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Questão #1484
Considerando o fragmento adaptado “O foco dos grileiros, {pessoas que desmatam e se apossam de terras públicas}, são áreas não destinadas”, a expressão { } representa um:
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Questão #1242
01 Vivo só, com um criado. A casa em que moro é própria; fi-la construir de propósito,
02 levado de um desejo tão particular que me vexa imprimi-lo, mas vá lá. Um dia, há bastantes
03 anos, lembrou-me reproduzir no Engenho Novo a casa em que me criei na antiga Rua de
04 Mata-cavalos, dando-lhe o mesmo aspecto e economia daquela outra, que desapareceu.
05 Construtor e pintor entenderam bem as indicações que lhes fiz: é o mesmo prédio
06 assobradado, três janelas de frente, varanda ao fundo, as mesmas alcovas e salas.
07 Na principal destas, a pintura do teto e das paredes é mais ou menos igual, umas
08 grinaldas de flores miúdas e grandes pássaros que as tomam nos bicos, de espaço a espaço.
09 Nos quatro cantos do teto as figuras das estações, e ao centro das paredes os medalhões de
10 César, Augusto, Nero e Massinissa, com os nomes por baixo... Não alcanço a razão de tais
11 personagens. Quando fomos para a casa de Mata-cavalos, já ela estava assim decorada; vinha
12 do decênio anterior. Naturalmente era gosto do tempo meter sabor clássico e figuras antigas
13 em pinturas americanas. O mais é também análogo e parecido. Tenho chacarinha, flores,
14 legume, uma casuarina, um poço e lavadouro. Uso louça velha e mobília velha. Enfim, agora,
15 como outrora, há aqui o mesmo contraste da vida interior, que é pacata, com a exterior, que
16 é ruidosa.
02 levado de um desejo tão particular que me vexa imprimi-lo, mas vá lá. Um dia, há bastantes
03 anos, lembrou-me reproduzir no Engenho Novo a casa em que me criei na antiga Rua de
04 Mata-cavalos, dando-lhe o mesmo aspecto e economia daquela outra, que desapareceu.
05 Construtor e pintor entenderam bem as indicações que lhes fiz: é o mesmo prédio
06 assobradado, três janelas de frente, varanda ao fundo, as mesmas alcovas e salas.
07 Na principal destas, a pintura do teto e das paredes é mais ou menos igual, umas
08 grinaldas de flores miúdas e grandes pássaros que as tomam nos bicos, de espaço a espaço.
09 Nos quatro cantos do teto as figuras das estações, e ao centro das paredes os medalhões de
10 César, Augusto, Nero e Massinissa, com os nomes por baixo... Não alcanço a razão de tais
11 personagens. Quando fomos para a casa de Mata-cavalos, já ela estava assim decorada; vinha
12 do decênio anterior. Naturalmente era gosto do tempo meter sabor clássico e figuras antigas
13 em pinturas americanas. O mais é também análogo e parecido. Tenho chacarinha, flores,
14 legume, uma casuarina, um poço e lavadouro. Uso louça velha e mobília velha. Enfim, agora,
15 como outrora, há aqui o mesmo contraste da vida interior, que é pacata, com a exterior, que
16 é ruidosa.
– Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:
I. No período “fi-la construir de propósito” (l. 01), o pronome oblíquo exerce função de objeto direto
da forma verbal “fiz”, compondo estrutura típica de colocação pronominal em locução verbal.
PORQUE
II. A anteposição do pronome oblíquo “-la” justifica-se pela presença de uma oração subordinada
reduzida de infinitivo que atua como objeto direto, antecedida de uma forma verbal finita auxiliar.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
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Questão #1695
Leia a afirmação do escritor Vivaldo Coaracy afirmou sobre os transportes: “Os adiantamentos dos meios de transporte, conferindo maior mobilidade aos indivíduos, concorrem para a dispersão e a fluidez dos agrupamentos e assim, de modo indireto, para a diluição e afrouxamento dos laços afetivos, incentivando a volubilidade.” Sobre esse segmento, assinale a afirmação correta em relação à sua estruturação ou significação.
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Questão #484
TEXTO I
Setembro lilás e o direito a uma chance
Laura Brito
O setembro lilás nos convoca a um mês de
conscientização da doença de Alzheimer e outros
tipos de demência. Se você que me lê pensa que é só
mais um mês ou só mais uma cor, peço um pouco de
atenção aos números de demência no Brasil.
Em 2024, o Ministério da Saúde divulgou o Relatório
Nacional sobre a Demência: Epidemiologia,
(re)conhecimento e projeções futuras e o estudo
mostrou que cerca de 8,5% da população com 60 anos
ou mais convivem com algum tipo de demência, o
que representa cerca de 1,8 milhão de casos. Até
2050, a projeção é que 5,7 milhões de pessoas sejam
diagnosticadas no Brasil.
Isso significa que muitas pessoas à sua volta estão
vivendo com demência e algumas delas não têm
sequer a chance de saber, muito menos de se tratar.
Isso se dá por uma sequência de obstáculos:
resistência da família, falta de especialização médica
e desconsideração do tratamento prescrito. Tudo isso
pode ser melhorado por meio de conscientização.
Sobre a resistência de família, é preciso que as
pessoas saibam que falta de memória recente não é
comum na velhice, nem motivo de brincadeiras. Se
uma pessoa próxima está tendo dificuldade de se
lembrar de algo que fez há pouco, é hora de enfrentar
o tabu e dizer: vamos buscar um médico. Receber o
diagnóstico de Alzheimer não é o problema. O
problema é a demência estar lá e todo mundo fingir
que não vê.
Como o aumento da longevidade e o consequente
crescimento dos casos de demência são recentes,
obter um diagnóstico preciso para uma situação de
declínio cognitivo ainda é difícil. Por isso, vale a
conscientização de que buscar um profissional
especializado, sempre que possível, é uma chance
importante para um manejo adequado das
manifestações. A doença de Alzheimer não tem cura,
mas tem tratamentos que visam estabilizar os
sintomas e diminuir o ritmo da progressão da doença.
Obtido o diagnóstico, é preciso, dentro das
possibilidades da família, cumprir o plano de
tratamento prescrito. Além de medicação, há
reabilitação cognitiva, terapia ocupacional,
estimulação social e física e adaptações no ambiente.
A abordagem multidisciplinar é muito importante.
Sabemos que nem sempre é possível cumprir toda
essa agenda de tratamento. Mas é essencial que se
vença uma noção bastante arraigada de que a
medicação – especialmente as mais comumente
prescritas para agitação – é suficiente para
administrar o Alzheimer.
A conscientização dos sintomas e da importância do
diagnóstico precoce também é uma chance de
planejamento jurídico do envelhecimento e do avanço
dos sintomas da demência. Uma pessoa que recebe o
diagnóstico de Alzheimer quando o declínio
cognitivo é inicial e ainda não lhe tirou a capacidade
pode tomar uma série de decisões para a sua vida e o
seu patrimônio. Se a família resiste ou não tem
informações para reconhecer os sintomas que já
começaram a se instalar, a pessoa perde a chance de
exercer sua autodeterminação e tomar providências
que poderiam mudar a sua vida.
Essa pessoa pode, por exemplo, liquidar uma parte de
seu patrimônio imobilizado para ter dinheiro em
aplicações de fácil resgate, que lhe permita ter acesso
a conforto e autonomia. Ela pode fazer um
testamento, designando quem deve ficar com seus
bens ou sobre remuneração de serviços prestados a
ela, por ocasião da doença de que faleceu, ainda que
fique ao arbítrio do herdeiro ou de outrem determinar
o valor do legado.
Contudo, depois que os sintomas da demência
avançam, desaparecem as chances de que a pessoa
desafiada por ela pudesse manifestar seus desejos.
Também nesse ponto a conscientização pregada pelo
setembro lilás é tão importante.
Nesse sentido, quando o Alzheimer já fez instalar um
declínio cognitivo avançado, o remédio jurídico é a
curatela, por meio do que uma pessoa próxima será
nomeada representante de quem está vulnerável. Não
adianta procuração, não adianta ter cartão e senha.
O que organiza as responsabilidades em relação a
uma pessoa com demência é o processo de interdição.
A curatela não incapacita ninguém – o Alzheimer,
sim. A curatela, na realidade, organiza e centraliza a
gestão dos cuidados e das finanças da pessoa
curatelada.
Precisamos falar sobre demência e sobre Alzheimer.
Precisamos vencer o medo desconhecido, do que não
tem cura. Fechar os olhos não faz com que o
Alzheimer desapareça, só faz com que as pessoas
percam chances importantes de tratamento e tomada
de decisão.
Setembro lilás e o direito a uma chance
Laura Brito
O setembro lilás nos convoca a um mês de
conscientização da doença de Alzheimer e outros
tipos de demência. Se você que me lê pensa que é só
mais um mês ou só mais uma cor, peço um pouco de
atenção aos números de demência no Brasil.
Em 2024, o Ministério da Saúde divulgou o Relatório
Nacional sobre a Demência: Epidemiologia,
(re)conhecimento e projeções futuras e o estudo
mostrou que cerca de 8,5% da população com 60 anos
ou mais convivem com algum tipo de demência, o
que representa cerca de 1,8 milhão de casos. Até
2050, a projeção é que 5,7 milhões de pessoas sejam
diagnosticadas no Brasil.
Isso significa que muitas pessoas à sua volta estão
vivendo com demência e algumas delas não têm
sequer a chance de saber, muito menos de se tratar.
Isso se dá por uma sequência de obstáculos:
resistência da família, falta de especialização médica
e desconsideração do tratamento prescrito. Tudo isso
pode ser melhorado por meio de conscientização.
Sobre a resistência de família, é preciso que as
pessoas saibam que falta de memória recente não é
comum na velhice, nem motivo de brincadeiras. Se
uma pessoa próxima está tendo dificuldade de se
lembrar de algo que fez há pouco, é hora de enfrentar
o tabu e dizer: vamos buscar um médico. Receber o
diagnóstico de Alzheimer não é o problema. O
problema é a demência estar lá e todo mundo fingir
que não vê.
Como o aumento da longevidade e o consequente
crescimento dos casos de demência são recentes,
obter um diagnóstico preciso para uma situação de
declínio cognitivo ainda é difícil. Por isso, vale a
conscientização de que buscar um profissional
especializado, sempre que possível, é uma chance
importante para um manejo adequado das
manifestações. A doença de Alzheimer não tem cura,
mas tem tratamentos que visam estabilizar os
sintomas e diminuir o ritmo da progressão da doença.
Obtido o diagnóstico, é preciso, dentro das
possibilidades da família, cumprir o plano de
tratamento prescrito. Além de medicação, há
reabilitação cognitiva, terapia ocupacional,
estimulação social e física e adaptações no ambiente.
A abordagem multidisciplinar é muito importante.
Sabemos que nem sempre é possível cumprir toda
essa agenda de tratamento. Mas é essencial que se
vença uma noção bastante arraigada de que a
medicação – especialmente as mais comumente
prescritas para agitação – é suficiente para
administrar o Alzheimer.
A conscientização dos sintomas e da importância do
diagnóstico precoce também é uma chance de
planejamento jurídico do envelhecimento e do avanço
dos sintomas da demência. Uma pessoa que recebe o
diagnóstico de Alzheimer quando o declínio
cognitivo é inicial e ainda não lhe tirou a capacidade
pode tomar uma série de decisões para a sua vida e o
seu patrimônio. Se a família resiste ou não tem
informações para reconhecer os sintomas que já
começaram a se instalar, a pessoa perde a chance de
exercer sua autodeterminação e tomar providências
que poderiam mudar a sua vida.
Essa pessoa pode, por exemplo, liquidar uma parte de
seu patrimônio imobilizado para ter dinheiro em
aplicações de fácil resgate, que lhe permita ter acesso
a conforto e autonomia. Ela pode fazer um
testamento, designando quem deve ficar com seus
bens ou sobre remuneração de serviços prestados a
ela, por ocasião da doença de que faleceu, ainda que
fique ao arbítrio do herdeiro ou de outrem determinar
o valor do legado.
Contudo, depois que os sintomas da demência
avançam, desaparecem as chances de que a pessoa
desafiada por ela pudesse manifestar seus desejos.
Também nesse ponto a conscientização pregada pelo
setembro lilás é tão importante.
Nesse sentido, quando o Alzheimer já fez instalar um
declínio cognitivo avançado, o remédio jurídico é a
curatela, por meio do que uma pessoa próxima será
nomeada representante de quem está vulnerável. Não
adianta procuração, não adianta ter cartão e senha.
O que organiza as responsabilidades em relação a
uma pessoa com demência é o processo de interdição.
A curatela não incapacita ninguém – o Alzheimer,
sim. A curatela, na realidade, organiza e centraliza a
gestão dos cuidados e das finanças da pessoa
curatelada.
Precisamos falar sobre demência e sobre Alzheimer.
Precisamos vencer o medo desconhecido, do que não
tem cura. Fechar os olhos não faz com que o
Alzheimer desapareça, só faz com que as pessoas
percam chances importantes de tratamento e tomada
de decisão.
De acordo com a estrutura e os recursos utilizados
no texto para a construção das ideias, é correto
afirmar que se trata de um texto,
predominantemente:
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Questão #694
A respeito da formatação de documentos oficiais padrão ofício de acordo com o
Manual de Redação da Presidência da República (2018), assinale a alternativa INCORRETA.
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Questão #586
OS INVISÍVEIS DO BRASIL
A falta de registro civil continua a ser um obstáculo à cidadania e ao acesso a direitos fundamentais para quase três milhões de
brasileiros que vivem à margem da sociedade
Em um País que se orgulha de sua democracia e diversidade, é alarmante saber que, em pleno século XXI, milhões de brasileiros
permanecem invisíveis. Sem uma certidão de nascimento, uma pessoa não possui nome, sobrenome ou nacionalidade, tornando-se um
espectro na sociedade. Esse documento, que deveria ser um direito básico, é a chave para a cidadania, permitindo o acesso à educação,
saúde, casamento civil e programas sociais. No entanto, dados do Censo 2022 revelam que mais de 2,7 milhões de pessoas não
possuem nenhum tipo de documento de identificação civil, evidenciando que a cidadania no Brasil é um privilégio reservado a poucos.
Esse cenário é especialmente preocupante entre as populações mais vulneráveis. De acordo com dados do Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022 havia mais de 87 mil crianças de até cinco anos sem registro civil. Embora tenha havido
uma queda em relação a 2010, a subnotificação ainda é alarmante, especialmente entre povos indígenas na Amazônia Legal. A região
Norte tem a maior proporção de casos sem registro, com mais de 86% da população com até cinco anos sem registro. Em plena era
globalizada, o Brasil ainda enfrenta uma questão que deveria ter sido superada: a inclusão de todos os cidadãos no sistema civil. As
desigualdades regionais são alarmantes; enquanto no Sul apenas 0,28% da população geral está sem registro, no Norte esse número
salta para 7,5%. A importância deste se torna ainda mais evidente em contextos críticos, como a pandemia de COVID-19, em que a
ausência de identificação dificultou o acesso à vacinação, expondo essa população a riscos ainda maiores.
Fonte: OS INVISÍVEIS. Isto É, Comportamento/saúde, 22 ago. 2024. Disponível em: <https://www.pressreader.com/brazil/isto-e/20240822/page/38/textview>.
Acesso em: 24 out. 2024.Adaptado.
A falta de registro civil continua a ser um obstáculo à cidadania e ao acesso a direitos fundamentais para quase três milhões de
brasileiros que vivem à margem da sociedade
Em um País que se orgulha de sua democracia e diversidade, é alarmante saber que, em pleno século XXI, milhões de brasileiros
permanecem invisíveis. Sem uma certidão de nascimento, uma pessoa não possui nome, sobrenome ou nacionalidade, tornando-se um
espectro na sociedade. Esse documento, que deveria ser um direito básico, é a chave para a cidadania, permitindo o acesso à educação,
saúde, casamento civil e programas sociais. No entanto, dados do Censo 2022 revelam que mais de 2,7 milhões de pessoas não
possuem nenhum tipo de documento de identificação civil, evidenciando que a cidadania no Brasil é um privilégio reservado a poucos.
Esse cenário é especialmente preocupante entre as populações mais vulneráveis. De acordo com dados do Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022 havia mais de 87 mil crianças de até cinco anos sem registro civil. Embora tenha havido
uma queda em relação a 2010, a subnotificação ainda é alarmante, especialmente entre povos indígenas na Amazônia Legal. A região
Norte tem a maior proporção de casos sem registro, com mais de 86% da população com até cinco anos sem registro. Em plena era
globalizada, o Brasil ainda enfrenta uma questão que deveria ter sido superada: a inclusão de todos os cidadãos no sistema civil. As
desigualdades regionais são alarmantes; enquanto no Sul apenas 0,28% da população geral está sem registro, no Norte esse número
salta para 7,5%. A importância deste se torna ainda mais evidente em contextos críticos, como a pandemia de COVID-19, em que a
ausência de identificação dificultou o acesso à vacinação, expondo essa população a riscos ainda maiores.
Fonte: OS INVISÍVEIS. Isto É, Comportamento/saúde, 22 ago. 2024. Disponível em: <https://www.pressreader.com/brazil/isto-e/20240822/page/38/textview>.
Acesso em: 24 out. 2024.Adaptado.
Assinale a alternativa CORRETA de acordo com as ideias apresentadas no Texto I.
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Questão #1385
PREFEITURA DE CANAÃ DOS CARAJÁS REALIZA CAMPANHA ‘JANEIRO BRANCO’
Por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), está promovendo palestras sobre saúde mental nas
Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
Ansiedade e depressão são doenças mentais que colocam o Brasil no topo do ranking de casos na América
Latina e no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Por isso, falar sobre saúde
mental é cada vez mais necessário. Neste mês, a campanha Janeiro Branco, movimento brasileiro voltado
à saúde mental, convida a sociedade a refletir, dialogar e agir em prol do bem-estar emocional.
Em Canaã dos Carajás, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), está promovendo
palestras nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), realizadas durante a sala de espera. Segundo a
enfermeira e gerente da UBS José Caetano, localizada no bairro João Pintinho, as palestras têm como
objetivo orientar a população sobre saúde mental. “São orientações preventivas e de promoção à saúde
mental. Explicamos quais sintomas o paciente pode identificar, os sinais de alerta e, especialmente, o que a
atenção primária pode fazer e como ajudar na saúde mental”, explicou.[...]
Por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), está promovendo palestras sobre saúde mental nas
Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
Ansiedade e depressão são doenças mentais que colocam o Brasil no topo do ranking de casos na América
Latina e no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Por isso, falar sobre saúde
mental é cada vez mais necessário. Neste mês, a campanha Janeiro Branco, movimento brasileiro voltado
à saúde mental, convida a sociedade a refletir, dialogar e agir em prol do bem-estar emocional.
Em Canaã dos Carajás, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), está promovendo
palestras nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), realizadas durante a sala de espera. Segundo a
enfermeira e gerente da UBS José Caetano, localizada no bairro João Pintinho, as palestras têm como
objetivo orientar a população sobre saúde mental. “São orientações preventivas e de promoção à saúde
mental. Explicamos quais sintomas o paciente pode identificar, os sinais de alerta e, especialmente, o que a
atenção primária pode fazer e como ajudar na saúde mental”, explicou.[...]
De acordo com as informações apresentadas no texto PREFEITURA DE CANAÃ DOS CARAJÁS REALIZA CAMPANHA ‘JANEIRO BRANCO’, é correto afirmar que
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Questão #2128
Qual elemento da textualidade é preponderante a partir do uso das metáforas no Texto 1?

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Questão #753
Ele é tão ganancioso que não passaria 24 horas numa ilha habitada
sem meter a mão nos bolsos dos selvagens nus.
Sobre o significado e a estruturação dessa frase, assinale a
afirmação correta.
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Questão #998
Um punhado de passado
Por Pedro Guerra
01 A vida tem dessas de promover alguns encontros quando a gente nem sabe se tá querendo
02 ser encontrado. Eu estava no meio do nada. — ok, sem tanto extremismo: eu estava em uma
03 conveniência de beira de estrada, daquelas em que o sinal do celular é meio capenga e os
04 salgados são superfaturados. O passeio era despretensioso, coisa rápida pra esvaziar a bexiga e
05 seguir caminho. Para pagar o uso do banheiro, comprei uma água (também superfaturada), e
06 logo ali no caixa veio a surpresa: encontrei uma bala que não via .... no mínimo uns 20 anos.
07 Foi como um soco no estômago, desses que desmancham certezas e despertam lembranças.
08 A bala em questão era um quadradinho envolto em papel prateado, daqueles que grudam e
09 muitas vezes a gente acaba mastigando com um pouco de embalagem mesmo. A viagem, antes
10 prevista para determinada cidade, de súbito pareceu deslocar-se para um tempo bem antigo, no
11 qual eu ainda era criança e conhecia aquela bala pela primeira vez. Lembro como se pudesse
12 tocar .... memória com os dedos: a professora de espanhol sempre entregava de presente um
13 daqueles doces quando acertávamos alguma atividade.
14 O engraçado é que durante anos eu procurei por aquela bala, e todas as minhas tentativas
15 foram ....... . Acontece que certas coisas só nos encontram no momento certo — e nunca
16 sabemos quando ele vai chegar. Ali, parado, imóvel em frente ao caixa, tratei logo de pegar um
17 punhado daquele pedaço de nostalgia, como se buscasse segurança em um passado idealizado
18 que jamais vai voltar. Rodeados de um presente líquido e instável, levei no bolso um pedaço de
19 mim que pensei que nunca reencontraria. Foi barato, foi inesperado, foi necessário.
20 Confesso que ainda não comi todas as 8 balas que comprei. Guardei algumas para algum
21 momento em que a realidade pareça tão difícil e desconexa que a certeza do ontem irá de alguma
22 forma parecer cafuné. Também fiz isso porque não sei quando é que vou encontrá-las por aí de
23 novo — tá certo, eu até sei o local, mas ele fica longe e, sabe como é, mesmo que o passado
24 pareça reconfortante, a gente tem uma pressa de futuro que muitas vezes é tudo, menos doce.
Por Pedro Guerra
01 A vida tem dessas de promover alguns encontros quando a gente nem sabe se tá querendo
02 ser encontrado. Eu estava no meio do nada. — ok, sem tanto extremismo: eu estava em uma
03 conveniência de beira de estrada, daquelas em que o sinal do celular é meio capenga e os
04 salgados são superfaturados. O passeio era despretensioso, coisa rápida pra esvaziar a bexiga e
05 seguir caminho. Para pagar o uso do banheiro, comprei uma água (também superfaturada), e
06 logo ali no caixa veio a surpresa: encontrei uma bala que não via .... no mínimo uns 20 anos.
07 Foi como um soco no estômago, desses que desmancham certezas e despertam lembranças.
08 A bala em questão era um quadradinho envolto em papel prateado, daqueles que grudam e
09 muitas vezes a gente acaba mastigando com um pouco de embalagem mesmo. A viagem, antes
10 prevista para determinada cidade, de súbito pareceu deslocar-se para um tempo bem antigo, no
11 qual eu ainda era criança e conhecia aquela bala pela primeira vez. Lembro como se pudesse
12 tocar .... memória com os dedos: a professora de espanhol sempre entregava de presente um
13 daqueles doces quando acertávamos alguma atividade.
14 O engraçado é que durante anos eu procurei por aquela bala, e todas as minhas tentativas
15 foram ....... . Acontece que certas coisas só nos encontram no momento certo — e nunca
16 sabemos quando ele vai chegar. Ali, parado, imóvel em frente ao caixa, tratei logo de pegar um
17 punhado daquele pedaço de nostalgia, como se buscasse segurança em um passado idealizado
18 que jamais vai voltar. Rodeados de um presente líquido e instável, levei no bolso um pedaço de
19 mim que pensei que nunca reencontraria. Foi barato, foi inesperado, foi necessário.
20 Confesso que ainda não comi todas as 8 balas que comprei. Guardei algumas para algum
21 momento em que a realidade pareça tão difícil e desconexa que a certeza do ontem irá de alguma
22 forma parecer cafuné. Também fiz isso porque não sei quando é que vou encontrá-las por aí de
23 novo — tá certo, eu até sei o local, mas ele fica longe e, sabe como é, mesmo que o passado
24 pareça reconfortante, a gente tem uma pressa de futuro que muitas vezes é tudo, menos doce.
– Analise as assertivas a seguir a respeito da palavra “punhado” (l. 17):
I. Apresenta o mesmo radical que a palavra “punho”.
II. Um sinônimo possível para este vocábulo é “porção”.
III. É um adjetivo formado a partir do particípio de um verbo.
Quais estão corretas?
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