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Questão #2137

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Orações Cargo: Agente Administrativo Órgão: Pref. Nazarezinho Escolaridade: Médio Área de formação: Linguagens Banca: CPCON Ano: 2025 Tipo: ME UF: PB
Por Tiago Germano

No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.

No trecho “Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.”, é possível identificar que a oração em destaque é:

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Questão #356

A Lei nº 13.675/2018, ao instituir o Sistema
Único de Segurança Pública (SUSP), estabelece
diretrizes fundamentais para a integração entre os entes
federativos e os órgãos responsáveis pela segurança
pública e defesa social. A conformação sistêmica
prevista pelo legislador busca superar a fragmentação
das ações e promover a efetividade das políticas
públicas setoriais. Considerando os princípios
estruturantes do SUSP, assinale a alternativa que
melhor reflete a diretriz de governança federativa no
âmbito da segurança pública:

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Questão #1732

Disciplina: Direito Urbanístico Assunto: Zoneamento urbano – ZEIS Cargo: Administrador Órgão: NITTRANS Escolaridade: Superior Área de formação: Ciências Jurídicas Banca: FGV Ano: 2025 Tipo: ME UF: RJ

A Lei nº 3.905/2024 dispõe sobre a Lei Urbanística de Niterói, seu zoneamento, a aplicação de instrumentos de política urbana e as regras gerais de licenciamento da atividade edilícia e de fiscalização da execução de obras. O Art. 18 dessa lei define as Zonas de Uso que compõem os Territórios de Qualificação. Em relação ao tema, leia a descrição a seguir: são porções do território destinadas, predominantemente, à moradia digna para a população da baixa renda por intermédio de melhorias urbanísticas, recuperação ambiental e regularização fundiária de assentamentos precários e irregulares, bem como à provisão de novas Habitações de Interesse Social - HIS a serem dotadas de equipamentos sociais, infraestruturas, em especial de saneamento ambiental, áreas verdes e comércios e serviços locais, situadas na zona urbana. A descrição se refere a

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Questão #331

Embora a Constituição Federal de 1988 preveja diversos
tipos de leis orçamentárias, ela consagra o princípio da
unidade orçamentária, razão por que cada ente federativo
deve ter apenas um único orçamento anual para cada
exercício financeiro.

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Questão #794

Disciplina: Administração Pública Assunto: LAI Cargo: Soldado PM de 2ª Classe Órgão: Polícia Militar SP Escolaridade: Médio Área de formação: Direito Banca: FGV Ano: 2025 Tipo: ME UF: SP

Uma pessoa, credora de Pedro, soldado da Polícia Militar do
Estado de São Paulo, encaminhou requerimento ao Comandante-
Geral da corporação solicitando que fosse informado o valor da
renda mensal do referido agente. Acresceu que o objetivo era
utilizar essa informação na montagem da estratégia a ser utilizada
para promover a cobrança do crédito que tinha com Pedro.
O Comandante-Geral, após analisar a sistemática vigente, concluiu
corretamente que a informação solicitada

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Questão #2199

A respeito das características do poder hierárquico, analisar os itens.
I - É interno, pois não se aplica a particulares.
II - Não é exercido por órgãos consultivos.
III - Não é permanente. Está CORRETO o que se afirma:

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Questão #1284

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Inferência textual Cargo: Administrador Órgão: CREMAM Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: QUADRIX Ano: 2025 Tipo: ME UF: AM
TEXTO 2
Terra de ninguém e de todo mundo
Ruy Castro
E pensar que, algumas vezes, neste espaço, me queixei de que, ao ir ao cinema, a sinfonia
de maxilares triturando pipoca ao meu redor me impedia de escutar os diálogos. Pipoca no
cinema nunca foi novidade, claro. Vem desde os tempos da manivela. Só não era obrigatória.
Imagine comer pipoca em filmes como "M, o Vampiro de Dusseldorf" (1931), de Fritz Lang, ou
"O Silêncio" (1962), de Ingmar Bergman, com aquelas longas pausas silenciosas cheias de
significado. O próprio roedor de pipoca ficaria sem jeito ao ouvir-se a si mesmo.
Estou ciente de que cada um come o quê, quem, quanto, quando e onde quiser, e os
incomodados que se mudem. O que me intrigava era se as pessoas estavam comendo tanta
pipoca fora dos cinemas — na rua, em casa, no escritório — quanto dentro. Ao saber que
90% do consumo mundial de pipoca se dá nas salas de projeção, convenci-me de que os
filmes tinham se tornado só um pretexto para o consumo do principal produto dos estúdios: a
pipoca.
Mas recente e assustadora reportagem de Guilherme Luis na Folha ("Sessões sofrem com
público, que não sai do celular, fala alto e até canta no filme", 14/12) fez-me suspeitar que fui
injusto com o pessoal que se limitava a britar grãos de milho com seus molares. De fato, não
era tão incômodo assim, mesmo porque os cinemas compensavam elevando a música a
volumes centibélicos, capazes de abafar até o ronco de uma betoneira no palco.
Segundo a matéria, o problema, hoje, é que, conforme os proprietários das salas, cada
espectador acha que pode fazer o que quiser dentro do cinema. Gravar trechos inteiros do
filme e jogá-los nas redes. Ir lá na frente e tirar selfies com os atores na tela. Participar do
filme, vaiando, aplaudindo ou discutindo-o com a turma em voz alta. Se for um musical,
cantar junto com o artista e dançar nos corredores ou em cima das poltronas. Fumar vape ou
um baseado em certas cenas.
Não sei se a sério, alguém sugeriu a volta do lanterninha, aquele antigo funcionário que
passeava pelo escurinho para inibir os casais mais excitados. Hoje, ser lanterninha será uma
profissão de risco.

De acordo com o texto de Ruy Castro, infere-se que

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Questão #1706

Disciplina: Geografia Assunto: Arquitetura e patrimônio cultural Cargo: Administrador Órgão: NITTRANS Escolaridade: Superior Área de formação: Ciências Humanas Banca: FGV Ano: 2025 Tipo: ME UF: RJ

O Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC), projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1996, se ergue sobre o promontório da Boa Viagem, à beira do mar. A arquitetura do museu se apresenta como um valor em si mesma, transformando o edifício em obra de arte e ícone urbano. O MAC estabelece uma relação sensível com o espaço urbano e natural, promovendo um descortinar gradativo de surpresas sensoriais para os visitantes. Mais do que as obras expostas, o que atrai o público é o próprio edifício, sua leveza estrutural e a integração com a paisagem da enseada, composta historicamente por marcos naturais e construções humanas. Adaptado de CUNHA BRUNO, J. S. O Museu de Arte Contemporânea de Niterói, RJ. Uma estratégia de promoção da cidade. RB. Estudos Urbanos e Regionais, v. 4, 2002. Com base no texto, avalie as afirmativas a seguir.

I. O MAC, ao se tornar um ícone arquitetônico, cumpre a função de abrigar obras de arte e, também, de gerar impacto simbólico e turístico para a cidade de Niterói.
II. A localização do MAC, no promontório da Boa Viagem, estabelece um diálogo entre a obra arquitetônica e os elementos naturais e históricos da enseada, reforçando sua presença urbana e paisagística.
III. A arquitetura do MAC, marcada pelo uso de transparências, rampas e perspectivas progressivas, cria experiências sensoriais para os visitantes e destaca a integração entre o edifício e a paisagem. Está correto o que se afirma em

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Questão #1217

Disciplina: Administração Assunto: BPMN Cargo: Administrador Órgão: CREMAM Escolaridade: Superior Área de formação: Administração Banca: QUADRIX Ano: 2025 Tipo: ME UF: AM

A notação BPMN é amplamente utilizada para a modelagem de processos e possui características que explicam sua popularidade nas organizações. Considerando essa informação, assinale a opção que aparesenta um benefício dessa notação.

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Questão #1122

A capacidade de o Estado especializar-se pela transferência
de atividades específicas a outras pessoas jurídicas ocorreu
principalmente por meio do processo de delegação de
competência administrativa.

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