permitindo o acesso à educação,
saúde, casamento civil e programas sociais. No entanto, dados do Censo 2022 revelam que mais de 2,7 milhões de pessoas não
possuem nenhum tipo de documento de identificação civil, evidenciando que a cidadania no Brasil é um privilégio reservado a poucos.
Esse cenário é especialmente preocupante entre as populações mais vulneráveis. De acordo com dados do Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022 havia mais de 87 mil crianças de até cinco anos sem registro civil. Embora tenha havido
uma queda em relação a 2010, a subnotificação ainda é alarmante, especialmente entre povos indígenas na Amazônia Legal. A região
Norte tem a maior proporção de casos sem registro, com mais de 86% da população com até cinco anos sem registro. Em plena era
globalizada, o Brasil ainda enfrenta uma questão que deveria ter sido superada: a inclusão de todos os cidadãos no sistema civil. As
desigualdades regionais são alarmantes; enquanto no Sul apenas 0,28% da população geral está sem registro, no Norte esse número
salta para 7,5%. A importância deste se torna ainda mais evidente em contextos críticos, como a pandemia de COVID-19, em que a
ausência de identificação dificultou o acesso à vacinação, expondo essa população a riscos ainda maiores.

Fonte: OS INVISÍVEIS. Isto É, Comportamento/saúde, 22 ago. 2024. Disponível em: <https://www.pressreader.com/brazil/isto-e/20240822/page/38/textview>.
Acesso em: 24 out. 2024.Adaptado.

Assinale a alternativa CORRETA de acordo com as ideias apresentadas no Texto I.

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Questão #996

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Semântica Cargo: Administrador Órgão: UFCSPA Escolaridade: Superior Área de formação: Administração Banca: FUNDATEC Ano: 2025 Tipo: ME UF: RS
Um punhado de passado
Por Pedro Guerra

01 A vida tem dessas de promover alguns encontros quando a gente nem sabe se tá querendo
02 ser encontrado. Eu estava no meio do nada. — ok, sem tanto extremismo: eu estava em uma
03 conveniência de beira de estrada, daquelas em que o sinal do celular é meio capenga e os
04 salgados são superfaturados. O passeio era despretensioso, coisa rápida pra esvaziar a bexiga e
05 seguir caminho. Para pagar o uso do banheiro, comprei uma água (também superfaturada), e
06 logo ali no caixa veio a surpresa: encontrei uma bala que não via .... no mínimo uns 20 anos.

07 Foi como um soco no estômago, desses que desmancham certezas e despertam lembranças.
08 A bala em questão era um quadradinho envolto em papel prateado, daqueles que grudam e
09 muitas vezes a gente acaba mastigando com um pouco de embalagem mesmo. A viagem, antes
10 prevista para determinada cidade, de súbito pareceu deslocar-se para um tempo bem antigo, no
11 qual eu ainda era criança e conhecia aquela bala pela primeira vez. Lembro como se pudesse
12 tocar .... memória com os dedos: a professora de espanhol sempre entregava de presente um
13 daqueles doces quando acertávamos alguma atividade.

14 O engraçado é que durante anos eu procurei por aquela bala, e todas as minhas tentativas
15 foram ....... . Acontece que certas coisas só nos encontram no momento certo — e nunca
16 sabemos quando ele vai chegar. Ali, parado, imóvel em frente ao caixa, tratei logo de pegar um
17 punhado daquele pedaço de nostalgia, como se buscasse segurança em um passado idealizado
18 que jamais vai voltar. Rodeados de um presente líquido e instável, levei no bolso um pedaço de
19 mim que pensei que nunca reencontraria. Foi barato, foi inesperado, foi necessário.

20 Confesso que ainda não comi todas as 8 balas que comprei. Guardei algumas para algum
21 momento em que a realidade pareça tão difícil e desconexa que a certeza do ontem irá de alguma
22 forma parecer cafuné. Também fiz isso porque não sei quando é que vou encontrá-las por aí de
23 novo — tá certo, eu até sei o local, mas ele fica longe e, sabe como é, mesmo que o passado
24 pareça reconfortante, a gente tem uma pressa de futuro que muitas vezes é tudo, menos doce.

– Analise as assertivas a seguir sobre a palavra “engraçado” (l. 14), assinalando V, se
verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A palavra foi empregada como um substantivo.
( ) O vocábulo poderia ser substituído por “divertido” sem alteração do sentido original do trecho.
( ) Trata-se de uma palavra formada por derivação prefixal.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

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Questão #2172

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Hiato Cargo: Agente Administrativo Órgão: Pref. Planaltina do Paraná Escolaridade: Médio Área de formação: Linguagens Banca: CPCON Ano: 2025 Tipo: ME UF: PR

Assinalar a alternativa que NÃO apresenta hiato.

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Questão #1005

Disciplina: História Assunto: História Cargo: Administrador Órgão: UFCSPA Escolaridade: Superior Área de formação: Administração Banca: FUNDATEC Ano: 2025 Tipo: ME UF: RS

– Sobre Protásio Antônio Alves, médico e político gaúcho, analise as assertivas abaixo:

I. Foi homenageado no nome de uma grande avenida em Porto Alegre.

II. Foi o cirurgião responsável por realizar a primeira cesariana em Porto Alegre, em uma mesa de cozinha no bairro Menino Deus.

III. Em 1898, liderou a fundação da Faculdade de Medicina e Farmácia de Porto Alegre, a terceira do Brasil.

Quais estão corretas?

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Questão #977

Disciplina: Criminologia Assunto: Delinquência e sociedade Cargo: Soldado do QPPM Órgão: Polícia Militar Escolaridade: Médio Área de formação: Jurídica Banca: CEVUECE Ano: 2025 Tipo: ME UF: CE

De acordo com a Constituição Federal vigente, a polícia
ostensiva e a preservação da ordem pública são atribuições das

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Questão #2075

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Interpretação Cargo: Agente Administrativo Órgão: Pref. Rolim de Moura Escolaridade: Médio Área de formação: Linguagens Banca: IBADE Ano: 2025 Tipo: ME UF: RO
Texto I
Somos Todos Africanos
Sempre que entram em crise, as civilizações começam a
olhar para o seu passado buscando inspiração para o
futuro. Hoje estamos no coração de uma fenomenal crise
planetária que afeta todas as civilizações. Ela pode
significar um salto rumo a um estado superior da
hominização, bem como uma tragédia ameaçadora para
toda a nossa espécie. Num momento assim radical, não é
sem interesse sondar as nossas raízes mais ancestrais e
aquele começo seminal em que deixamos de ser primatas
e passamos a ser humanos. Aqui deve haver lições que nos
podem ser muito úteis. Hoje é consenso entre os
paleontólogos e antropólogos que a aventura da
hominização se iniciou na África, cerca de sete milhões de
anos atrás. Ela se acelerou passando pelo homo habilis,
erectus, neanderthalensis até chegar ao homo sapiens,
cerca de 100 mil anos atrás. Da África, ele se propagou
para a Ásia, há sessenta mil anos; para a Europa, há 40 mil
anos; e para as Américas, há 30 mil anos.
A África não é apenas o lugar geográfico das origens. É o
arquétipo primal, o conjunto das marcas impressas na
alma do ser humano, presente ainda hoje como
informações indeléveis, à semelhança daquelas inscritas
em nosso código genético. Foi na África que o ser humano
elaborou suas primeiras sensações, onde se articularam as
crescentes conexões neurais (cerebralização), brilharam os
primeiros pensamentos, fortaleceu-se a juvenilização
(processo semelhante ao de um jovem que mostra
plasticidade e capacidade de aprendizagem) e emergiu a
complexidade social que permitiu o surgimento da
linguagem e da cultura. Há um espírito da África presente
em cada um dos seres humanos.
Vejo três eixos principais do espírito da África que podem
significar uma verdadeira terapia para a nossa crise global.
O primeiro é a Mãe-terra. Espalhando-se pelos vastos
espaços africanos, nossos ancestrais entraram em
profunda comunhão com a Terra, sentindo a interconexão
que todas as coisas guardam entre si. Mesmo vítimas da
exploração colonialista, os atuais africanos não perderam
esse sentido materno da Terra, tão bem representado pela
queniana Wangari Mathai, ganhadora do Prêmio Nobel da
Paz por plantar milhões de árvores e devolver, assim,
vitalidade à Terra. Precisamos nos reapropriar desse
espírito da Terra para salvar Gaia, nossa Mãe e única Casa
Comum.
O segundo eixo é a matriz relacional (relational matrix, no
dizer dos antropólogos). Os africanos usam a palavra
ubuntu, que significa força que conecta a todos formando
a comunidade dos humanos. Quer dizer, eu me faço
humano através do conjunto das conexões com a vida, a
natureza, os outros e o Divino.
O terceiro eixo são os rituais. Experiências importantes da
vida pessoal, social e sazonal são celebradas com ritos,
danças, músicas e apresentações de máscaras, portadores
de energia cósmica. É nos rituais que as forças negativas e
positivas se equilibram e que se aprofunda o sentido da
vida.
Se reincorporarmos o espírito da África, a crise não
precisará ser uma tragédia.

Pode-se inferir do Texto I que a África representa:

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Questão #1223

Disciplina: Administração Assunto: CMMI Cargo: Administrador Órgão: CREMAM Escolaridade: Superior Área de formação: Administração Banca: QUADRIX Ano: 2025 Tipo: ME UF: AM

No modelo de maturidade CMMI (Capability Maturity Model Integration), um dos níveis é caracterizado pelo fato de a organização possuir um processo comum, documentado, padronizado e adaptado às necessidades dos projetos, deixando de atuar de forma reativa para adotar práticas consistentes e formalizadas. Considerando essa informação, assinale a opção que apresenta corretamente esse nível.

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Questão #701

De acordo com a Constituição do Estado do Rio Grande do Sul no que diz respeito à
administração pública, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta.

I. A ação político-administrativa do Estado será acompanhada e avaliada, através de mecanismos
estáveis, por Conselhos Populares, na forma da lei.
II. Cabe à administração pública, na forma da lei, gerenciar a documentação governamental,
desenvolver plataformas digitais e adotar as providências para franquear sua consulta a quem
dela necessite, bem como realizar os procedimentos administrativos com ampla transparência.
III. Integram a administração indireta as autarquias, sociedades de economia mista, empresas
públicas e fundações instituídas ou mantidas pelo Estado.
IV. Todas as pessoas têm direito, independentemente de pagamento de qualquer natureza, à
informação sobre o que consta a seu respeito, a qualquer título, nos registros ou bancos de dados
das entidades governamentais ou de caráter público.

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Questão #75

Considere que as seguintes proposições sejam verdadeiras.
P:
“Se Paulo é parente da vítima, então ele é inocente e
estava no exterior no dia do crime”.
Q: “Se Paulo tem o mesmo sobrenome da vítima ou tem o
mesmo tipo sanguíneo, então ele é parente da vítima”.
Com base nessas proposições, é correto afirmar que, se
Paulo não estava no exterior no dia do crime, então ele não
tem o mesmo tipo sanguíneo da vítima.

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Questão #1283

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Gêneros textuais Cargo: Administrador Órgão: CREMAM Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: QUADRIX Ano: 2025 Tipo: ME UF: AM
TEXTO 1

Cinemas sofrem com público que canta, faz baderna e fuma maconha nas salas

Guilher me Luis

O caos se anunciava desde o saguão. Dezenas de pessoas bradavam que estavam na fila do
cinema só para admirar Lady Gaga na telona. Quem queria mesmo ver o filme "Coringa:
delírio a dois" pedia licença e, com cautela, se espremia entre os fãs para alcançar a porta.

É cada vez mais comum presenciar tumultos assim nas salas. Em maio, uma sessão da
cinebiografia de Bob Marley, em Pernambuco, foi interrompida pela Polícia Militar após jovens
fumarem maconha no escuro. No TikTok, vídeos mostram gente brigando em sessões de
"Divertida Mente 2", filme que reuniu multidões no país e deixou sentimentos à flor da pele.

O fenômeno é global. Exibições do musical "Wicked" pelo mundo todo estão sendo
atrapalhadas por espectadores que entoam as canções em voz alta. Já se multiplicam os
vídeos de cenas inteiras na internet, publicadas por pessoas que não se acovardaram em
fazer gravações com o celular por minutos a fio, o que caracteriza pirataria.

A revista Variety publicou uma reportagem sobre esse novo comportamento do público diante
de um filme, no cinema. Um executivo de Hollywood afirmou, em condição de anonimato, que
a indústria já notou que as atitudes das pessoas mudaram drasticamente desde a pandemia.
É o que afirma também Marcos Barros, presidente da Abraplex, a Associação Brasileira das
Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex. "Não sou otimista quanto ao
comportamento das pessoas. É outra cabeça. Não vamos voltar para aquilo de todos
prestarem atenção no filme", disse ele, num debate de um evento do setor.

Virais, os vídeos que registram cenas como essas divertem na mesma medida em que
espantam. Nas redes sociais, usuários clamam pela volta da lanterninha, funcionário que
monitorava as sessões para garantir que o público mantivesse a etiqueta. Há anos, o cargo
foi extinto para redução de custos. Há também, cada vez mais, relatos de gente incomodada
com quem usa celular na sala ou comenta em voz alta o que vê na tela. Essa desinibição tem
a ver com novos tipos de vídeos exibidos pelos cinemas, como gravações de shows, que
fazem o público cantar e dançar, afirma Luiz Fernando Angi, gerente de marketing da rede
Cinépolis.

Em crise, com salas esvaziadas, os exibidores precisaram lembrar ao público por que uma
telona, caixas de som superpotentes e sacos de pipoca engordurados casam tão bem. Para
atrair os mais inquietos, redes, como a Cinemark e a Cinépolis, passaram a exibir conteúdos
que remetem a eventos ao vivo. O mais emblemático deles foi a gravação da turnê de Taylor
Swift, no ano passado. As sessões, cheias de fãs fantasiados, viraram uma extensão dos
palcos por onde a cantora passava. Numa sessão vista por este repórter no Cinemark do
shopping Eldorado, em São Paulo, os espectadores gritavam desde o início e não ficaram
sentados. Logo estavam dançando pela sala.

Um tumulto parecido ocorreu no Cine Marquise, na avenida Paulista, mas por causa de
Beyoncé, que também levou um show às telas. Os funcionários, assustados com a multidão
que se levantou para dançar, tiveram de instalar barreiras que os impedissem de chegar à
tela, onde o chão é mais frágil.

Para desincentivar o mau comportamento nas salas, em especial o uso de celular, o Cine
Marquise decidiu não compartilhar, nas suas redes, fotos e vídeos da tela publicados pelos
clientes. "Surgiu uma falta de noção. Hoje tudo é ‘instragramável’", diz Marcelo Lima, diretor
da rede. “Não é novidade que o celular e as redes viciam”, lembra a psicóloga Marcelle
Alfinito. "O uso abusivo é associado a uma ansiedade social, e o celular vira mecanismo de
fuga da realidade", diz ela, acrescentando que isso explica a vontade de mostrar que se está
em um cinema.

Minha alma voa aos sonhos do passado... (Auta de Souza)


Exibidores procuram formas de contornar o problema, mas não apresentam medidas sólidas.
"A gente tem tentado criar campanhas para constranger quem não segue a etiqueta", conta
Lima, do Cine Marquise, sem detalhar como serão as ações. Angi, da Cinépolis, diz que a
rede desincentiva o uso de celular com o vídeo educativo exibido antes dos filmes — o que a
maioria das exibidoras já faz —, e que recompensa o cliente que se sente lesado oferecendo
outra sessão. Procurada, a Cinemark não quis comentar o assunto.


TEXTO 2
Terra de ninguém e de todo mundo
Ruy Castro
E pensar que, algumas vezes, neste espaço, me queixei de que, ao ir ao cinema, a sinfonia
de maxilares triturando pipoca ao meu redor me impedia de escutar os diálogos. Pipoca no
cinema nunca foi novidade, claro. Vem desde os tempos da manivela. Só não era obrigatória.
Imagine comer pipoca em filmes como "M, o Vampiro de Dusseldorf" (1931), de Fritz Lang, ou
"O Silêncio" (1962), de Ingmar Bergman, com aquelas longas pausas silenciosas cheias de
significado. O próprio roedor de pipoca ficaria sem jeito ao ouvir-se a si mesmo.
Estou ciente de que cada um come o quê, quem, quanto, quando e onde quiser, e os
incomodados que se mudem. O que me intrigava era se as pessoas estavam comendo tanta
pipoca fora dos cinemas — na rua, em casa, no escritório — quanto dentro. Ao saber que
90% do consumo mundial de pipoca se dá nas salas de projeção, convenci-me de que os
filmes tinham se tornado só um pretexto para o consumo do principal produto dos estúdios: a
pipoca.
Mas recente e assustadora reportagem de Guilherme Luis na Folha ("Sessões sofrem com
público, que não sai do celular, fala alto e até canta no filme", 14/12) fez-me suspeitar que fui
injusto com o pessoal que se limitava a britar grãos de milho com seus molares. De fato, não
era tão incômodo assim, mesmo porque os cinemas compensavam elevando a música a
volumes centibélicos, capazes de abafar até o ronco de uma betoneira no palco.
Segundo a matéria, o problema, hoje, é que, conforme os proprietários das salas, cada
espectador acha que pode fazer o que quiser dentro do cinema. Gravar trechos inteiros do
filme e jogá-los nas redes. Ir lá na frente e tirar selfies com os atores na tela. Participar do
filme, vaiando, aplaudindo ou discutindo-o com a turma em voz alta. Se for um musical,
cantar junto com o artista e dançar nos corredores ou em cima das poltronas. Fumar vape ou
um baseado em certas cenas.
Não sei se a sério, alguém sugeriu a volta do lanterninha, aquele antigo funcionário que
passeava pelo escurinho para inibir os casais mais excitados. Hoje, ser lanterninha será uma
profissão de risco.

Considerando o propósito comunicativo prioritário dos dois textos, analise as assertivas

abaixo.

I Os dois textos apresentam traços estilísticos e composicionais do gênero reportagem.

II A presença da linguagem conotativa, no segundo texto, é um traço caracterizador da crônica.

I II A presença do ponto de vista do jornalista é um dos elementos que configura o primeiro texto como reportagem.

IV O primeiro texto caracteriza-se como notícia, visto que o seu objetivo principal é apenas relatar recentes episódios ocorridos em salas de cinemas.

V O segundo texto apropria-se das ideias do primeiro para desconstruí-las, objetivo principal do gênero denominado de resenha.

Das assertivas, estão corretas

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Questão #27

Muitas obras cinematográficas e séries televisivas são inspiradas ou baseadas em obras literárias. Inúmeros filmes, desde o surgimento do cinema até a atualidade, seguem transpondo para a tela histórias relatadas nos livros, como atesta a crescente quantidade de best-sellers adaptados para o cinema. Segundo Carlos Gerbase, cineasta e jornalista brasileiro, a prevalência do estilo narrativo é quase natural, visto que as histórias contadas nos livros e nos filmes são uma forma de compreender a vida como uma progressão de acontecimentos. O autor explica que as histórias têm começo, meio e fim e que, nelas, os acontecimentos levam a outros acontecimentos — assim como em nossas vidas. Logo, as narrativas aproximam o público porque este se identifica nelas. Além disso, livros e filmes permitem viagens por diversos mundos e possibilitam reflexões e compreensões, novos conhecimentos e novas experiências. Ainda de acordo com Gerbase, quando nos identificamos
com determinado personagem, aprendemos a como agir socialmente (ou antissocialmente). Nesse sentido, a literatura funciona como uma espécie de guia universal de boas maneiras para a convivência de comunidades às vezes muito diferentes culturalmente. Histórias sobre a polícia, segundo Jonathan Nichols-Pethick, acadêmico especialista em mídia e cinema, representam mais do que uma disputa entre o bem e o mal. Elas responderiam a algumas das nossas mais prementes preocupações sociais: preocupações sobre como imaginamos e mantemos um senso de comunidade em uma sociedade vasta e muitas vezes alienante, e também sobre como enxergamos os nossos direitos e as nossas responsabilidades como cidadãos. De acordo com Nichols-Pethick, o sucesso do gênero policial desde a literatura do século XIX, passando pelo cinema e pela televisão, se justificaria por essa relação estabelecida entre a narrativa policial e os indivíduos, que buscam nela sanar suas preocupações com a segurança ou buscar um senso de justiça.

O pronome presente no termo "nela" (último parágrafo) tem como referente "a narrativa policial".

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Questão #236

Em sede de ADI, a medida cautelar será concedida por
decisão da maioria absoluta dos membros do STF.

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Questão #1192

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Análise sintática Cargo: Administrador Órgão: CREMAM Escolaridade: Superior Área de formação: Linguística Banca: QUADRIX Ano: 2025 Tipo: ME UF: AM
No contexto real dos sistemas de saúde, profissionais tomam decisões embasadas em sua experiência e formação, que podem ser cruciais para a evolução clínica do paciente. O processo de decisão clínica implica análise criteriosa e, no limite do possível, imparcial dos resultados de pesquisas científicas. Envolve, pelo menos em um plano retórico, o respeito às preferências do paciente. Preferências e escolhas deverão estar devidamente esclarecidas, bem como as circunstâncias em que o paciente é atendido, por meio da verificação do estágio da doença e dos recursos disponíveis no local de atendimento, a fim de garantir-lhe maior probabilidade de benefícios. O profissional de saúde deve, portanto, ser capaz de tomar decisões a respeito da aplicabilidade do conhecimento científico a um paciente individual ou a determinado cenário clínico, para orientar intervenções e buscar resultados eficientes e efetivos. Na dimensão educacional, o enfrentamento dos problemas de saúde que atingem as populações, tanto de países ricos como de países pobres, requer a formação de profissionais socialmente responsáveis, politicamente conscientes e aptos a se engajar em um processo permanente de formação e instrução. Esse processo de educação continuada deve ser eficiente não só do ponto de vista tecnológico, mas também do desenvolvimento de competências interpessoais, fundamentado em princípios que priorizam o bem-estar e a dignidade humana, a fim de responder às múltiplas demandas geradas pela transição do padrão de doenças, pelas mudanças demográficas e pelos problemas resultantes da pobreza e das desigualdades sociais. De fato, o tema da consciência social responsável e das competências interpessoais tem sido reconhecido como crucial para a formação de profissionais de saúde no Brasil. Conforme pesquisadores que avaliam a prática clínica embasada em evidências, tudo começa na boa relação médico-paciente, na atenção que o profissional dispensa ao paciente quanto a seus valores, suas crenças e suas preferências. Daí a necessidade de uma formação calcada em valores humanitários e éticos, que atenda às necessidades de comunicação interpessoal. Em uma sociedade que privilegia as responsabilidades individuais em detrimento das causas estruturais do adoecimento, a comunicação, o diálogo e as questões educativas desempenham papel central no atendimento.

No primeiro parágrafo do texto, na oração “profissionais tomam decisões embasadas em sua experiência e formação, que podem ser cruciais para a evolução clínica do paciente”, o termo “que”

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Questão #733

Disciplina: Informática Assunto: Google Meet Cargo: Soldado de Primeira Classe Órgão: BRIGADA MILITAR Escolaridade: Médio Área de formação: Informática Básica Banca: FUNDATEC Ano: 2025 Tipo: ME UF: RS

Durante uma videochamada no Google Meet, versão atualizada para computador,
um moderador pode executar as atividades listadas abaixo, EXCETO:

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Questão #1199

Disciplina: Lógica Assunto: Equivalência lógica Cargo: Administrador Órgão: CREMAM Escolaridade: Superior Área de formação: Lógica Banca: QUADRIX Ano: 2025 Tipo: ME UF: AM

Assinale a opção que apresenta uma proposição logicamente equivalente a “Se a maçã caiu na cabeça de Isaac, então Leonardo pintou uma mulher enigmática”.

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Questão #1597

[...] Ao sair do Tejo, estando a Maria encostada à borda do navio, o Leonardo fingiu que passava
distraído por junto dela, e com o ferrado sapatão assentou-lhe uma valente pisadela no pé direito. A Maria,
como se já esperasse por aquilo, sorriu-se como envergonhada do gracejo, e deu-lhe também em ar de
disfarce um tremendo beliscão nas costas da mão esquerda. Era isto uma declaração em forma, segundo os
usos da terra: levaram o resto do dia de namoro cerrado; ao anoitecer passou-se a mesma cena de pisadela
e beliscão, com a diferença de serem desta vez um pouco mais fortes; e no dia seguinte estavam os dois
amantes tão extremosos e familiares, que pareciam sê-lo de muitos anos.
Quando saltaram em terra começou a Maria a sentir certos enojos: foram os dois morar juntos; e daí
a um mês manifestaram-se claramente os efeitos da pisadela e do beliscão, sete meses depois teve a Maria
um filho, formidável menino de quase três palmos de comprido, gordo e vermelho, cabeludo, esperneador e
chorão; o qual, logo depois que nasceu, mamou duas horas seguidas sem largar o peito. E este nascimento
é certamente de tudo o que temos dito o que mais nos interessa, porque o menino de quem falamos é o herói
desta história.
Chegou o dia de batizar-se o rapaz: foi madrinha a parteira; sobre o padrinho houve suas dúvidas: o
Leonardo queria que fosse o Sr. Juiz; porém teve de ceder a instâncias da Maria e da comadre, que queriam
que fosse o barbeiro de defronte, que afinal foi adotado. Já se sabe que houve nesse dia função: os
convidados do dono da casa, que eram todos dalém-mar, cantavam ao desafio, segundo seus costumes; os
convidados da comadre, que eram todos da terra, dançavam o fado. O compadre trouxe a rabeca, que é,
como se sabe, o instrumento favorito da gente do ofício. A princípio, o Leonardo quis que a festa tivesse ares
aristocráticos, e propôs que se dançasse o minuete da corte. Foi aceita a ideia, ainda que houvesse
dificuldade em encontrarem-se pares. Afinal levantaram-se uma gorda e baixa matrona, mulher de um
convidado; uma companheira desta, cuja figura era a mais completa antítese da sua; um colega do Leonardo,
miudinho, pequenino, e com fumaças de gaiato, e o sacristão da Sé, sujeito alto, magro e com pretensões de
elegante. O compadre foi quem tocou o minuete na rabeca; e o afilhadinho, deitado no colo da Maria,
acompanhava cada arcada com um guincho e um esperneio. Isto fez com que o compadre perdesse muitas
vezes o compasso, e fosse obrigado a recomeçar outras tantas.

ALMEIDA, Manuel Antônio de. Memórias de um sargento de milícias. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.

Em: “Chegou o dia de batizar-se o rapaz: foi madrinha a parteira; sobre o padrinho houve suas dúvidas: o Leonardo queria que fosse o Sr. Juiz; porém teve de ceder a instâncias da Maria e da comadre, que queriam que fosse o barbeiro de defronte, que afinal foi adotado.”, qual relação semântico-discursiva é estabelecida
entre o desejo do Leonardo e a escolha do padrinho?

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Questão #1411

Disciplina: Administração Assunto: Teoria geral dos sistemas Cargo: Administrador Órgão: UNIFESSPA Escolaridade: Superior Área de formação: Administração Banca: FADESP Ano: 2025 Tipo: ME UF: PA

No âmbito das práticas de treinamento e desenvolvimento de pessoas, o oferecimento de feedbacks constantes permite um melhor acompanhamento do progresso obtido e favorece resultados mais robustos. Considerando as principais abordagens teóricas que ajudaram a estruturar a Administração, enquanto um campo de estudos, os feedbacks, a visão holística e a interdependência constituem elementos-chave para a

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Questão #1759

Durante uma reunião de alinhamento estratégico, Marcos — gestor financeiro de uma empresa de médio porte no setor de alimentos — apresentou três áreas decisórias prioritárias para a sustentabilidade financeira do negócio. Ele destacou que, ao analisar a aquisição de um novo maquinário para ampliar a linha de produção, foi necessário comparar o valor presente dos fluxos de caixa futuros esperados com o custo da aquisição. Marcos também alertou sobre a necessidade de captar recursos de terceiros a juros competitivos, uma vez que o capital próprio disponível era insuficiente. Por fim, ressaltou que era imprescindível manter o equilíbrio entre contas a pagar, contas a receber e estoques, evitando a paralisação das operações. Com base nesse contexto, é correto afirmar que Marcos descreveu, respectivamente, decisões relacionadas a

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