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Questão #391
Assinale a alternativa em que a expressão que tem { }
valor de adjetivo.
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Questão #23
Muitas obras cinematográficas e séries televisivas são inspiradas ou baseadas em obras literárias. Inúmeros filmes, desde o surgimento do cinema até a atualidade, seguem transpondo para a tela histórias relatadas nos livros, como atesta a crescente quantidade de best-sellers adaptados para o cinema. Segundo Carlos Gerbase, cineasta e jornalista brasileiro, a prevalência do estilo narrativo é quase natural, visto que as histórias contadas nos livros e nos filmes são uma forma de compreender a vida como uma progressão de acontecimentos. O autor explica que as histórias têm começo, meio e fim e que, nelas, os acontecimentos levam a outros acontecimentos — assim como em nossas vidas. Logo, as narrativas aproximam o público porque este se identifica nelas. Além disso, livros e filmes permitem viagens por diversos mundos e possibilitam reflexões e compreensões, novos conhecimentos e novas experiências. Ainda de acordo com Gerbase, quando nos identificamos
com determinado personagem, aprendemos a como agir socialmente (ou antissocialmente). Nesse sentido, a literatura funciona como uma espécie de guia universal de boas maneiras para a convivência de comunidades às vezes muito diferentes culturalmente. Histórias sobre a polícia, segundo Jonathan Nichols-Pethick, acadêmico especialista em mídia e cinema, representam mais do que uma disputa entre o bem e o mal. Elas responderiam a algumas das nossas mais prementes preocupações sociais: preocupações sobre como imaginamos e mantemos um senso de comunidade em uma sociedade vasta e muitas vezes alienante, e também sobre como enxergamos os nossos direitos e as nossas responsabilidades como cidadãos. De acordo com Nichols-Pethick, o sucesso do gênero policial desde a literatura do século XIX, passando pelo cinema e pela televisão, se justificaria por essa relação estabelecida entre a narrativa policial e os indivíduos, que buscam nela sanar suas preocupações com a segurança ou buscar um senso de justiça.
com determinado personagem, aprendemos a como agir socialmente (ou antissocialmente). Nesse sentido, a literatura funciona como uma espécie de guia universal de boas maneiras para a convivência de comunidades às vezes muito diferentes culturalmente. Histórias sobre a polícia, segundo Jonathan Nichols-Pethick, acadêmico especialista em mídia e cinema, representam mais do que uma disputa entre o bem e o mal. Elas responderiam a algumas das nossas mais prementes preocupações sociais: preocupações sobre como imaginamos e mantemos um senso de comunidade em uma sociedade vasta e muitas vezes alienante, e também sobre como enxergamos os nossos direitos e as nossas responsabilidades como cidadãos. De acordo com Nichols-Pethick, o sucesso do gênero policial desde a literatura do século XIX, passando pelo cinema e pela televisão, se justificaria por essa relação estabelecida entre a narrativa policial e os indivíduos, que buscam nela sanar suas preocupações com a segurança ou buscar um senso de justiça.
O termo "crescente" (segundo período do primeiro parágrafo) poderia ser substituído, sem prejuízo do sentido original do texto, por considerável.
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Questão #586
OS INVISÍVEIS DO BRASIL
A falta de registro civil continua a ser um obstáculo à cidadania e ao acesso a direitos fundamentais para quase três milhões de
brasileiros que vivem à margem da sociedade
Em um País que se orgulha de sua democracia e diversidade, é alarmante saber que, em pleno século XXI, milhões de brasileiros
permanecem invisíveis. Sem uma certidão de nascimento, uma pessoa não possui nome, sobrenome ou nacionalidade, tornando-se um
espectro na sociedade. Esse documento, que deveria ser um direito básico, é a chave para a cidadania, permitindo o acesso à educação,
saúde, casamento civil e programas sociais. No entanto, dados do Censo 2022 revelam que mais de 2,7 milhões de pessoas não
possuem nenhum tipo de documento de identificação civil, evidenciando que a cidadania no Brasil é um privilégio reservado a poucos.
Esse cenário é especialmente preocupante entre as populações mais vulneráveis. De acordo com dados do Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022 havia mais de 87 mil crianças de até cinco anos sem registro civil. Embora tenha havido
uma queda em relação a 2010, a subnotificação ainda é alarmante, especialmente entre povos indígenas na Amazônia Legal. A região
Norte tem a maior proporção de casos sem registro, com mais de 86% da população com até cinco anos sem registro. Em plena era
globalizada, o Brasil ainda enfrenta uma questão que deveria ter sido superada: a inclusão de todos os cidadãos no sistema civil. As
desigualdades regionais são alarmantes; enquanto no Sul apenas 0,28% da população geral está sem registro, no Norte esse número
salta para 7,5%. A importância deste se torna ainda mais evidente em contextos críticos, como a pandemia de COVID-19, em que a
ausência de identificação dificultou o acesso à vacinação, expondo essa população a riscos ainda maiores.
Fonte: OS INVISÍVEIS. Isto É, Comportamento/saúde, 22 ago. 2024. Disponível em: <https://www.pressreader.com/brazil/isto-e/20240822/page/38/textview>.
Acesso em: 24 out. 2024.Adaptado.
A falta de registro civil continua a ser um obstáculo à cidadania e ao acesso a direitos fundamentais para quase três milhões de
brasileiros que vivem à margem da sociedade
Em um País que se orgulha de sua democracia e diversidade, é alarmante saber que, em pleno século XXI, milhões de brasileiros
permanecem invisíveis. Sem uma certidão de nascimento, uma pessoa não possui nome, sobrenome ou nacionalidade, tornando-se um
espectro na sociedade. Esse documento, que deveria ser um direito básico, é a chave para a cidadania, permitindo o acesso à educação,
saúde, casamento civil e programas sociais. No entanto, dados do Censo 2022 revelam que mais de 2,7 milhões de pessoas não
possuem nenhum tipo de documento de identificação civil, evidenciando que a cidadania no Brasil é um privilégio reservado a poucos.
Esse cenário é especialmente preocupante entre as populações mais vulneráveis. De acordo com dados do Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022 havia mais de 87 mil crianças de até cinco anos sem registro civil. Embora tenha havido
uma queda em relação a 2010, a subnotificação ainda é alarmante, especialmente entre povos indígenas na Amazônia Legal. A região
Norte tem a maior proporção de casos sem registro, com mais de 86% da população com até cinco anos sem registro. Em plena era
globalizada, o Brasil ainda enfrenta uma questão que deveria ter sido superada: a inclusão de todos os cidadãos no sistema civil. As
desigualdades regionais são alarmantes; enquanto no Sul apenas 0,28% da população geral está sem registro, no Norte esse número
salta para 7,5%. A importância deste se torna ainda mais evidente em contextos críticos, como a pandemia de COVID-19, em que a
ausência de identificação dificultou o acesso à vacinação, expondo essa população a riscos ainda maiores.
Fonte: OS INVISÍVEIS. Isto É, Comportamento/saúde, 22 ago. 2024. Disponível em: <https://www.pressreader.com/brazil/isto-e/20240822/page/38/textview>.
Acesso em: 24 out. 2024.Adaptado.
Assinale a alternativa CORRETA de acordo com as ideias apresentadas no Texto I.
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Questão #1819
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: “De acordo com um projeto de lei em fase de aprovação, as pessoas nascidas depois de 2009 não poderão comprar cigarros legalmente”.
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Questão #744
Assinale a frase em que o emprego do acento grave indicativo da
crase está correto.
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Questão #1653
Assinale a alternativa em que o “A” deve obrigatoriamente receber o acento grave
indicador da CRASE:
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Questão #2174
Na frase “Ela tomou meia garrafa de vinho e ficou meio tonta.”, as palavras sublinhadas são, respectivamente:
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Questão #1700
Todas as frases abaixo mostram o emprego do verbo “fazer”, que foi substituído na nova forma da frase. Assinale a opção em que essa substituição foi adequada:
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Questão #1031
O Cemitério da Consolação acaba de expandir o projeto Obras de Arte do Consolação, que usa QR codes para dar acesso a informações sobre personalidades sepultadas e obras de arte instaladas no local.
Com a adição de 150 novos códigos, chamados de e-Lápides, o acervo chega a 228 registros.
Ao escanear os QR Codes instalados nos jazigos e obras, os visitantes têm acesso a biografias, imagens e curiosidades de nomes como Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Ramos de Azevedo e Olívia Guedes Penteado.
O projeto também destaca esculturas de artistas renomados, como O Grande Anjo, de Victor Brecheret, e Via Sacra, de Antelo Del Debbio.
A iniciativa da Consolare, empresa que controla o cemitério, é uma parceria com a empresa Memória Viva, e busca transformar o cemitério em um espaço de cultura e memória.
Os cemitérios da Vila Mariana e de Tremembé devem receber o serviço, que também está disponível para famílias interessadas em preservar digitalmente a história de seus entes.
Com a adição de 150 novos códigos, chamados de e-Lápides, o acervo chega a 228 registros.
Ao escanear os QR Codes instalados nos jazigos e obras, os visitantes têm acesso a biografias, imagens e curiosidades de nomes como Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Ramos de Azevedo e Olívia Guedes Penteado.
O projeto também destaca esculturas de artistas renomados, como O Grande Anjo, de Victor Brecheret, e Via Sacra, de Antelo Del Debbio.
A iniciativa da Consolare, empresa que controla o cemitério, é uma parceria com a empresa Memória Viva, e busca transformar o cemitério em um espaço de cultura e memória.
Os cemitérios da Vila Mariana e de Tremembé devem receber o serviço, que também está disponível para famílias interessadas em preservar digitalmente a história de seus entes.
O termo destacado no segundo parágrafo do texto cumpre a função textual de
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Questão #1595
[...] Ao sair do Tejo, estando a Maria encostada à borda do navio, o Leonardo fingiu que passava
distraído por junto dela, e com o ferrado sapatão assentou-lhe uma valente pisadela no pé direito. A Maria,
como se já esperasse por aquilo, sorriu-se como envergonhada do gracejo, e deu-lhe também em ar de
disfarce um tremendo beliscão nas costas da mão esquerda. Era isto uma declaração em forma, segundo os
usos da terra: levaram o resto do dia de namoro cerrado; ao anoitecer passou-se a mesma cena de pisadela
e beliscão, com a diferença de serem desta vez um pouco mais fortes; e no dia seguinte estavam os dois
amantes tão extremosos e familiares, que pareciam sê-lo de muitos anos.
Quando saltaram em terra começou a Maria a sentir certos enojos: foram os dois morar juntos; e daí
a um mês manifestaram-se claramente os efeitos da pisadela e do beliscão, sete meses depois teve a Maria
um filho, formidável menino de quase três palmos de comprido, gordo e vermelho, cabeludo, esperneador e
chorão; o qual, logo depois que nasceu, mamou duas horas seguidas sem largar o peito. E este nascimento
é certamente de tudo o que temos dito o que mais nos interessa, porque o menino de quem falamos é o herói
desta história.
Chegou o dia de batizar-se o rapaz: foi madrinha a parteira; sobre o padrinho houve suas dúvidas: o
Leonardo queria que fosse o Sr. Juiz; porém teve de ceder a instâncias da Maria e da comadre, que queriam
que fosse o barbeiro de defronte, que afinal foi adotado. Já se sabe que houve nesse dia função: os
convidados do dono da casa, que eram todos dalém-mar, cantavam ao desafio, segundo seus costumes; os
convidados da comadre, que eram todos da terra, dançavam o fado. O compadre trouxe a rabeca, que é,
como se sabe, o instrumento favorito da gente do ofício. A princípio, o Leonardo quis que a festa tivesse ares
aristocráticos, e propôs que se dançasse o minuete da corte. Foi aceita a ideia, ainda que houvesse
dificuldade em encontrarem-se pares. Afinal levantaram-se uma gorda e baixa matrona, mulher de um
convidado; uma companheira desta, cuja figura era a mais completa antítese da sua; um colega do Leonardo,
miudinho, pequenino, e com fumaças de gaiato, e o sacristão da Sé, sujeito alto, magro e com pretensões de
elegante. O compadre foi quem tocou o minuete na rabeca; e o afilhadinho, deitado no colo da Maria,
acompanhava cada arcada com um guincho e um esperneio. Isto fez com que o compadre perdesse muitas
vezes o compasso, e fosse obrigado a recomeçar outras tantas.
ALMEIDA, Manuel Antônio de. Memórias de um sargento de milícias. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.
distraído por junto dela, e com o ferrado sapatão assentou-lhe uma valente pisadela no pé direito. A Maria,
como se já esperasse por aquilo, sorriu-se como envergonhada do gracejo, e deu-lhe também em ar de
disfarce um tremendo beliscão nas costas da mão esquerda. Era isto uma declaração em forma, segundo os
usos da terra: levaram o resto do dia de namoro cerrado; ao anoitecer passou-se a mesma cena de pisadela
e beliscão, com a diferença de serem desta vez um pouco mais fortes; e no dia seguinte estavam os dois
amantes tão extremosos e familiares, que pareciam sê-lo de muitos anos.
Quando saltaram em terra começou a Maria a sentir certos enojos: foram os dois morar juntos; e daí
a um mês manifestaram-se claramente os efeitos da pisadela e do beliscão, sete meses depois teve a Maria
um filho, formidável menino de quase três palmos de comprido, gordo e vermelho, cabeludo, esperneador e
chorão; o qual, logo depois que nasceu, mamou duas horas seguidas sem largar o peito. E este nascimento
é certamente de tudo o que temos dito o que mais nos interessa, porque o menino de quem falamos é o herói
desta história.
Chegou o dia de batizar-se o rapaz: foi madrinha a parteira; sobre o padrinho houve suas dúvidas: o
Leonardo queria que fosse o Sr. Juiz; porém teve de ceder a instâncias da Maria e da comadre, que queriam
que fosse o barbeiro de defronte, que afinal foi adotado. Já se sabe que houve nesse dia função: os
convidados do dono da casa, que eram todos dalém-mar, cantavam ao desafio, segundo seus costumes; os
convidados da comadre, que eram todos da terra, dançavam o fado. O compadre trouxe a rabeca, que é,
como se sabe, o instrumento favorito da gente do ofício. A princípio, o Leonardo quis que a festa tivesse ares
aristocráticos, e propôs que se dançasse o minuete da corte. Foi aceita a ideia, ainda que houvesse
dificuldade em encontrarem-se pares. Afinal levantaram-se uma gorda e baixa matrona, mulher de um
convidado; uma companheira desta, cuja figura era a mais completa antítese da sua; um colega do Leonardo,
miudinho, pequenino, e com fumaças de gaiato, e o sacristão da Sé, sujeito alto, magro e com pretensões de
elegante. O compadre foi quem tocou o minuete na rabeca; e o afilhadinho, deitado no colo da Maria,
acompanhava cada arcada com um guincho e um esperneio. Isto fez com que o compadre perdesse muitas
vezes o compasso, e fosse obrigado a recomeçar outras tantas.
ALMEIDA, Manuel Antônio de. Memórias de um sargento de milícias. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.
Sobre o excerto de Memórias de um sargento de milícias, é CORRETO o que se afirma em:
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Questão #1646
Observe o seguinte período: “Durante alguns anos, um grande número de pessoas de nossa geração, seja nos campi universitários ou nos movimentos políticos, considerava a democracia, senão uma farsa, um mero mecanismo de dominação de classe; em consequência, tendia-se a rejeitar o que, pejorativamente, era apelidado de democracia formal, liberal ou burguesa.”
Texto adaptado de: AMANTINO, Antônio Kurtz. Democracia: A Concepção de Schumpeter. Teor.
Evid. Econ., Passo Fundo, v. 5, n. 10, p. 127-128, maio 1998.
O sentido expresso a partir da utilização do pronome SE, na oração grifada acima, coincide com
o dos exemplos contidos nas alternativas a seguir, EXCETO:
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Questão #21
Muitas obras cinematográficas e séries televisivas são inspiradas ou baseadas em obras literárias. Inúmeros filmes, desde o surgimento do cinema até a atualidade, seguem transpondo para a tela histórias relatadas nos livros, como atesta a crescente quantidade de best-sellers adaptados para o cinema. Segundo Carlos Gerbase, cineasta e jornalista brasileiro, a prevalência do estilo narrativo é quase natural, visto que as histórias contadas nos livros e nos filmes são uma forma de compreender a vida como uma progressão de acontecimentos. O autor explica que as histórias têm começo, meio e fim e que, nelas, os acontecimentos levam a outros acontecimentos — assim como em nossas vidas. Logo, as narrativas aproximam o público porque este se identifica nelas. Além disso, livros e filmes permitem viagens por diversos mundos e possibilitam reflexões e compreensões, novos conhecimentos e novas experiências. Ainda de acordo com Gerbase, quando nos identificamos
com determinado personagem, aprendemos a como agir socialmente (ou antissocialmente). Nesse sentido, a literatura funciona como uma espécie de guia universal de boas maneiras para a convivência de comunidades às vezes muito diferentes culturalmente. Histórias sobre a polícia, segundo Jonathan Nichols-Pethick, acadêmico especialista em mídia e cinema, representam mais do que uma disputa entre o bem e o mal. Elas responderiam a algumas das nossas mais prementes preocupações sociais: preocupações sobre como imaginamos e mantemos um senso de comunidade em uma sociedade vasta e muitas vezes alienante, e também sobre como enxergamos os nossos direitos e as nossas responsabilidades como cidadãos. De acordo com Nichols-Pethick, o sucesso do gênero policial desde a literatura do século XIX, passando pelo cinema e pela televisão, se justificaria por essa relação estabelecida entre a narrativa policial e os indivíduos, que buscam nela sanar suas preocupações com a segurança ou buscar um senso de justiça.
com determinado personagem, aprendemos a como agir socialmente (ou antissocialmente). Nesse sentido, a literatura funciona como uma espécie de guia universal de boas maneiras para a convivência de comunidades às vezes muito diferentes culturalmente. Histórias sobre a polícia, segundo Jonathan Nichols-Pethick, acadêmico especialista em mídia e cinema, representam mais do que uma disputa entre o bem e o mal. Elas responderiam a algumas das nossas mais prementes preocupações sociais: preocupações sobre como imaginamos e mantemos um senso de comunidade em uma sociedade vasta e muitas vezes alienante, e também sobre como enxergamos os nossos direitos e as nossas responsabilidades como cidadãos. De acordo com Nichols-Pethick, o sucesso do gênero policial desde a literatura do século XIX, passando pelo cinema e pela televisão, se justificaria por essa relação estabelecida entre a narrativa policial e os indivíduos, que buscam nela sanar suas preocupações com a segurança ou buscar um senso de justiça.
Entende-se da leitura do texto que a frequente transposição da narrativa de best-sellers para as telas da televisão e do cinema se justifica pela expectativa de repetição do sucesso obtido na venda das respectivas obras literárias.
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Questão #1438
A checagem de fake news no Facebook e Instagram
A Meta anunciou que está abandonando o uso de
checagem independente de fatos no Facebook e no
Instagram, substituindo-os por "notas da comunidade",
em um modelo semelhante ao do X, em que comentários
sobre a precisão do conteúdo das postagens são
deixados a cargo dos próprios usuários.
O anúncio despertou críticas de ativistas contra o
discurso de ódio na internet, que dizem que o ambiente
online ficará menos seguro com a mudança. Já outros
elogiaram o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, por colocar
fim à "censura" no Facebook e Instagram.
A decisão da Meta vale apenas nos Estados Unidos. A
empresa ainda não anunciou mudança na checagem de
fake news em outros países, como o Brasil, mas avisou
que isso acontecerá no futuro.
"A Meta está profundamente comprometida com a
liberdade de expressão", afirmou a empresa.
"Reconhecemos que formas abusivas do exercício deste
direito causam danos. Nos últimos anos, desenvolvemos
sistemas cada vez mais complexos para gerenciar
conteúdo em nossas plataformas. Embora esses
esforços tenham sido bem intencionados, eles se
ampliaram a ponto de termos, às vezes, exagerado na
aplicação de nossas regras, limitando debate político
legítimo", diz a Meta. "As mudanças anunciadas
recentemente pretendem enfrentar essa questão."
A checagem de fake news em postagens não é feita por
uma equipe da Meta. Ela é feita por agências
credenciadas junto à Rede Internacional de Verificação
de Fatos (em inglês, IFCN), uma entidade não-partidária
dedicada à checagem de fake news.
"Não achamos que uma empresa privada como a Meta
deva decidir o que é verdadeiro ou falso, e é exatamente
por isso que temos uma rede global de parceiros de
verificação de fatos que revisam e classificam, de forma
independente, potenciais desinformações no Facebook,
Instagram e WhatsApp", diz um post de junho de 2021
do blog da Meta que explica como funciona o sistema.
"O trabalho deles nos permite agir e reduzir a
disseminação de conteúdo problemático em nossos
aplicativos", prossegue o texto.
A Rede Internacional de Verificação de Fatos (IFCN) foi
criada pelo Instituto Poynter, uma organização sem fins
lucrativos que diz ser dedicada à promoção do jornalismo
imparcial e ético. A rede foi lançada em 2015, reunindo a
comunidade de verificadores de fatos ao redor do
mundo.
Segundo a Meta, "todos os parceiros de verificação de
fatos da Meta passam por um rigoroso processo de
certificação com o IFCN".
A Meta anunciou que está abandonando o uso de
checagem independente de fatos no Facebook e no
Instagram, substituindo-os por "notas da comunidade",
em um modelo semelhante ao do X, em que comentários
sobre a precisão do conteúdo das postagens são
deixados a cargo dos próprios usuários.
O anúncio despertou críticas de ativistas contra o
discurso de ódio na internet, que dizem que o ambiente
online ficará menos seguro com a mudança. Já outros
elogiaram o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, por colocar
fim à "censura" no Facebook e Instagram.
A decisão da Meta vale apenas nos Estados Unidos. A
empresa ainda não anunciou mudança na checagem de
fake news em outros países, como o Brasil, mas avisou
que isso acontecerá no futuro.
"A Meta está profundamente comprometida com a
liberdade de expressão", afirmou a empresa.
"Reconhecemos que formas abusivas do exercício deste
direito causam danos. Nos últimos anos, desenvolvemos
sistemas cada vez mais complexos para gerenciar
conteúdo em nossas plataformas. Embora esses
esforços tenham sido bem intencionados, eles se
ampliaram a ponto de termos, às vezes, exagerado na
aplicação de nossas regras, limitando debate político
legítimo", diz a Meta. "As mudanças anunciadas
recentemente pretendem enfrentar essa questão."
A checagem de fake news em postagens não é feita por
uma equipe da Meta. Ela é feita por agências
credenciadas junto à Rede Internacional de Verificação
de Fatos (em inglês, IFCN), uma entidade não-partidária
dedicada à checagem de fake news.
"Não achamos que uma empresa privada como a Meta
deva decidir o que é verdadeiro ou falso, e é exatamente
por isso que temos uma rede global de parceiros de
verificação de fatos que revisam e classificam, de forma
independente, potenciais desinformações no Facebook,
Instagram e WhatsApp", diz um post de junho de 2021
do blog da Meta que explica como funciona o sistema.
"O trabalho deles nos permite agir e reduzir a
disseminação de conteúdo problemático em nossos
aplicativos", prossegue o texto.
A Rede Internacional de Verificação de Fatos (IFCN) foi
criada pelo Instituto Poynter, uma organização sem fins
lucrativos que diz ser dedicada à promoção do jornalismo
imparcial e ético. A rede foi lançada em 2015, reunindo a
comunidade de verificadores de fatos ao redor do
mundo.
Segundo a Meta, "todos os parceiros de verificação de
fatos da Meta passam por um rigoroso processo de
certificação com o IFCN".
Embora esses esforços "foram" bem intencionados, eles se "ampliaram" a ponto de exagerarmos na aplicação de nossas regras.
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Questão #158
A expressão “nesse sentido”, no início do último
parágrafo do texto, pode ser substituída, sem alteração
de significado, por todas as expressões a seguir,
EXCETO:
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Questão #1546
As experiências de outros países com jornada de trabalho reduzida
01 A demanda pelo fim da escala 6x1 — em que as pessoas trabalham seis dias por semana,
02 com folga de um dia — ganhou impulso esta semana, depois que a deputada federal Erika Hilton
03 (PSOL-SP) anunciou ter conseguido assinaturas suficientes para fazer sua proposta avançar no
04 Congresso.
05 A Proposta de Emenda .... Constituição (PEC) de Hilton não pretende apenas acabar com
06 a escala 6x1, mas implementar no Brasil uma semana de trabalho de quatro dias por semana,
07 também conhecida como escala 4x3.
08 O texto defende uma mudança na jornada de trabalho brasileira, com “duração do trabalho
09 normal não superior a 8 horas diárias e 36 horas semanais, com jornada de trabalho de 4 dias
10 por semana, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou
11 convenção coletiva de trabalho”.
12 A proposta de Hilton altera dois pontos do inci...o 13 do artigo 7º da Constituição
13 atualmente em vigor: o limite do horário de trabalho passaria de 44 horas para 36 horas
14 semanais; a jornada de trabalho seria estabelecida em quatro dias por semana (a Constituição
15 atual não faz menção a quantos dias por semana deve ter a jornada).
16 “Na Europa, de modo geral, as pessoas trabalham cinco dias por semana. Não é frequente
17 a semana de seis dias”, disse à BBC News Brasil Thomas Coutrot, pesquisador do Instituto de
18 Pesquisas Econômicas e Sociais, em Paris, autor de diversos livros sobre políticas trabalhistas e
19 ex-economista do Ministério do Trabalho e Emprego da França.
20 Por outro lado, ele afirma que a semana com apenas quatro dias de trabalho também
21 ainda não foi implementada com sucesso em nenhum país. “É um movimento minoritário, com
22 poucas empresas e serviços públicos que implementaram a semana de quatro dias. Mas existe
23 uma certa popularidade da opinião pública, na Europa pelo menos”.
24 A escala 4x3, como propõe a PEC, enfrenta muita re...istência entre empresários, diz
25 Coutrot. Ele afirma que ainda são poucos os casos na França de empresas que resolveram adotar
26 a semana de quatro dias por conta própria, sem mudanças na lei. Um dos setores em que isso
27 acontece é no de restaurantes de alta culinária.
28 “Nesse setor, muitos ____ dificuldade de achar pessoal qualificado. Para atrair esses
29 profissionais, eles decidiram fechar três dias por semana”, explica.
30 O maior esforço nesse sentido ___ sido com projetos pilotos promovidos pela entidade
31 internacional 4 Day Week Global, que defende a implementação da jornada de trabalho com
32 quatro dias por semana.
33 A proposta de Erika Hilton cita um desses pilotos que foi realizado no Brasil no ano passado
34 mas com apenas 22 empresas.
35 “É possível observar menor número de faltas dos empregados e produtividade em alta,
36 em razão da adoção de estratégias de organizações funcionais para o modelo da empresa”, diz
37 o projeto da deputada.
38 Além do Brasil, ___ pilotos da 4 Day Week em outros 13 países: Estados Unidos, Reino
39 Unido, Canadá, Alemanha, Suécia, Holanda, África do Sul, Índia, Chile, Itália, Noruega, Bélgica
40 e Suíça.
41 Em pelo menos dois desses países, Bélgica e Chile, houve depois passos mais concretos
42 em direção .... jornada de quatro dias por semana.
43 Na Bélgica, o primeiro país da Europa .... legislar sobre o assunto, os trabalhadores
44 ganharam em fevereiro de 2022 o direito de realizar uma semana de trabalho completa em
45 quatro dias em vez de cinco, sem perda de salário.
46 No entanto, os belgas não ___ a opção de trabalhar menos horas por semana. A lei
47 permite apenas que eles conden...em a carga horária semanal em menos dias por semana — o
48 que para muitos significa quatro dias com 9,5 horas de trabalho.
01 A demanda pelo fim da escala 6x1 — em que as pessoas trabalham seis dias por semana,
02 com folga de um dia — ganhou impulso esta semana, depois que a deputada federal Erika Hilton
03 (PSOL-SP) anunciou ter conseguido assinaturas suficientes para fazer sua proposta avançar no
04 Congresso.
05 A Proposta de Emenda .... Constituição (PEC) de Hilton não pretende apenas acabar com
06 a escala 6x1, mas implementar no Brasil uma semana de trabalho de quatro dias por semana,
07 também conhecida como escala 4x3.
08 O texto defende uma mudança na jornada de trabalho brasileira, com “duração do trabalho
09 normal não superior a 8 horas diárias e 36 horas semanais, com jornada de trabalho de 4 dias
10 por semana, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou
11 convenção coletiva de trabalho”.
12 A proposta de Hilton altera dois pontos do inci...o 13 do artigo 7º da Constituição
13 atualmente em vigor: o limite do horário de trabalho passaria de 44 horas para 36 horas
14 semanais; a jornada de trabalho seria estabelecida em quatro dias por semana (a Constituição
15 atual não faz menção a quantos dias por semana deve ter a jornada).
16 “Na Europa, de modo geral, as pessoas trabalham cinco dias por semana. Não é frequente
17 a semana de seis dias”, disse à BBC News Brasil Thomas Coutrot, pesquisador do Instituto de
18 Pesquisas Econômicas e Sociais, em Paris, autor de diversos livros sobre políticas trabalhistas e
19 ex-economista do Ministério do Trabalho e Emprego da França.
20 Por outro lado, ele afirma que a semana com apenas quatro dias de trabalho também
21 ainda não foi implementada com sucesso em nenhum país. “É um movimento minoritário, com
22 poucas empresas e serviços públicos que implementaram a semana de quatro dias. Mas existe
23 uma certa popularidade da opinião pública, na Europa pelo menos”.
24 A escala 4x3, como propõe a PEC, enfrenta muita re...istência entre empresários, diz
25 Coutrot. Ele afirma que ainda são poucos os casos na França de empresas que resolveram adotar
26 a semana de quatro dias por conta própria, sem mudanças na lei. Um dos setores em que isso
27 acontece é no de restaurantes de alta culinária.
28 “Nesse setor, muitos ____ dificuldade de achar pessoal qualificado. Para atrair esses
29 profissionais, eles decidiram fechar três dias por semana”, explica.
30 O maior esforço nesse sentido ___ sido com projetos pilotos promovidos pela entidade
31 internacional 4 Day Week Global, que defende a implementação da jornada de trabalho com
32 quatro dias por semana.
33 A proposta de Erika Hilton cita um desses pilotos que foi realizado no Brasil no ano passado
34 mas com apenas 22 empresas.
35 “É possível observar menor número de faltas dos empregados e produtividade em alta,
36 em razão da adoção de estratégias de organizações funcionais para o modelo da empresa”, diz
37 o projeto da deputada.
38 Além do Brasil, ___ pilotos da 4 Day Week em outros 13 países: Estados Unidos, Reino
39 Unido, Canadá, Alemanha, Suécia, Holanda, África do Sul, Índia, Chile, Itália, Noruega, Bélgica
40 e Suíça.
41 Em pelo menos dois desses países, Bélgica e Chile, houve depois passos mais concretos
42 em direção .... jornada de quatro dias por semana.
43 Na Bélgica, o primeiro país da Europa .... legislar sobre o assunto, os trabalhadores
44 ganharam em fevereiro de 2022 o direito de realizar uma semana de trabalho completa em
45 quatro dias em vez de cinco, sem perda de salário.
46 No entanto, os belgas não ___ a opção de trabalhar menos horas por semana. A lei
47 permite apenas que eles conden...em a carga horária semanal em menos dias por semana — o
48 que para muitos significa quatro dias com 9,5 horas de trabalho.
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as classes gramaticais a palavras
retiradas do texto.
Coluna 1
1. Adjetivo.
2. Advérbio.
3. Pronome.
4. Substantivo.
Coluna 2
( ) “demanda” (l. 01).
( ) “esta” (l. 02).
( ) “suficientes” (l. 03).
( ) “não” (l. 05).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Questão #807
Leia o texto a seguir:
Produção global de vinho em 2024 pode atingir menor
volume desde 1961
Organização culpou as mudanças climáticas pela brusca queda
Uma estimativa publicada nessa segunda-feira (2) pela
Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) informou
que a produção global da bebida poderá cair neste ano ao nível
mais baixo desde 1961.
De acordo com o relatório da entidade, a brusca queda foi
impulsionada pelas condições climáticas adversas, principalmente
a seca extrema que atingiu diversas regiões do planeta.
"Os desafios climáticos nos dois hemisférios são, mais uma vez,
as principais causas dessa redução no volume de produção
mundial", disse a OIV.
Em relação ao ano de 2023, que foi considerado fraco pelos
profissionais da área, a produção em 2024 deverá cair mais de
2%. Além disso, a quantidade representa uma redução de 13%
em comparação com a média da última década.
Segundo as projeções da OIV, com base nas colheitas de 29
nações que representam 85% da produção anual de vinho, os
números deste ano estão estimados entre 227 e 235 milhões de
hectolitros, o menor volume colhido desde 1961 (220 milhões).
Produção global de vinho em 2024 pode atingir menor
volume desde 1961
Organização culpou as mudanças climáticas pela brusca queda
Uma estimativa publicada nessa segunda-feira (2) pela
Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) informou
que a produção global da bebida poderá cair neste ano ao nível
mais baixo desde 1961.
De acordo com o relatório da entidade, a brusca queda foi
impulsionada pelas condições climáticas adversas, principalmente
a seca extrema que atingiu diversas regiões do planeta.
"Os desafios climáticos nos dois hemisférios são, mais uma vez,
as principais causas dessa redução no volume de produção
mundial", disse a OIV.
Em relação ao ano de 2023, que foi considerado fraco pelos
profissionais da área, a produção em 2024 deverá cair mais de
2%. Além disso, a quantidade representa uma redução de 13%
em comparação com a média da última década.
Segundo as projeções da OIV, com base nas colheitas de 29
nações que representam 85% da produção anual de vinho, os
números deste ano estão estimados entre 227 e 235 milhões de
hectolitros, o menor volume colhido desde 1961 (220 milhões).
“Segundo as projeções da OIV, com base nas colheitas de
29 nações que representam 85% da produção anual de vinho, os
números deste ano estão estimados entre 227 e 235 milhões de
hectolitros, o menor volume colhido desde 1961 (220 milhões)”.
De acordo com esse parágrafo do texto, é possível concluir que:
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Questão #1543
As experiências de outros países com jornada de trabalho reduzida
01 A demanda pelo fim da escala 6x1 — em que as pessoas trabalham seis dias por semana,
02 com folga de um dia — ganhou impulso esta semana, depois que a deputada federal Erika Hilton
03 (PSOL-SP) anunciou ter conseguido assinaturas suficientes para fazer sua proposta avançar no
04 Congresso.
05 A Proposta de Emenda .... Constituição (PEC) de Hilton não pretende apenas acabar com
06 a escala 6x1, mas implementar no Brasil uma semana de trabalho de quatro dias por semana,
07 também conhecida como escala 4x3.
08 O texto defende uma mudança na jornada de trabalho brasileira, com “duração do trabalho
09 normal não superior a 8 horas diárias e 36 horas semanais, com jornada de trabalho de 4 dias
10 por semana, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou
11 convenção coletiva de trabalho”.
12 A proposta de Hilton altera dois pontos do inci...o 13 do artigo 7º da Constituição
13 atualmente em vigor: o limite do horário de trabalho passaria de 44 horas para 36 horas
14 semanais; a jornada de trabalho seria estabelecida em quatro dias por semana (a Constituição
15 atual não faz menção a quantos dias por semana deve ter a jornada).
16 “Na Europa, de modo geral, as pessoas trabalham cinco dias por semana. Não é frequente
17 a semana de seis dias”, disse à BBC News Brasil Thomas Coutrot, pesquisador do Instituto de
18 Pesquisas Econômicas e Sociais, em Paris, autor de diversos livros sobre políticas trabalhistas e
19 ex-economista do Ministério do Trabalho e Emprego da França.
20 Por outro lado, ele afirma que a semana com apenas quatro dias de trabalho também
21 ainda não foi implementada com sucesso em nenhum país. “É um movimento minoritário, com
22 poucas empresas e serviços públicos que implementaram a semana de quatro dias. Mas existe
23 uma certa popularidade da opinião pública, na Europa pelo menos”.
24 A escala 4x3, como propõe a PEC, enfrenta muita re...istência entre empresários, diz
25 Coutrot. Ele afirma que ainda são poucos os casos na França de empresas que resolveram adotar
26 a semana de quatro dias por conta própria, sem mudanças na lei. Um dos setores em que isso
27 acontece é no de restaurantes de alta culinária.
28 “Nesse setor, muitos ____ dificuldade de achar pessoal qualificado. Para atrair esses
29 profissionais, eles decidiram fechar três dias por semana”, explica.
30 O maior esforço nesse sentido ___ sido com projetos pilotos promovidos pela entidade
31 internacional 4 Day Week Global, que defende a implementação da jornada de trabalho com
32 quatro dias por semana.
33 A proposta de Erika Hilton cita um desses pilotos que foi realizado no Brasil no ano passado
34 mas com apenas 22 empresas.
35 “É possível observar menor número de faltas dos empregados e produtividade em alta,
36 em razão da adoção de estratégias de organizações funcionais para o modelo da empresa”, diz
37 o projeto da deputada.
38 Além do Brasil, ___ pilotos da 4 Day Week em outros 13 países: Estados Unidos, Reino
39 Unido, Canadá, Alemanha, Suécia, Holanda, África do Sul, Índia, Chile, Itália, Noruega, Bélgica
40 e Suíça.
41 Em pelo menos dois desses países, Bélgica e Chile, houve depois passos mais concretos
42 em direção .... jornada de quatro dias por semana.
43 Na Bélgica, o primeiro país da Europa .... legislar sobre o assunto, os trabalhadores
44 ganharam em fevereiro de 2022 o direito de realizar uma semana de trabalho completa em
45 quatro dias em vez de cinco, sem perda de salário.
46 No entanto, os belgas não ___ a opção de trabalhar menos horas por semana. A lei
47 permite apenas que eles conden...em a carga horária semanal em menos dias por semana — o
48 que para muitos significa quatro dias com 9,5 horas de trabalho.
01 A demanda pelo fim da escala 6x1 — em que as pessoas trabalham seis dias por semana,
02 com folga de um dia — ganhou impulso esta semana, depois que a deputada federal Erika Hilton
03 (PSOL-SP) anunciou ter conseguido assinaturas suficientes para fazer sua proposta avançar no
04 Congresso.
05 A Proposta de Emenda .... Constituição (PEC) de Hilton não pretende apenas acabar com
06 a escala 6x1, mas implementar no Brasil uma semana de trabalho de quatro dias por semana,
07 também conhecida como escala 4x3.
08 O texto defende uma mudança na jornada de trabalho brasileira, com “duração do trabalho
09 normal não superior a 8 horas diárias e 36 horas semanais, com jornada de trabalho de 4 dias
10 por semana, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou
11 convenção coletiva de trabalho”.
12 A proposta de Hilton altera dois pontos do inci...o 13 do artigo 7º da Constituição
13 atualmente em vigor: o limite do horário de trabalho passaria de 44 horas para 36 horas
14 semanais; a jornada de trabalho seria estabelecida em quatro dias por semana (a Constituição
15 atual não faz menção a quantos dias por semana deve ter a jornada).
16 “Na Europa, de modo geral, as pessoas trabalham cinco dias por semana. Não é frequente
17 a semana de seis dias”, disse à BBC News Brasil Thomas Coutrot, pesquisador do Instituto de
18 Pesquisas Econômicas e Sociais, em Paris, autor de diversos livros sobre políticas trabalhistas e
19 ex-economista do Ministério do Trabalho e Emprego da França.
20 Por outro lado, ele afirma que a semana com apenas quatro dias de trabalho também
21 ainda não foi implementada com sucesso em nenhum país. “É um movimento minoritário, com
22 poucas empresas e serviços públicos que implementaram a semana de quatro dias. Mas existe
23 uma certa popularidade da opinião pública, na Europa pelo menos”.
24 A escala 4x3, como propõe a PEC, enfrenta muita re...istência entre empresários, diz
25 Coutrot. Ele afirma que ainda são poucos os casos na França de empresas que resolveram adotar
26 a semana de quatro dias por conta própria, sem mudanças na lei. Um dos setores em que isso
27 acontece é no de restaurantes de alta culinária.
28 “Nesse setor, muitos ____ dificuldade de achar pessoal qualificado. Para atrair esses
29 profissionais, eles decidiram fechar três dias por semana”, explica.
30 O maior esforço nesse sentido ___ sido com projetos pilotos promovidos pela entidade
31 internacional 4 Day Week Global, que defende a implementação da jornada de trabalho com
32 quatro dias por semana.
33 A proposta de Erika Hilton cita um desses pilotos que foi realizado no Brasil no ano passado
34 mas com apenas 22 empresas.
35 “É possível observar menor número de faltas dos empregados e produtividade em alta,
36 em razão da adoção de estratégias de organizações funcionais para o modelo da empresa”, diz
37 o projeto da deputada.
38 Além do Brasil, ___ pilotos da 4 Day Week em outros 13 países: Estados Unidos, Reino
39 Unido, Canadá, Alemanha, Suécia, Holanda, África do Sul, Índia, Chile, Itália, Noruega, Bélgica
40 e Suíça.
41 Em pelo menos dois desses países, Bélgica e Chile, houve depois passos mais concretos
42 em direção .... jornada de quatro dias por semana.
43 Na Bélgica, o primeiro país da Europa .... legislar sobre o assunto, os trabalhadores
44 ganharam em fevereiro de 2022 o direito de realizar uma semana de trabalho completa em
45 quatro dias em vez de cinco, sem perda de salário.
46 No entanto, os belgas não ___ a opção de trabalhar menos horas por semana. A lei
47 permite apenas que eles conden...em a carga horária semanal em menos dias por semana — o
48 que para muitos significa quatro dias com 9,5 horas de trabalho.
Assinale a alternativa que apresenta palavra que poderia substituir o vocábulo “sucesso” (l. 21) sem causar alterações significativas ao trecho em que ocorre. Desconsidere variações de gêneros dos termos.
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Questão #892
Texto I
Negacionismo científico influencia no aumento de doenças
evitáveis por vacina no mundo
01 A vacinação é essencial e representa, além de atitude
02 individual, um ato coletivo, segundo o professor Gonzalo
03 Vecina Neto.
04 Nas últimas décadas, o avanço da medicina levou à
05 erradicação de algumas doenças mundiais. A criação de
06 vacinas e de tratamentos eficazes permitiram esse avanço
07 na saúde. Entretanto, de acordo com a Organização
08 Mundial da Saúde (OMS), o número de casos de doenças
09 evitáveis por vacina, como difteria, sarampo e meningite,
10 tem aumentado recentemente.
11 As causas desse crescimento são diversas e variam de
12 acordo com a localidade. Gonzalo Vecina Neto, professor
13 da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de
14 São Paulo (USP), comenta dos motivos desse aumento.
15 “Em regiões mais pobres, na África e no Sudeste Asiático,
16 a explicação desse crescimento é a escassez de vacinas,
17 falta de dinheiro para comprar essa forma de proteção.
18 Entretanto, nas outras regiões, desenvolvidas ou de renda
19 média, as razões são muito mais complexas, de modelo de
20 vacinação a negacionismo científico.”
21 Vacinação
22 Segundo o docente, atualmente existem duas formas de
23 vacinação adotadas pelas nações: a puericultura e o
24 modelo campanhista. No primeiro caso, há o
25 acompanhamento total da criança durante a sua infância
26 e o seu crescimento, analisando todo o quadro de saúde
27 do indivíduo. Por outro lado, as campanhas vacinais,
28 como o próprio nome diz, visam apenas à vacinação da
29 população. Mesmo os dois modelos sendo eficazes, a
30 puericultura é a mais indicada e eficiente a longo prazo.
31 O Brasil adota, desde 1975, o modelo campanhista de
32 vacinação. Até 2015, as campanhas atingiram cerca de
33 95% de cobertura vacinal da população. Contudo, após a
34 pandemia, casos de enfermidades como a meningite
35 voltaram a subir. Segundo a OMS, foram registrados, em
36 2024, 26 mil novos casos da doença e aproximadamente
37 1.400 mortes em 24 países.
38 Para o professor, a vacinação é, além de um ato
39 individual, uma atitude coletiva. “Quando você protege
40 mais de 70% da população, por alguma razão, o agente
41 infeccioso não consegue encontrar suscetíveis. Em uma
42 população de 100 habitantes, por exemplo, em que 70
43 estão vacinados, a chance de o agente contagioso
44 encontrar os outros 30 é muito pequena. É um evento
45 estatístico. Então, a proteção da sociedade protege a
46 todos. Mesmo aqueles que, por alguma razão, não
47 tiveram condição de ter acesso à vacina. O processo de
48 imunização de populações é um processo coletivo dentro
49 da saúde pública”, completa.
50 Negacionismo
51 Além dos modelos de imunização, a crescente onda
52 negacionista na ciência e a circulação de fake news têm
53 contribuído diretamente para o problema. “Uma mentira
54 bem contada e repetida muitas vezes se transforma em
55 uma verdade. E, dependendo do tipo de mentira que você
56 estiver tomando, existe risco de vida. Quando tratamos
57 de inverdades a respeito da vacina, isso pode colocar a
58 vida de pessoas em risco. Nós estamos vivendo em um
59 mundo em transformação, com alta carga de informações
60 compartilhadas. É um mundo onde nós estamos tendo
61 acesso a uma forma muito violenta à informação sem
62 regras”, defende Vecina Neto.
63 De acordo com a Organização, 138 países reportaram
64 casos de sarampo nos últimos 12 meses, sendo que, em
65 61, foram registrados grandes surtos. A doença é tida
66 como controlada em grande parte dos países
67 desenvolvidos e subdesenvolvidos. Porém, os dados
68 apresentados demonstram o retrocesso recente nos
69 avanços da medicina. Além da queda da cobertura
70 vacinal, conflitos novos e as mudanças climáticas são
71 agravantes do problema. Dessa maneira, as vacinas são
72 essenciais para mudar o cenário atual.
Negacionismo científico influencia no aumento de doenças
evitáveis por vacina no mundo
01 A vacinação é essencial e representa, além de atitude
02 individual, um ato coletivo, segundo o professor Gonzalo
03 Vecina Neto.
04 Nas últimas décadas, o avanço da medicina levou à
05 erradicação de algumas doenças mundiais. A criação de
06 vacinas e de tratamentos eficazes permitiram esse avanço
07 na saúde. Entretanto, de acordo com a Organização
08 Mundial da Saúde (OMS), o número de casos de doenças
09 evitáveis por vacina, como difteria, sarampo e meningite,
10 tem aumentado recentemente.
11 As causas desse crescimento são diversas e variam de
12 acordo com a localidade. Gonzalo Vecina Neto, professor
13 da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de
14 São Paulo (USP), comenta dos motivos desse aumento.
15 “Em regiões mais pobres, na África e no Sudeste Asiático,
16 a explicação desse crescimento é a escassez de vacinas,
17 falta de dinheiro para comprar essa forma de proteção.
18 Entretanto, nas outras regiões, desenvolvidas ou de renda
19 média, as razões são muito mais complexas, de modelo de
20 vacinação a negacionismo científico.”
21 Vacinação
22 Segundo o docente, atualmente existem duas formas de
23 vacinação adotadas pelas nações: a puericultura e o
24 modelo campanhista. No primeiro caso, há o
25 acompanhamento total da criança durante a sua infância
26 e o seu crescimento, analisando todo o quadro de saúde
27 do indivíduo. Por outro lado, as campanhas vacinais,
28 como o próprio nome diz, visam apenas à vacinação da
29 população. Mesmo os dois modelos sendo eficazes, a
30 puericultura é a mais indicada e eficiente a longo prazo.
31 O Brasil adota, desde 1975, o modelo campanhista de
32 vacinação. Até 2015, as campanhas atingiram cerca de
33 95% de cobertura vacinal da população. Contudo, após a
34 pandemia, casos de enfermidades como a meningite
35 voltaram a subir. Segundo a OMS, foram registrados, em
36 2024, 26 mil novos casos da doença e aproximadamente
37 1.400 mortes em 24 países.
38 Para o professor, a vacinação é, além de um ato
39 individual, uma atitude coletiva. “Quando você protege
40 mais de 70% da população, por alguma razão, o agente
41 infeccioso não consegue encontrar suscetíveis. Em uma
42 população de 100 habitantes, por exemplo, em que 70
43 estão vacinados, a chance de o agente contagioso
44 encontrar os outros 30 é muito pequena. É um evento
45 estatístico. Então, a proteção da sociedade protege a
46 todos. Mesmo aqueles que, por alguma razão, não
47 tiveram condição de ter acesso à vacina. O processo de
48 imunização de populações é um processo coletivo dentro
49 da saúde pública”, completa.
50 Negacionismo
51 Além dos modelos de imunização, a crescente onda
52 negacionista na ciência e a circulação de fake news têm
53 contribuído diretamente para o problema. “Uma mentira
54 bem contada e repetida muitas vezes se transforma em
55 uma verdade. E, dependendo do tipo de mentira que você
56 estiver tomando, existe risco de vida. Quando tratamos
57 de inverdades a respeito da vacina, isso pode colocar a
58 vida de pessoas em risco. Nós estamos vivendo em um
59 mundo em transformação, com alta carga de informações
60 compartilhadas. É um mundo onde nós estamos tendo
61 acesso a uma forma muito violenta à informação sem
62 regras”, defende Vecina Neto.
63 De acordo com a Organização, 138 países reportaram
64 casos de sarampo nos últimos 12 meses, sendo que, em
65 61, foram registrados grandes surtos. A doença é tida
66 como controlada em grande parte dos países
67 desenvolvidos e subdesenvolvidos. Porém, os dados
68 apresentados demonstram o retrocesso recente nos
69 avanços da medicina. Além da queda da cobertura
70 vacinal, conflitos novos e as mudanças climáticas são
71 agravantes do problema. Dessa maneira, as vacinas são
72 essenciais para mudar o cenário atual.
Em “As causas {desse crescimento} são diversas e variam de
acordo com a localidade.” (linhas 11-12), o termo em destaque
refere-se ao seguinte trecho:
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Questão #388
Assinale a alternativa em que a classificação da figura de
linguagem presente na frase está INCORRETA.
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Questão #2169
Assinalar a alternativa que apresenta a sequência correta dos períodos, de forma a construir um texto coeso e coerente. (1) Afinal, é importante que encontremos um equilíbrio, utilizando a tecnologia de maneira que beneficie a sociedade sem comprometer os valores humanos essenciais. (2) A tecnologia tem mudado radicalmente a forma como vivemos, trazendo praticidade para diversas áreas do cotidiano. (3) Porém, o uso excessivo de dispositivos e rede sociais têm gerado preocupações sobre o distanciamento social e a dependência digital.
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