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Questão #826
A Amazônia e o Cerrado brasileiro possuem especificidades
territoriais e ambientais e, historicamente, a implantação de uma
modal dominante de transportes nessas regiões por parte do
estado brasileiro trouxe uma série de impactos socioambientais.
Nesse sentido, pode-se dizer que a infraestrutura de transportes
dominante nessas regiões e o seu respectivo impacto são:
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Questão #938
A instituição permanente, essencial à função jurisdicional do
Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime
democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis
denomina-se
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Questão #1290
Genival busca saber sobre nomeação e exercício, conforme regulamentados pela Lei nº 8.112/90, uma vez que foi aprovado em concurso público de provas e títulos e poderá ser nomeado em breve. A tutela do regime jurídico dos servidores públicos civis da União, sobre esse tema, traz que
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Questão #1283
TEXTO 1
Cinemas sofrem com público que canta, faz baderna e fuma maconha nas salas
Guilher me Luis
O caos se anunciava desde o saguão. Dezenas de pessoas bradavam que estavam na fila do
cinema só para admirar Lady Gaga na telona. Quem queria mesmo ver o filme "Coringa:
delírio a dois" pedia licença e, com cautela, se espremia entre os fãs para alcançar a porta.
É cada vez mais comum presenciar tumultos assim nas salas. Em maio, uma sessão da
cinebiografia de Bob Marley, em Pernambuco, foi interrompida pela Polícia Militar após jovens
fumarem maconha no escuro. No TikTok, vídeos mostram gente brigando em sessões de
"Divertida Mente 2", filme que reuniu multidões no país e deixou sentimentos à flor da pele.
O fenômeno é global. Exibições do musical "Wicked" pelo mundo todo estão sendo
atrapalhadas por espectadores que entoam as canções em voz alta. Já se multiplicam os
vídeos de cenas inteiras na internet, publicadas por pessoas que não se acovardaram em
fazer gravações com o celular por minutos a fio, o que caracteriza pirataria.
A revista Variety publicou uma reportagem sobre esse novo comportamento do público diante
de um filme, no cinema. Um executivo de Hollywood afirmou, em condição de anonimato, que
a indústria já notou que as atitudes das pessoas mudaram drasticamente desde a pandemia.
É o que afirma também Marcos Barros, presidente da Abraplex, a Associação Brasileira das
Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex. "Não sou otimista quanto ao
comportamento das pessoas. É outra cabeça. Não vamos voltar para aquilo de todos
prestarem atenção no filme", disse ele, num debate de um evento do setor.
Virais, os vídeos que registram cenas como essas divertem na mesma medida em que
espantam. Nas redes sociais, usuários clamam pela volta da lanterninha, funcionário que
monitorava as sessões para garantir que o público mantivesse a etiqueta. Há anos, o cargo
foi extinto para redução de custos. Há também, cada vez mais, relatos de gente incomodada
com quem usa celular na sala ou comenta em voz alta o que vê na tela. Essa desinibição tem
a ver com novos tipos de vídeos exibidos pelos cinemas, como gravações de shows, que
fazem o público cantar e dançar, afirma Luiz Fernando Angi, gerente de marketing da rede
Cinépolis.
Em crise, com salas esvaziadas, os exibidores precisaram lembrar ao público por que uma
telona, caixas de som superpotentes e sacos de pipoca engordurados casam tão bem. Para
atrair os mais inquietos, redes, como a Cinemark e a Cinépolis, passaram a exibir conteúdos
que remetem a eventos ao vivo. O mais emblemático deles foi a gravação da turnê de Taylor
Swift, no ano passado. As sessões, cheias de fãs fantasiados, viraram uma extensão dos
palcos por onde a cantora passava. Numa sessão vista por este repórter no Cinemark do
shopping Eldorado, em São Paulo, os espectadores gritavam desde o início e não ficaram
sentados. Logo estavam dançando pela sala.
Um tumulto parecido ocorreu no Cine Marquise, na avenida Paulista, mas por causa de
Beyoncé, que também levou um show às telas. Os funcionários, assustados com a multidão
que se levantou para dançar, tiveram de instalar barreiras que os impedissem de chegar à
tela, onde o chão é mais frágil.
Para desincentivar o mau comportamento nas salas, em especial o uso de celular, o Cine
Marquise decidiu não compartilhar, nas suas redes, fotos e vídeos da tela publicados pelos
clientes. "Surgiu uma falta de noção. Hoje tudo é ‘instragramável’", diz Marcelo Lima, diretor
da rede. “Não é novidade que o celular e as redes viciam”, lembra a psicóloga Marcelle
Alfinito. "O uso abusivo é associado a uma ansiedade social, e o celular vira mecanismo de
fuga da realidade", diz ela, acrescentando que isso explica a vontade de mostrar que se está
em um cinema.
Minha alma voa aos sonhos do passado... (Auta de Souza)
Exibidores procuram formas de contornar o problema, mas não apresentam medidas sólidas.
"A gente tem tentado criar campanhas para constranger quem não segue a etiqueta", conta
Lima, do Cine Marquise, sem detalhar como serão as ações. Angi, da Cinépolis, diz que a
rede desincentiva o uso de celular com o vídeo educativo exibido antes dos filmes — o que a
maioria das exibidoras já faz —, e que recompensa o cliente que se sente lesado oferecendo
outra sessão. Procurada, a Cinemark não quis comentar o assunto.
TEXTO 2
Terra de ninguém e de todo mundo
Ruy Castro
E pensar que, algumas vezes, neste espaço, me queixei de que, ao ir ao cinema, a sinfonia
de maxilares triturando pipoca ao meu redor me impedia de escutar os diálogos. Pipoca no
cinema nunca foi novidade, claro. Vem desde os tempos da manivela. Só não era obrigatória.
Imagine comer pipoca em filmes como "M, o Vampiro de Dusseldorf" (1931), de Fritz Lang, ou
"O Silêncio" (1962), de Ingmar Bergman, com aquelas longas pausas silenciosas cheias de
significado. O próprio roedor de pipoca ficaria sem jeito ao ouvir-se a si mesmo.
Estou ciente de que cada um come o quê, quem, quanto, quando e onde quiser, e os
incomodados que se mudem. O que me intrigava era se as pessoas estavam comendo tanta
pipoca fora dos cinemas — na rua, em casa, no escritório — quanto dentro. Ao saber que
90% do consumo mundial de pipoca se dá nas salas de projeção, convenci-me de que os
filmes tinham se tornado só um pretexto para o consumo do principal produto dos estúdios: a
pipoca.
Mas recente e assustadora reportagem de Guilherme Luis na Folha ("Sessões sofrem com
público, que não sai do celular, fala alto e até canta no filme", 14/12) fez-me suspeitar que fui
injusto com o pessoal que se limitava a britar grãos de milho com seus molares. De fato, não
era tão incômodo assim, mesmo porque os cinemas compensavam elevando a música a
volumes centibélicos, capazes de abafar até o ronco de uma betoneira no palco.
Segundo a matéria, o problema, hoje, é que, conforme os proprietários das salas, cada
espectador acha que pode fazer o que quiser dentro do cinema. Gravar trechos inteiros do
filme e jogá-los nas redes. Ir lá na frente e tirar selfies com os atores na tela. Participar do
filme, vaiando, aplaudindo ou discutindo-o com a turma em voz alta. Se for um musical,
cantar junto com o artista e dançar nos corredores ou em cima das poltronas. Fumar vape ou
um baseado em certas cenas.
Não sei se a sério, alguém sugeriu a volta do lanterninha, aquele antigo funcionário que
passeava pelo escurinho para inibir os casais mais excitados. Hoje, ser lanterninha será uma
profissão de risco.
Cinemas sofrem com público que canta, faz baderna e fuma maconha nas salas
Guilher me Luis
O caos se anunciava desde o saguão. Dezenas de pessoas bradavam que estavam na fila do
cinema só para admirar Lady Gaga na telona. Quem queria mesmo ver o filme "Coringa:
delírio a dois" pedia licença e, com cautela, se espremia entre os fãs para alcançar a porta.
É cada vez mais comum presenciar tumultos assim nas salas. Em maio, uma sessão da
cinebiografia de Bob Marley, em Pernambuco, foi interrompida pela Polícia Militar após jovens
fumarem maconha no escuro. No TikTok, vídeos mostram gente brigando em sessões de
"Divertida Mente 2", filme que reuniu multidões no país e deixou sentimentos à flor da pele.
O fenômeno é global. Exibições do musical "Wicked" pelo mundo todo estão sendo
atrapalhadas por espectadores que entoam as canções em voz alta. Já se multiplicam os
vídeos de cenas inteiras na internet, publicadas por pessoas que não se acovardaram em
fazer gravações com o celular por minutos a fio, o que caracteriza pirataria.
A revista Variety publicou uma reportagem sobre esse novo comportamento do público diante
de um filme, no cinema. Um executivo de Hollywood afirmou, em condição de anonimato, que
a indústria já notou que as atitudes das pessoas mudaram drasticamente desde a pandemia.
É o que afirma também Marcos Barros, presidente da Abraplex, a Associação Brasileira das
Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex. "Não sou otimista quanto ao
comportamento das pessoas. É outra cabeça. Não vamos voltar para aquilo de todos
prestarem atenção no filme", disse ele, num debate de um evento do setor.
Virais, os vídeos que registram cenas como essas divertem na mesma medida em que
espantam. Nas redes sociais, usuários clamam pela volta da lanterninha, funcionário que
monitorava as sessões para garantir que o público mantivesse a etiqueta. Há anos, o cargo
foi extinto para redução de custos. Há também, cada vez mais, relatos de gente incomodada
com quem usa celular na sala ou comenta em voz alta o que vê na tela. Essa desinibição tem
a ver com novos tipos de vídeos exibidos pelos cinemas, como gravações de shows, que
fazem o público cantar e dançar, afirma Luiz Fernando Angi, gerente de marketing da rede
Cinépolis.
Em crise, com salas esvaziadas, os exibidores precisaram lembrar ao público por que uma
telona, caixas de som superpotentes e sacos de pipoca engordurados casam tão bem. Para
atrair os mais inquietos, redes, como a Cinemark e a Cinépolis, passaram a exibir conteúdos
que remetem a eventos ao vivo. O mais emblemático deles foi a gravação da turnê de Taylor
Swift, no ano passado. As sessões, cheias de fãs fantasiados, viraram uma extensão dos
palcos por onde a cantora passava. Numa sessão vista por este repórter no Cinemark do
shopping Eldorado, em São Paulo, os espectadores gritavam desde o início e não ficaram
sentados. Logo estavam dançando pela sala.
Um tumulto parecido ocorreu no Cine Marquise, na avenida Paulista, mas por causa de
Beyoncé, que também levou um show às telas. Os funcionários, assustados com a multidão
que se levantou para dançar, tiveram de instalar barreiras que os impedissem de chegar à
tela, onde o chão é mais frágil.
Para desincentivar o mau comportamento nas salas, em especial o uso de celular, o Cine
Marquise decidiu não compartilhar, nas suas redes, fotos e vídeos da tela publicados pelos
clientes. "Surgiu uma falta de noção. Hoje tudo é ‘instragramável’", diz Marcelo Lima, diretor
da rede. “Não é novidade que o celular e as redes viciam”, lembra a psicóloga Marcelle
Alfinito. "O uso abusivo é associado a uma ansiedade social, e o celular vira mecanismo de
fuga da realidade", diz ela, acrescentando que isso explica a vontade de mostrar que se está
em um cinema.
Minha alma voa aos sonhos do passado... (Auta de Souza)
Exibidores procuram formas de contornar o problema, mas não apresentam medidas sólidas.
"A gente tem tentado criar campanhas para constranger quem não segue a etiqueta", conta
Lima, do Cine Marquise, sem detalhar como serão as ações. Angi, da Cinépolis, diz que a
rede desincentiva o uso de celular com o vídeo educativo exibido antes dos filmes — o que a
maioria das exibidoras já faz —, e que recompensa o cliente que se sente lesado oferecendo
outra sessão. Procurada, a Cinemark não quis comentar o assunto.
TEXTO 2
Terra de ninguém e de todo mundo
Ruy Castro
E pensar que, algumas vezes, neste espaço, me queixei de que, ao ir ao cinema, a sinfonia
de maxilares triturando pipoca ao meu redor me impedia de escutar os diálogos. Pipoca no
cinema nunca foi novidade, claro. Vem desde os tempos da manivela. Só não era obrigatória.
Imagine comer pipoca em filmes como "M, o Vampiro de Dusseldorf" (1931), de Fritz Lang, ou
"O Silêncio" (1962), de Ingmar Bergman, com aquelas longas pausas silenciosas cheias de
significado. O próprio roedor de pipoca ficaria sem jeito ao ouvir-se a si mesmo.
Estou ciente de que cada um come o quê, quem, quanto, quando e onde quiser, e os
incomodados que se mudem. O que me intrigava era se as pessoas estavam comendo tanta
pipoca fora dos cinemas — na rua, em casa, no escritório — quanto dentro. Ao saber que
90% do consumo mundial de pipoca se dá nas salas de projeção, convenci-me de que os
filmes tinham se tornado só um pretexto para o consumo do principal produto dos estúdios: a
pipoca.
Mas recente e assustadora reportagem de Guilherme Luis na Folha ("Sessões sofrem com
público, que não sai do celular, fala alto e até canta no filme", 14/12) fez-me suspeitar que fui
injusto com o pessoal que se limitava a britar grãos de milho com seus molares. De fato, não
era tão incômodo assim, mesmo porque os cinemas compensavam elevando a música a
volumes centibélicos, capazes de abafar até o ronco de uma betoneira no palco.
Segundo a matéria, o problema, hoje, é que, conforme os proprietários das salas, cada
espectador acha que pode fazer o que quiser dentro do cinema. Gravar trechos inteiros do
filme e jogá-los nas redes. Ir lá na frente e tirar selfies com os atores na tela. Participar do
filme, vaiando, aplaudindo ou discutindo-o com a turma em voz alta. Se for um musical,
cantar junto com o artista e dançar nos corredores ou em cima das poltronas. Fumar vape ou
um baseado em certas cenas.
Não sei se a sério, alguém sugeriu a volta do lanterninha, aquele antigo funcionário que
passeava pelo escurinho para inibir os casais mais excitados. Hoje, ser lanterninha será uma
profissão de risco.
Considerando o propósito comunicativo prioritário dos dois textos, analise as assertivas
abaixo.
I Os dois textos apresentam traços estilísticos e composicionais do gênero reportagem.
II A presença da linguagem conotativa, no segundo texto, é um traço caracterizador da crônica.
I II A presença do ponto de vista do jornalista é um dos elementos que configura o primeiro texto como reportagem.
IV O primeiro texto caracteriza-se como notícia, visto que o seu objetivo principal é apenas relatar recentes episódios ocorridos em salas de cinemas.
V O segundo texto apropria-se das ideias do primeiro para desconstruí-las, objetivo principal do gênero denominado de resenha.
Das assertivas, estão corretas
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Questão #1790
Com base na Lei nº 9.784/1999, assinale a opção correta, acerca dos recursos administrativos.
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Questão #955
O Código Penal Militar estabelece que a participação no
crime, de qualquer forma, implica sanções penais proporcionais à
culpabilidade do agente. Portanto, quem, de qualquer modo
concorre para o crime, reputa-se
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Questão #163
O Manual de Redação da Presidência da
República (BRASIL, 2018) informa que “...havia três
tipos de expedientes que se diferenciavam antes pela
finalidade do que pela forma: o ofício, o aviso e o
memorando”. Para uniformizá-los, determina-se a
adoção de nomenclatura e diagramação únicas, o que
se denomina padrão
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Questão #558
Quando não houver dados suficientes para a determinação de que um funcionário
cometeu uma falta, qual instrumento legal deve ser utilizado pela autoridade que tiver conhecimento
formal de informação sobre a falta funcional supostamente procedida?
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Questão #929
Os contratos celebrados entre a Agência Nacional de Energia
Elétrica e as empresas geradoras e distribuidoras de energia são de
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Questão #547
O art. 5º da CRFB, que trata dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos, entre
outras garantias fundamentais, dispõe que “é livre a expressão da atividade intelectual, artística,
científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”. Assinale a alternativa que
apresenta uma situação que NÃO se enquadra no disposto pelo artigo.
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Questão #1739
A Teoria Comportamental da Administração valoriza os aspectos humanos das organizações e entende que o comportamento coletivo influencia diretamente o desempenho organizacional. Essa abordagem inclui a análise de processos como liderança, comunicação, cultura e clima organizacional. Com base nesse enfoque, assinale o conceito que se refere à formação espontânea ou formal de agrupamentos e aos processos interpessoais como liderança, comunicação e conflito:
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Questão #1815
Milão se torna primeira cidade da Itália a proibir cigarro nas ruas
As autoridades de Milão adotaram nesta quarta-feira (1°) uma nova regulamentação contra o
cigarro. A partir de agora é proibido fumar em todos os espaços públicos, inclusive nas ruas. Os fumantes
representam um quinto da população italiana. De acordo com "o decreto para a qualidade do ar" adotado
em 2020 por Milão, "a partir de 1º de janeiro de 2025 a proibição será aplicada em todos os espaços
públicos, inclusive as ruas".
A regulamentação, que exclui os cigarros eletrônicos, traz uma exceção. O texto cita "locais isolados
onde é possível respeitar uma distância de pelo menos dez metros das outras pessoas". Mas em uma
cidade tão densa e povoada como Milão isso é difícil, exceto no meio da noite. Com a proibição, Milão foi a
primeira cidade italiana a impor restrições ao fumo de cigarro em locais públicos, segundo a agência de
notícias italiana Ansa.
Em Milão, fumar já é proibido desde 2021 em áreas verdes públicas (exceto quando era possível
respeitar uma distância de segurança de dez metros), em parques infantis, pontos de ônibus e de táxi, assim
como em todos os complexos esportivos. Quem não respeitar a proibição pode ser multado entre € 40 e €
240 (R$ 257 e R$ 1.545 pela cotação atual).
A cidade italiana é rodeada de indústrias e registra índices de poluição de partículas finas e óxidos
superiores aos padrões recomendados. A qualidade do ar tornou-se então uma prioridade, tendo em vista
os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, organizados em parceria com a estação de esqui Cortina.
A Itália lançou a luta antitabagismo em 1975, mas limitou a proibição aos transportes públicos. Em
1995, ela foi ampliada às repartições públicas e, em 2005, a todos os locais públicos fechados. Quase um
de cada cinco italianos fuma, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (Istat) de 2023. Estes
números colocam a Itália abaixo da média da União Europeia (24%). O país do bloco com a menor
população fumante é a Suécia (8%) e o que apresenta a pior taxa é a Bulgária (37%).
Na Itália, o preço médio de um maço de cigarros é de € 6 (cerca de R$ 38), metade do preço da
França, onde um em cada três habitantes é fumante. O consumo de tabaco causa 93 mil mortes anualmente
no país, segundo o Ministério da Saúde italiano.
A medida de Milão integra um movimento geral, que visa a erradicação do tabaco, como no México,
que proibiu fumar em alguns bairros do centro histórico em 2022. Alguns países têm metas mais
ambiciosas. É o caso do Reino Unido, que quer se tornar progressivamente um país livre do tabaco. De
acordo com um projeto de lei em fase de aprovação, as pessoas nascidas depois de 2009 não poderão
comprar cigarros legalmente.
Além desta proibição geracional, o Reino Unido quer proibir o fumo em espaços externos, como
parques infantis, e perto de escolas e hospitais.
As autoridades de Milão adotaram nesta quarta-feira (1°) uma nova regulamentação contra o
cigarro. A partir de agora é proibido fumar em todos os espaços públicos, inclusive nas ruas. Os fumantes
representam um quinto da população italiana. De acordo com "o decreto para a qualidade do ar" adotado
em 2020 por Milão, "a partir de 1º de janeiro de 2025 a proibição será aplicada em todos os espaços
públicos, inclusive as ruas".
A regulamentação, que exclui os cigarros eletrônicos, traz uma exceção. O texto cita "locais isolados
onde é possível respeitar uma distância de pelo menos dez metros das outras pessoas". Mas em uma
cidade tão densa e povoada como Milão isso é difícil, exceto no meio da noite. Com a proibição, Milão foi a
primeira cidade italiana a impor restrições ao fumo de cigarro em locais públicos, segundo a agência de
notícias italiana Ansa.
Em Milão, fumar já é proibido desde 2021 em áreas verdes públicas (exceto quando era possível
respeitar uma distância de segurança de dez metros), em parques infantis, pontos de ônibus e de táxi, assim
como em todos os complexos esportivos. Quem não respeitar a proibição pode ser multado entre € 40 e €
240 (R$ 257 e R$ 1.545 pela cotação atual).
A cidade italiana é rodeada de indústrias e registra índices de poluição de partículas finas e óxidos
superiores aos padrões recomendados. A qualidade do ar tornou-se então uma prioridade, tendo em vista
os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, organizados em parceria com a estação de esqui Cortina.
A Itália lançou a luta antitabagismo em 1975, mas limitou a proibição aos transportes públicos. Em
1995, ela foi ampliada às repartições públicas e, em 2005, a todos os locais públicos fechados. Quase um
de cada cinco italianos fuma, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (Istat) de 2023. Estes
números colocam a Itália abaixo da média da União Europeia (24%). O país do bloco com a menor
população fumante é a Suécia (8%) e o que apresenta a pior taxa é a Bulgária (37%).
Na Itália, o preço médio de um maço de cigarros é de € 6 (cerca de R$ 38), metade do preço da
França, onde um em cada três habitantes é fumante. O consumo de tabaco causa 93 mil mortes anualmente
no país, segundo o Ministério da Saúde italiano.
A medida de Milão integra um movimento geral, que visa a erradicação do tabaco, como no México,
que proibiu fumar em alguns bairros do centro histórico em 2022. Alguns países têm metas mais
ambiciosas. É o caso do Reino Unido, que quer se tornar progressivamente um país livre do tabaco. De
acordo com um projeto de lei em fase de aprovação, as pessoas nascidas depois de 2009 não poderão
comprar cigarros legalmente.
Além desta proibição geracional, o Reino Unido quer proibir o fumo em espaços externos, como
parques infantis, e perto de escolas e hospitais.
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA:
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Questão #108
Detecção heurística é uma técnica de análise do
comportamento e da estrutura do código para a identificação
de características típicas de vírus, ainda que a assinatura
específica não seja conhecida.
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Questão #919
Durante o período dos governos militares no Brasil, o Ceará
viveu o chamado novo coronelismo, época em que três coronéis
filiados à ARENA, Virgílio Távora, César Cals e Adauto Bezerra,
todos militares de carreira, e apoiados pelas forças que
controlavam o país, dominaram politicamente o estado, e através
do “Acordo dos Coronéis” mantiveram-se no controle do Estado e
impediam o acesso do MDB, partido de oposição, aos espaços de
poder. Considerando esse período, analise as seguintes
afirmações:
I. Quando ocorreu o Golpe Militar de 1964, o Cel. César Cals
era governador eleito do Ceará e manteve-se no poder,
com o apoio do Gal. Médici, até ser substituído pelo Cel.
Adauto Bezerra, em 1971.
II. Apoiado pelo Gal. Castelo Branco, primeiro presidente da
Ditadura Militar, o Cel. Virgílio Távora, que havia sido
ministro no governo João Goulart, governava o Ceará
desde 1963 e foi mantido no governo estadual até 1966.
III. Em 1979, com apoio do Gal. Geisel, o Cel. Adauto Bezerra,
voltou ao governo do Estado e consolidou a
modernização conservadora, com obras de estrutura e
industriais como o sistema Pacoti-Riachão e o Distrito
Industrial em Maracanaú.
IV. Dos três coronéis que conduziram a política cearense no
período da Ditadura Militar, apenas Virgílio Távora foi
governador em dois mandatos, o primeiro entre 1963 e
1966 e o segundo entre 1979 e 1982.
É correto o que se afirma em
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Questão #983
Quando o Poder Público busca a ressocialização de presos,
por meio de sistemas penitenciários, ele está exercendo atividades
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Questão #775
Em relação às ações policiais num contexto de generalização da
insegurança e da reativação de estigmas socioespaciais que
associam diretamente a pobreza com a violência, podemos
observar que as periferias pobres das diferentes cidades são os
espaços nos quais as violências legitimadas socialmente podem e
são praticadas, em grande parte das vezes de forma
indiscriminada – pelo simples fato de morar em um bairro pobre, o
citadino está sujeito à suspeição do restante da sociedade e da
polícia, o que faz com que seja tratado a priori como bandido.
insegurança e da reativação de estigmas socioespaciais que
associam diretamente a pobreza com a violência, podemos
observar que as periferias pobres das diferentes cidades são os
espaços nos quais as violências legitimadas socialmente podem e
são praticadas, em grande parte das vezes de forma
indiscriminada – pelo simples fato de morar em um bairro pobre, o
citadino está sujeito à suspeição do restante da sociedade e da
polícia, o que faz com que seja tratado a priori como bandido.
Para superar o problema socioespacial apresentado no texto,
avalie se é necessário que os profissionais em ação:
I. respeitem a dignidade da pessoa humana dependendo de sua
classe social, moradia, zona em que reside e cor da sua pele;
II. acatem a integridade física, moral e psíquica da pessoa do
preso ou de quem seja objeto de incriminação;
III. exerçam a função pública, seja em zona central ou periférica,
com honestidade, não aceitando vantagem indevida de
qualquer espécie.
Está correto o que se afirma em
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Questão #1409
As condições de trabalho presentes na organização, o desenvolvimento profissional dos colaboradores e o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal constituem assuntos centrais para a gestão de pessoas. Em especial, no que concerne à
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Questão #1738
Entre 1927 e 1933, os chamados Experimentos de Hawthorne, conduzidos por Elton Mayo, revelaram a importância dos fatores sociais e psicológicos no ambiente de trabalho. Essa descoberta marcou o surgimento da Teoria das Relações Humanas e provocou uma mudança na forma de entender a motivação e o comportamento dos trabalhadores nas organizações. Com base nos resultados desses estudos, é correto afirmar que:
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Questão #1157
A indicação da fonte de recursos é obrigatória para todas as
despesas fixadas na lei orçamentária anual, inclusive aquelas
financiadas com recursos desvinculados, sendo tal indicação
essencial para o adequado acompanhamento da execução e
para o controle da aplicação dos recursos públicos.
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Questão #834
As células do cérebro não envelhecem
Hoje eu quero contar para vocês sobre um estudo inovador realizado na Columbia University, que confirma que as células cerebrais não envelhecem. Na verdade, o que se descobriu é que você tem exatamente o mesmo número de células nervosas (ou neurônios) quando jovem. Isso foi admitido inclusive como certo pelo diretor do Instituto Nacional de Saúde dos EUA. Eles provaram que o cérebro pode continuar criando novos neurônios para sempre. Portanto, a velha teoria de que cérebros humanos não podem construir novos neurônios cai por terra! Então, por que ocorre o declínio mental? O que ocorre, na verdade, é que não é o número de células do seu cérebro que diminui, mas sim o número de células-tronco cerebrais e os vasos sanguíneos que as alimentam que diminuem. Os cientistas da Columbia estudaram cérebros doados por pessoas idosas que morreram de causas naturais. Eles descobriram que os cérebros dos idosos tinham a mesma quantidade de novos neurônios que os jovens. Além disso, eles também encontraram um número menor de células-tronco inativas, ou “quiescentes”, em uma área do cérebro ligada à resistência cognitivo-emocional. Trata-se das nossas forças de reserva que alimentam nossa capacidade de aprender e se adaptar. [...]
Hoje eu quero contar para vocês sobre um estudo inovador realizado na Columbia University, que confirma que as células cerebrais não envelhecem. Na verdade, o que se descobriu é que você tem exatamente o mesmo número de células nervosas (ou neurônios) quando jovem. Isso foi admitido inclusive como certo pelo diretor do Instituto Nacional de Saúde dos EUA. Eles provaram que o cérebro pode continuar criando novos neurônios para sempre. Portanto, a velha teoria de que cérebros humanos não podem construir novos neurônios cai por terra! Então, por que ocorre o declínio mental? O que ocorre, na verdade, é que não é o número de células do seu cérebro que diminui, mas sim o número de células-tronco cerebrais e os vasos sanguíneos que as alimentam que diminuem. Os cientistas da Columbia estudaram cérebros doados por pessoas idosas que morreram de causas naturais. Eles descobriram que os cérebros dos idosos tinham a mesma quantidade de novos neurônios que os jovens. Além disso, eles também encontraram um número menor de células-tronco inativas, ou “quiescentes”, em uma área do cérebro ligada à resistência cognitivo-emocional. Trata-se das nossas forças de reserva que alimentam nossa capacidade de aprender e se adaptar. [...]
“{Isso} foi admitido inclusive como certo pelo diretor do Instituto Nacional de Saúde dos EUA”. (3º parágrafo). No texto, o pronome em destaque faz referência ao fato de que:
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