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Questão #24
Muitas obras cinematográficas e séries televisivas são inspiradas ou baseadas em obras literárias. Inúmeros filmes, desde o surgimento do cinema até a atualidade, seguem transpondo para a tela histórias relatadas nos livros, como atesta a crescente quantidade de best-sellers adaptados para o cinema. Segundo Carlos Gerbase, cineasta e jornalista brasileiro, a prevalência do estilo narrativo é quase natural, visto que as histórias contadas nos livros e nos filmes são uma forma de compreender a vida como uma progressão de acontecimentos. O autor explica que as histórias têm começo, meio e fim e que, nelas, os acontecimentos levam a outros acontecimentos — assim como em nossas vidas. Logo, as narrativas aproximam o público porque este se identifica nelas. Além disso, livros e filmes permitem viagens por diversos mundos e possibilitam reflexões e compreensões, novos conhecimentos e novas experiências. Ainda de acordo com Gerbase, quando nos identificamos
com determinado personagem, aprendemos a como agir socialmente (ou antissocialmente). Nesse sentido, a literatura funciona como uma espécie de guia universal de boas maneiras para a convivência de comunidades às vezes muito diferentes culturalmente. Histórias sobre a polícia, segundo Jonathan Nichols-Pethick, acadêmico especialista em mídia e cinema, representam mais do que uma disputa entre o bem e o mal. Elas responderiam a algumas das nossas mais prementes preocupações sociais: preocupações sobre como imaginamos e mantemos um senso de comunidade em uma sociedade vasta e muitas vezes alienante, e também sobre como enxergamos os nossos direitos e as nossas responsabilidades como cidadãos. De acordo com Nichols-Pethick, o sucesso do gênero policial desde a literatura do século XIX, passando pelo cinema e pela televisão, se justificaria por essa relação estabelecida entre a narrativa policial e os indivíduos, que buscam nela sanar suas preocupações com a segurança ou buscar um senso de justiça.
com determinado personagem, aprendemos a como agir socialmente (ou antissocialmente). Nesse sentido, a literatura funciona como uma espécie de guia universal de boas maneiras para a convivência de comunidades às vezes muito diferentes culturalmente. Histórias sobre a polícia, segundo Jonathan Nichols-Pethick, acadêmico especialista em mídia e cinema, representam mais do que uma disputa entre o bem e o mal. Elas responderiam a algumas das nossas mais prementes preocupações sociais: preocupações sobre como imaginamos e mantemos um senso de comunidade em uma sociedade vasta e muitas vezes alienante, e também sobre como enxergamos os nossos direitos e as nossas responsabilidades como cidadãos. De acordo com Nichols-Pethick, o sucesso do gênero policial desde a literatura do século XIX, passando pelo cinema e pela televisão, se justificaria por essa relação estabelecida entre a narrativa policial e os indivíduos, que buscam nela sanar suas preocupações com a segurança ou buscar um senso de justiça.
No segundo período do segundo parágrafo, a oração "que as histórias têm começo, meio e fim" classifica-se sintaticamente como subordinada adjetiva restritiva.
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Questão #894
Analise as seguinte assertivas:
I.As palavras “campanhista” e “atualmente” são formadas
pelo processo de derivação sufixal.
II. A adição do prefixo na palavra primitiva para formar
“inverdade” tem repercussões morfossintáticas, mas não
semânticas.
III. O vocábulo “desenvolvido” é formado por derivação
prefixal para indicar o tempo verbal.
IV. A expressão “fake news” é resultante de um empréstimo
linguístico sem que haja adaptação de sua escrita.
Está correto somente o que se afirma em
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Questão #1701
Todas as línguas mostram diferentes níveis de linguagem. Assinale a frase a seguir que exemplifica o nível formal de Língua Portuguesa.
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Questão #1478
Depois de massacre, povo Juma luta para sobreviver em meio a invasões e desmatamento
Por Puré Juma
01 A Terra Indígena (TI) Juma está .... apenas 5 quilômetros da BR-230, que termina na
02 cidade amazonense Lábrea. Isso significa que, por terra, invasores só precisam andar por cerca
03 de três horas na floresta amazônica para chegar ao território onde vivem os Juma, um povo de
04 recente contato que, em 1964, sofreu um massacre. Mais de 60 pessoas morreram. Exatos 60
05 anos depois, os sobreviventes, seus filhos e netos, seguem ameaçados. Desta vez, pelo avanço
06 do desmatamento no sul do Amazonas, antes considerado uma das áreas mais preservadas do
07 estado. Como são poucos, se sentem em risco.
08 “Os invasores entram e alegam que não sabem os limites do território do povo indígena
09 Juma”, afirmou a cacica Boréa Juma .... Agência Pública. Ela conversou com a reportagem em
10 sua língua nativa, a kagwahiva, da família Tupi-Guarani, falada por sete povos na Amazônia.
11 Boréa sabe bem o que está acontecendo em seu território e nas redondezas de sua terra
12 tradicional, na qual nasceu, cresceu e viu seus ancestrais partirem e deixarem legado e histórias
13 para contar.
14 De acordo com a cacica, as derrubadas de mata e as queimadas feitas ao redor da TI “são
15 para fazer grandes pastos de fazendas e criação de gado”. O foco dos grileiros, pessoas que
16 desmatam e se apossam de terras públicas, são áreas não destinadas, ou seja, regiões sob
17 responsabilidade de governos estaduais ou federais que ainda não tiveram sua finalidade
18 definida.
19 “Hoje a gente está passando ameaças que ______ do grileiro e do fazendeiro. Naquele
20 tempo que aconteceu o massacre era do sorveiro (pessoas que entravam na floresta para extrair
21 sorva e seiva de árvores raras)”, explicou Mandé Juma, vice-presidente da associação Jawara
22 Pina, que representa seu povo. “A gente ______ passando, sobrevivendo, desde o começo”,
23 finalizou.
24 Ainda que o desmatamento na Amazônia tenha reduzido 30,63% entre agosto de 2023 e
25 julho deste ano, a maior taxa de redução em 15 anos, os números seguem altos, com o sul do
26 Amazonas se consolidando como a nova fronteira do desmatamento. No ano passado, por
27 exemplo, a cidade de Lábrea, que fica a pouco mais de 90 quilômetros da TI Juma, superou
28 Altamira, no Pará, como a líder no ranking de municípios com maior área desmatada no Brasil.
29 Mesmo quando ocorrem fora dos limites do território Juma, os crimes ambientais afetam a
30 sobrevivência dos povos originários, pois ______ a escassez de alimento, com a fuga de animais,
31 além de levar poluição a lugares sagrados.
32 “Aqui na aldeia tinha muitas araras-azuis, mas elas desapareceram. Talvez foi por causa
33 do calor, ou falta de alimento, ou a derrubada (de árvores) que afastou as araras. Não foi só
34 arara, também os porcos-do-mato não aparecem mais, os peixes diminuíram, os nambu e os
35 jacamim não se encontram mais, e as frutas estão produzindo em época diferente”, finalizou a
36 cacica.
37 Além do caminho pela floresta, também é possível chegar .... TI Juma pelo rio Assuã, um
38 afluente do rio Purus, em um trajeto de cerca de 40 minutos de barco. A facilidade de acesso ao
39 território deixa os indígenas cercados e expostos a diversos perigos, como o próprio
40 desmatamento e a possibilidade de confronto, verbal ou físico, com suas lideranças.
Por Puré Juma
01 A Terra Indígena (TI) Juma está .... apenas 5 quilômetros da BR-230, que termina na
02 cidade amazonense Lábrea. Isso significa que, por terra, invasores só precisam andar por cerca
03 de três horas na floresta amazônica para chegar ao território onde vivem os Juma, um povo de
04 recente contato que, em 1964, sofreu um massacre. Mais de 60 pessoas morreram. Exatos 60
05 anos depois, os sobreviventes, seus filhos e netos, seguem ameaçados. Desta vez, pelo avanço
06 do desmatamento no sul do Amazonas, antes considerado uma das áreas mais preservadas do
07 estado. Como são poucos, se sentem em risco.
08 “Os invasores entram e alegam que não sabem os limites do território do povo indígena
09 Juma”, afirmou a cacica Boréa Juma .... Agência Pública. Ela conversou com a reportagem em
10 sua língua nativa, a kagwahiva, da família Tupi-Guarani, falada por sete povos na Amazônia.
11 Boréa sabe bem o que está acontecendo em seu território e nas redondezas de sua terra
12 tradicional, na qual nasceu, cresceu e viu seus ancestrais partirem e deixarem legado e histórias
13 para contar.
14 De acordo com a cacica, as derrubadas de mata e as queimadas feitas ao redor da TI “são
15 para fazer grandes pastos de fazendas e criação de gado”. O foco dos grileiros, pessoas que
16 desmatam e se apossam de terras públicas, são áreas não destinadas, ou seja, regiões sob
17 responsabilidade de governos estaduais ou federais que ainda não tiveram sua finalidade
18 definida.
19 “Hoje a gente está passando ameaças que ______ do grileiro e do fazendeiro. Naquele
20 tempo que aconteceu o massacre era do sorveiro (pessoas que entravam na floresta para extrair
21 sorva e seiva de árvores raras)”, explicou Mandé Juma, vice-presidente da associação Jawara
22 Pina, que representa seu povo. “A gente ______ passando, sobrevivendo, desde o começo”,
23 finalizou.
24 Ainda que o desmatamento na Amazônia tenha reduzido 30,63% entre agosto de 2023 e
25 julho deste ano, a maior taxa de redução em 15 anos, os números seguem altos, com o sul do
26 Amazonas se consolidando como a nova fronteira do desmatamento. No ano passado, por
27 exemplo, a cidade de Lábrea, que fica a pouco mais de 90 quilômetros da TI Juma, superou
28 Altamira, no Pará, como a líder no ranking de municípios com maior área desmatada no Brasil.
29 Mesmo quando ocorrem fora dos limites do território Juma, os crimes ambientais afetam a
30 sobrevivência dos povos originários, pois ______ a escassez de alimento, com a fuga de animais,
31 além de levar poluição a lugares sagrados.
32 “Aqui na aldeia tinha muitas araras-azuis, mas elas desapareceram. Talvez foi por causa
33 do calor, ou falta de alimento, ou a derrubada (de árvores) que afastou as araras. Não foi só
34 arara, também os porcos-do-mato não aparecem mais, os peixes diminuíram, os nambu e os
35 jacamim não se encontram mais, e as frutas estão produzindo em época diferente”, finalizou a
36 cacica.
37 Além do caminho pela floresta, também é possível chegar .... TI Juma pelo rio Assuã, um
38 afluente do rio Purus, em um trajeto de cerca de 40 minutos de barco. A facilidade de acesso ao
39 território deixa os indígenas cercados e expostos a diversos perigos, como o próprio
40 desmatamento e a possibilidade de confronto, verbal ou físico, com suas lideranças.
Considerando as falas da cacica Boreá, Juma presentes no texto, assinale a alternativa correta.
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Questão #1193
No contexto real dos sistemas de saúde, profissionais tomam decisões embasadas em sua experiência e formação, que podem ser cruciais para a evolução clínica do paciente. O processo de decisão clínica implica análise criteriosa e, no limite do possível, imparcial dos resultados de pesquisas científicas. Envolve, pelo menos em um plano retórico, o respeito às preferências do paciente. Preferências e escolhas deverão estar devidamente esclarecidas, bem como as circunstâncias em que o paciente é atendido, por meio da verificação do estágio da doença e dos recursos disponíveis no local de atendimento, a fim de garantir-lhe maior probabilidade de benefícios. O profissional de saúde deve, portanto, ser capaz de tomar decisões a respeito da aplicabilidade do conhecimento científico a um paciente individual ou a determinado cenário clínico, para orientar intervenções e buscar resultados eficientes e efetivos. Na dimensão educacional, o enfrentamento dos problemas de saúde que atingem as populações, tanto de países ricos como de países pobres, requer a formação de profissionais socialmente responsáveis, politicamente conscientes e aptos a se engajar em um processo permanente de formação e instrução. Esse processo de educação continuada deve ser eficiente não só do ponto de vista tecnológico, mas também do desenvolvimento de competências interpessoais, fundamentado em princípios que priorizam o bem-estar e a dignidade humana, a fim de responder às múltiplas demandas geradas pela transição do padrão de doenças, pelas mudanças demográficas e pelos problemas resultantes da pobreza e das desigualdades sociais. De fato, o tema da consciência social responsável e das competências interpessoais tem sido reconhecido como crucial para a formação de profissionais de saúde no Brasil. Conforme pesquisadores que avaliam a prática clínica embasada em evidências, tudo começa na boa relação médico-paciente, na atenção que o profissional dispensa ao paciente quanto a seus valores, suas crenças e suas preferências. Daí a necessidade de uma formação calcada em valores humanitários e éticos, que atenda às necessidades de comunicação interpessoal. Em uma sociedade que privilegia as responsabilidades individuais em detrimento das causas estruturais do adoecimento, a comunicação, o diálogo e as questões educativas desempenham papel central no atendimento.
No segundo parágrafo, o termo “Esse”, em “Esse processo de educação continuada”, refere-se a
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Questão #690
Quando da tragédia brotam heróis e lições
01 Ninguém seria capaz de imaginar tudo o que viveríamos naqueles dias, há exatamente
02 um ano. O maio de 2024 ficará para sempre na memória de todos os gaúchos – e muito além
03 de nós. O ímpeto implacável das águas, a fúria imbatível da natureza, o pavor incrédulo nas
04 retinas. O caos, tão incontrolável quanto pavorosamente banal, numa calamidade desgovernada
05 de assombrosas surpresas. Notícias trágicas em série, impensáveis, parecendo sair de um filme
06 de ficção sobre o apocalipse. Cenas de desespero e dor. O ruir repentino de tudo o que
07 julgávamos inatin....ível até então. Construções e pontes desabando feito frágeis castelos de
08 cartas. Rios mudando seus cursos e devorando cidades. Morros e florestas vindo abaixo como
09 se derretessem. Histórias e memórias e conquistas sendo apagadas como se fossem nada e
10 nunca. Dias de medo. Dias de mortes. Dias de horror.
11 Mas eis que, da tragédia e das lágrimas que inundam tudo sob fero....es águas barrentas,
12 surgem almas. Braços. Barcos, abraços e corações. Surge a entrega de heróis anônimos, que
13 brotam em abundância de um sentimento de solidariedade jamais visto. Seres humanos
14 iluminados que largam suas vidas para se dedicar ___ ações de solidariedade e resgate. Os
15 integrantes das forças de segurança pública de todo o estado, mesmo as centenas afetadas em
16 suas casas e suas vidas pela tragédia, se lançam ___ missão de salvar vidas. Todas as vidas. E
17 proteger patrimônios. Porque, infelizmente, algumas mentes podres aproveitaram o momento
18 de desespero para roubar e depredar, para cometer violências tão absurdas que uma legislação
19 específica deveria punir, mas de forma exemplar e irrecorrível, por ser esta uma crueldade
20 monstruosa: aproveitar-se e explorar a fragilidade e a dor dos seus semelhantes em meio ao
21 caos.
22 Forças de segurança de outros estados vieram em peso ajudar os nossos. Civis, em
23 grupos ou isoladamente, de todo o Brasil e até do exterior largaram tudo e vieram se engajar
24 na missão de salvar vidas e proteger cidadanias. Cargas de doações incontáveis venceram
25 estradas destruídas e chegaram onde houvesse alguém precisando. A tragédia nos ensinava que
26 a natureza jamais se submete ao homem e pode se rebelar quando bem entender. Mas nos
27 ensinava também que nós, humanos, ainda temos um belíssimo lado bom, que sabe ser solidário
28 e resiliente. Que sabe ter extrema garra, coragem e bravura irmanadas a uma gigantesca e
29 afetuosa dedicação ao próximo. Que sabe renunciar ___ tudo o que é seu apenas para que o
30 outro possa aliviar a sua dor e sorrir. A tragédia nos arrancou pontes, levou casas e plantações,
31 tirou vidas de entes queridos. Mas também fez flore....er, no exemplo daqueles dias fatídicos,
32 um jardim de heroísmo, amor e solidariedade jamais vistos.
01 Ninguém seria capaz de imaginar tudo o que viveríamos naqueles dias, há exatamente
02 um ano. O maio de 2024 ficará para sempre na memória de todos os gaúchos – e muito além
03 de nós. O ímpeto implacável das águas, a fúria imbatível da natureza, o pavor incrédulo nas
04 retinas. O caos, tão incontrolável quanto pavorosamente banal, numa calamidade desgovernada
05 de assombrosas surpresas. Notícias trágicas em série, impensáveis, parecendo sair de um filme
06 de ficção sobre o apocalipse. Cenas de desespero e dor. O ruir repentino de tudo o que
07 julgávamos inatin....ível até então. Construções e pontes desabando feito frágeis castelos de
08 cartas. Rios mudando seus cursos e devorando cidades. Morros e florestas vindo abaixo como
09 se derretessem. Histórias e memórias e conquistas sendo apagadas como se fossem nada e
10 nunca. Dias de medo. Dias de mortes. Dias de horror.
11 Mas eis que, da tragédia e das lágrimas que inundam tudo sob fero....es águas barrentas,
12 surgem almas. Braços. Barcos, abraços e corações. Surge a entrega de heróis anônimos, que
13 brotam em abundância de um sentimento de solidariedade jamais visto. Seres humanos
14 iluminados que largam suas vidas para se dedicar ___ ações de solidariedade e resgate. Os
15 integrantes das forças de segurança pública de todo o estado, mesmo as centenas afetadas em
16 suas casas e suas vidas pela tragédia, se lançam ___ missão de salvar vidas. Todas as vidas. E
17 proteger patrimônios. Porque, infelizmente, algumas mentes podres aproveitaram o momento
18 de desespero para roubar e depredar, para cometer violências tão absurdas que uma legislação
19 específica deveria punir, mas de forma exemplar e irrecorrível, por ser esta uma crueldade
20 monstruosa: aproveitar-se e explorar a fragilidade e a dor dos seus semelhantes em meio ao
21 caos.
22 Forças de segurança de outros estados vieram em peso ajudar os nossos. Civis, em
23 grupos ou isoladamente, de todo o Brasil e até do exterior largaram tudo e vieram se engajar
24 na missão de salvar vidas e proteger cidadanias. Cargas de doações incontáveis venceram
25 estradas destruídas e chegaram onde houvesse alguém precisando. A tragédia nos ensinava que
26 a natureza jamais se submete ao homem e pode se rebelar quando bem entender. Mas nos
27 ensinava também que nós, humanos, ainda temos um belíssimo lado bom, que sabe ser solidário
28 e resiliente. Que sabe ter extrema garra, coragem e bravura irmanadas a uma gigantesca e
29 afetuosa dedicação ao próximo. Que sabe renunciar ___ tudo o que é seu apenas para que o
30 outro possa aliviar a sua dor e sorrir. A tragédia nos arrancou pontes, levou casas e plantações,
31 tirou vidas de entes queridos. Mas também fez flore....er, no exemplo daqueles dias fatídicos,
32 um jardim de heroísmo, amor e solidariedade jamais vistos.
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que
preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 14, 16 e 29.
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Questão #814
Leia o texto a seguir:
Produção global de vinho em 2024 pode atingir menor
volume desde 1961
Organização culpou as mudanças climáticas pela brusca queda
Uma estimativa publicada nessa segunda-feira (2) pela
Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) informou
que a produção global da bebida poderá cair neste ano ao nível
mais baixo desde 1961.
De acordo com o relatório da entidade, a brusca queda foi
impulsionada pelas condições climáticas adversas, principalmente
a seca extrema que atingiu diversas regiões do planeta.
"Os desafios climáticos nos dois hemisférios são, mais uma vez,
as principais causas dessa redução no volume de produção
mundial", disse a OIV.
Em relação ao ano de 2023, que foi considerado fraco pelos
profissionais da área, a produção em 2024 deverá cair mais de
2%. Além disso, a quantidade representa uma redução de 13%
em comparação com a média da última década.
Segundo as projeções da OIV, com base nas colheitas de 29
nações que representam 85% da produção anual de vinho, os
números deste ano estão estimados entre 227 e 235 milhões de
hectolitros, o menor volume colhido desde 1961 (220 milhões).
Produção global de vinho em 2024 pode atingir menor
volume desde 1961
Organização culpou as mudanças climáticas pela brusca queda
Uma estimativa publicada nessa segunda-feira (2) pela
Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) informou
que a produção global da bebida poderá cair neste ano ao nível
mais baixo desde 1961.
De acordo com o relatório da entidade, a brusca queda foi
impulsionada pelas condições climáticas adversas, principalmente
a seca extrema que atingiu diversas regiões do planeta.
"Os desafios climáticos nos dois hemisférios são, mais uma vez,
as principais causas dessa redução no volume de produção
mundial", disse a OIV.
Em relação ao ano de 2023, que foi considerado fraco pelos
profissionais da área, a produção em 2024 deverá cair mais de
2%. Além disso, a quantidade representa uma redução de 13%
em comparação com a média da última década.
Segundo as projeções da OIV, com base nas colheitas de 29
nações que representam 85% da produção anual de vinho, os
números deste ano estão estimados entre 227 e 235 milhões de
hectolitros, o menor volume colhido desde 1961 (220 milhões).
No segundo parágrafo, leem-se as expressões “brusca
queda” e “seca extrema”. Os dois termos destacados poderiam
ser substituídos respectivamente, sem prejuízo de sentido, por:
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Questão #2172
Assinalar a alternativa que NÃO apresenta hiato.
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Questão #2165
DEFINITIVO
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor
não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram
sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque
automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e
passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por
todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os
shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter
compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos
cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante
e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de
ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para
nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é
impaciente conosco, mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais
profundas angústias se ela estivesse interessada em nos
compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas
pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o
futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que
mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais
sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a
gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento
intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A
resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e
vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o
desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças
que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e
que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a
felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor
não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram
sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque
automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e
passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por
todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os
shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter
compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos
cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante
e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de
ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para
nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é
impaciente conosco, mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais
profundas angústias se ela estivesse interessada em nos
compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas
pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o
futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que
mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais
sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a
gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento
intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A
resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e
vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o
desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças
que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e
que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a
felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
De acordo com o texto, sofrimento é:
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Questão #740
Assinale a frase que mostra a presença de antônimos.
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