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Questão #443
EPIDEMIOLOGIA DO CRIME
A gestão eficaz de um município depende de
informações atualizadas sobre sua realidade. A análise
de dados é uma ferramenta essencial para embasar
decisões e direcionar ações do Executivo, especialmente
no enfrentamento da criminalidade e da desordem
urbana.
A análise criminal identifica padrões de delitos e áreas
vulneráveis, apoiando tanto o trabalho policial quanto o
planejamento de políticas públicas em segurança,
mobilidade, urbanismo e desenvolvimento social. Com
base em dados sociodemográficos, espaciais e
temporais, ela permite alocar recursos de forma
estratégica e eficaz.
Diferente da inteligência ou da investigação policial, a
análise criminal tem um foco sistêmico, buscando
compreender tendências gerais e propor soluções
baseadas em evidências. O analista criminal atua como
um "epidemiologista do crime", estudando sua
disseminação e propondo medidas preventivas.
No contexto urbano, essa análise também ajuda a
combater a desordem, como sugere a teoria das janelas
quebradas, que liga sinais de negligência à percepção
de insegurança. Intervenções no espaço público,
baseadas em dados e na análise criminal, podem
melhorar a segurança e a qualidade de vida.
Ao identificar áreas críticas, os gestores podem tomar
decisões mais assertivas sobre infraestrutura, serviços e
investimentos, promovendo territórios mais seguros e
organizados.
A gestão eficaz de um município depende de
informações atualizadas sobre sua realidade. A análise
de dados é uma ferramenta essencial para embasar
decisões e direcionar ações do Executivo, especialmente
no enfrentamento da criminalidade e da desordem
urbana.
A análise criminal identifica padrões de delitos e áreas
vulneráveis, apoiando tanto o trabalho policial quanto o
planejamento de políticas públicas em segurança,
mobilidade, urbanismo e desenvolvimento social. Com
base em dados sociodemográficos, espaciais e
temporais, ela permite alocar recursos de forma
estratégica e eficaz.
Diferente da inteligência ou da investigação policial, a
análise criminal tem um foco sistêmico, buscando
compreender tendências gerais e propor soluções
baseadas em evidências. O analista criminal atua como
um "epidemiologista do crime", estudando sua
disseminação e propondo medidas preventivas.
No contexto urbano, essa análise também ajuda a
combater a desordem, como sugere a teoria das janelas
quebradas, que liga sinais de negligência à percepção
de insegurança. Intervenções no espaço público,
baseadas em dados e na análise criminal, podem
melhorar a segurança e a qualidade de vida.
Ao identificar áreas críticas, os gestores podem tomar
decisões mais assertivas sobre infraestrutura, serviços e
investimentos, promovendo territórios mais seguros e
organizados.
Após ler o texto "EPIDEMIOLOGIA DO CRIME",
analise as proposições a seguir sobre inteligência,
análise criminal e investigação policial:
I. A inteligência coleta dados sistêmicos e socioculturais
para resolver crimes antigos ou prescritos.
II. A análise criminal foca em tendências gerais e utiliza
dados temporais e espaciais.
Qual(ais) das afirmativas anteriores está(ão)
CORRETA(S), de acordo com o texto?
III. A investigação policial analisa tendências criminais
amplas em regiões ou períodos
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Questão #794
Uma pessoa, credora de Pedro, soldado da Polícia Militar do
Estado de São Paulo, encaminhou requerimento ao Comandante-
Geral da corporação solicitando que fosse informado o valor da
renda mensal do referido agente. Acresceu que o objetivo era
utilizar essa informação na montagem da estratégia a ser utilizada
para promover a cobrança do crédito que tinha com Pedro.
O Comandante-Geral, após analisar a sistemática vigente, concluiu
corretamente que a informação solicitada
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Questão #685
Quando da tragédia brotam heróis e lições
01 Ninguém seria capaz de imaginar tudo o que viveríamos naqueles dias, há exatamente
02 um ano. O maio de 2024 ficará para sempre na memória de todos os gaúchos – e muito além
03 de nós. O ímpeto implacável das águas, a fúria imbatível da natureza, o pavor incrédulo nas
04 retinas. O caos, tão incontrolável quanto pavorosamente banal, numa calamidade desgovernada
05 de assombrosas surpresas. Notícias trágicas em série, impensáveis, parecendo sair de um filme
06 de ficção sobre o apocalipse. Cenas de desespero e dor. O ruir repentino de tudo o que
07 julgávamos inatin....ível até então. Construções e pontes desabando feito frágeis castelos de
08 cartas. Rios mudando seus cursos e devorando cidades. Morros e florestas vindo abaixo como
09 se derretessem. Histórias e memórias e conquistas sendo apagadas como se fossem nada e
10 nunca. Dias de medo. Dias de mortes. Dias de horror.
11 Mas eis que, da tragédia e das lágrimas que inundam tudo sob fero....es águas barrentas,
12 surgem almas. Braços. Barcos, abraços e corações. Surge a entrega de heróis anônimos, que
13 brotam em abundância de um sentimento de solidariedade jamais visto. Seres humanos
14 iluminados que largam suas vidas para se dedicar ___ ações de solidariedade e resgate. Os
15 integrantes das forças de segurança pública de todo o estado, mesmo as centenas afetadas em
16 suas casas e suas vidas pela tragédia, se lançam ___ missão de salvar vidas. Todas as vidas. E
17 proteger patrimônios. Porque, infelizmente, algumas mentes podres aproveitaram o momento
18 de desespero para roubar e depredar, para cometer violências tão absurdas que uma legislação
19 específica deveria punir, mas de forma exemplar e irrecorrível, por ser esta uma crueldade
20 monstruosa: aproveitar-se e explorar a fragilidade e a dor dos seus semelhantes em meio ao
21 caos.
22 Forças de segurança de outros estados vieram em peso ajudar os nossos. Civis, em
23 grupos ou isoladamente, de todo o Brasil e até do exterior largaram tudo e vieram se engajar
24 na missão de salvar vidas e proteger cidadanias. Cargas de doações incontáveis venceram
25 estradas destruídas e chegaram onde houvesse alguém precisando. A tragédia nos ensinava que
26 a natureza jamais se submete ao homem e pode se rebelar quando bem entender. Mas nos
27 ensinava também que nós, humanos, ainda temos um belíssimo lado bom, que sabe ser solidário
28 e resiliente. Que sabe ter extrema garra, coragem e bravura irmanadas a uma gigantesca e
29 afetuosa dedicação ao próximo. Que sabe renunciar ___ tudo o que é seu apenas para que o
30 outro possa aliviar a sua dor e sorrir. A tragédia nos arrancou pontes, levou casas e plantações,
31 tirou vidas de entes queridos. Mas também fez flore....er, no exemplo daqueles dias fatídicos,
32 um jardim de heroísmo, amor e solidariedade jamais vistos.
01 Ninguém seria capaz de imaginar tudo o que viveríamos naqueles dias, há exatamente
02 um ano. O maio de 2024 ficará para sempre na memória de todos os gaúchos – e muito além
03 de nós. O ímpeto implacável das águas, a fúria imbatível da natureza, o pavor incrédulo nas
04 retinas. O caos, tão incontrolável quanto pavorosamente banal, numa calamidade desgovernada
05 de assombrosas surpresas. Notícias trágicas em série, impensáveis, parecendo sair de um filme
06 de ficção sobre o apocalipse. Cenas de desespero e dor. O ruir repentino de tudo o que
07 julgávamos inatin....ível até então. Construções e pontes desabando feito frágeis castelos de
08 cartas. Rios mudando seus cursos e devorando cidades. Morros e florestas vindo abaixo como
09 se derretessem. Histórias e memórias e conquistas sendo apagadas como se fossem nada e
10 nunca. Dias de medo. Dias de mortes. Dias de horror.
11 Mas eis que, da tragédia e das lágrimas que inundam tudo sob fero....es águas barrentas,
12 surgem almas. Braços. Barcos, abraços e corações. Surge a entrega de heróis anônimos, que
13 brotam em abundância de um sentimento de solidariedade jamais visto. Seres humanos
14 iluminados que largam suas vidas para se dedicar ___ ações de solidariedade e resgate. Os
15 integrantes das forças de segurança pública de todo o estado, mesmo as centenas afetadas em
16 suas casas e suas vidas pela tragédia, se lançam ___ missão de salvar vidas. Todas as vidas. E
17 proteger patrimônios. Porque, infelizmente, algumas mentes podres aproveitaram o momento
18 de desespero para roubar e depredar, para cometer violências tão absurdas que uma legislação
19 específica deveria punir, mas de forma exemplar e irrecorrível, por ser esta uma crueldade
20 monstruosa: aproveitar-se e explorar a fragilidade e a dor dos seus semelhantes em meio ao
21 caos.
22 Forças de segurança de outros estados vieram em peso ajudar os nossos. Civis, em
23 grupos ou isoladamente, de todo o Brasil e até do exterior largaram tudo e vieram se engajar
24 na missão de salvar vidas e proteger cidadanias. Cargas de doações incontáveis venceram
25 estradas destruídas e chegaram onde houvesse alguém precisando. A tragédia nos ensinava que
26 a natureza jamais se submete ao homem e pode se rebelar quando bem entender. Mas nos
27 ensinava também que nós, humanos, ainda temos um belíssimo lado bom, que sabe ser solidário
28 e resiliente. Que sabe ter extrema garra, coragem e bravura irmanadas a uma gigantesca e
29 afetuosa dedicação ao próximo. Que sabe renunciar ___ tudo o que é seu apenas para que o
30 outro possa aliviar a sua dor e sorrir. A tragédia nos arrancou pontes, levou casas e plantações,
31 tirou vidas de entes queridos. Mas também fez flore....er, no exemplo daqueles dias fatídicos,
32 um jardim de heroísmo, amor e solidariedade jamais vistos.
– Considerando o exposto pelo texto-base, analise as assertivas a seguir:
I. Na construção do texto, o autor utiliza o primeiro parágrafo para enumerar os resultados nefastos
da tragédia de maio de 2024, mas no segundo parágrafo passa a apresentar eventos positivos
ocorridos em meio ao caos.
II. Para o autor, a solidariedade que uniu a todos ao longo dos trágicos eventos de que trata o texto
demonstrou que grandes calamidades fazem desaparecer a coragem de praticar ações que
prejudiquem o próximo.
III. Apesar de tudo que se perdeu ao longo dos dias de maio de 2024, o autor aponta a esperança de
dias melhores, que nasceu da movimentação solidária no período, indicando que o ser humano
ainda tem um lado bom.
Quais estão corretas?
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Questão #2170
Em relação ao uso correto do verbo quanto à sua
regência, avaliar se as afirmativas são certas
(C) ou erradas
(E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Prefiro praia do que piscina.
( ) Assistimos ao final da novela, ontem.
( ) O não pagamento implica em multa.
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Questão #862
A matriz elétrica brasileira é considerada uma das mais
sustentáveis do mundo. Contudo, sob uma perspectiva crítica,
algumas das principais fontes que a compõem enfrentam críticas
devido aos impactos socioambientais que geram. Assinale
a alternativa que apresenta uma dessas fontes e o impacto
socioambiental correspondente:
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Questão #2136
Por Tiago Germano
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
No trecho “Fui o primeiro a erguer o braço”, a palavra “primeiro” é classificada como:
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Questão #690
Quando da tragédia brotam heróis e lições
01 Ninguém seria capaz de imaginar tudo o que viveríamos naqueles dias, há exatamente
02 um ano. O maio de 2024 ficará para sempre na memória de todos os gaúchos – e muito além
03 de nós. O ímpeto implacável das águas, a fúria imbatível da natureza, o pavor incrédulo nas
04 retinas. O caos, tão incontrolável quanto pavorosamente banal, numa calamidade desgovernada
05 de assombrosas surpresas. Notícias trágicas em série, impensáveis, parecendo sair de um filme
06 de ficção sobre o apocalipse. Cenas de desespero e dor. O ruir repentino de tudo o que
07 julgávamos inatin....ível até então. Construções e pontes desabando feito frágeis castelos de
08 cartas. Rios mudando seus cursos e devorando cidades. Morros e florestas vindo abaixo como
09 se derretessem. Histórias e memórias e conquistas sendo apagadas como se fossem nada e
10 nunca. Dias de medo. Dias de mortes. Dias de horror.
11 Mas eis que, da tragédia e das lágrimas que inundam tudo sob fero....es águas barrentas,
12 surgem almas. Braços. Barcos, abraços e corações. Surge a entrega de heróis anônimos, que
13 brotam em abundância de um sentimento de solidariedade jamais visto. Seres humanos
14 iluminados que largam suas vidas para se dedicar ___ ações de solidariedade e resgate. Os
15 integrantes das forças de segurança pública de todo o estado, mesmo as centenas afetadas em
16 suas casas e suas vidas pela tragédia, se lançam ___ missão de salvar vidas. Todas as vidas. E
17 proteger patrimônios. Porque, infelizmente, algumas mentes podres aproveitaram o momento
18 de desespero para roubar e depredar, para cometer violências tão absurdas que uma legislação
19 específica deveria punir, mas de forma exemplar e irrecorrível, por ser esta uma crueldade
20 monstruosa: aproveitar-se e explorar a fragilidade e a dor dos seus semelhantes em meio ao
21 caos.
22 Forças de segurança de outros estados vieram em peso ajudar os nossos. Civis, em
23 grupos ou isoladamente, de todo o Brasil e até do exterior largaram tudo e vieram se engajar
24 na missão de salvar vidas e proteger cidadanias. Cargas de doações incontáveis venceram
25 estradas destruídas e chegaram onde houvesse alguém precisando. A tragédia nos ensinava que
26 a natureza jamais se submete ao homem e pode se rebelar quando bem entender. Mas nos
27 ensinava também que nós, humanos, ainda temos um belíssimo lado bom, que sabe ser solidário
28 e resiliente. Que sabe ter extrema garra, coragem e bravura irmanadas a uma gigantesca e
29 afetuosa dedicação ao próximo. Que sabe renunciar ___ tudo o que é seu apenas para que o
30 outro possa aliviar a sua dor e sorrir. A tragédia nos arrancou pontes, levou casas e plantações,
31 tirou vidas de entes queridos. Mas também fez flore....er, no exemplo daqueles dias fatídicos,
32 um jardim de heroísmo, amor e solidariedade jamais vistos.
01 Ninguém seria capaz de imaginar tudo o que viveríamos naqueles dias, há exatamente
02 um ano. O maio de 2024 ficará para sempre na memória de todos os gaúchos – e muito além
03 de nós. O ímpeto implacável das águas, a fúria imbatível da natureza, o pavor incrédulo nas
04 retinas. O caos, tão incontrolável quanto pavorosamente banal, numa calamidade desgovernada
05 de assombrosas surpresas. Notícias trágicas em série, impensáveis, parecendo sair de um filme
06 de ficção sobre o apocalipse. Cenas de desespero e dor. O ruir repentino de tudo o que
07 julgávamos inatin....ível até então. Construções e pontes desabando feito frágeis castelos de
08 cartas. Rios mudando seus cursos e devorando cidades. Morros e florestas vindo abaixo como
09 se derretessem. Histórias e memórias e conquistas sendo apagadas como se fossem nada e
10 nunca. Dias de medo. Dias de mortes. Dias de horror.
11 Mas eis que, da tragédia e das lágrimas que inundam tudo sob fero....es águas barrentas,
12 surgem almas. Braços. Barcos, abraços e corações. Surge a entrega de heróis anônimos, que
13 brotam em abundância de um sentimento de solidariedade jamais visto. Seres humanos
14 iluminados que largam suas vidas para se dedicar ___ ações de solidariedade e resgate. Os
15 integrantes das forças de segurança pública de todo o estado, mesmo as centenas afetadas em
16 suas casas e suas vidas pela tragédia, se lançam ___ missão de salvar vidas. Todas as vidas. E
17 proteger patrimônios. Porque, infelizmente, algumas mentes podres aproveitaram o momento
18 de desespero para roubar e depredar, para cometer violências tão absurdas que uma legislação
19 específica deveria punir, mas de forma exemplar e irrecorrível, por ser esta uma crueldade
20 monstruosa: aproveitar-se e explorar a fragilidade e a dor dos seus semelhantes em meio ao
21 caos.
22 Forças de segurança de outros estados vieram em peso ajudar os nossos. Civis, em
23 grupos ou isoladamente, de todo o Brasil e até do exterior largaram tudo e vieram se engajar
24 na missão de salvar vidas e proteger cidadanias. Cargas de doações incontáveis venceram
25 estradas destruídas e chegaram onde houvesse alguém precisando. A tragédia nos ensinava que
26 a natureza jamais se submete ao homem e pode se rebelar quando bem entender. Mas nos
27 ensinava também que nós, humanos, ainda temos um belíssimo lado bom, que sabe ser solidário
28 e resiliente. Que sabe ter extrema garra, coragem e bravura irmanadas a uma gigantesca e
29 afetuosa dedicação ao próximo. Que sabe renunciar ___ tudo o que é seu apenas para que o
30 outro possa aliviar a sua dor e sorrir. A tragédia nos arrancou pontes, levou casas e plantações,
31 tirou vidas de entes queridos. Mas também fez flore....er, no exemplo daqueles dias fatídicos,
32 um jardim de heroísmo, amor e solidariedade jamais vistos.
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que
preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 14, 16 e 29.
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Questão #765
Três soldados pintam uma área de 45 m2 de um muro em um
determinado tempo. No mesmo tempo, e com a mesma eficiência,
a área em m2 que cinco soldados pintam é
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Questão #479
Com base no Art. 7º, inciso II, da Lei nº 11.340/2006
(Lei Maria da Penha), que trata das formas de
violência doméstica e familiar contra a mulher,
assinale a alternativa que melhor configura um
exemplo de violência psicológica:
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Questão #911
Os dias da semana, que não são sábado nem domingo, são,
no presente texto, denominados DIAS FEIRANTES. Sobre o total de
dias feirantes do segundo semestre (isto é, de 1º de julho a 31 de
dezembro) de um determinado ano, é correto afirmar que pode
ser
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Questão #504
De acordo com o art. 10, inciso IX da Lei
Orgânica do Município de Santa Cecilia, é vedado
ao município instituir imposto sobre:
Assinale a alternativa INCORRETA:
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Questão #912
A questão climática tem sido bastante discutida nas últimas
décadas e é um problema comum a todos os habitantes do
planeta Terra. Considerando esse fenômeno socioambiental que
hoje aflige pessoas e governos, analise as seguintes afirmações:
I. As queimadas causam o aumento da liberação de gases
que provocam o efeito estufa e o desmatamento florestal
leva à redução da capacidade de absorção de dióxido de
carbono, o que aumenta a temperatura do planeta.
II. Atividades tipicamente humanas como a produção
industrial e a expansão da agricultura e da pecuária são
fatores que agravam o aquecimento global, pois
contribuem para o aumento dos gases de efeito estufa.
III. Como resultado das mudanças climáticas, poderá haver
maior frequência de eventos climáticos extremos,
escassez de água potável, redução da biodiversidade e
aumento do nível dos oceanos.
IV. Mudanças no clima da Terra sempre ocorreram de forma
natural e a ação humana não tem nenhuma influência no
processo de alteração climática que ocorre atualmente.
É correto o que se afirma em
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Questão #2139
Por Tiago Germano
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
No trecho “E que talvez também fosse ao banheiro, mas só de vez em quando”, o sentido da conjunção “mas” indica:
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Questão #952
Quando, iniciada a execução, não se consumando o ato por
circunstâncias alheias à vontade do agente, tem-se o
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Questão #2153
O planejamento é responsável pela definição dos objetivos da organização e pela concepção de planos que integram e coordenam suas atividades. O planejamento define o que deve ser feito e como deve ser feito. O planejamento afeta positivamente o desempenho de uma organização, proporcionando benefícios importantes para ela. A respeito dos benefícios do planejamento, analise as afirmativas a seguir.
I - O planejamento facilita a identificação das pessoas com a organização. Objetivos e planos esclarecem o papel que cada pessoa desempenha na organização, motivando e comprometendo seus membros.
II-O planejamento proporciona critérios de avaliação do desempenho organizacional, dispensando a necessidade da realização de atividades de controle.
III-O planejamento maximiza a eficiência organizacional, permitindo otimizar esforços e recursos organizacionais e ajudando a estabelecer prioridades, de modo a evitar desperdícios e garantir a eliminação de imprevistos e erros. IV-O planejamento cria um clima propício ao autoconhecimento. Durante o processo de planejamento, a organização busca conhecer seus ambientes externo e interno.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Questão #724
Em uma fábrica, existem duas máquinas de engarrafar suco, com capacidades
diferentes. A primeira máquina, operando sozinha, enche 1.800 garrafas em 6 horas. A segunda
máquina, com capacidade diferente, enche um número desconhecido de garrafas em 8 horas.
Sabe-se que as duas máquinas trabalhando juntas enchem 4.140 garrafas em 6 horas. Sendo assim,
a capacidade de produção por hora da segunda máquina é de quantas garrafas?
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Questão #444
EPIDEMIOLOGIA DO CRIME
A gestão eficaz de um município depende de
informações atualizadas sobre sua realidade. A análise
de dados é uma ferramenta essencial para embasar
decisões e direcionar ações do Executivo, especialmente
no enfrentamento da criminalidade e da desordem
urbana.
A análise criminal identifica padrões de delitos e áreas
vulneráveis, apoiando tanto o trabalho policial quanto o
planejamento de políticas públicas em segurança,
mobilidade, urbanismo e desenvolvimento social. Com
base em dados sociodemográficos, espaciais e
temporais, ela permite alocar recursos de forma
estratégica e eficaz.
Diferente da inteligência ou da investigação policial, a
análise criminal tem um foco sistêmico, buscando
compreender tendências gerais e propor soluções
baseadas em evidências. O analista criminal atua como
um "epidemiologista do crime", estudando sua
disseminação e propondo medidas preventivas.
No contexto urbano, essa análise também ajuda a
combater a desordem, como sugere a teoria das janelas
quebradas, que liga sinais de negligência à percepção
de insegurança. Intervenções no espaço público,
baseadas em dados e na análise criminal, podem
melhorar a segurança e a qualidade de vida.
Ao identificar áreas críticas, os gestores podem tomar
decisões mais assertivas sobre infraestrutura, serviços e
investimentos, promovendo territórios mais seguros e
organizados.
A gestão eficaz de um município depende de
informações atualizadas sobre sua realidade. A análise
de dados é uma ferramenta essencial para embasar
decisões e direcionar ações do Executivo, especialmente
no enfrentamento da criminalidade e da desordem
urbana.
A análise criminal identifica padrões de delitos e áreas
vulneráveis, apoiando tanto o trabalho policial quanto o
planejamento de políticas públicas em segurança,
mobilidade, urbanismo e desenvolvimento social. Com
base em dados sociodemográficos, espaciais e
temporais, ela permite alocar recursos de forma
estratégica e eficaz.
Diferente da inteligência ou da investigação policial, a
análise criminal tem um foco sistêmico, buscando
compreender tendências gerais e propor soluções
baseadas em evidências. O analista criminal atua como
um "epidemiologista do crime", estudando sua
disseminação e propondo medidas preventivas.
No contexto urbano, essa análise também ajuda a
combater a desordem, como sugere a teoria das janelas
quebradas, que liga sinais de negligência à percepção
de insegurança. Intervenções no espaço público,
baseadas em dados e na análise criminal, podem
melhorar a segurança e a qualidade de vida.
Ao identificar áreas críticas, os gestores podem tomar
decisões mais assertivas sobre infraestrutura, serviços e
investimentos, promovendo territórios mais seguros e
organizados.
Qual é o principal objetivo da análise criminal na
gestão municipal, segundo o texto "EPIDEMIOLOGIA
DO CRIME"?
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Questão #411
Sobre os aspectos culturais do município de São
Benedito, Ceará, é possível destacar uma importante
festividade que se tornou referência na região, atraindo
visitantes de diversas localidades. Essa festividade é
descrita por apresentações culturais, musicais e celebrações
religiosas em homenagem ao padroeiro da cidade. Marque a
alternativa que apresenta uma afirmação CORRETA sobre
essa tradição.
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Questão #423
No Brasil, as Forças Armadas são responsáveis pela
defesa do País, enquanto as forças auxiliares focam a
segurança pública. A opção que apresenta NÃO ser uma das
Forças Armadas no Brasil é
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Questão #2109
É uma conduta ilegal e antiética praticada por agentes públicos, ou por particulares em conluio com eles, que viola os princípios da administração pública, causando prejuízo ao patrimônio público, enriquecimento ilícito ou afronta à moralidade e à transparência no exercício de funções públicas. Ela está prevista na Lei Nº 8.429/1992 e abrange atos que comprometem a gestão pública, desrespeitando os princípios constitucionais de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Essa é a compreensão correta de:
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