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Questão #2154
A função administrativa de organização diz respeito à disposição dos recursos disponíveis de modo a viabilizar a consecução dos objetivos organizacionais definidos da forma mais eficiente e eficaz possível. Analise as afirmativas referentes à função administrativa de organização.
I - A função de organização visa a esclarecer quais as atividades específicas que devem ser desenvolvidas para a consecução dos objetivos planejados, bem como orientar e conduzir a execução dos processos.
II - A função de organização trata, em cada área específica, de como se darão as relações de hierarquia, autoridade e competências.
III - A função de organização busca definir como a estrutura organizacional deve ser disposta a fim de possibilitar o desempenho mais eficiente, eficaz e efetivo. É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Questão #2144
Sobre arquivos do tipo PDF, analise as seguintes afirmativas.
I - Arquivos PDF podem conter links, botões, arquivos de áudio e vídeo.
II - Uma limitação dos PDFs é o fato de não poderem ser assinados eletronicamente.
III - A maioria dos navegadores de internet conseguem visualizar arquivos do tipo PDF, evitando a instalação de softwares adicionais. É CORRETO o que ser afirma em:
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Questão #511
De acordo com o art. 160 do Código Penal Brasileiro
(Decreto-lei n° 2.848 de 1940), o ato de exigir ou
receber, como garantia de dívida, abusando da
situação de alguém, documento que pode dar causa a
procedimento criminal contra a vítima ou contra
terceiro, descreve a conduta relativa ao crime de:
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Questão #1641
Sobre a Lei Orçamentária Anual (LOA), qual das proposições a seguir é a CORRETA?
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Questão #620
No dia 15 de novembro de 1889, ocorreu um importante evento que marcou a história e a organização política do Brasil, resultado da
articulação entre militares e civis insatisfeitos com a Monarquia. Este evento modificou as formas de organização e de administração
política do Estado Brasileiro, permanecendo até hoje.
Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE o nome do importante fato da história política do Brasil, descrito no contexto:
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Questão #1613
Sobre Sistemas Operacionais,assinale a alternativa CORRETA:
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Questão #1615
A gestão da qualidade é um requisito importante para a competitividade das empresas. Três conceitos associados à gestão da qualidade se destacam: o TQM (Gestão da Qualidade Total), o TQC (Controle Total da Qualidade) e a Gestão Estratégica da Qualidade. Para os conceitos citados, temos as seguintes proposições:
I - TQM é o gerenciamento de todos os elementos da empresa, relacionados com o empreendimento, para avaliar o grau de eficiência e eficácia.
II - TQC compreende as atividades de controle em todas as fases das quais depende a satisfação do cliente.
III - Gestão Estratégica da Qualidade é a gestão da qualidade total com foco estratégico, consiste num conjunto de orientações estratégicas que abrangem toda a organização e são essenciais para a sustentabilidade das ações de qualidade a longo prazo. É CORRETO concluir o que se afirma em:
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Questão #2141
Softwares considerados livres são programas de computador nos quais os usuários têm liberdade para executar, modificar e redistribuir sem restrições. Assinale a alternativa que apresenta dois exemplos de softwares livres.
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Questão #1632
A sustentabilidade é o meio de garantir o suprimento das necessidades atuais da sociedade sem comprometer o das gerações futuras. Considerando o tema, analise as asserções a seguir e a relação entre elas:
I - A sustentabilidade nas organizações é alcançada apenas através da redução de custos operacionais. PORQUE
II - A sustentabilidade envolve a adoção de práticas que garantam a continuidade dos recursos naturais e a qualidade de vida das futuras gerações. A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:
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Questão #487
TEXTO I
Setembro lilás e o direito a uma chance
Laura Brito
O setembro lilás nos convoca a um mês de
conscientização da doença de Alzheimer e outros
tipos de demência. Se você que me lê pensa que é só
mais um mês ou só mais uma cor, peço um pouco de
atenção aos números de demência no Brasil.
Em 2024, o Ministério da Saúde divulgou o Relatório
Nacional sobre a Demência: Epidemiologia,
(re)conhecimento e projeções futuras e o estudo
mostrou que cerca de 8,5% da população com 60 anos
ou mais convivem com algum tipo de demência, o
que representa cerca de 1,8 milhão de casos. Até
2050, a projeção é que 5,7 milhões de pessoas sejam
diagnosticadas no Brasil.
Isso significa que muitas pessoas à sua volta estão
vivendo com demência e algumas delas não têm
sequer a chance de saber, muito menos de se tratar.
Isso se dá por uma sequência de obstáculos:
resistência da família, falta de especialização médica
e desconsideração do tratamento prescrito. Tudo isso
pode ser melhorado por meio de conscientização.
Sobre a resistência de família, é preciso que as
pessoas saibam que falta de memória recente não é
comum na velhice, nem motivo de brincadeiras. Se
uma pessoa próxima está tendo dificuldade de se
lembrar de algo que fez há pouco, é hora de enfrentar
o tabu e dizer: vamos buscar um médico. Receber o
diagnóstico de Alzheimer não é o problema. O
problema é a demência estar lá e todo mundo fingir
que não vê.
Como o aumento da longevidade e o consequente
crescimento dos casos de demência são recentes,
obter um diagnóstico preciso para uma situação de
declínio cognitivo ainda é difícil. Por isso, vale a
conscientização de que buscar um profissional
especializado, sempre que possível, é uma chance
importante para um manejo adequado das
manifestações. A doença de Alzheimer não tem cura,
mas tem tratamentos que visam estabilizar os
sintomas e diminuir o ritmo da progressão da doença.
Obtido o diagnóstico, é preciso, dentro das
possibilidades da família, cumprir o plano de
tratamento prescrito. Além de medicação, há
reabilitação cognitiva, terapia ocupacional,
estimulação social e física e adaptações no ambiente.
A abordagem multidisciplinar é muito importante.
Sabemos que nem sempre é possível cumprir toda
essa agenda de tratamento. Mas é essencial que se
vença uma noção bastante arraigada de que a
medicação – especialmente as mais comumente
prescritas para agitação – é suficiente para
administrar o Alzheimer.
A conscientização dos sintomas e da importância do
diagnóstico precoce também é uma chance de
planejamento jurídico do envelhecimento e do avanço
dos sintomas da demência. Uma pessoa que recebe o
diagnóstico de Alzheimer quando o declínio
cognitivo é inicial e ainda não lhe tirou a capacidade
pode tomar uma série de decisões para a sua vida e o
seu patrimônio. Se a família resiste ou não tem
informações para reconhecer os sintomas que já
começaram a se instalar, a pessoa perde a chance de
exercer sua autodeterminação e tomar providências
que poderiam mudar a sua vida.
Essa pessoa pode, por exemplo, liquidar uma parte de
seu patrimônio imobilizado para ter dinheiro em
aplicações de fácil resgate, que lhe permita ter acesso
a conforto e autonomia. Ela pode fazer um
testamento, designando quem deve ficar com seus
bens ou sobre remuneração de serviços prestados a
ela, por ocasião da doença de que faleceu, ainda que
fique ao arbítrio do herdeiro ou de outrem determinar
o valor do legado.
Contudo, depois que os sintomas da demência
avançam, desaparecem as chances de que a pessoa
desafiada por ela pudesse manifestar seus desejos.
Também nesse ponto a conscientização pregada pelo
setembro lilás é tão importante.
Nesse sentido, quando o Alzheimer já fez instalar um
declínio cognitivo avançado, o remédio jurídico é a
curatela, por meio do que uma pessoa próxima será
nomeada representante de quem está vulnerável. Não
adianta procuração, não adianta ter cartão e senha.
O que organiza as responsabilidades em relação a
uma pessoa com demência é o processo de interdição.
A curatela não incapacita ninguém – o Alzheimer,
sim. A curatela, na realidade, organiza e centraliza a
gestão dos cuidados e das finanças da pessoa
curatelada.
Precisamos falar sobre demência e sobre Alzheimer.
Precisamos vencer o medo desconhecido, do que não
tem cura. Fechar os olhos não faz com que o
Alzheimer desapareça, só faz com que as pessoas
percam chances importantes de tratamento e tomada
de decisão.
Setembro lilás e o direito a uma chance
Laura Brito
O setembro lilás nos convoca a um mês de
conscientização da doença de Alzheimer e outros
tipos de demência. Se você que me lê pensa que é só
mais um mês ou só mais uma cor, peço um pouco de
atenção aos números de demência no Brasil.
Em 2024, o Ministério da Saúde divulgou o Relatório
Nacional sobre a Demência: Epidemiologia,
(re)conhecimento e projeções futuras e o estudo
mostrou que cerca de 8,5% da população com 60 anos
ou mais convivem com algum tipo de demência, o
que representa cerca de 1,8 milhão de casos. Até
2050, a projeção é que 5,7 milhões de pessoas sejam
diagnosticadas no Brasil.
Isso significa que muitas pessoas à sua volta estão
vivendo com demência e algumas delas não têm
sequer a chance de saber, muito menos de se tratar.
Isso se dá por uma sequência de obstáculos:
resistência da família, falta de especialização médica
e desconsideração do tratamento prescrito. Tudo isso
pode ser melhorado por meio de conscientização.
Sobre a resistência de família, é preciso que as
pessoas saibam que falta de memória recente não é
comum na velhice, nem motivo de brincadeiras. Se
uma pessoa próxima está tendo dificuldade de se
lembrar de algo que fez há pouco, é hora de enfrentar
o tabu e dizer: vamos buscar um médico. Receber o
diagnóstico de Alzheimer não é o problema. O
problema é a demência estar lá e todo mundo fingir
que não vê.
Como o aumento da longevidade e o consequente
crescimento dos casos de demência são recentes,
obter um diagnóstico preciso para uma situação de
declínio cognitivo ainda é difícil. Por isso, vale a
conscientização de que buscar um profissional
especializado, sempre que possível, é uma chance
importante para um manejo adequado das
manifestações. A doença de Alzheimer não tem cura,
mas tem tratamentos que visam estabilizar os
sintomas e diminuir o ritmo da progressão da doença.
Obtido o diagnóstico, é preciso, dentro das
possibilidades da família, cumprir o plano de
tratamento prescrito. Além de medicação, há
reabilitação cognitiva, terapia ocupacional,
estimulação social e física e adaptações no ambiente.
A abordagem multidisciplinar é muito importante.
Sabemos que nem sempre é possível cumprir toda
essa agenda de tratamento. Mas é essencial que se
vença uma noção bastante arraigada de que a
medicação – especialmente as mais comumente
prescritas para agitação – é suficiente para
administrar o Alzheimer.
A conscientização dos sintomas e da importância do
diagnóstico precoce também é uma chance de
planejamento jurídico do envelhecimento e do avanço
dos sintomas da demência. Uma pessoa que recebe o
diagnóstico de Alzheimer quando o declínio
cognitivo é inicial e ainda não lhe tirou a capacidade
pode tomar uma série de decisões para a sua vida e o
seu patrimônio. Se a família resiste ou não tem
informações para reconhecer os sintomas que já
começaram a se instalar, a pessoa perde a chance de
exercer sua autodeterminação e tomar providências
que poderiam mudar a sua vida.
Essa pessoa pode, por exemplo, liquidar uma parte de
seu patrimônio imobilizado para ter dinheiro em
aplicações de fácil resgate, que lhe permita ter acesso
a conforto e autonomia. Ela pode fazer um
testamento, designando quem deve ficar com seus
bens ou sobre remuneração de serviços prestados a
ela, por ocasião da doença de que faleceu, ainda que
fique ao arbítrio do herdeiro ou de outrem determinar
o valor do legado.
Contudo, depois que os sintomas da demência
avançam, desaparecem as chances de que a pessoa
desafiada por ela pudesse manifestar seus desejos.
Também nesse ponto a conscientização pregada pelo
setembro lilás é tão importante.
Nesse sentido, quando o Alzheimer já fez instalar um
declínio cognitivo avançado, o remédio jurídico é a
curatela, por meio do que uma pessoa próxima será
nomeada representante de quem está vulnerável. Não
adianta procuração, não adianta ter cartão e senha.
O que organiza as responsabilidades em relação a
uma pessoa com demência é o processo de interdição.
A curatela não incapacita ninguém – o Alzheimer,
sim. A curatela, na realidade, organiza e centraliza a
gestão dos cuidados e das finanças da pessoa
curatelada.
Precisamos falar sobre demência e sobre Alzheimer.
Precisamos vencer o medo desconhecido, do que não
tem cura. Fechar os olhos não faz com que o
Alzheimer desapareça, só faz com que as pessoas
percam chances importantes de tratamento e tomada
de decisão.
Os vocábulos “diagnóstico” e “médico” são
acentuados devido a mesma justificativa.
O mesmo ocorre com o par de palavras
apresentado em:
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Questão #521
Com base no art. 1º da Lei n° 12.850 de 2013 (Lei de
Organização Criminosa), considerando os demais
critérios estabelecidos, quantas pessoas deverão se
associar para que seja considerado organização
criminosa:
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Questão #513
De acordo com o Código Penal Brasileiro (Decreto-lei
n° 2.848 de 1940), leia os tipos penais a seguir, e
assinale:
n° 2.848 de 1940), leia os tipos penais a seguir, e
assinale:
1. Concussão - art. 316 do CP.
2. Advocacia administrativa – art. 321 CP.
3. Excesso de exação - art. 316, § 1º do CP.
( ) Patrocinar, direta ou indiretamente, interesse
privado perante a administração pública,
valendo-se da qualidade de funcionário.
( ) Exigir, para si ou para outrem, direta ou
indiretamente, ainda que fora da função ou
antes de assumi-la, mas em razão dela,
vantagem indevida.
( ) Se o funcionário exige tributo ou contribuição
social que sabe ou deveria saber indevido, ou,
quando devido, emprega na cobrança meio
vexatório ou gravoso, que a lei não autoriza.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Questão #522
Qual a Lei de criação da Guarda Municipal de Santa
Cecília:
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Questão #621
As imagens a seguir apresentam alguns elementos e técnicas, relacionadas a um processo que começou a desenvolver-se no mundo
após a Segunda Guerra Mundial. Este processo é marcado por grandes inovações, mudanças e avanços nos campos da robótica,
genética, informática, telecomunicações, eletrônica, entre outros. Estas inovações acabaram modificando as formas de trabalhar, as
comunicações e os estudos, resultando em diversos benefícios para a economia e para as sociedades.
A partir das imagens e as informações contidas no contexto sobre as inovações tecnológicas e alguns de seus efeitos, analise as
afirmações a seguir:
após a Segunda Guerra Mundial. Este processo é marcado por grandes inovações, mudanças e avanços nos campos da robótica,
genética, informática, telecomunicações, eletrônica, entre outros. Estas inovações acabaram modificando as formas de trabalhar, as
comunicações e os estudos, resultando em diversos benefícios para a economia e para as sociedades.
A partir das imagens e as informações contidas no contexto sobre as inovações tecnológicas e alguns de seus efeitos, analise as
afirmações a seguir:
I - O texto e as imagens fazem referência a denominada revolução técnico científica e informacional que tem ocorrido em âmbito
mundial.
II- Os benefícios das inovações e dos avanços científicos atingem por igual as populações e as economias de todos os países do
mundo.
III- Os avanços nos campos da robótica e da informática criam mais empregos e exigem trabalhadores menos qualificados.
IV- As mudanças e as inovações tecnológicas na economia e na vida, são cada vez mais rápidas e alteram o modo de produzir, de
consumir e de se comunicar.
É CORRETO o que se afirma apenas em:

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Questão #609
Uma empresa produz extrato de tomate em caixinhas com formato de bloco
retangular. As dimensões internas de cada caixinha são 10cm de comprimento, 5cm
de largura e 8cm de altura, sendo completamente preenchidas com o produto. Para
aumentar a lucratividade, a empresa decidiu reduzir cada uma das três dimensões da
caixinha em 10%.
Com essa alteração, a redução no volume de extrato de tomate em cada caixinha, em
mililitros, foi de:
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Questão #519
Com base no art. 54 da Lei nº 9.605 de 1998 (Lei de
Crimes Ambientais), causar poluição de qualquer
natureza em níveis tais que resultem ou possam
resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem
a mortandade de animais ou a destruição significativa
da flora, tem pena de
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Questão #488
TEXTO II
Chocolate faz bem para a saúde?
Quando o assunto é chocolate, até conhecer um pouco
de sua história e alguns de seus efeitos em nosso
organismo é divertido. Mas o que para alguns é um
prazer incontrolável, para outros se constitui em uma
tentação, principalmente para os que querem
emagrecer.
A árvore que dá origem ao cacau é o cacaueiro que
tem como nome científico Theobroma cacau, cujo
nome Theobroma significa bebida dos deuses. O
cacaueiro é uma árvore nativa da América Central e
do Sul, que necessita de condições especiais para
produzir. Só para exemplificar, as árvores produtoras
de cacau são muito sensíveis às variações climáticas
e principalmente às doenças. Sua altura não costuma
ultrapassar os 10 metros e caso as condições sejam
favoráveis, em apenas 5 anos se inicia sua produção,
podendo viver até quase 50 anos. A polinização de
suas flores é realizada por morcegos!
O Brasil já foi um dos grandes produtores mundiais
de cacau, contribuindo na época com mais de 30% da
produção mundial. Entretanto, problemas
relacionados aos custos de produção local e à falta de
organização dos produtores cacaueiros, contribuíram
para a retração desse setor produtivo, representando
hoje apenas 4% da produção mundial.
A história do cacau é muito antiga, visto que povos
pré-colombianos já utilizavam suas sementes para
fazer uma bebida usada em rituais religiosos e alguns
a empregavam como moeda. Cristovão Colombo, em
uma de suas várias incursões pelo continente, foi o
primeiro europeu a tomar conhecimento do chocolate,
mas o sucesso do chocolate na Europa só veio a
ocorrer em anos posteriores. Inicialmente, a bebida,
por ser amarga e oleosa, não era adequada ao gosto
europeu, somente com a substituição de alguns
produtos, como a pimenta pelo açúcar, por exemplo,
foi que se permitiu uma maior aceitação da bebida."
Com a popularidade, logo outros países europeus
começaram a produzir o cacau em suas colônias,
contribuindo para a diminuição dos preços, que eram
altíssimos! Desta forma, a bebida que antes era
exclusiva dos reis e pessoas afortunadas, aos poucos
foi se popularizando. A substituição da água por leite
também contribuiu significativamente para melhorar
ainda mais o sabor da bebida. A partir do aumento do
consumo e do desenvolvimento de novas e modernas
técnicas de produção e processamento, o chocolate
passou a ser consumido em tabletes e evoluiu até a
forma que conhecemos atualmente.
Em relação aos efeitos do chocolate em nosso
organismo, não existem estudos conclusivos sobre
como as substâncias presentes neste alimento agem
em nosso sistema nervoso, entretanto, alguns estudos
já realizados conseguiram desmistificar a ideia que o
chocolate estaria relacionado ao aparecimento da
acne e de inflamações cutâneas. Assim, o grande
problema em relação ao consumo do chocolate se
refere ao excesso de gordura hidrogenada
acrescentada durante sua fabricação, que é
prejudicial.
Chocolate faz bem para a saúde?
Quando o assunto é chocolate, até conhecer um pouco
de sua história e alguns de seus efeitos em nosso
organismo é divertido. Mas o que para alguns é um
prazer incontrolável, para outros se constitui em uma
tentação, principalmente para os que querem
emagrecer.
A árvore que dá origem ao cacau é o cacaueiro que
tem como nome científico Theobroma cacau, cujo
nome Theobroma significa bebida dos deuses. O
cacaueiro é uma árvore nativa da América Central e
do Sul, que necessita de condições especiais para
produzir. Só para exemplificar, as árvores produtoras
de cacau são muito sensíveis às variações climáticas
e principalmente às doenças. Sua altura não costuma
ultrapassar os 10 metros e caso as condições sejam
favoráveis, em apenas 5 anos se inicia sua produção,
podendo viver até quase 50 anos. A polinização de
suas flores é realizada por morcegos!
O Brasil já foi um dos grandes produtores mundiais
de cacau, contribuindo na época com mais de 30% da
produção mundial. Entretanto, problemas
relacionados aos custos de produção local e à falta de
organização dos produtores cacaueiros, contribuíram
para a retração desse setor produtivo, representando
hoje apenas 4% da produção mundial.
A história do cacau é muito antiga, visto que povos
pré-colombianos já utilizavam suas sementes para
fazer uma bebida usada em rituais religiosos e alguns
a empregavam como moeda. Cristovão Colombo, em
uma de suas várias incursões pelo continente, foi o
primeiro europeu a tomar conhecimento do chocolate,
mas o sucesso do chocolate na Europa só veio a
ocorrer em anos posteriores. Inicialmente, a bebida,
por ser amarga e oleosa, não era adequada ao gosto
europeu, somente com a substituição de alguns
produtos, como a pimenta pelo açúcar, por exemplo,
foi que se permitiu uma maior aceitação da bebida."
Com a popularidade, logo outros países europeus
começaram a produzir o cacau em suas colônias,
contribuindo para a diminuição dos preços, que eram
altíssimos! Desta forma, a bebida que antes era
exclusiva dos reis e pessoas afortunadas, aos poucos
foi se popularizando. A substituição da água por leite
também contribuiu significativamente para melhorar
ainda mais o sabor da bebida. A partir do aumento do
consumo e do desenvolvimento de novas e modernas
técnicas de produção e processamento, o chocolate
passou a ser consumido em tabletes e evoluiu até a
forma que conhecemos atualmente.
Em relação aos efeitos do chocolate em nosso
organismo, não existem estudos conclusivos sobre
como as substâncias presentes neste alimento agem
em nosso sistema nervoso, entretanto, alguns estudos
já realizados conseguiram desmistificar a ideia que o
chocolate estaria relacionado ao aparecimento da
acne e de inflamações cutâneas. Assim, o grande
problema em relação ao consumo do chocolate se
refere ao excesso de gordura hidrogenada
acrescentada durante sua fabricação, que é
prejudicial.
Leia o trecho:
“...Mas o que para alguns é um prazer
incontrolável, para outros se constitui em uma
tentação, principalmente para os que querem
emagrecer.”
Quanto ao uso das vírgulas no trecho acima, é
CORRETO afirmar que:
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Questão #596
Considere o fragmento do segundo quadrinho: “E o que nós somos?” e analise as assertivas que seguem.
I- A forma “nós” corresponde à primeira pessoa do singular.
II- A forma “nós” corresponde à primeira pessoa do plural.
III- No contexto apresentado, a forma “nós” pode ser substituída pelo pronome de segunda pessoa, sem prejuízo gramatical.
IV- No contexto apresentado, a forma “nós” não pode ser substituída pelo pronome de segunda pessoa, mas pode ser substituída por
um pronome de terceira pessoa sem prejuízo gramatical.
É CORRETO o que se afirma apenas em:

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Questão #483
TEXTO I
Setembro lilás e o direito a uma chance
Laura Brito
O setembro lilás nos convoca a um mês de
conscientização da doença de Alzheimer e outros
tipos de demência. Se você que me lê pensa que é só
mais um mês ou só mais uma cor, peço um pouco de
atenção aos números de demência no Brasil.
Em 2024, o Ministério da Saúde divulgou o Relatório
Nacional sobre a Demência: Epidemiologia,
(re)conhecimento e projeções futuras e o estudo
mostrou que cerca de 8,5% da população com 60 anos
ou mais convivem com algum tipo de demência, o
que representa cerca de 1,8 milhão de casos. Até
2050, a projeção é que 5,7 milhões de pessoas sejam
diagnosticadas no Brasil.
Isso significa que muitas pessoas à sua volta estão
vivendo com demência e algumas delas não têm
sequer a chance de saber, muito menos de se tratar.
Isso se dá por uma sequência de obstáculos:
resistência da família, falta de especialização médica
e desconsideração do tratamento prescrito. Tudo isso
pode ser melhorado por meio de conscientização.
Sobre a resistência de família, é preciso que as
pessoas saibam que falta de memória recente não é
comum na velhice, nem motivo de brincadeiras. Se
uma pessoa próxima está tendo dificuldade de se
lembrar de algo que fez há pouco, é hora de enfrentar
o tabu e dizer: vamos buscar um médico. Receber o
diagnóstico de Alzheimer não é o problema. O
problema é a demência estar lá e todo mundo fingir
que não vê.
Como o aumento da longevidade e o consequente
crescimento dos casos de demência são recentes,
obter um diagnóstico preciso para uma situação de
declínio cognitivo ainda é difícil. Por isso, vale a
conscientização de que buscar um profissional
especializado, sempre que possível, é uma chance
importante para um manejo adequado das
manifestações. A doença de Alzheimer não tem cura,
mas tem tratamentos que visam estabilizar os
sintomas e diminuir o ritmo da progressão da doença.
Obtido o diagnóstico, é preciso, dentro das
possibilidades da família, cumprir o plano de
tratamento prescrito. Além de medicação, há
reabilitação cognitiva, terapia ocupacional,
estimulação social e física e adaptações no ambiente.
A abordagem multidisciplinar é muito importante.
Sabemos que nem sempre é possível cumprir toda
essa agenda de tratamento. Mas é essencial que se
vença uma noção bastante arraigada de que a
medicação – especialmente as mais comumente
prescritas para agitação – é suficiente para
administrar o Alzheimer.
A conscientização dos sintomas e da importância do
diagnóstico precoce também é uma chance de
planejamento jurídico do envelhecimento e do avanço
dos sintomas da demência. Uma pessoa que recebe o
diagnóstico de Alzheimer quando o declínio
cognitivo é inicial e ainda não lhe tirou a capacidade
pode tomar uma série de decisões para a sua vida e o
seu patrimônio. Se a família resiste ou não tem
informações para reconhecer os sintomas que já
começaram a se instalar, a pessoa perde a chance de
exercer sua autodeterminação e tomar providências
que poderiam mudar a sua vida.
Essa pessoa pode, por exemplo, liquidar uma parte de
seu patrimônio imobilizado para ter dinheiro em
aplicações de fácil resgate, que lhe permita ter acesso
a conforto e autonomia. Ela pode fazer um
testamento, designando quem deve ficar com seus
bens ou sobre remuneração de serviços prestados a
ela, por ocasião da doença de que faleceu, ainda que
fique ao arbítrio do herdeiro ou de outrem determinar
o valor do legado.
Contudo, depois que os sintomas da demência
avançam, desaparecem as chances de que a pessoa
desafiada por ela pudesse manifestar seus desejos.
Também nesse ponto a conscientização pregada pelo
setembro lilás é tão importante.
Nesse sentido, quando o Alzheimer já fez instalar um
declínio cognitivo avançado, o remédio jurídico é a
curatela, por meio do que uma pessoa próxima será
nomeada representante de quem está vulnerável. Não
adianta procuração, não adianta ter cartão e senha.
O que organiza as responsabilidades em relação a
uma pessoa com demência é o processo de interdição.
A curatela não incapacita ninguém – o Alzheimer,
sim. A curatela, na realidade, organiza e centraliza a
gestão dos cuidados e das finanças da pessoa
curatelada.
Precisamos falar sobre demência e sobre Alzheimer.
Precisamos vencer o medo desconhecido, do que não
tem cura. Fechar os olhos não faz com que o
Alzheimer desapareça, só faz com que as pessoas
percam chances importantes de tratamento e tomada
de decisão.
Setembro lilás e o direito a uma chance
Laura Brito
O setembro lilás nos convoca a um mês de
conscientização da doença de Alzheimer e outros
tipos de demência. Se você que me lê pensa que é só
mais um mês ou só mais uma cor, peço um pouco de
atenção aos números de demência no Brasil.
Em 2024, o Ministério da Saúde divulgou o Relatório
Nacional sobre a Demência: Epidemiologia,
(re)conhecimento e projeções futuras e o estudo
mostrou que cerca de 8,5% da população com 60 anos
ou mais convivem com algum tipo de demência, o
que representa cerca de 1,8 milhão de casos. Até
2050, a projeção é que 5,7 milhões de pessoas sejam
diagnosticadas no Brasil.
Isso significa que muitas pessoas à sua volta estão
vivendo com demência e algumas delas não têm
sequer a chance de saber, muito menos de se tratar.
Isso se dá por uma sequência de obstáculos:
resistência da família, falta de especialização médica
e desconsideração do tratamento prescrito. Tudo isso
pode ser melhorado por meio de conscientização.
Sobre a resistência de família, é preciso que as
pessoas saibam que falta de memória recente não é
comum na velhice, nem motivo de brincadeiras. Se
uma pessoa próxima está tendo dificuldade de se
lembrar de algo que fez há pouco, é hora de enfrentar
o tabu e dizer: vamos buscar um médico. Receber o
diagnóstico de Alzheimer não é o problema. O
problema é a demência estar lá e todo mundo fingir
que não vê.
Como o aumento da longevidade e o consequente
crescimento dos casos de demência são recentes,
obter um diagnóstico preciso para uma situação de
declínio cognitivo ainda é difícil. Por isso, vale a
conscientização de que buscar um profissional
especializado, sempre que possível, é uma chance
importante para um manejo adequado das
manifestações. A doença de Alzheimer não tem cura,
mas tem tratamentos que visam estabilizar os
sintomas e diminuir o ritmo da progressão da doença.
Obtido o diagnóstico, é preciso, dentro das
possibilidades da família, cumprir o plano de
tratamento prescrito. Além de medicação, há
reabilitação cognitiva, terapia ocupacional,
estimulação social e física e adaptações no ambiente.
A abordagem multidisciplinar é muito importante.
Sabemos que nem sempre é possível cumprir toda
essa agenda de tratamento. Mas é essencial que se
vença uma noção bastante arraigada de que a
medicação – especialmente as mais comumente
prescritas para agitação – é suficiente para
administrar o Alzheimer.
A conscientização dos sintomas e da importância do
diagnóstico precoce também é uma chance de
planejamento jurídico do envelhecimento e do avanço
dos sintomas da demência. Uma pessoa que recebe o
diagnóstico de Alzheimer quando o declínio
cognitivo é inicial e ainda não lhe tirou a capacidade
pode tomar uma série de decisões para a sua vida e o
seu patrimônio. Se a família resiste ou não tem
informações para reconhecer os sintomas que já
começaram a se instalar, a pessoa perde a chance de
exercer sua autodeterminação e tomar providências
que poderiam mudar a sua vida.
Essa pessoa pode, por exemplo, liquidar uma parte de
seu patrimônio imobilizado para ter dinheiro em
aplicações de fácil resgate, que lhe permita ter acesso
a conforto e autonomia. Ela pode fazer um
testamento, designando quem deve ficar com seus
bens ou sobre remuneração de serviços prestados a
ela, por ocasião da doença de que faleceu, ainda que
fique ao arbítrio do herdeiro ou de outrem determinar
o valor do legado.
Contudo, depois que os sintomas da demência
avançam, desaparecem as chances de que a pessoa
desafiada por ela pudesse manifestar seus desejos.
Também nesse ponto a conscientização pregada pelo
setembro lilás é tão importante.
Nesse sentido, quando o Alzheimer já fez instalar um
declínio cognitivo avançado, o remédio jurídico é a
curatela, por meio do que uma pessoa próxima será
nomeada representante de quem está vulnerável. Não
adianta procuração, não adianta ter cartão e senha.
O que organiza as responsabilidades em relação a
uma pessoa com demência é o processo de interdição.
A curatela não incapacita ninguém – o Alzheimer,
sim. A curatela, na realidade, organiza e centraliza a
gestão dos cuidados e das finanças da pessoa
curatelada.
Precisamos falar sobre demência e sobre Alzheimer.
Precisamos vencer o medo desconhecido, do que não
tem cura. Fechar os olhos não faz com que o
Alzheimer desapareça, só faz com que as pessoas
percam chances importantes de tratamento e tomada
de decisão.
No texto acima, a autora procura convencer o leitor
sobre a importância da conscientização em relação
ao Alzheimer. Para tanto, utiliza recursos
argumentativos que reforçam sua tese.
Assinale a alternativa que melhor apresenta a
estratégia de argumentação predominante no texto.
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Questão #502
A Segurança da Informação é um conjunto de
práticas, políticas e ferramentas que visam
proteger dados e sistemas contra acessos não
autorizados, perdas, alterações ou danos.
Sobre os principais tipos de ameaças digitais,
assinale CORRETAMENTE:
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