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Questão #2193
A respeito da posse e do exercício, baseando-se na Lei nº 07/1994 − Regime Jurídico Único Estatutário dos Servidores Públicos do Município, analisar os itens.
I - A posse em cargo público independe de prévia inspeção médica oficial.
II - O exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo. [
Está CORRETO o que se afirma:
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Questão #2176
Júlio contraiu um empréstimo de R$ 5.000,00 sob uma taxa de juros compostos de 6% ao mês. Sabendo-se que ele pretende pagar em 4 meses, qual será o valor, aproximado, do montante que Júlio deverá pagar?
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Questão #2196
A Lei nº 12.527/2011 destina-se a assegurar o direito fundamental do acesso à informação e deve ser executada em conformidade com alguns princípios básicos da administração pública e com as seguintes diretrizes, EXCETO:
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Questão #2180
Em uma pesquisa realizada em diversas empresas para avaliar a qualidade do ambiente de trabalho, foi elaborado um gráfico que apresenta a distribuição do número de entrevistados por empresa. Se 600 pessoas, ao todo, foram entrevistadas, quantas pessoas foram entrevistadas nas empresas B e D, respectivamente?

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Questão #2199
A respeito das características do poder hierárquico, analisar os itens.
I - É interno, pois não se aplica a particulares.
II - Não é exercido por órgãos consultivos.
III - Não é permanente. Está CORRETO o que se afirma:
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Questão #2198
No Estado de Direito, a proporcionalidade é um princípio fundamental que guia as ações do Estado, buscando sempre um equilíbrio entre os fins a serem alcançados e os meios empregados. Essa busca por equilíbrio pode ser resumida por meio da frase:
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Questão #2167
DEFINITIVO
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor
não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram
sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque
automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e
passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por
todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os
shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter
compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos
cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante
e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de
ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para
nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é
impaciente conosco, mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais
profundas angústias se ela estivesse interessada em nos
compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas
pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o
futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que
mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais
sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a
gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento
intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A
resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e
vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o
desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças
que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e
que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a
felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor
não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram
sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque
automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e
passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por
todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os
shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter
compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos
cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante
e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de
ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para
nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é
impaciente conosco, mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais
profundas angústias se ela estivesse interessada em nos
compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas
pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o
futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que
mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais
sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a
gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento
intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A
resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e
vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o
desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças
que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e
que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a
felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
Ao longo de todo o texto, a autora se utiliza de mecanismos de coesão, por meio de conectivos, para ser eficaz na transmissão da mensagem. O conectivo “mas” é usado diversas vezes e tem o sentido de:
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Questão #2203
Ao adotar o sistema de contagem cíclica (inventário rotativo), é possível obter um nível de precisão do estoque mais elevado, pois as diferenças são identificadas e corrigidas de forma contínua. Sobre isso, avaliar se as afirmativas são certas
(C) ou erradas
(E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Oferece uma maior confiança na exatidão dos dados do estoque.
( ) Os itens devem ser agrupados por características, como a sazonalidade e rotatividade do produto.
( ) Ao identificar divergências, o sistema é atualizado para refletir a situação real.
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Questão #2204
A linguagem do orçamento é intrinsecamente contábil. Essa forma de representação, presente desde a origem do orçamento, se mantém por sua eficácia em atender às múltiplas finalidades desse instrumento financeiro de gestão. A conta, como unidade básica de registro contábil, é essencial para o orçamento, pois permite:
I - Antecipar as situações patrimoniais.
II - Registrar a movimentação patrimonial.
III - Demonstrar resultados patrimoniais. Está CORRETO o que se afirma:
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Questão #2171
Sobre sinônimos, avaliar se as afirmativas são certas
(C) ou erradas
(E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Importante = relevante.
( ) Difícil = árduo.
( ) Indispensável = necessário.
( ) Regredir = progredir.
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Questão #2191
Conforme a Lei Orgânica do Município, a manifestação do eleitorado municipal sobre fato específico, decisão política, programa ou obra é característica do(a):
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Questão #2166
DEFINITIVO
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor
não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram
sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque
automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e
passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por
todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os
shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter
compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos
cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante
e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de
ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para
nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é
impaciente conosco, mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais
profundas angústias se ela estivesse interessada em nos
compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas
pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o
futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que
mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais
sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a
gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento
intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A
resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e
vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o
desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças
que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e
que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a
felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor
não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram
sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque
automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e
passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por
todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os
shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter
compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos
cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante
e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de
ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para
nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é
impaciente conosco, mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais
profundas angústias se ela estivesse interessada em nos
compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas
pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o
futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que
mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais
sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a
gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento
intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A
resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e
vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o
desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças
que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e
que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a
felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
Considerando-se o texto, avaliar se as afirmativas são certas
(C) ou erradas
(E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Iludir-se é a melhor forma de enganar o sofrimento.
( ) A dor é inevitável, logo, o sofrimento também.
( ) Desperdiçamos a vida no esforço que se gasta para evitar o sofrimento.
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Questão #2201
Na redação oficial, o texto conciso é aquele que consegue transmitir o máximo de informações com o mínimo de palavras. Portanto, para um texto ser conciso, ele deve evitar detalhes irrelevantes como:
I - Caracterizações.
II - Subordinação excessiva.
III - Comentários supérfluos. Está CORRETO o que se afirma:
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Questão #2202
Os documentos podem ter diversos tipos de valor. O valor secundário se refere à importância de um documento para outras pessoas ou instituições. Diante disso, assinalar a alternativa que indica um documento que NÃO possui valor secundário:
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Questão #2179
Em uma progressão aritmética, o terceiro termo é 19, e o sétimo é 35. Sabendo-se disso, assinalar a alternativa que corresponde ao 14º termo dessa progressão.
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Questão #2182
Em uma moeda, qual é a probabilidade de sair “cara” quatro vezes seguidas ao se jogar “cara ou coroa”?
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Questão #2168
DEFINITIVO
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor
não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram
sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque
automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e
passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por
todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os
shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter
compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos
cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante
e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de
ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para
nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é
impaciente conosco, mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais
profundas angústias se ela estivesse interessada em nos
compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas
pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o
futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que
mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais
sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a
gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento
intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A
resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e
vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o
desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças
que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e
que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a
felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor
não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram
sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque
automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e
passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por
todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os
shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter
compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos
cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante
e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de
ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para
nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é
impaciente conosco, mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais
profundas angústias se ela estivesse interessada em nos
compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas
pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o
futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que
mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais
sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a
gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento
intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A
resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e
vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o
desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças
que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e
que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a
felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
Segundo o texto, no 1º parágrafo, na frase “Sofremos por quê?”, caso invertêssemos a ordem, como ficaria o uso do “por quê”?
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Questão #2165
DEFINITIVO
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor
não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram
sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque
automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e
passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por
todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os
shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter
compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos
cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante
e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de
ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para
nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é
impaciente conosco, mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais
profundas angústias se ela estivesse interessada em nos
compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas
pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o
futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que
mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais
sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a
gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento
intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A
resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e
vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o
desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças
que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e
que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a
felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
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não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram
sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque
automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e
passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por
todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os
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e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de
ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para
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impaciente conosco, mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais
profundas angústias se ela estivesse interessada em nos
compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas
pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o
futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que
mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais
sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a
gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento
intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A
resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e
vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o
desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças
que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e
que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a
felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
De acordo com o texto, sofrimento é:
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Questão #2186
Componentes de software são as partes ou módulos que compõem um sistema de software, contribuindo para o funcionamento geral do programa com suas funções específicas. Sobre os componentes de software, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente. (1) Servidores de aplicação. (2) Middleware. (3) Interfaces de programação de aplicações (APIs).
( ) Atua como uma camada intermediária entre diferentes aplicações, permitindo a troca de dados e a conexão entre sistemas.
( ) Permite que diferentes partes de software se comuniquem entre si ou com outros serviços externos.
( ) Executa os aplicativos e controla o acesso aos recursos de hardware.
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Questão #2170
Em relação ao uso correto do verbo quanto à sua
regência, avaliar se as afirmativas são certas
(C) ou erradas
(E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Prefiro praia do que piscina.
( ) Assistimos ao final da novela, ontem.
( ) O não pagamento implica em multa.
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