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Questão #349
I. De acordo com o novo acordo ortográfico da
língua portuguesa, a palavra governo deve ser
escrita com a letra inicial minúscula.
II. A palavra Estado, de acordo com o novo
acordo ortográfico da língua portuguesa, deve
ser escrita com a inicial maiúscula.
III. De acordo com o novo acordo ortográfico da
língua portuguesa, é opcional que a palavra
Constituição seja escrita com letra maiúscula.
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Questão #1242
01 Vivo só, com um criado. A casa em que moro é própria; fi-la construir de propósito,
02 levado de um desejo tão particular que me vexa imprimi-lo, mas vá lá. Um dia, há bastantes
03 anos, lembrou-me reproduzir no Engenho Novo a casa em que me criei na antiga Rua de
04 Mata-cavalos, dando-lhe o mesmo aspecto e economia daquela outra, que desapareceu.
05 Construtor e pintor entenderam bem as indicações que lhes fiz: é o mesmo prédio
06 assobradado, três janelas de frente, varanda ao fundo, as mesmas alcovas e salas.
07 Na principal destas, a pintura do teto e das paredes é mais ou menos igual, umas
08 grinaldas de flores miúdas e grandes pássaros que as tomam nos bicos, de espaço a espaço.
09 Nos quatro cantos do teto as figuras das estações, e ao centro das paredes os medalhões de
10 César, Augusto, Nero e Massinissa, com os nomes por baixo... Não alcanço a razão de tais
11 personagens. Quando fomos para a casa de Mata-cavalos, já ela estava assim decorada; vinha
12 do decênio anterior. Naturalmente era gosto do tempo meter sabor clássico e figuras antigas
13 em pinturas americanas. O mais é também análogo e parecido. Tenho chacarinha, flores,
14 legume, uma casuarina, um poço e lavadouro. Uso louça velha e mobília velha. Enfim, agora,
15 como outrora, há aqui o mesmo contraste da vida interior, que é pacata, com a exterior, que
16 é ruidosa.
02 levado de um desejo tão particular que me vexa imprimi-lo, mas vá lá. Um dia, há bastantes
03 anos, lembrou-me reproduzir no Engenho Novo a casa em que me criei na antiga Rua de
04 Mata-cavalos, dando-lhe o mesmo aspecto e economia daquela outra, que desapareceu.
05 Construtor e pintor entenderam bem as indicações que lhes fiz: é o mesmo prédio
06 assobradado, três janelas de frente, varanda ao fundo, as mesmas alcovas e salas.
07 Na principal destas, a pintura do teto e das paredes é mais ou menos igual, umas
08 grinaldas de flores miúdas e grandes pássaros que as tomam nos bicos, de espaço a espaço.
09 Nos quatro cantos do teto as figuras das estações, e ao centro das paredes os medalhões de
10 César, Augusto, Nero e Massinissa, com os nomes por baixo... Não alcanço a razão de tais
11 personagens. Quando fomos para a casa de Mata-cavalos, já ela estava assim decorada; vinha
12 do decênio anterior. Naturalmente era gosto do tempo meter sabor clássico e figuras antigas
13 em pinturas americanas. O mais é também análogo e parecido. Tenho chacarinha, flores,
14 legume, uma casuarina, um poço e lavadouro. Uso louça velha e mobília velha. Enfim, agora,
15 como outrora, há aqui o mesmo contraste da vida interior, que é pacata, com a exterior, que
16 é ruidosa.
– Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:
I. No período “fi-la construir de propósito” (l. 01), o pronome oblíquo exerce função de objeto direto
da forma verbal “fiz”, compondo estrutura típica de colocação pronominal em locução verbal.
PORQUE
II. A anteposição do pronome oblíquo “-la” justifica-se pela presença de uma oração subordinada
reduzida de infinitivo que atua como objeto direto, antecedida de uma forma verbal finita auxiliar.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
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Questão #1634
Sobre a contabilidade pública, analise as seguintes proposições:
I - A contabilidade pública é essencial para registrar, controlar e demonstrar a execução dos orçamentos e o patrimônio público.
II - A contabilidade pública visa garantir a transparência e a responsabilidade na gestão dos recursos públicos.
III - A contabilidade pública é uma área das Ciências Contábeis que se aplica tanto ao setor público quanto ao privado. É CORRETO concluir o que se afirma em:
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Questão #1817
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido: “O consumo de tabaco causa 93 mil mortes anualmente no país, segundo o Ministério da Saúde italiano”.
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Questão #2001
O Banco Central exerce papel estratégico no equilíbrio dos mercados financeiros ao interferir na oferta e demanda por moeda. Os fatores que afetam a oferta ou a demanda de moeda de um país estão entre os principais determinantes da taxa de câmbio. A esse respeito, julgue os itens subsequentes.
A elevação da taxa de juros básica da economia (SELIC) concomitantemente à diminuição das taxas de recolhimento compulsório sobre depósitos a vista reduz a liquidez e, em consequência, a inflação corrente.
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Questão #1101
Ainda que aplicativos potencialmente indesejados (PUA) não sejam tecnicamente considerados vírus, o Microsoft Defender Antivirus detecta esses aplicativos e permite que se bloqueie qualquer tentativa de baixá-los, movê-los, executá- los ou instalá-los.
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Questão #2167
DEFINITIVO
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor
não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram
sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque
automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e
passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por
todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os
shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter
compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos
cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante
e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de
ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para
nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é
impaciente conosco, mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais
profundas angústias se ela estivesse interessada em nos
compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas
pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o
futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que
mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais
sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a
gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento
intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A
resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e
vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o
desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças
que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e
que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a
felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor
não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram
sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque
automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e
passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por
todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os
shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter
compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos
cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante
e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de
ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para
nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é
impaciente conosco, mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais
profundas angústias se ela estivesse interessada em nos
compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas
pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o
futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que
mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais
sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a
gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento
intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A
resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e
vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o
desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças
que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e
que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a
felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
Ao longo de todo o texto, a autora se utiliza de mecanismos de coesão, por meio de conectivos, para ser eficaz na transmissão da mensagem. O conectivo “mas” é usado diversas vezes e tem o sentido de:
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Questão #1239
De acordo com a Lei nº 14.133/2021, assinale a opção correta.
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Questão #329
A dívida pública corresponde aos créditos inscritos em
dívida ativa da União, oriundos de tributos não pagos e de
outras obrigações inadimplidas.
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Questão #714
As enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em maio de 2024 superaram
qualquer registro histórico, afetaram a vida de milhares de pessoas e impactaram a infraestrutura em
diversas regiões do estado. Entre os municípios atingidos pelas enchentes estão:
I. Canoas.
II. Eldorado do Sul.
III. Lajeado.
Quais estão corretos?
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Questão #1233
No processo de estimativa de custos, existem diferentes abordagens que podem ser adotadas para desenvolver os valores necessários à execução do projeto, sendo uma dessas abordagens a utilização de dados históricos e atributos de projetos anteriores semelhantes, a qual funciona como uma base comparativa para gerar estimativas no projeto atual. Trata-se, portanto, de uma técnica frequentemente utilizada quando há disponibilidade de dados similares. A partir dessas informações, assinaale a opção que apresenta corretamente essa técnica de estimativa.
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Questão #951
Segundo a legislação brasileira, o nome adotado pela pessoa,
por meio do qual ela se identifica e é reconhecida na sociedade,
denomina-se
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Questão #236
Em sede de ADI, a medida cautelar será concedida por
decisão da maioria absoluta dos membros do STF.
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Questão #1010
Assinale a alternativa correta sobre as disposições previstas na Lei nº 8.112/1990 – Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União.
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Questão #151
A palavra “que”, como pronome relativo, em um
período composto, tem como uma de suas
características retomar um termo anterior, passando a
representá-lo na oração seguinte. Tendo isso em
consideração, descarta-se a hipótese de a palavra “que”
sublinhada ser pronome relativo no seguinte trecho:
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Questão #1043
O Microsoft Word 2013 permite a edição de diferentes tipos de documentos, contando com recursos atrativos de formatação que simplificam o processo de editoração. Considere as afirmativas a seguir sobre alguns dos recursos ofertados pelo Microsoft Word 2013 e assinale a alternativa INCORRETA.
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Questão #954
Consideram-se crimes militares, em tempo de guerra, os
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Questão #1971
A seletividade em razão da essencialidade do bem é obrigatória tanto para o IPI quanto para o ICMS.
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Questão #2138
Por Tiago Germano
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
No trecho “Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus”, a regência do verbo “explicar” exige, neste contexto:
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Questão #2203
Ao adotar o sistema de contagem cíclica (inventário rotativo), é possível obter um nível de precisão do estoque mais elevado, pois as diferenças são identificadas e corrigidas de forma contínua. Sobre isso, avaliar se as afirmativas são certas
(C) ou erradas
(E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Oferece uma maior confiança na exatidão dos dados do estoque.
( ) Os itens devem ser agrupados por características, como a sazonalidade e rotatividade do produto.
( ) Ao identificar divergências, o sistema é atualizado para refletir a situação real.
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