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Questão #2104
Documento, informação, informação sigilosa, informação pessoal, tratamento da informação, disponibilidade, autenticidade, integridade e primariedade são procedimentos previstos na Lei Nº 12.527/2011 e que devem ser considerados pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios com objetivo de garantir o acesso a informações. De acordo com a referida legislação, assinale a alternativa que corresponda corretamente a compreensão de “Informação Pessoal”.
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Questão #2177
Quantos anagramas tem a palavra BANANA?
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Questão #2174
Na frase “Ela tomou meia garrafa de vinho e ficou meio tonta.”, as palavras sublinhadas são, respectivamente:
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Questão #2198
No Estado de Direito, a proporcionalidade é um princípio fundamental que guia as ações do Estado, buscando sempre um equilíbrio entre os fins a serem alcançados e os meios empregados. Essa busca por equilíbrio pode ser resumida por meio da frase:
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Questão #2107
De acordo com a Lei Nº 14.133/2021, qual a modalidade de licitação para alienação de bens imóveis ou de bens móveis inservíveis ou legalmente apreendidos a quem oferecer o maior lance?
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Questão #2183
O povo curdo, com cerca de 30 milhões de pessoas, habita principalmente a região montanhosa do Curdistão, que se estende por partes da Turquia, do Iraque, do Irã e da Síria. Apesar de sua longa história e sua rica cultura, os curdos nunca tiveram um Estado próprio reconhecido internacionalmente, o que tem gerado conflitos e busca por autonomia. Diante disso, o povo curdo é considerado:
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Questão #2172
Assinalar a alternativa que NÃO apresenta hiato.
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Questão #2106
Segundo a Lei Orgânica do Município de Rolim de Moura, ao Prefeito Municipal, assumir outro cargo ou função na administração pública, direta ou indireta, ressalvada a posse em concurso público é:
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Questão #2173
Considerando-se a classificação dos pronomes, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente. (1) Pronome pessoal. (2) Pronome possessivo. (3) Pronome demonstrativo.
( ) A sua bolsa ficou na escola.
( ) Essa camisa é muito linda.
( ) Eu gosto muito da Ana.
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Questão #2157
Uma equipe de trabalho é caracterizada pela sinergia positiva por meio do esforço coordenado. Assim, há uma interdependência entre os membros da equipe, e o resultado do esforço coletivo dos membros supera a soma das contribuições individuais. Alguns elementos são determinantes da eficácia de uma equipe, dentre eles, a estrutura da equipe. Analise as afirmativas referentes a diferentes aspectos da estrutura da equipe:
I - As decisões acerca da estrutura da equipe contemplam a definição do agrupamento de tarefas e os indivíduos a elas designados.
II - Os papéis desempenhados pelos membros da equipe correspondem a expectativas compartilhadas por membros da equipe em relação a quem deve desenvolver quais tipos de tarefas e sob quais condições.
III - Normas são padrões que regulam o comportamento de uma equipe, necessariamente registrados de maneira explícita e sistematizada. É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Questão #2098
Sabemos que um software é o "lado lógico" de um sistema computacional e que existem diferentes tipos de software. O browser é um software para acessar:
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Questão #2094
Em uma reunião com 30 estudantes de diferentes estados do Brasil. Das alternativas a seguir, a única necessariamente verdadeira é:
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Questão #2178
Um terreno quadrado tem uma área de 196m². Qual é o seu perímetro?
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Questão #2176
Júlio contraiu um empréstimo de R$ 5.000,00 sob uma taxa de juros compostos de 6% ao mês. Sabendo-se que ele pretende pagar em 4 meses, qual será o valor, aproximado, do montante que Júlio deverá pagar?
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Questão #2200
É a fase dos procedimentos licitatórios que inaugura a licitação e caracteriza-se pelo planejamento compatível com o plano de contratações anual e com as leis orçamentárias:
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Questão #2135
Por Tiago Germano
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
O narrador do Texto 3 é uma criança que demonstra uma curiosidade típica da infância sobre uma figura de sua admiração. Diante da sua reflexão acerca da figura icônica do Papa, é CORRETO afirmar que o texto tematiza:
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Questão #2137
Por Tiago Germano
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
No trecho “Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.”, é possível identificar que a oração em destaque é:
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Questão #2169
Assinalar a alternativa que apresenta a sequência correta dos períodos, de forma a construir um texto coeso e coerente. (1) Afinal, é importante que encontremos um equilíbrio, utilizando a tecnologia de maneira que beneficie a sociedade sem comprometer os valores humanos essenciais. (2) A tecnologia tem mudado radicalmente a forma como vivemos, trazendo praticidade para diversas áreas do cotidiano. (3) Porém, o uso excessivo de dispositivos e rede sociais têm gerado preocupações sobre o distanciamento social e a dependência digital.
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Questão #2093
Todos os atores são comediantes. Nenhum comediante sabe cantar. Podemos concluir que:
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Questão #2076
Texto I
Somos Todos Africanos
Sempre que entram em crise, as civilizações começam a
olhar para o seu passado buscando inspiração para o
futuro. Hoje estamos no coração de uma fenomenal crise
planetária que afeta todas as civilizações. Ela pode
significar um salto rumo a um estado superior da
hominização, bem como uma tragédia ameaçadora para
toda a nossa espécie. Num momento assim radical, não é
sem interesse sondar as nossas raízes mais ancestrais e
aquele começo seminal em que deixamos de ser primatas
e passamos a ser humanos. Aqui deve haver lições que nos
podem ser muito úteis. Hoje é consenso entre os
paleontólogos e antropólogos que a aventura da
hominização se iniciou na África, cerca de sete milhões de
anos atrás. Ela se acelerou passando pelo homo habilis,
erectus, neanderthalensis até chegar ao homo sapiens,
cerca de 100 mil anos atrás. Da África, ele se propagou
para a Ásia, há sessenta mil anos; para a Europa, há 40 mil
anos; e para as Américas, há 30 mil anos.
A África não é apenas o lugar geográfico das origens. É o
arquétipo primal, o conjunto das marcas impressas na
alma do ser humano, presente ainda hoje como
informações indeléveis, à semelhança daquelas inscritas
em nosso código genético. Foi na África que o ser humano
elaborou suas primeiras sensações, onde se articularam as
crescentes conexões neurais (cerebralização), brilharam os
primeiros pensamentos, fortaleceu-se a juvenilização
(processo semelhante ao de um jovem que mostra
plasticidade e capacidade de aprendizagem) e emergiu a
complexidade social que permitiu o surgimento da
linguagem e da cultura. Há um espírito da África presente
em cada um dos seres humanos.
Vejo três eixos principais do espírito da África que podem
significar uma verdadeira terapia para a nossa crise global.
O primeiro é a Mãe-terra. Espalhando-se pelos vastos
espaços africanos, nossos ancestrais entraram em
profunda comunhão com a Terra, sentindo a interconexão
que todas as coisas guardam entre si. Mesmo vítimas da
exploração colonialista, os atuais africanos não perderam
esse sentido materno da Terra, tão bem representado pela
queniana Wangari Mathai, ganhadora do Prêmio Nobel da
Paz por plantar milhões de árvores e devolver, assim,
vitalidade à Terra. Precisamos nos reapropriar desse
espírito da Terra para salvar Gaia, nossa Mãe e única Casa
Comum.
O segundo eixo é a matriz relacional (relational matrix, no
dizer dos antropólogos). Os africanos usam a palavra
ubuntu, que significa força que conecta a todos formando
a comunidade dos humanos. Quer dizer, eu me faço
humano através do conjunto das conexões com a vida, a
natureza, os outros e o Divino.
O terceiro eixo são os rituais. Experiências importantes da
vida pessoal, social e sazonal são celebradas com ritos,
danças, músicas e apresentações de máscaras, portadores
de energia cósmica. É nos rituais que as forças negativas e
positivas se equilibram e que se aprofunda o sentido da
vida.
Se reincorporarmos o espírito da África, a crise não
precisará ser uma tragédia.
Somos Todos Africanos
Sempre que entram em crise, as civilizações começam a
olhar para o seu passado buscando inspiração para o
futuro. Hoje estamos no coração de uma fenomenal crise
planetária que afeta todas as civilizações. Ela pode
significar um salto rumo a um estado superior da
hominização, bem como uma tragédia ameaçadora para
toda a nossa espécie. Num momento assim radical, não é
sem interesse sondar as nossas raízes mais ancestrais e
aquele começo seminal em que deixamos de ser primatas
e passamos a ser humanos. Aqui deve haver lições que nos
podem ser muito úteis. Hoje é consenso entre os
paleontólogos e antropólogos que a aventura da
hominização se iniciou na África, cerca de sete milhões de
anos atrás. Ela se acelerou passando pelo homo habilis,
erectus, neanderthalensis até chegar ao homo sapiens,
cerca de 100 mil anos atrás. Da África, ele se propagou
para a Ásia, há sessenta mil anos; para a Europa, há 40 mil
anos; e para as Américas, há 30 mil anos.
A África não é apenas o lugar geográfico das origens. É o
arquétipo primal, o conjunto das marcas impressas na
alma do ser humano, presente ainda hoje como
informações indeléveis, à semelhança daquelas inscritas
em nosso código genético. Foi na África que o ser humano
elaborou suas primeiras sensações, onde se articularam as
crescentes conexões neurais (cerebralização), brilharam os
primeiros pensamentos, fortaleceu-se a juvenilização
(processo semelhante ao de um jovem que mostra
plasticidade e capacidade de aprendizagem) e emergiu a
complexidade social que permitiu o surgimento da
linguagem e da cultura. Há um espírito da África presente
em cada um dos seres humanos.
Vejo três eixos principais do espírito da África que podem
significar uma verdadeira terapia para a nossa crise global.
O primeiro é a Mãe-terra. Espalhando-se pelos vastos
espaços africanos, nossos ancestrais entraram em
profunda comunhão com a Terra, sentindo a interconexão
que todas as coisas guardam entre si. Mesmo vítimas da
exploração colonialista, os atuais africanos não perderam
esse sentido materno da Terra, tão bem representado pela
queniana Wangari Mathai, ganhadora do Prêmio Nobel da
Paz por plantar milhões de árvores e devolver, assim,
vitalidade à Terra. Precisamos nos reapropriar desse
espírito da Terra para salvar Gaia, nossa Mãe e única Casa
Comum.
O segundo eixo é a matriz relacional (relational matrix, no
dizer dos antropólogos). Os africanos usam a palavra
ubuntu, que significa força que conecta a todos formando
a comunidade dos humanos. Quer dizer, eu me faço
humano através do conjunto das conexões com a vida, a
natureza, os outros e o Divino.
O terceiro eixo são os rituais. Experiências importantes da
vida pessoal, social e sazonal são celebradas com ritos,
danças, músicas e apresentações de máscaras, portadores
de energia cósmica. É nos rituais que as forças negativas e
positivas se equilibram e que se aprofunda o sentido da
vida.
Se reincorporarmos o espírito da África, a crise não
precisará ser uma tragédia.
O texto I, Somos Todos Africanos é predominantemente:
Ainda não há comentários nesta questão.
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