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Questão #1470
As técnicas de Treinamento e Desenvolvimento (T&D) são essenciais para o aprimoramento das habilidades e competências dos colaboradores, buscando garantir que a organização tenha uma equipe capacitada para enfrentar os desafios do mercado. Assinale a alternativa correspondente à técnica de treinamento onde os colaboradores aprendem enquanto desempenham suas funções diárias no ambiente de trabalho, com a orientação de um mentor ou supervisor.
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Questão #775
Em relação às ações policiais num contexto de generalização da
insegurança e da reativação de estigmas socioespaciais que
associam diretamente a pobreza com a violência, podemos
observar que as periferias pobres das diferentes cidades são os
espaços nos quais as violências legitimadas socialmente podem e
são praticadas, em grande parte das vezes de forma
indiscriminada – pelo simples fato de morar em um bairro pobre, o
citadino está sujeito à suspeição do restante da sociedade e da
polícia, o que faz com que seja tratado a priori como bandido.
insegurança e da reativação de estigmas socioespaciais que
associam diretamente a pobreza com a violência, podemos
observar que as periferias pobres das diferentes cidades são os
espaços nos quais as violências legitimadas socialmente podem e
são praticadas, em grande parte das vezes de forma
indiscriminada – pelo simples fato de morar em um bairro pobre, o
citadino está sujeito à suspeição do restante da sociedade e da
polícia, o que faz com que seja tratado a priori como bandido.
Para superar o problema socioespacial apresentado no texto,
avalie se é necessário que os profissionais em ação:
I. respeitem a dignidade da pessoa humana dependendo de sua
classe social, moradia, zona em que reside e cor da sua pele;
II. acatem a integridade física, moral e psíquica da pessoa do
preso ou de quem seja objeto de incriminação;
III. exerçam a função pública, seja em zona central ou periférica,
com honestidade, não aceitando vantagem indevida de
qualquer espécie.
Está correto o que se afirma em
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Questão #736
As frases a seguir mostram um termo sublinhado que foi
substituído por outro termo de valor pejorativo.
Assinale a opção em que isso não ocorre.
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Questão #772
Leia os fragmentos de texto a seguir.
I. Uma parte da mobilização emocional, uma herança do
descartado programa nacional-socialista, foi o antissemitismo,
a marca de todos os movimentos nacionalistas. Mas logo veio
a servir a um propósito mais sinistro. Os judeus tornaram-se os
objetos indefesos sobre os quais milhões de alemães
exerceram pela primeira vez a brutalidade essencial para que
a Alemanha dominasse toda a Europa. Eles eram o campo de
prática, a escola de treinamento de batalha, para as virtudes
nórdicas, que mais tarde encontrariam sua plena expressão na
Polônia, na França e na Rússia ocupada. Se os alemães tinham
estômago para isso, eles podiam suportar qualquer coisa.
Nenhuma voz de protesto foi levantada, em nenhum caso uma
Igreja Cristã, seja Católica Romana ou Protestante, abriu suas
portas para os judeus em refúgio, nenhum bispo alemão
colocou a estrela de Davi. Os alemães passaram no teste com
louvor: eles estavam de fato unidos.
(Adaptado de: TAYLOR, A. J. P.Observe a imagem a seguir.
The Course of German History: A survey of the development of Germany since
1815. New York: Coward McCann, 1962.)
II. O hitlerismo, por outro lado, trouxe de repente no mercado
mundial um novo artigo de exportação que tinha técnicas
refinadas e rapidamente adaptáveis a todos os países. A
matéria-prima deste artigo consistiu em certo grau de
ideologia racial com seu ponto central de ódio contra os judeus.
Disto já havia uma certa quantidade em cada país, ou poderia
ser estimulado. Mas o refinamento dessa matéria-prima
ocorreu na organização hierárquica nazista. Visava conquistar
as massas. Quando a ideologia racial e o ódio aos judeus eram
um tanto ineficazes como matéria-prima para as necessidades
das massas, alguma outra ideologia, engendrada por teóricos
ou seitas, poderia substitui-la e ser devidamente estimulada.
(Adaptado de: MEINECKE, Friedrich. The German Catastrophe. Boston: Beacon
Press, 1969, p. 59.)
I. Uma parte da mobilização emocional, uma herança do
descartado programa nacional-socialista, foi o antissemitismo,
a marca de todos os movimentos nacionalistas. Mas logo veio
a servir a um propósito mais sinistro. Os judeus tornaram-se os
objetos indefesos sobre os quais milhões de alemães
exerceram pela primeira vez a brutalidade essencial para que
a Alemanha dominasse toda a Europa. Eles eram o campo de
prática, a escola de treinamento de batalha, para as virtudes
nórdicas, que mais tarde encontrariam sua plena expressão na
Polônia, na França e na Rússia ocupada. Se os alemães tinham
estômago para isso, eles podiam suportar qualquer coisa.
Nenhuma voz de protesto foi levantada, em nenhum caso uma
Igreja Cristã, seja Católica Romana ou Protestante, abriu suas
portas para os judeus em refúgio, nenhum bispo alemão
colocou a estrela de Davi. Os alemães passaram no teste com
louvor: eles estavam de fato unidos.
(Adaptado de: TAYLOR, A. J. P.Observe a imagem a seguir.
The Course of German History: A survey of the development of Germany since
1815. New York: Coward McCann, 1962.)
II. O hitlerismo, por outro lado, trouxe de repente no mercado
mundial um novo artigo de exportação que tinha técnicas
refinadas e rapidamente adaptáveis a todos os países. A
matéria-prima deste artigo consistiu em certo grau de
ideologia racial com seu ponto central de ódio contra os judeus.
Disto já havia uma certa quantidade em cada país, ou poderia
ser estimulado. Mas o refinamento dessa matéria-prima
ocorreu na organização hierárquica nazista. Visava conquistar
as massas. Quando a ideologia racial e o ódio aos judeus eram
um tanto ineficazes como matéria-prima para as necessidades
das massas, alguma outra ideologia, engendrada por teóricos
ou seitas, poderia substitui-la e ser devidamente estimulada.
(Adaptado de: MEINECKE, Friedrich. The German Catastrophe. Boston: Beacon
Press, 1969, p. 59.)
Assinale a afirmativa que apresenta corretamente a interpretação
dos dois fragmentos sobre o antissemitismo na Alemanha nazista.
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Questão #735
Há uma série de palavras que correspondem a frases, em suas
situações comunicativas.
Assinale a palavra que mostra convencionalmente uma frase
equivalente.
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Questão #1445
A checagem de fake news no Facebook e Instagram
A Meta anunciou que está abandonando o uso de
checagem independente de fatos no Facebook e no
Instagram, substituindo-os por "notas da comunidade",
em um modelo semelhante ao do X, em que comentários
sobre a precisão do conteúdo das postagens são
deixados a cargo dos próprios usuários.
O anúncio despertou críticas de ativistas contra o
discurso de ódio na internet, que dizem que o ambiente
online ficará menos seguro com a mudança. Já outros
elogiaram o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, por colocar
fim à "censura" no Facebook e Instagram.
A decisão da Meta vale apenas nos Estados Unidos. A
empresa ainda não anunciou mudança na checagem de
fake news em outros países, como o Brasil, mas avisou
que isso acontecerá no futuro.
"A Meta está profundamente comprometida com a
liberdade de expressão", afirmou a empresa.
"Reconhecemos que formas abusivas do exercício deste
direito causam danos. Nos últimos anos, desenvolvemos
sistemas cada vez mais complexos para gerenciar
conteúdo em nossas plataformas. Embora esses
esforços tenham sido bem intencionados, eles se
ampliaram a ponto de termos, às vezes, exagerado na
aplicação de nossas regras, limitando debate político
legítimo", diz a Meta. "As mudanças anunciadas
recentemente pretendem enfrentar essa questão."
A checagem de fake news em postagens não é feita por
uma equipe da Meta. Ela é feita por agências
credenciadas junto à Rede Internacional de Verificação
de Fatos (em inglês, IFCN), uma entidade não-partidária
dedicada à checagem de fake news.
"Não achamos que uma empresa privada como a Meta
deva decidir o que é verdadeiro ou falso, e é exatamente
por isso que temos uma rede global de parceiros de
verificação de fatos que revisam e classificam, de forma
independente, potenciais desinformações no Facebook,
Instagram e WhatsApp", diz um post de junho de 2021
do blog da Meta que explica como funciona o sistema.
"O trabalho deles nos permite agir e reduzir a
disseminação de conteúdo problemático em nossos
aplicativos", prossegue o texto.
A Rede Internacional de Verificação de Fatos (IFCN) foi
criada pelo Instituto Poynter, uma organização sem fins
lucrativos que diz ser dedicada à promoção do jornalismo
imparcial e ético. A rede foi lançada em 2015, reunindo a
comunidade de verificadores de fatos ao redor do
mundo.
Segundo a Meta, "todos os parceiros de verificação de
fatos da Meta passam por um rigoroso processo de
certificação com o IFCN".
A Meta anunciou que está abandonando o uso de
checagem independente de fatos no Facebook e no
Instagram, substituindo-os por "notas da comunidade",
em um modelo semelhante ao do X, em que comentários
sobre a precisão do conteúdo das postagens são
deixados a cargo dos próprios usuários.
O anúncio despertou críticas de ativistas contra o
discurso de ódio na internet, que dizem que o ambiente
online ficará menos seguro com a mudança. Já outros
elogiaram o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, por colocar
fim à "censura" no Facebook e Instagram.
A decisão da Meta vale apenas nos Estados Unidos. A
empresa ainda não anunciou mudança na checagem de
fake news em outros países, como o Brasil, mas avisou
que isso acontecerá no futuro.
"A Meta está profundamente comprometida com a
liberdade de expressão", afirmou a empresa.
"Reconhecemos que formas abusivas do exercício deste
direito causam danos. Nos últimos anos, desenvolvemos
sistemas cada vez mais complexos para gerenciar
conteúdo em nossas plataformas. Embora esses
esforços tenham sido bem intencionados, eles se
ampliaram a ponto de termos, às vezes, exagerado na
aplicação de nossas regras, limitando debate político
legítimo", diz a Meta. "As mudanças anunciadas
recentemente pretendem enfrentar essa questão."
A checagem de fake news em postagens não é feita por
uma equipe da Meta. Ela é feita por agências
credenciadas junto à Rede Internacional de Verificação
de Fatos (em inglês, IFCN), uma entidade não-partidária
dedicada à checagem de fake news.
"Não achamos que uma empresa privada como a Meta
deva decidir o que é verdadeiro ou falso, e é exatamente
por isso que temos uma rede global de parceiros de
verificação de fatos que revisam e classificam, de forma
independente, potenciais desinformações no Facebook,
Instagram e WhatsApp", diz um post de junho de 2021
do blog da Meta que explica como funciona o sistema.
"O trabalho deles nos permite agir e reduzir a
disseminação de conteúdo problemático em nossos
aplicativos", prossegue o texto.
A Rede Internacional de Verificação de Fatos (IFCN) foi
criada pelo Instituto Poynter, uma organização sem fins
lucrativos que diz ser dedicada à promoção do jornalismo
imparcial e ético. A rede foi lançada em 2015, reunindo a
comunidade de verificadores de fatos ao redor do
mundo.
Segundo a Meta, "todos os parceiros de verificação de
fatos da Meta passam por um rigoroso processo de
certificação com o IFCN".
A Meta anunciou que está abandonando o uso de checagem independente de fatos no Facebook e no Instagram, "substituindo"-os por notas da comunidade.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
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Questão #742
Observe as duas frases a seguir.
1. O policial entrou na viatura.
2. A viatura policial era nova.
Nessas frases a palavra “policial” pertence a duas classes
diferentes (substantivo e adjetivo).
O mesmo acontece com as palavras destacadas {} nas seguintes
frases:
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Questão #1441
A checagem de fake news no Facebook e Instagram
A Meta anunciou que está abandonando o uso de
checagem independente de fatos no Facebook e no
Instagram, substituindo-os por "notas da comunidade",
em um modelo semelhante ao do X, em que comentários
sobre a precisão do conteúdo das postagens são
deixados a cargo dos próprios usuários.
O anúncio despertou críticas de ativistas contra o
discurso de ódio na internet, que dizem que o ambiente
online ficará menos seguro com a mudança. Já outros
elogiaram o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, por colocar
fim à "censura" no Facebook e Instagram.
A decisão da Meta vale apenas nos Estados Unidos. A
empresa ainda não anunciou mudança na checagem de
fake news em outros países, como o Brasil, mas avisou
que isso acontecerá no futuro.
"A Meta está profundamente comprometida com a
liberdade de expressão", afirmou a empresa.
"Reconhecemos que formas abusivas do exercício deste
direito causam danos. Nos últimos anos, desenvolvemos
sistemas cada vez mais complexos para gerenciar
conteúdo em nossas plataformas. Embora esses
esforços tenham sido bem intencionados, eles se
ampliaram a ponto de termos, às vezes, exagerado na
aplicação de nossas regras, limitando debate político
legítimo", diz a Meta. "As mudanças anunciadas
recentemente pretendem enfrentar essa questão."
A checagem de fake news em postagens não é feita por
uma equipe da Meta. Ela é feita por agências
credenciadas junto à Rede Internacional de Verificação
de Fatos (em inglês, IFCN), uma entidade não-partidária
dedicada à checagem de fake news.
"Não achamos que uma empresa privada como a Meta
deva decidir o que é verdadeiro ou falso, e é exatamente
por isso que temos uma rede global de parceiros de
verificação de fatos que revisam e classificam, de forma
independente, potenciais desinformações no Facebook,
Instagram e WhatsApp", diz um post de junho de 2021
do blog da Meta que explica como funciona o sistema.
"O trabalho deles nos permite agir e reduzir a
disseminação de conteúdo problemático em nossos
aplicativos", prossegue o texto.
A Rede Internacional de Verificação de Fatos (IFCN) foi
criada pelo Instituto Poynter, uma organização sem fins
lucrativos que diz ser dedicada à promoção do jornalismo
imparcial e ético. A rede foi lançada em 2015, reunindo a
comunidade de verificadores de fatos ao redor do
mundo.
Segundo a Meta, "todos os parceiros de verificação de
fatos da Meta passam por um rigoroso processo de
certificação com o IFCN".
A Meta anunciou que está abandonando o uso de
checagem independente de fatos no Facebook e no
Instagram, substituindo-os por "notas da comunidade",
em um modelo semelhante ao do X, em que comentários
sobre a precisão do conteúdo das postagens são
deixados a cargo dos próprios usuários.
O anúncio despertou críticas de ativistas contra o
discurso de ódio na internet, que dizem que o ambiente
online ficará menos seguro com a mudança. Já outros
elogiaram o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, por colocar
fim à "censura" no Facebook e Instagram.
A decisão da Meta vale apenas nos Estados Unidos. A
empresa ainda não anunciou mudança na checagem de
fake news em outros países, como o Brasil, mas avisou
que isso acontecerá no futuro.
"A Meta está profundamente comprometida com a
liberdade de expressão", afirmou a empresa.
"Reconhecemos que formas abusivas do exercício deste
direito causam danos. Nos últimos anos, desenvolvemos
sistemas cada vez mais complexos para gerenciar
conteúdo em nossas plataformas. Embora esses
esforços tenham sido bem intencionados, eles se
ampliaram a ponto de termos, às vezes, exagerado na
aplicação de nossas regras, limitando debate político
legítimo", diz a Meta. "As mudanças anunciadas
recentemente pretendem enfrentar essa questão."
A checagem de fake news em postagens não é feita por
uma equipe da Meta. Ela é feita por agências
credenciadas junto à Rede Internacional de Verificação
de Fatos (em inglês, IFCN), uma entidade não-partidária
dedicada à checagem de fake news.
"Não achamos que uma empresa privada como a Meta
deva decidir o que é verdadeiro ou falso, e é exatamente
por isso que temos uma rede global de parceiros de
verificação de fatos que revisam e classificam, de forma
independente, potenciais desinformações no Facebook,
Instagram e WhatsApp", diz um post de junho de 2021
do blog da Meta que explica como funciona o sistema.
"O trabalho deles nos permite agir e reduzir a
disseminação de conteúdo problemático em nossos
aplicativos", prossegue o texto.
A Rede Internacional de Verificação de Fatos (IFCN) foi
criada pelo Instituto Poynter, uma organização sem fins
lucrativos que diz ser dedicada à promoção do jornalismo
imparcial e ético. A rede foi lançada em 2015, reunindo a
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Segundo a Meta, "todos os parceiros de verificação de
fatos da Meta passam por um rigoroso processo de
certificação com o IFCN".
A checagem de fake news em postagens não é feita por uma equipe da Meta. Ela é feita por agências credenciadas junto à Rede Internacional de Verificação de Fatos, uma entidade não-partidária dedicada à checagem de fake news. Em relação à concordância verbal, é correto afirmar que o:
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Questão #1451
Questão 15O Microsoft Excel possui funções que otimizam a manipulação de dados, como a função PROCV, utilizada para localizar informações específicas em tabelas organizadas. Sua aplicação correta depende da compreensão da estrutura da função e dos parâmetros que ela utiliza. Acerca do assunto, marque (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas.
(__) A função PROCV pode buscar valores em qualquer coluna da tabela, desde que o número_índice_coluna corresponda à posição do dado que se deseja retornar. (__) O parâmetro procurar_intervalo pode ser omitido na função PROCV, mas, neste caso, a busca será sempre exata. (__) Quando o valor procurado não é encontrado, a função PROCV retorna o valor 0, indicando que o dado não existe no intervalo especificado. (__) Para garantir que o valor retornado corresponda ao procurado, a primeira coluna do intervalo especificado na tabela ou matriz (tabela_array) deve conter os valores de referência. A sequência está correta em:
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Questão #1455
O controle administrativo é uma das funções essenciais da administração pública, visando garantir a legalidade, a eficiência e a transparência na gestão pública. Analise as afirmações abaixo sobre o controle administrativo.
I. O controle administrativo é realizado exclusivamente por órgãos internos da administração, como a Controladoria-Geral, e não envolve a participação de entidades externas ou da sociedade civil.
II. O controle administrativo deve ser orientado pela transparência, possibilitando que os gestores públicos prestem contas de suas ações à sociedade e a outros órgãos de fiscalização, como tribunais de contas e o Ministério Público. III. O controle administrativo se limita apenas ao acompanhamento da execução orçamentária e financeira, não se estendendo a outras áreas da gestão pública, como os recursos humanos e a execução de políticas públicas. A seguir assinale a alternativa correta.
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Questão #768
Rafaela e Mariana ficaram de plantão juntas hoje, uma terça-feira.
Rafaela fica de plantão de 4 em 4 dias e Mariana de 6 em
6 dias.
Sem contar o dia de hoje, após 100 dias, o próximo dia em que
Rafaela e Mariana ficarão de plantão juntas será
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Questão #1465
O planejamento estratégico é fundamental para direcionar as ações de uma organização, definindo metas claras e alinhando recursos e esforços para alcançar os objetivos de longo prazo de forma eficiente e eficaz. Assinale a alternativa que corresponde a um dos objetivos do planejamento estratégico que precede que é necessário que se tenha uma visão de longo prazo, onde os líderes possam tomar decisões aderentes, considerando diferentes cenários e suas implicações.
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Questão #747
Assinale a frase em que o pronome demonstrativo sublinhado está
corretamente empregado, segundo a tradição gramatical.
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Questão #737
A subjetividade é particularmente expressa pelos pronomes de
primeira pessoa.
Assinale a frase em que outro pronome se encarrega da
subjetividade, equivalente aos pronomes de primeira pessoa.
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Questão #1439
A checagem de fake news no Facebook e Instagram
A Meta anunciou que está abandonando o uso de
checagem independente de fatos no Facebook e no
Instagram, substituindo-os por "notas da comunidade",
em um modelo semelhante ao do X, em que comentários
sobre a precisão do conteúdo das postagens são
deixados a cargo dos próprios usuários.
O anúncio despertou críticas de ativistas contra o
discurso de ódio na internet, que dizem que o ambiente
online ficará menos seguro com a mudança. Já outros
elogiaram o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, por colocar
fim à "censura" no Facebook e Instagram.
A decisão da Meta vale apenas nos Estados Unidos. A
empresa ainda não anunciou mudança na checagem de
fake news em outros países, como o Brasil, mas avisou
que isso acontecerá no futuro.
"A Meta está profundamente comprometida com a
liberdade de expressão", afirmou a empresa.
"Reconhecemos que formas abusivas do exercício deste
direito causam danos. Nos últimos anos, desenvolvemos
sistemas cada vez mais complexos para gerenciar
conteúdo em nossas plataformas. Embora esses
esforços tenham sido bem intencionados, eles se
ampliaram a ponto de termos, às vezes, exagerado na
aplicação de nossas regras, limitando debate político
legítimo", diz a Meta. "As mudanças anunciadas
recentemente pretendem enfrentar essa questão."
A checagem de fake news em postagens não é feita por
uma equipe da Meta. Ela é feita por agências
credenciadas junto à Rede Internacional de Verificação
de Fatos (em inglês, IFCN), uma entidade não-partidária
dedicada à checagem de fake news.
"Não achamos que uma empresa privada como a Meta
deva decidir o que é verdadeiro ou falso, e é exatamente
por isso que temos uma rede global de parceiros de
verificação de fatos que revisam e classificam, de forma
independente, potenciais desinformações no Facebook,
Instagram e WhatsApp", diz um post de junho de 2021
do blog da Meta que explica como funciona o sistema.
"O trabalho deles nos permite agir e reduzir a
disseminação de conteúdo problemático em nossos
aplicativos", prossegue o texto.
A Rede Internacional de Verificação de Fatos (IFCN) foi
criada pelo Instituto Poynter, uma organização sem fins
lucrativos que diz ser dedicada à promoção do jornalismo
imparcial e ético. A rede foi lançada em 2015, reunindo a
comunidade de verificadores de fatos ao redor do
mundo.
Segundo a Meta, "todos os parceiros de verificação de
fatos da Meta passam por um rigoroso processo de
certificação com o IFCN".
A Meta anunciou que está abandonando o uso de
checagem independente de fatos no Facebook e no
Instagram, substituindo-os por "notas da comunidade",
em um modelo semelhante ao do X, em que comentários
sobre a precisão do conteúdo das postagens são
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discurso de ódio na internet, que dizem que o ambiente
online ficará menos seguro com a mudança. Já outros
elogiaram o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, por colocar
fim à "censura" no Facebook e Instagram.
A decisão da Meta vale apenas nos Estados Unidos. A
empresa ainda não anunciou mudança na checagem de
fake news em outros países, como o Brasil, mas avisou
que isso acontecerá no futuro.
"A Meta está profundamente comprometida com a
liberdade de expressão", afirmou a empresa.
"Reconhecemos que formas abusivas do exercício deste
direito causam danos. Nos últimos anos, desenvolvemos
sistemas cada vez mais complexos para gerenciar
conteúdo em nossas plataformas. Embora esses
esforços tenham sido bem intencionados, eles se
ampliaram a ponto de termos, às vezes, exagerado na
aplicação de nossas regras, limitando debate político
legítimo", diz a Meta. "As mudanças anunciadas
recentemente pretendem enfrentar essa questão."
A checagem de fake news em postagens não é feita por
uma equipe da Meta. Ela é feita por agências
credenciadas junto à Rede Internacional de Verificação
de Fatos (em inglês, IFCN), uma entidade não-partidária
dedicada à checagem de fake news.
"Não achamos que uma empresa privada como a Meta
deva decidir o que é verdadeiro ou falso, e é exatamente
por isso que temos uma rede global de parceiros de
verificação de fatos que revisam e classificam, de forma
independente, potenciais desinformações no Facebook,
Instagram e WhatsApp", diz um post de junho de 2021
do blog da Meta que explica como funciona o sistema.
"O trabalho deles nos permite agir e reduzir a
disseminação de conteúdo problemático em nossos
aplicativos", prossegue o texto.
A Rede Internacional de Verificação de Fatos (IFCN) foi
criada pelo Instituto Poynter, uma organização sem fins
lucrativos que diz ser dedicada à promoção do jornalismo
imparcial e ético. A rede foi lançada em 2015, reunindo a
comunidade de verificadores de fatos ao redor do
mundo.
Segundo a Meta, "todos os parceiros de verificação de
fatos da Meta passam por um rigoroso processo de
certificação com o IFCN".
A Meta anunciou que está abandonando o uso de checagem independente de fatos no Facebook e no Instagram, substituindo-os por "notas da comunidade". Com base no texto apresentado, analise as afirmativas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.
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Questão #751
Assinale a frase em que a colocação do pronome pessoal oblíquo
está correta
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Questão #746
Nas frases a seguir, a forma do infinitivo foi substituída por um
substantivo correspondente.
Assinale a frase em que essa correspondência está correta.
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Questão #789
No MS Word 2016 BR, a Guia Revisão contém, como padrão, os
botões listados a seguir, à exceção de um. Assinale-o.

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Questão #756
O soldado Rafael dedica uma hora e quinze minutos por dia a seu
treinamento físico, todos os dias, exceto aos domingos. No mês de
agosto de 2024 Rafael cumpriu seu treinamento, e esse mês teve
cinco domingos.
No mês de agosto de 2024, o tempo total que Rafael dedicou a seu
treinamento foi de
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Questão #1438
A checagem de fake news no Facebook e Instagram
A Meta anunciou que está abandonando o uso de
checagem independente de fatos no Facebook e no
Instagram, substituindo-os por "notas da comunidade",
em um modelo semelhante ao do X, em que comentários
sobre a precisão do conteúdo das postagens são
deixados a cargo dos próprios usuários.
O anúncio despertou críticas de ativistas contra o
discurso de ódio na internet, que dizem que o ambiente
online ficará menos seguro com a mudança. Já outros
elogiaram o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, por colocar
fim à "censura" no Facebook e Instagram.
A decisão da Meta vale apenas nos Estados Unidos. A
empresa ainda não anunciou mudança na checagem de
fake news em outros países, como o Brasil, mas avisou
que isso acontecerá no futuro.
"A Meta está profundamente comprometida com a
liberdade de expressão", afirmou a empresa.
"Reconhecemos que formas abusivas do exercício deste
direito causam danos. Nos últimos anos, desenvolvemos
sistemas cada vez mais complexos para gerenciar
conteúdo em nossas plataformas. Embora esses
esforços tenham sido bem intencionados, eles se
ampliaram a ponto de termos, às vezes, exagerado na
aplicação de nossas regras, limitando debate político
legítimo", diz a Meta. "As mudanças anunciadas
recentemente pretendem enfrentar essa questão."
A checagem de fake news em postagens não é feita por
uma equipe da Meta. Ela é feita por agências
credenciadas junto à Rede Internacional de Verificação
de Fatos (em inglês, IFCN), uma entidade não-partidária
dedicada à checagem de fake news.
"Não achamos que uma empresa privada como a Meta
deva decidir o que é verdadeiro ou falso, e é exatamente
por isso que temos uma rede global de parceiros de
verificação de fatos que revisam e classificam, de forma
independente, potenciais desinformações no Facebook,
Instagram e WhatsApp", diz um post de junho de 2021
do blog da Meta que explica como funciona o sistema.
"O trabalho deles nos permite agir e reduzir a
disseminação de conteúdo problemático em nossos
aplicativos", prossegue o texto.
A Rede Internacional de Verificação de Fatos (IFCN) foi
criada pelo Instituto Poynter, uma organização sem fins
lucrativos que diz ser dedicada à promoção do jornalismo
imparcial e ético. A rede foi lançada em 2015, reunindo a
comunidade de verificadores de fatos ao redor do
mundo.
Segundo a Meta, "todos os parceiros de verificação de
fatos da Meta passam por um rigoroso processo de
certificação com o IFCN".
A Meta anunciou que está abandonando o uso de
checagem independente de fatos no Facebook e no
Instagram, substituindo-os por "notas da comunidade",
em um modelo semelhante ao do X, em que comentários
sobre a precisão do conteúdo das postagens são
deixados a cargo dos próprios usuários.
O anúncio despertou críticas de ativistas contra o
discurso de ódio na internet, que dizem que o ambiente
online ficará menos seguro com a mudança. Já outros
elogiaram o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, por colocar
fim à "censura" no Facebook e Instagram.
A decisão da Meta vale apenas nos Estados Unidos. A
empresa ainda não anunciou mudança na checagem de
fake news em outros países, como o Brasil, mas avisou
que isso acontecerá no futuro.
"A Meta está profundamente comprometida com a
liberdade de expressão", afirmou a empresa.
"Reconhecemos que formas abusivas do exercício deste
direito causam danos. Nos últimos anos, desenvolvemos
sistemas cada vez mais complexos para gerenciar
conteúdo em nossas plataformas. Embora esses
esforços tenham sido bem intencionados, eles se
ampliaram a ponto de termos, às vezes, exagerado na
aplicação de nossas regras, limitando debate político
legítimo", diz a Meta. "As mudanças anunciadas
recentemente pretendem enfrentar essa questão."
A checagem de fake news em postagens não é feita por
uma equipe da Meta. Ela é feita por agências
credenciadas junto à Rede Internacional de Verificação
de Fatos (em inglês, IFCN), uma entidade não-partidária
dedicada à checagem de fake news.
"Não achamos que uma empresa privada como a Meta
deva decidir o que é verdadeiro ou falso, e é exatamente
por isso que temos uma rede global de parceiros de
verificação de fatos que revisam e classificam, de forma
independente, potenciais desinformações no Facebook,
Instagram e WhatsApp", diz um post de junho de 2021
do blog da Meta que explica como funciona o sistema.
"O trabalho deles nos permite agir e reduzir a
disseminação de conteúdo problemático em nossos
aplicativos", prossegue o texto.
A Rede Internacional de Verificação de Fatos (IFCN) foi
criada pelo Instituto Poynter, uma organização sem fins
lucrativos que diz ser dedicada à promoção do jornalismo
imparcial e ético. A rede foi lançada em 2015, reunindo a
comunidade de verificadores de fatos ao redor do
mundo.
Segundo a Meta, "todos os parceiros de verificação de
fatos da Meta passam por um rigoroso processo de
certificação com o IFCN".
Embora esses esforços "foram" bem intencionados, eles se "ampliaram" a ponto de exagerarmos na aplicação de nossas regras.
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