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Questão #1623
Sobre a despesa pública, analise as seguintes proposições:
I - A despesa pública é classificada em despesas operacionais.
II - As despesas correntes incluem gastos com pessoal, juros da dívida e transferências correntes.
III - As despesas de capital são destinadas à aquisição de bens de capital e investimentos em infraestrutura. É CORRETO concluir o que se afirmar em:
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Questão #1284
TEXTO 2
Terra de ninguém e de todo mundo
Ruy Castro
E pensar que, algumas vezes, neste espaço, me queixei de que, ao ir ao cinema, a sinfonia
de maxilares triturando pipoca ao meu redor me impedia de escutar os diálogos. Pipoca no
cinema nunca foi novidade, claro. Vem desde os tempos da manivela. Só não era obrigatória.
Imagine comer pipoca em filmes como "M, o Vampiro de Dusseldorf" (1931), de Fritz Lang, ou
"O Silêncio" (1962), de Ingmar Bergman, com aquelas longas pausas silenciosas cheias de
significado. O próprio roedor de pipoca ficaria sem jeito ao ouvir-se a si mesmo.
Estou ciente de que cada um come o quê, quem, quanto, quando e onde quiser, e os
incomodados que se mudem. O que me intrigava era se as pessoas estavam comendo tanta
pipoca fora dos cinemas — na rua, em casa, no escritório — quanto dentro. Ao saber que
90% do consumo mundial de pipoca se dá nas salas de projeção, convenci-me de que os
filmes tinham se tornado só um pretexto para o consumo do principal produto dos estúdios: a
pipoca.
Mas recente e assustadora reportagem de Guilherme Luis na Folha ("Sessões sofrem com
público, que não sai do celular, fala alto e até canta no filme", 14/12) fez-me suspeitar que fui
injusto com o pessoal que se limitava a britar grãos de milho com seus molares. De fato, não
era tão incômodo assim, mesmo porque os cinemas compensavam elevando a música a
volumes centibélicos, capazes de abafar até o ronco de uma betoneira no palco.
Segundo a matéria, o problema, hoje, é que, conforme os proprietários das salas, cada
espectador acha que pode fazer o que quiser dentro do cinema. Gravar trechos inteiros do
filme e jogá-los nas redes. Ir lá na frente e tirar selfies com os atores na tela. Participar do
filme, vaiando, aplaudindo ou discutindo-o com a turma em voz alta. Se for um musical,
cantar junto com o artista e dançar nos corredores ou em cima das poltronas. Fumar vape ou
um baseado em certas cenas.
Não sei se a sério, alguém sugeriu a volta do lanterninha, aquele antigo funcionário que
passeava pelo escurinho para inibir os casais mais excitados. Hoje, ser lanterninha será uma
profissão de risco.
Terra de ninguém e de todo mundo
Ruy Castro
E pensar que, algumas vezes, neste espaço, me queixei de que, ao ir ao cinema, a sinfonia
de maxilares triturando pipoca ao meu redor me impedia de escutar os diálogos. Pipoca no
cinema nunca foi novidade, claro. Vem desde os tempos da manivela. Só não era obrigatória.
Imagine comer pipoca em filmes como "M, o Vampiro de Dusseldorf" (1931), de Fritz Lang, ou
"O Silêncio" (1962), de Ingmar Bergman, com aquelas longas pausas silenciosas cheias de
significado. O próprio roedor de pipoca ficaria sem jeito ao ouvir-se a si mesmo.
Estou ciente de que cada um come o quê, quem, quanto, quando e onde quiser, e os
incomodados que se mudem. O que me intrigava era se as pessoas estavam comendo tanta
pipoca fora dos cinemas — na rua, em casa, no escritório — quanto dentro. Ao saber que
90% do consumo mundial de pipoca se dá nas salas de projeção, convenci-me de que os
filmes tinham se tornado só um pretexto para o consumo do principal produto dos estúdios: a
pipoca.
Mas recente e assustadora reportagem de Guilherme Luis na Folha ("Sessões sofrem com
público, que não sai do celular, fala alto e até canta no filme", 14/12) fez-me suspeitar que fui
injusto com o pessoal que se limitava a britar grãos de milho com seus molares. De fato, não
era tão incômodo assim, mesmo porque os cinemas compensavam elevando a música a
volumes centibélicos, capazes de abafar até o ronco de uma betoneira no palco.
Segundo a matéria, o problema, hoje, é que, conforme os proprietários das salas, cada
espectador acha que pode fazer o que quiser dentro do cinema. Gravar trechos inteiros do
filme e jogá-los nas redes. Ir lá na frente e tirar selfies com os atores na tela. Participar do
filme, vaiando, aplaudindo ou discutindo-o com a turma em voz alta. Se for um musical,
cantar junto com o artista e dançar nos corredores ou em cima das poltronas. Fumar vape ou
um baseado em certas cenas.
Não sei se a sério, alguém sugeriu a volta do lanterninha, aquele antigo funcionário que
passeava pelo escurinho para inibir os casais mais excitados. Hoje, ser lanterninha será uma
profissão de risco.
De acordo com o texto de Ruy Castro, infere-se que
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Questão #824
Assunto de manifestos, teses e campanhas durante várias
décadas, a divisão do estado de Mato Grosso e a consequente
criação do estado do Mato Grosso do Sul ocorreram durante o
período da História do Brasil chamado de:
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Questão #1392
Precisamos falar sobre “Janeiro Branco” por Rita Almeida
Eu, particularmente, tenho sérias críticas a todas essas campanhas de massa quando os temas são muito
subjetivos. Mas se o “Janeiro Branco” já está na pauta, precisamos falar sobre ele […].
Não sei por que escolheram o “branco” como sobrenome da campanha, mas trata-se de um significante, no
mínimo, discutível, num país tão racista.
[…]
Eu, particularmente, tenho sérias críticas a todas essas campanhas de massa quando os temas são muito
subjetivos. Mas se o “Janeiro Branco” já está na pauta, precisamos falar sobre ele […].
Não sei por que escolheram o “branco” como sobrenome da campanha, mas trata-se de um significante, no
mínimo, discutível, num país tão racista.
[…]
A palavra “sérias” (primeiro parágrafo do texto Precisamos falar sobre “Janeiro Branco”) é acentuada pelo mesmo motivo que
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Questão #2053
TABELA 1 — Inventário de produtos para revenda em 31/12/20X0
+--------+------------------+------------+------------------------+--------------+
| código | descrição | quantidade | custo unitário (R$) | total (R$) |
+--------+------------------+------------+------------------------+--------------+
| 323.21 | produto alfa | 150 | 420 | 63.000 |
| 357.41 | produto beta | 1.100 | 900 | 990.000 |
| 366.01 | produto charlie | 300 | 380 | 114.000 |
| 369.51 | produto delta | 1.800 | 95 | 171.000 |
+--------+------------------+------------+------------------------+--------------+
TABELA 2 — Inventário de produtos para revenda em 31/12/20X1
+--------+------------------+------------+------------------------+--------------+
| código | descrição | quantidade | custo unitário (R$) | total (R$) |
+--------+------------------+------------+------------------------+--------------+
| 323.21 | produto alfa | 220 | 280 | 61.600 |
| 357.41 | produto beta | 800 | 1.050 | 840.000 |
| 366.01 | produto charlie | 25 | 430 | 10.750 |
| 369.51 | produto delta | 3.600 | 230 | 828.000 |
+--------+------------------+------------+------------------------+--------------+
TABELA 3 — Mapa de vendas
+------------------+----------------+------------------+----------------+------------------+
| descrição | 20X0 qtd | 20X0 valor (R$) | 20X1 qtd | 20X1 valor (R$) |
+------------------+----------------+------------------+----------------+------------------+
| produto alfa | 1.700 | 1.241.000 | 1.950 | 1.794.000 |
| produto beta | 1.300 | 1.027.000 | 2.100 | 2.331.000 |
| produto charlie | 100 | 95.000 | 76 | 98.800 |
| produto delta | 4.200 | 630.000 | 1.430 | 314.600 |
+------------------+----------------+------------------+----------------+------------------+
| VENDAS BRUTAS | | 2.993.000 | | 4.538.400 |
| ICMS s/ vendas | | -448.950 | | -663.060 |
| Abatimentos | | -44.500 | | -76.200 |
+------------------+----------------+------------------+----------------+------------------+
| VENDAS LÍQUIDAS | | 2.499.550 | | 3.799.140 |
| CMV | | 1.999.000 | | 3.230.000 |
+------------------+----------------+------------------+----------------+------------------+
TABELA 4 — Vendas brutas (DRE) — posição em 31/12/20X1
+-----------+--------------+
| mês | total (R$) |
+-----------+--------------+
| janeiro | 525.300 |
| fevereiro | 12.200 |
| março | 45.500 |
| abril | 188.100 |
| maio | 199.200 |
| junho | 325.500 |
| julho | 699.400 |
| agosto | 757.500 |
| setembro | 780.000 |
| outubro | 455.600 |
| novembro | 322.100 |
| dezembro | 110.000 |
+-----------+--------------+
Sabe-se que a alíquota aplicável de ICMS sobre vendas para a empresa era de 15%, que os valores das vendas brutas do mapa de vendas foram confirmados pelo auditor e que a empresa realizou metade de suas vendas de 20X1 à vista.
Considerando essa situação hipotética, julgue os itens subsecutivos.
+--------+------------------+------------+------------------------+--------------+
| código | descrição | quantidade | custo unitário (R$) | total (R$) |
+--------+------------------+------------+------------------------+--------------+
| 323.21 | produto alfa | 150 | 420 | 63.000 |
| 357.41 | produto beta | 1.100 | 900 | 990.000 |
| 366.01 | produto charlie | 300 | 380 | 114.000 |
| 369.51 | produto delta | 1.800 | 95 | 171.000 |
+--------+------------------+------------+------------------------+--------------+
TABELA 2 — Inventário de produtos para revenda em 31/12/20X1
+--------+------------------+------------+------------------------+--------------+
| código | descrição | quantidade | custo unitário (R$) | total (R$) |
+--------+------------------+------------+------------------------+--------------+
| 323.21 | produto alfa | 220 | 280 | 61.600 |
| 357.41 | produto beta | 800 | 1.050 | 840.000 |
| 366.01 | produto charlie | 25 | 430 | 10.750 |
| 369.51 | produto delta | 3.600 | 230 | 828.000 |
+--------+------------------+------------+------------------------+--------------+
TABELA 3 — Mapa de vendas
+------------------+----------------+------------------+----------------+------------------+
| descrição | 20X0 qtd | 20X0 valor (R$) | 20X1 qtd | 20X1 valor (R$) |
+------------------+----------------+------------------+----------------+------------------+
| produto alfa | 1.700 | 1.241.000 | 1.950 | 1.794.000 |
| produto beta | 1.300 | 1.027.000 | 2.100 | 2.331.000 |
| produto charlie | 100 | 95.000 | 76 | 98.800 |
| produto delta | 4.200 | 630.000 | 1.430 | 314.600 |
+------------------+----------------+------------------+----------------+------------------+
| VENDAS BRUTAS | | 2.993.000 | | 4.538.400 |
| ICMS s/ vendas | | -448.950 | | -663.060 |
| Abatimentos | | -44.500 | | -76.200 |
+------------------+----------------+------------------+----------------+------------------+
| VENDAS LÍQUIDAS | | 2.499.550 | | 3.799.140 |
| CMV | | 1.999.000 | | 3.230.000 |
+------------------+----------------+------------------+----------------+------------------+
TABELA 4 — Vendas brutas (DRE) — posição em 31/12/20X1
+-----------+--------------+
| mês | total (R$) |
+-----------+--------------+
| janeiro | 525.300 |
| fevereiro | 12.200 |
| março | 45.500 |
| abril | 188.100 |
| maio | 199.200 |
| junho | 325.500 |
| julho | 699.400 |
| agosto | 757.500 |
| setembro | 780.000 |
| outubro | 455.600 |
| novembro | 322.100 |
| dezembro | 110.000 |
+-----------+--------------+
Sabe-se que a alíquota aplicável de ICMS sobre vendas para a empresa era de 15%, que os valores das vendas brutas do mapa de vendas foram confirmados pelo auditor e que a empresa realizou metade de suas vendas de 20X1 à vista.
Considerando essa situação hipotética, julgue os itens subsecutivos.
Em razão dos dados contidos na DRE, o auditor deverá realizar exame documental para identificação de possíveis fraudes na escrita contábil.
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Questão #86
Na arquitetura de sistemas, o frontend é a interface visível e
interativa com o usuário, enquanto o backend realiza o
processamento de dados e a lógica de negócios; essa
separação reflete os princípios da teoria geral de sistemas,
segundo a qual a organização de sistemas em partes
interdependentes facilita sua compreensão e manutenção.
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Questão #1352
Considerando a Política Nacional de Saúde Integral LGBT, instituída pela Portaria nº 2.836/2011, assinale a alternativa correta.
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Questão #1901
No contexto do arquivo XML de uma NF-e, o esquema que rege a estrutura do arquivo estabelece, dentre outras coisas, o conjunto de tags válidas. Assinale a tag XML que pode ser repetida até 990 vezes em uma nota fiscal.
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Questão #335
Foi concedida licença ambiental para a construção de
determinada obra em área com vegetação nativa de restinga. No
decorrer da obra, um popular questionou a administração pública
sobre a legalidade da licença. A construtora, diante do Poder
Judiciário, alegou fato consumado.
A partir dessa situação hipotética, julgue os próximos itens com
base na legislação ambiental e na jurisprudência dos tribunais
superiores.
determinada obra em área com vegetação nativa de restinga. No
decorrer da obra, um popular questionou a administração pública
sobre a legalidade da licença. A construtora, diante do Poder
Judiciário, alegou fato consumado.
A partir dessa situação hipotética, julgue os próximos itens com
base na legislação ambiental e na jurisprudência dos tribunais
superiores.
De acordo com a jurisprudência do STJ, seria cabível a
aplicação da teoria do fato consumado ao caso apenas se a
construção já estivesse consolidada.
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Questão #530
Modo Avião
Por Pedro Guerra
01 A brevidade de todas as coisas me assusta. ___ anos falamos sobre a obsolescência
02 programada de produtos que são feitos com prazo de validade, incitando uma recompra, e
03 ultimamente temos insistido veementemente na ideia de que ninguém tem paciência pra nada.
04 Entretanto, mais urgente ainda, parece ser a questão de que hoje tudo é raso e tem uma vida
05 útil tão rápida que mal pode ser chamada de vida. Estamos vivendo em tempos de império
06 absoluto do efêmero.
07 Não faz muito que o conceito de “cancelamento” encontrou o dicionário popular. Fulano
08 comete um erro, beltrano publica (quase sempre na internet), e uma multidão de cicranos
09 massacram fulano até que haja uma nova pessoa para ser perseguida. Porém, este é um ciclo
10 breve, pois ninguém se lembra de quem foi cancelado semana passada porque todo mundo está
11 preocupado em cancelar o assunto do momento. Da mesma forma, ninguém se lembra da
12 subcelebridade que entrou para o hall da fama semana retrasada por algo tão trivial que somente
13 o brasileiro é capaz de dar protagonismo. De tempos em tempos, alimentamos fofocas a ponto
14 de inventar pessoas que não fizeram muito para estar onde estão — algo que tenho chamado
15 de ....eleiro dos Alucinados.
16 A história da passageira que se recusou a oferecer o assento na janela para uma criança e
17 que foi gravada e e....posta na internet é um bom exemplo. Prestes a atingir 3 milhões de
18 seguidores nas redes — a metade do que tem Fernanda Montenegro, por exemplo —, a anônima
19 que virou famosa de supetão colhe os frutos de uma sociedade que inventa heróis para viverem
20 o que não se tem coragem de viver. “Minha meta é ter a calma dessa mulher”, foi um dos
21 comentários mais curtidos no vídeo que viralizou recentemente.
22 A comparação de seguidores de uma subcelebridade cuja fama é passageira com uma atriz
23 com 80 anos de carreira como Fernanda Montenegro não é em vão. Até porque, a diferença é
24 justamente essa: 80 anos de construção de história que serão lembrados por muito tempo. Para
25 Fernanda, prazo de validade não existe — mesmo após a morte, ficará o legado. E o que vemos,
26 então, é um amontoado de pessoas que ganham visibilidade por dancinhas replicadas em massa,
27 rotinas compartilhadas sem o mínimo de fundamento, vivências sendo vendidas como “criação
28 de conteúdo” sendo que o conteúdo é inexistente.
29 Abraçamos o instantâneo porque, afinal, quem tem paciência (ou en....erga vantagens e
30 lucro) em criar um legado que é construído lentamente, mas que é sempre contínuo? Estamos
31 tão imersos no modo avião, desconectados das coisas relevantes e mirando holofotes em
32 referências que passam longe de uma solidez, que a cultura do instantâneo parece ser um
33 acalento, quando na verdade é uma armadilha. Basta ver: viralizar por conseguir dizer “não” é
34 simbólico e sintomático, um resumo impecável das faltas que existem dentro da gente.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/12/modo-
aviao-cm4mwzdin019r0126jgaqd169.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Por Pedro Guerra
01 A brevidade de todas as coisas me assusta. ___ anos falamos sobre a obsolescência
02 programada de produtos que são feitos com prazo de validade, incitando uma recompra, e
03 ultimamente temos insistido veementemente na ideia de que ninguém tem paciência pra nada.
04 Entretanto, mais urgente ainda, parece ser a questão de que hoje tudo é raso e tem uma vida
05 útil tão rápida que mal pode ser chamada de vida. Estamos vivendo em tempos de império
06 absoluto do efêmero.
07 Não faz muito que o conceito de “cancelamento” encontrou o dicionário popular. Fulano
08 comete um erro, beltrano publica (quase sempre na internet), e uma multidão de cicranos
09 massacram fulano até que haja uma nova pessoa para ser perseguida. Porém, este é um ciclo
10 breve, pois ninguém se lembra de quem foi cancelado semana passada porque todo mundo está
11 preocupado em cancelar o assunto do momento. Da mesma forma, ninguém se lembra da
12 subcelebridade que entrou para o hall da fama semana retrasada por algo tão trivial que somente
13 o brasileiro é capaz de dar protagonismo. De tempos em tempos, alimentamos fofocas a ponto
14 de inventar pessoas que não fizeram muito para estar onde estão — algo que tenho chamado
15 de ....eleiro dos Alucinados.
16 A história da passageira que se recusou a oferecer o assento na janela para uma criança e
17 que foi gravada e e....posta na internet é um bom exemplo. Prestes a atingir 3 milhões de
18 seguidores nas redes — a metade do que tem Fernanda Montenegro, por exemplo —, a anônima
19 que virou famosa de supetão colhe os frutos de uma sociedade que inventa heróis para viverem
20 o que não se tem coragem de viver. “Minha meta é ter a calma dessa mulher”, foi um dos
21 comentários mais curtidos no vídeo que viralizou recentemente.
22 A comparação de seguidores de uma subcelebridade cuja fama é passageira com uma atriz
23 com 80 anos de carreira como Fernanda Montenegro não é em vão. Até porque, a diferença é
24 justamente essa: 80 anos de construção de história que serão lembrados por muito tempo. Para
25 Fernanda, prazo de validade não existe — mesmo após a morte, ficará o legado. E o que vemos,
26 então, é um amontoado de pessoas que ganham visibilidade por dancinhas replicadas em massa,
27 rotinas compartilhadas sem o mínimo de fundamento, vivências sendo vendidas como “criação
28 de conteúdo” sendo que o conteúdo é inexistente.
29 Abraçamos o instantâneo porque, afinal, quem tem paciência (ou en....erga vantagens e
30 lucro) em criar um legado que é construído lentamente, mas que é sempre contínuo? Estamos
31 tão imersos no modo avião, desconectados das coisas relevantes e mirando holofotes em
32 referências que passam longe de uma solidez, que a cultura do instantâneo parece ser um
33 acalento, quando na verdade é uma armadilha. Basta ver: viralizar por conseguir dizer “não” é
34 simbólico e sintomático, um resumo impecável das faltas que existem dentro da gente.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/12/modo-
aviao-cm4mwzdin019r0126jgaqd169.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise o emprego da palavra “passageira” nos dois trechos abaixo, extraídos do
texto:
I. “A história da passageira que se recusou a oferecer o assento”.
II. “A comparação de seguidores de uma subcelebridade cuja fama é passageira”.
Sobre os trechos acima, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A palavra “passageira” foi empregada com sentido diferente nas duas situações.
( ) Na situação I, a palavra significa algo que dura pouco, e na II, refere-se à pessoa que utiliza um
meio de transporte.
( ) Na situação I, a palavra é um substantivo, e na II, um adjetivo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

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Questão #445
EPIDEMIOLOGIA DO CRIME
A gestão eficaz de um município depende de
informações atualizadas sobre sua realidade. A análise
de dados é uma ferramenta essencial para embasar
decisões e direcionar ações do Executivo, especialmente
no enfrentamento da criminalidade e da desordem
urbana.
A análise criminal identifica padrões de delitos e áreas
vulneráveis, apoiando tanto o trabalho policial quanto o
planejamento de políticas públicas em segurança,
mobilidade, urbanismo e desenvolvimento social. Com
base em dados sociodemográficos, espaciais e
temporais, ela permite alocar recursos de forma
estratégica e eficaz.
Diferente da inteligência ou da investigação policial, a
análise criminal tem um foco sistêmico, buscando
compreender tendências gerais e propor soluções
baseadas em evidências. O analista criminal atua como
um "epidemiologista do crime", estudando sua
disseminação e propondo medidas preventivas.
No contexto urbano, essa análise também ajuda a
combater a desordem, como sugere a teoria das janelas
quebradas, que liga sinais de negligência à percepção
de insegurança. Intervenções no espaço público,
baseadas em dados e na análise criminal, podem
melhorar a segurança e a qualidade de vida.
Ao identificar áreas críticas, os gestores podem tomar
decisões mais assertivas sobre infraestrutura, serviços e
investimentos, promovendo territórios mais seguros e
organizados.
A gestão eficaz de um município depende de
informações atualizadas sobre sua realidade. A análise
de dados é uma ferramenta essencial para embasar
decisões e direcionar ações do Executivo, especialmente
no enfrentamento da criminalidade e da desordem
urbana.
A análise criminal identifica padrões de delitos e áreas
vulneráveis, apoiando tanto o trabalho policial quanto o
planejamento de políticas públicas em segurança,
mobilidade, urbanismo e desenvolvimento social. Com
base em dados sociodemográficos, espaciais e
temporais, ela permite alocar recursos de forma
estratégica e eficaz.
Diferente da inteligência ou da investigação policial, a
análise criminal tem um foco sistêmico, buscando
compreender tendências gerais e propor soluções
baseadas em evidências. O analista criminal atua como
um "epidemiologista do crime", estudando sua
disseminação e propondo medidas preventivas.
No contexto urbano, essa análise também ajuda a
combater a desordem, como sugere a teoria das janelas
quebradas, que liga sinais de negligência à percepção
de insegurança. Intervenções no espaço público,
baseadas em dados e na análise criminal, podem
melhorar a segurança e a qualidade de vida.
Ao identificar áreas críticas, os gestores podem tomar
decisões mais assertivas sobre infraestrutura, serviços e
investimentos, promovendo territórios mais seguros e
organizados.
Como a análise de dados pode contribuir para a
gestão de um município, conforme o texto
"EPIDEMIOLOGIA DO CRIME"?
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Questão #1880
Uma montadora de motocicletas instalada em Cariacica (ES) recolhe o ICMS pelo regime da substituição tributária (ICMS-ST) em relação às concessionárias que adquirem o produto da fábrica. Esta montadora obteve da SEFAZ autorização para cumprimento de certas obrigações fiscais por regime especial. Diante desse cenário, à luz da Lei Estadual nº 7.000/2001, assinale a afirmativa correta.
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Questão #911
Os dias da semana, que não são sábado nem domingo, são,
no presente texto, denominados DIAS FEIRANTES. Sobre o total de
dias feirantes do segundo semestre (isto é, de 1º de julho a 31 de
dezembro) de um determinado ano, é correto afirmar que pode
ser
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Questão #1912
Assinale a opção que indica, respectivamente, um erro que pode ser constatado por meio da auditoria do passivo de uma entidade e o efeito que o erro pode gerar.
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Questão #328
A consumação do crime de apropriação indébita
previdenciária prescinde da constituição definitiva, na via
administrativa, do crédito tributário.
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Questão #706
A Inteligência Artificial (IA) tem se tornado uma forte presença na rotina das pessoas.
Os recursos de IA vêm contribuindo para otimizar o tempo, mas também têm provocado muitas
controvérsias. São exemplos de plataformas que possibilitam aos usuários utilizarem a IA na
elaboração de materiais e resolução de problemas:
I. ChatGPT.
II. Gemini.
III. DeepSeek.
Quais estão corretos?
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Questão #1403
O programa Microsoft Word 365 oferece opções para controlar como linhas e parágrafos se agrupam na página. A esse respeito, a primeira linha de um parágrafo que fica sozinha na parte inferior de uma página é chamada de
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Questão #1688
De acordo com a Lei nº 9.784/1999, qual das alternativas a seguir expressa
CORRETAMENTE um princípio aplicável ao processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal?
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Questão #2154
A função administrativa de organização diz respeito à disposição dos recursos disponíveis de modo a viabilizar a consecução dos objetivos organizacionais definidos da forma mais eficiente e eficaz possível. Analise as afirmativas referentes à função administrativa de organização.
I - A função de organização visa a esclarecer quais as atividades específicas que devem ser desenvolvidas para a consecução dos objetivos planejados, bem como orientar e conduzir a execução dos processos.
II - A função de organização trata, em cada área específica, de como se darão as relações de hierarquia, autoridade e competências.
III - A função de organização busca definir como a estrutura organizacional deve ser disposta a fim de possibilitar o desempenho mais eficiente, eficaz e efetivo. É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Questão #1506
Uma prefeitura concede uma licença para o funcionamento de uma casa de shows, desde que o estabelecimento cumpra condições estabelecidas pela legislação municipal, como isolamento acústico adequado e limite máximo de público. Após uma fiscalização, é constatado que a casa de shows descumpriu essas condições, resultando em excessivo barulho e perturbação à vizinhança. Em razão disso, a administração pública decide extinguir a licença anteriormente concedida. Essa situação exemplifica qual forma de extinção do ato administrativo?
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