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Questão #1070

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Conectivos e coesão Cargo: Administrador Órgão: Polícia Federal Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: CEBRASPE Ano: 2025 Tipo: CE UF: PF
A liberdade medieval”, disse o historiador Lord Acton,
“difere da moderna nisto: a primeira depende de propriedade”. Mas a
diferença é certamente uma diferença apenas em grau, não em
espécie. O dinheiro pode ter menos influência num tribunal moderno
do que num tribunal medieval. Mas e fora do tribunal? Fora, é
verdade, estou legalmente livre para trabalhar ou não trabalhar, como
eu bem escolher, porque não sou um servo. Estou legalmente livre
para viver aqui em vez de lá, porque não estou preso à terra. Eu sou
livre, dentro de limites razoáveis, para me divertir como eu bem
quiser. Estou legalmente livre para casar-me com qualquer pessoa;
nenhum lorde me obriga a casar-me com uma garota ou viúva da
mansão senhorial. A lista de todas as minhas liberdades legais
ocuparia páginas e mais páginas datilografadas. Ninguém, em toda a
história, foi tão livre quanto eu sou agora.
Mas vejamos o que acontece se eu tento fazer uso da
minha liberdade legal. Não sendo um servo, eu resolvo parar de
trabalhar; como resultado, começo a passar fome na próxima
segunda-feira. Não sendo ligado à terra, eu opto por viver em
Grosvenor Square e Taormina; infelizmente, o aluguel da minha
casa em Londres equivale ao quíntuplo da minha renda anual.
Não sendo submetido às perseguições de intrometidos
eclesiásticos, eu decido que seria agradável levar uma jovem ao
hotel Savoy para desfrutarmos de um jantar; mas não tenho
roupas adequadas, e acabo gastando mais no entretenimento da
minha noite do que consigo ganhar em uma semana.
Todas as minhas liberdades legais acabam sendo, na
prática, tão estreitamente dependentes de propriedade como eram
as liberdades dos meus antepassados medievais. Os ricos podem
comprar vastas quantidades de liberdade; os pobres precisam se
virar sem ela, muito embora, por lei e teoricamente, eles tenham
tanto direito à mesma quantidade de liberdade quanto têm os ricos.

Dada a relação de contraste estabelecida entre as duas primeiras orações do último período do texto, seria coerente e gramaticalmente correto inserir, entre vírgulas, a expressão não obstante logo após “pobres”.

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Questão #835

As células do cérebro não envelhecem

Hoje eu quero contar para vocês sobre um estudo inovador realizado na Columbia University, que confirma que as células cerebrais não envelhecem. Na verdade, o que se descobriu é que você tem exatamente o mesmo número de células nervosas (ou neurônios) quando jovem. Isso foi admitido inclusive como certo pelo diretor do Instituto Nacional de Saúde dos EUA. Eles provaram que o cérebro pode continuar criando novos neurônios para sempre. Portanto, a velha teoria de que cérebros humanos não podem construir novos neurônios cai por terra! Então, por que ocorre o declínio mental? O que ocorre, na verdade, é que não é o número de células do seu cérebro que diminui, mas sim o número de células-tronco cerebrais e os vasos sanguíneos que as alimentam que diminuem. Os cientistas da Columbia estudaram cérebros doados por pessoas idosas que morreram de causas naturais. Eles descobriram que os cérebros dos idosos tinham a mesma quantidade de novos neurônios que os jovens. Além disso, eles também encontraram um número menor de células-tronco inativas, ou “quiescentes”, em uma área do cérebro ligada à resistência cognitivo-emocional. Trata-se das nossas forças de reserva que alimentam nossa capacidade de aprender e se adaptar. [...]

Em “Eles provaram {que} o cérebro pode continuar criando {novos} neurônios para sempre” (4º parágrafo), as palavras destacadas são, respectivamente, classificadas como:

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Questão #2126

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Interpretação Cargo: Agente Administrativo Órgão: Pref. Nazarezinho Escolaridade: Médio Área de formação: Linguagens Banca: CPCON Ano: 2025 Tipo: ME UF: PB

No último quadro do Texto 1, o que simboliza o vaso de flores ao lado da aluna formada?

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Questão #166

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Regras para siglas Cargo: Inspetor de Polícia Penal Órgão: SEAP RJ Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: COSEAC Ano: 2025 Tipo: ME UF: RJ

Conforme determina o Manual de Redação da
Presidência da República (2018), a grafia das siglas e
acrônimos deve obedecer a todas as regras a seguir, EXCETO:

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Questão #2174

Na frase “Ela tomou meia garrafa de vinho e ficou meio tonta.”, as palavras sublinhadas são, respectivamente:

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Questão #1340

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Emprego do se Cargo: Administrador Órgão: GHC Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: FUNDATEC Ano: 2025 Tipo: ME UF: RJ
A arte de ver o outro
Por Gilmar Marcílio

01 Estamos perdendo consideravelmente a capacidade de estabelecer relações de acolhimento
02 e amor. Acho triste, pois precisamos desses dois sentimentos para abraçar com a alma aquele
03 que está próximo de nós. Porém, há algo ainda a ser feito para sustentar esses pilares
04 emocionais. Chegamos até aqui pela persistência em colaborar. E nessa palavra está embutido
05 um longo trajeto de renúncia ao egoístico ato de se colocar em primeiro lugar. Talvez você se
06 pergunte: como será verdade se as pessoas estão cada vez mais pensando só em si mesmas?
07 Acredito ser um sintoma temporário: creio que vamos nos exaurir de tanta individualidade. A
08 história é pendular. Ora aqui, ora acolá. Só após, o equilíbrio, também provisório.
09 Ninguém é autossuficiente o bastante para pre....indir de uma rede de apoio. Qualquer
10 existência está intrinsecamente ligada ___ demais. A ruptura desses elos pode significar o nosso
11 fim como espécie. No entanto, vejo sinais alentadores. Há muitos movimentos de solidariedade,
12 largos gestos promovendo a salvação quando somos atingidos por uma tragédia ambiental, por
13 exemplo. É comovente acompanhar tanta gente mobilizando-se em busca de uma solução ao se
14 depararem com comunidades que passaram por grandes perdas. Dá-se a isso o nome de
15 empatia.
16 Penso na magnífica arte da conversação. Vêm-me ___ mente os diálogos socráticos, nos
17 quais cada interlocutor apresenta seus pontos de vista e é acolhido pelo grupo ___ despeito de
18 eventuais divergências. Investigar diversas visões de mundo é multiplicar as experiências, pois
19 nos deslocamos para um local (imaginário) diferente do nosso. O narcísico não gosta dessa
20 prática e exatamente por isso deve-se insistir nesse propósito. Como é possível fazê-lo com
21 eficiência? Depois das triviais perguntas “olá, tudo bem, como está?”, nos despirmos um pouco
22 da autorreferência. É o início de ricos encontros que geralmente desaguam em divagações
23 filosóficas, transcendendo a banalidade do dia a dia. A inteligência é altamente sedutora,
24 compete com os atrativos físicos. E há o fato de, com a passagem do tempo e o aprofundamento
25 dos contatos, sempre termos o que acrescentar no diálogo com o amigo, o colega, o vizinho. Ver
26 com paixão quem está ao lado é estabelecer uma ligação próxima ao princípio religioso de
27 unicidade.
28 Conta-se que certas tribos indígenas, conhecidas por suas admiráveis criações artísticas,
29 nunca assinam as peças produzidas. Para eles, a glória particular não tem valor algum. Visando
30 escapar de tal armadilha da vaidade assinam as obras uns dos outros. Há neste pacto uma
31 indizível beleza.
32 Veja para além dos olhos, com o corpo todo. Só assim será capaz de fazer a leitura correta
33 de cada ser.

Considerando os trechos a seguir, retirados do texto-base, assinale a alternativa na qual a palavra “se” tenha sido empregada como conjunção.

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Questão #1281

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Progressão textual Cargo: Administrador Órgão: CREMAM Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: QUADRIX Ano: 2025 Tipo: ME UF: AM
TEXTO 1

Cinemas sofrem com público que canta, faz baderna e fuma maconha nas salas

Guilher me Luis

O caos se anunciava desde o saguão. Dezenas de pessoas bradavam que estavam na fila do
cinema só para admirar Lady Gaga na telona. Quem queria mesmo ver o filme "Coringa:
delírio a dois" pedia licença e, com cautela, se espremia entre os fãs para alcançar a porta.

É cada vez mais comum presenciar tumultos assim nas salas. Em maio, uma sessão da
cinebiografia de Bob Marley, em Pernambuco, foi interrompida pela Polícia Militar após jovens
fumarem maconha no escuro. No TikTok, vídeos mostram gente brigando em sessões de
"Divertida Mente 2", filme que reuniu multidões no país e deixou sentimentos à flor da pele.

O fenômeno é global. Exibições do musical "Wicked" pelo mundo todo estão sendo
atrapalhadas por espectadores que entoam as canções em voz alta. Já se multiplicam os
vídeos de cenas inteiras na internet, publicadas por pessoas que não se acovardaram em
fazer gravações com o celular por minutos a fio, o que caracteriza pirataria.

A revista Variety publicou uma reportagem sobre esse novo comportamento do público diante
de um filme, no cinema. Um executivo de Hollywood afirmou, em condição de anonimato, que
a indústria já notou que as atitudes das pessoas mudaram drasticamente desde a pandemia.
É o que afirma também Marcos Barros, presidente da Abraplex, a Associação Brasileira das
Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex. "Não sou otimista quanto ao
comportamento das pessoas. É outra cabeça. Não vamos voltar para aquilo de todos
prestarem atenção no filme", disse ele, num debate de um evento do setor.

Virais, os vídeos que registram cenas como essas divertem na mesma medida em que
espantam. Nas redes sociais, usuários clamam pela volta da lanterninha, funcionário que
monitorava as sessões para garantir que o público mantivesse a etiqueta. Há anos, o cargo
foi extinto para redução de custos. Há também, cada vez mais, relatos de gente incomodada
com quem usa celular na sala ou comenta em voz alta o que vê na tela. Essa desinibição tem
a ver com novos tipos de vídeos exibidos pelos cinemas, como gravações de shows, que
fazem o público cantar e dançar, afirma Luiz Fernando Angi, gerente de marketing da rede
Cinépolis.

Em crise, com salas esvaziadas, os exibidores precisaram lembrar ao público por que uma
telona, caixas de som superpotentes e sacos de pipoca engordurados casam tão bem. Para
atrair os mais inquietos, redes, como a Cinemark e a Cinépolis, passaram a exibir conteúdos
que remetem a eventos ao vivo. O mais emblemático deles foi a gravação da turnê de Taylor
Swift, no ano passado. As sessões, cheias de fãs fantasiados, viraram uma extensão dos
palcos por onde a cantora passava. Numa sessão vista por este repórter no Cinemark do
shopping Eldorado, em São Paulo, os espectadores gritavam desde o início e não ficaram
sentados. Logo estavam dançando pela sala.

Um tumulto parecido ocorreu no Cine Marquise, na avenida Paulista, mas por causa de
Beyoncé, que também levou um show às telas. Os funcionários, assustados com a multidão
que se levantou para dançar, tiveram de instalar barreiras que os impedissem de chegar à
tela, onde o chão é mais frágil.

Para desincentivar o mau comportamento nas salas, em especial o uso de celular, o Cine
Marquise decidiu não compartilhar, nas suas redes, fotos e vídeos da tela publicados pelos
clientes. "Surgiu uma falta de noção. Hoje tudo é ‘instragramável’", diz Marcelo Lima, diretor
da rede. “Não é novidade que o celular e as redes viciam”, lembra a psicóloga Marcelle
Alfinito. "O uso abusivo é associado a uma ansiedade social, e o celular vira mecanismo de
fuga da realidade", diz ela, acrescentando que isso explica a vontade de mostrar que se está
em um cinema.

Minha alma voa aos sonhos do passado... (Auta de Souza)


Exibidores procuram formas de contornar o problema, mas não apresentam medidas sólidas.
"A gente tem tentado criar campanhas para constranger quem não segue a etiqueta", conta
Lima, do Cine Marquise, sem detalhar como serão as ações. Angi, da Cinépolis, diz que a
rede desincentiva o uso de celular com o vídeo educativo exibido antes dos filmes — o que a
maioria das exibidoras já faz —, e que recompensa o cliente que se sente lesado oferecendo
outra sessão. Procurada, a Cinemark não quis comentar o assunto.

Considerando a progressão discursiva do Texto 1, o sexto parágrafo, cuja ideia central

está

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Questão #738

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Reescritura Cargo: Soldado PM de 2ª Classe Órgão: Polícia Militar SP Escolaridade: Médio Área de formação: Linguagens Banca: FGV Ano: 2025 Tipo: ME UF: SP

As frases a seguir foram reescritas de forma a se eliminarem delas
as marcas de subjetividade do emissor.

Assinale a frase em que isso foi realizado de forma inadequada.

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Questão #810

Leia o texto a seguir:

Produção global de vinho em 2024 pode atingir menor
volume desde 1961

Organização culpou as mudanças climáticas pela brusca queda

Uma estimativa publicada nessa segunda-feira (2) pela
Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) informou
que a produção global da bebida poderá cair neste ano ao nível
mais baixo desde 1961.

De acordo com o relatório da entidade, a brusca queda foi
impulsionada pelas condições climáticas adversas, principalmente
a seca extrema que atingiu diversas regiões do planeta.

"Os desafios climáticos nos dois hemisférios são, mais uma vez,
as principais causas dessa redução no volume de produção
mundial", disse a OIV.

Em relação ao ano de 2023, que foi considerado fraco pelos
profissionais da área, a produção em 2024 deverá cair mais de
2%. Além disso, a quantidade representa uma redução de 13%
em comparação com a média da última década.

Segundo as projeções da OIV, com base nas colheitas de 29
nações que representam 85% da produção anual de vinho, os
números deste ano estão estimados entre 227 e 235 milhões de
hectolitros, o menor volume colhido desde 1961 (220 milhões).

“[...] a brusca queda foi impulsionada pelas condições
climáticas adversas” (2º parágrafo). Na voz ativa, essa frase
passaria a:

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Questão #143

Regulamentação da Polícia Penal – Desafios de Ontem e de Hoje

João Vitor Rodrigues Loureiro*

Uma das primeiras e mais importantes
reflexões sobre qualquer profissão, na atualidade, diz
respeito a seu grau de especialização. Há razões que
nos levam a crer que, quanto mais especializadas uma
05 área de conhecimento e atuação profissional, mais seus
profissionais encontram algum grau de apoio público,
reconhecimento e respaldo para atuarem. Buscamos,
por exemplo, se sentimos urticária, inicialmente um
dermatologista; se precisamos consertar um
10 computador, recorremos a um técnico especializado
em reparos de computadores; se queremos nos
divorciar, buscamos um advogado especializado em
divórcios etc. A modernidade estabeleceu-se na
premissa de especialização do conhecimento,
15 legitimando diversos tipos de atores em processos de
solidariedade e coesão social.
Não é diferente com a segurança pública.
Atualmente, para citarmos alguns exemplos, existem
grupos especializados para combate ao crime
20 organizado (nos aspectos investigativos, no âmbito das
polícias judiciárias estaduais e Federal), batalhões
específicos da PM voltados para repressão a crimes de
violência contra as mulheres, ou mesmo o policiamento
nas rodovias federais, que foi concebido por meio de
25 uma carreira específica para esse fim.
Embora segurança pública encontre esteio em
uma série de atividades muito além das de natureza
policial – como aquelas relacionadas aos processos de
prevenção primária, que visa promover direitos,
30 inclusão social, mediante oferta de acessos sociais
diversos que evitem a decisão pelo desvio –, nosso
modelo de profissionalização sistêmica desse campo
centraliza-se nas polícias, no que se refere à
operacionalização – e não à estratégia – do Sistema
35 Único de Segurança Pública, previsto no art. 9º, § 2º, da
Lei no 13.675, de 11 de junho de 2018.
Usando-se dessa noção, mas com a real
motivação de valorização dos ex-agentes
penitenciários, em 2019, foi incluída uma nova
40 categoria no art. 144, VI, da Constituição: os policiais
penais. O contexto das atividades desses profissionais
está adstrito a um objetivo da Lei de Execução Penal, “a
reintegração social”. Inclusive, é possível afirmar que,
no ciclo do Sistema Penal, esse campo é o da Política
45 Penal, do cumprimento das decisões judiciais no campo
da punição – não das ações ostensivas, repressivas e de
investigação da segurança pública, mesmo que o
sistema prisional colabore para os objetivos da Política
Nacional de Segurança Pública e Defesa Social, art. 6º,
50 da Lei no 13.675, de 11 de junho de 2018.
Considerando essa problemática, embora as
regulamentações dependam de regramentos
estaduais, algumas diretrizes nacionais mínimas para a
atuação desses profissionais, se por um lado são
55 desejáveis – do ponto de vista das atitudes,
competências e habilidades exigidas –, por outro,
também podem representar certos riscos, se não forem
definidas a partir de um amplo processo de discussão e
escrutínio públicos, mediante a participação dos
60 setores diversos que compreendem as atividades
relacionadas à execução penal. Trata-se de desafios
relacionados a atuações historicamente sedimentadas
ou ainda em aberto, em disputa na conformação do
papel desses profissionais.
65 Por quê? As atividades de custódia são apenas
uma parte de um grande conjunto que forma o arco dos
chamados serviços penais, hoje também estruturados,
em nível nacional, no âmbito do Ministério da Justiça e
Segurança Pública: a Secretaria Nacional de Serviços
70 Penais – Senappen (outrora Depen). Muito além das
rotinas de vigilância (em muralhas, torres e postos de
entrada/saída, acompanhamento de
retirada/reingresso em celas e vivências,
acompanhamento em audiências judiciais, inspeções
75 internas e pessoais), o policial penal constitui-se num
elo essencial para a regularidade dos serviços prisionais
e atuação das demais carreiras profissionais integrantes
do sistema, garantindo o exercício de serviços
assistenciais e direitos diversos (como saúde, educação,
80 trabalho, assistência jurídica, rotina de visitantes) na
prisão. Além deles, os serviços relacionados à custódia
provisória e à vida pós-prisão (serviços de
acompanhamento de medidas em meio aberto, por
exemplo) podem estar ou não associados à atividade do
85 policial penal.
Apesar de sua importância, é preciso também
compreender os limites de atuação desses
profissionais: daí a necessidade de definição de um
mandato estatutário, que compreenda seu caráter
90 operacional para o funcionamento dos serviços, sua
natureza civil, sua distinção com relação às atividades
desempenhadas pelas demais polícias (não lhes
competindo exercer atividades investigativas ou de
prevenção de crimes em ambiente externo à prisão), os
95 limites para uso de armamento letal e menos letal, sua
distinção em relação às competências, habilidades e
atitudes dos múltiplos perfis profissionais que exercem
a gestão estratégica dos serviços penais (a qual também
pode ser desempenhada por esses profissionais,
100 embora não exclusivamente por eles).
No processo de regulamentação de carreiras,
outro risco importante se refere à “captura” ou ao
mimetismo em relação a outras carreiras: um policial
penal no nível dos estados certamente lida com
105 desafios e rotinas muito distintos daqueles que
compreendem as atividades dos policiais penais
federais. Estabelecer essas diferenças e considerar a
diversidade dos tipos de estabelecimento de custódia e
serviços abrangidos é essencial nesse processo.
110 Nesse sentido, com vistas a contribuir para esse
debate, o Laboratório de Gestão de Políticas Penais, em
parceria com uma rede de signatários, elaborou
recentemente o documento intitulado
“Regulamentação da Polícia Penal – questões centrais
115 para qualificar a discussão sobre a polícia penal e a
Política Penal”. É um convite para a mobilização de toda
a sociedade em torno de algo que a atinge diretamente.


*Doutor em Sociologia pela Universidade de Brasília. Pesquisador
vinculado ao Laboratório de Gestão de Políticas Penais da UnB – LabGEPEN/UnB

Todas as palavras das opções a seguir podem
substituir aquela sublinhada no trecho “Embora
segurança pública encontre esteio em uma série de
atividades...” (linhas 26-27), EXCETO:

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Questão #1543

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Sinônimos Cargo: Administrador Órgão: Pref.Santa Rosa Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: FUNDATEC Ano: 2024 Tipo: ME UF: RS
As experiências de outros países com jornada de trabalho reduzida

01 A demanda pelo fim da escala 6x1 — em que as pessoas trabalham seis dias por semana,
02 com folga de um dia — ganhou impulso esta semana, depois que a deputada federal Erika Hilton
03 (PSOL-SP) anunciou ter conseguido assinaturas suficientes para fazer sua proposta avançar no
04 Congresso.
05 A Proposta de Emenda .... Constituição (PEC) de Hilton não pretende apenas acabar com
06 a escala 6x1, mas implementar no Brasil uma semana de trabalho de quatro dias por semana,
07 também conhecida como escala 4x3.
08 O texto defende uma mudança na jornada de trabalho brasileira, com “duração do trabalho
09 normal não superior a 8 horas diárias e 36 horas semanais, com jornada de trabalho de 4 dias
10 por semana, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou
11 convenção coletiva de trabalho”.
12 A proposta de Hilton altera dois pontos do inci...o 13 do artigo 7º da Constituição
13 atualmente em vigor: o limite do horário de trabalho passaria de 44 horas para 36 horas
14 semanais; a jornada de trabalho seria estabelecida em quatro dias por semana (a Constituição
15 atual não faz menção a quantos dias por semana deve ter a jornada).
16 “Na Europa, de modo geral, as pessoas trabalham cinco dias por semana. Não é frequente
17 a semana de seis dias”, disse à BBC News Brasil Thomas Coutrot, pesquisador do Instituto de
18 Pesquisas Econômicas e Sociais, em Paris, autor de diversos livros sobre políticas trabalhistas e
19 ex-economista do Ministério do Trabalho e Emprego da França.
20 Por outro lado, ele afirma que a semana com apenas quatro dias de trabalho também
21 ainda não foi implementada com sucesso em nenhum país. “É um movimento minoritário, com
22 poucas empresas e serviços públicos que implementaram a semana de quatro dias. Mas existe
23 uma certa popularidade da opinião pública, na Europa pelo menos”.
24 A escala 4x3, como propõe a PEC, enfrenta muita re...istência entre empresários, diz
25 Coutrot. Ele afirma que ainda são poucos os casos na França de empresas que resolveram adotar
26 a semana de quatro dias por conta própria, sem mudanças na lei. Um dos setores em que isso
27 acontece é no de restaurantes de alta culinária.
28 “Nesse setor, muitos ____ dificuldade de achar pessoal qualificado. Para atrair esses
29 profissionais, eles decidiram fechar três dias por semana”, explica.
30 O maior esforço nesse sentido ___ sido com projetos pilotos promovidos pela entidade
31 internacional 4 Day Week Global, que defende a implementação da jornada de trabalho com
32 quatro dias por semana.
33 A proposta de Erika Hilton cita um desses pilotos que foi realizado no Brasil no ano passado
34 mas com apenas 22 empresas.
35 “É possível observar menor número de faltas dos empregados e produtividade em alta,
36 em razão da adoção de estratégias de organizações funcionais para o modelo da empresa”, diz
37 o projeto da deputada.
38 Além do Brasil, ___ pilotos da 4 Day Week em outros 13 países: Estados Unidos, Reino
39 Unido, Canadá, Alemanha, Suécia, Holanda, África do Sul, Índia, Chile, Itália, Noruega, Bélgica
40 e Suíça.
41 Em pelo menos dois desses países, Bélgica e Chile, houve depois passos mais concretos
42 em direção .... jornada de quatro dias por semana.
43 Na Bélgica, o primeiro país da Europa .... legislar sobre o assunto, os trabalhadores
44 ganharam em fevereiro de 2022 o direito de realizar uma semana de trabalho completa em
45 quatro dias em vez de cinco, sem perda de salário.
46 No entanto, os belgas não ___ a opção de trabalhar menos horas por semana. A lei
47 permite apenas que eles conden...em a carga horária semanal em menos dias por semana — o
48 que para muitos significa quatro dias com 9,5 horas de trabalho.

Assinale a alternativa que apresenta palavra que poderia substituir o vocábulo “sucesso” (l. 21) sem causar alterações significativas ao trecho em que ocorre. Desconsidere variações de gêneros dos termos.

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Questão #2135

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Interpretação Cargo: Agente Administrativo Órgão: Pref. Nazarezinho Escolaridade: Médio Área de formação: Linguagens Banca: CPCON Ano: 2025 Tipo: ME UF: PB
Por Tiago Germano

No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.

O narrador do Texto 3 é uma criança que demonstra uma curiosidade típica da infância sobre uma figura de sua admiração. Diante da sua reflexão acerca da figura icônica do Papa, é CORRETO afirmar que o texto tematiza:

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Questão #450

Analise as frases a seguir:

I. Fazem cinco anos que moro aqui.

II. Há bastantes quadros na sala.

Com base nas regras de concordância verbal e
nominal da norma padrão da Língua Portuguesa,
assinale a alternativa que indica a(s) frase(s)
gramaticalmente CORRETA(S):

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Questão #893

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Semântica Cargo: Soldado do QPPM Órgão: Polícia Militar Escolaridade: Médio Área de formação: Linguagens Banca: CEVUECE Ano: 2025 Tipo: ME UF: CE
Texto I

Negacionismo científico influencia no aumento de doenças
evitáveis por vacina no mundo

01 A vacinação é essencial e representa, além de atitude
02 individual, um ato coletivo, segundo o professor Gonzalo
03 Vecina Neto.

04 Nas últimas décadas, o avanço da medicina levou à
05 erradicação de algumas doenças mundiais. A criação de
06 vacinas e de tratamentos eficazes permitiram esse avanço
07 na saúde. Entretanto, de acordo com a Organização
08 Mundial da Saúde (OMS), o número de casos de doenças
09 evitáveis por vacina, como difteria, sarampo e meningite,
10 tem aumentado recentemente.

11 As causas desse crescimento são diversas e variam de
12 acordo com a localidade. Gonzalo Vecina Neto, professor
13 da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de
14 São Paulo (USP), comenta dos motivos desse aumento.
15 “Em regiões mais pobres, na África e no Sudeste Asiático,
16 a explicação desse crescimento é a escassez de vacinas,
17 falta de dinheiro para comprar essa forma de proteção.
18 Entretanto, nas outras regiões, desenvolvidas ou de renda
19 média, as razões são muito mais complexas, de modelo de
20 vacinação a negacionismo científico.”

21 Vacinação
22 Segundo o docente, atualmente existem duas formas de
23 vacinação adotadas pelas nações: a puericultura e o
24 modelo campanhista. No primeiro caso, há o
25 acompanhamento total da criança durante a sua infância
26 e o seu crescimento, analisando todo o quadro de saúde
27 do indivíduo. Por outro lado, as campanhas vacinais,
28 como o próprio nome diz, visam apenas à vacinação da
29 população. Mesmo os dois modelos sendo eficazes, a
30 puericultura é a mais indicada e eficiente a longo prazo.
31 O Brasil adota, desde 1975, o modelo campanhista de
32 vacinação. Até 2015, as campanhas atingiram cerca de
33 95% de cobertura vacinal da população. Contudo, após a
34 pandemia, casos de enfermidades como a meningite
35 voltaram a subir. Segundo a OMS, foram registrados, em
36 2024, 26 mil novos casos da doença e aproximadamente
37 1.400 mortes em 24 países.

38 Para o professor, a vacinação é, além de um ato
39 individual, uma atitude coletiva. “Quando você protege
40 mais de 70% da população, por alguma razão, o agente
41 infeccioso não consegue encontrar suscetíveis. Em uma
42 população de 100 habitantes, por exemplo, em que 70
43 estão vacinados, a chance de o agente contagioso
44 encontrar os outros 30 é muito pequena. É um evento
45 estatístico. Então, a proteção da sociedade protege a
46 todos. Mesmo aqueles que, por alguma razão, não
47 tiveram condição de ter acesso à vacina. O processo de
48 imunização de populações é um processo coletivo dentro
49 da saúde pública”, completa.

50 Negacionismo
51 Além dos modelos de imunização, a crescente onda
52 negacionista na ciência e a circulação de fake news têm
53 contribuído diretamente para o problema. “Uma mentira
54 bem contada e repetida muitas vezes se transforma em
55 uma verdade. E, dependendo do tipo de mentira que você
56 estiver tomando, existe risco de vida. Quando tratamos
57 de inverdades a respeito da vacina, isso pode colocar a
58 vida de pessoas em risco. Nós estamos vivendo em um
59 mundo em transformação, com alta carga de informações
60 compartilhadas. É um mundo onde nós estamos tendo
61 acesso a uma forma muito violenta à informação sem
62 regras”, defende Vecina Neto.

63 De acordo com a Organização, 138 países reportaram
64 casos de sarampo nos últimos 12 meses, sendo que, em
65 61, foram registrados grandes surtos. A doença é tida
66 como controlada em grande parte dos países
67 desenvolvidos e subdesenvolvidos. Porém, os dados
68 apresentados demonstram o retrocesso recente nos
69 avanços da medicina. Além da queda da cobertura
70 vacinal, conflitos novos e as mudanças climáticas são
71 agravantes do problema. Dessa maneira, as vacinas são
72 essenciais para mudar o cenário atual.

Nos trechos “Nas últimas décadas, o avanço da medicina
levou à {erradicação} de algumas doenças mundiais.” (linhas 04-05)
e “Porém, os dados apresentados demonstram o {retrocesso}
recente nos avanços da medicina.” (linhas 67-69), os termos
destacados significam, respectivamente,

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Questão #2084

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Semântica Cargo: Agente Administrativo Órgão: Pref. Rolim de Moura Escolaridade: Médio Área de formação: Linguagens Banca: IBADE Ano: 2025 Tipo: ME UF: RO

Sobre o texto II, a poeta obtém um interessante efeito gráfico com a palavra rever causando:

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Questão #395

"Não sabia se seguia em frente ou voltava, mas a dúvida apertava
o peito, e o silêncio da noite parecia lhe dar uma resposta."

Qual o tipo de linguagem predominante no texto?

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Questão #1385

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Interpretação de texto Cargo: Administrador Órgão: UNIFESSPA Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: FADESP Ano: 2025 Tipo: ME UF: PA
PREFEITURA DE CANAÃ DOS CARAJÁS REALIZA CAMPANHA ‘JANEIRO BRANCO’

Por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), está promovendo palestras sobre saúde mental nas
Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

Ansiedade e depressão são doenças mentais que colocam o Brasil no topo do ranking de casos na América
Latina e no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Por isso, falar sobre saúde
mental é cada vez mais necessário. Neste mês, a campanha Janeiro Branco, movimento brasileiro voltado
à saúde mental, convida a sociedade a refletir, dialogar e agir em prol do bem-estar emocional.
Em Canaã dos Carajás, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), está promovendo
palestras nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), realizadas durante a sala de espera. Segundo a
enfermeira e gerente da UBS José Caetano, localizada no bairro João Pintinho, as palestras têm como
objetivo orientar a população sobre saúde mental. “São orientações preventivas e de promoção à saúde
mental. Explicamos quais sintomas o paciente pode identificar, os sinais de alerta e, especialmente, o que a
atenção primária pode fazer e como ajudar na saúde mental”, explicou.[...]

De acordo com as informações apresentadas no texto PREFEITURA DE CANAÃ DOS CARAJÁS REALIZA CAMPANHA ‘JANEIRO BRANCO’, é correto afirmar que

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Questão #2167

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Coesão Cargo: Agente Administrativo Órgão: Pref. Planaltina do Paraná Escolaridade: Médio Área de formação: Linguagens Banca: CPCON Ano: 2025 Tipo: ME UF: PR
DEFINITIVO

Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor
não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram
sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque
automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e
passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por
todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os
shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter
compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos
cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante
e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de
ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para
nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é
impaciente conosco, mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais
profundas angústias se ela estivesse interessada em nos
compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas
pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o
futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que
mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais
sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a
gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento
intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A
resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e
vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o
desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças
que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e
que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a
felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...

Ao longo de todo o texto, a autora se utiliza de mecanismos de coesão, por meio de conectivos, para ser eficaz na transmissão da mensagem. O conectivo “mas” é usado diversas vezes e tem o sentido de:

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Questão #1445

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Regência verbal Cargo: Administrador Órgão: PRODESAN Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: IBAM Ano: 2024 Tipo: ME UF: SP
A checagem de fake news no Facebook e Instagram

A Meta anunciou que está abandonando o uso de
checagem independente de fatos no Facebook e no
Instagram, substituindo-os por "notas da comunidade",
em um modelo semelhante ao do X, em que comentários
sobre a precisão do conteúdo das postagens são
deixados a cargo dos próprios usuários.

O anúncio despertou críticas de ativistas contra o
discurso de ódio na internet, que dizem que o ambiente
online ficará menos seguro com a mudança. Já outros
elogiaram o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, por colocar
fim à "censura" no Facebook e Instagram.

A decisão da Meta vale apenas nos Estados Unidos. A
empresa ainda não anunciou mudança na checagem de
fake news em outros países, como o Brasil, mas avisou
que isso acontecerá no futuro.

"A Meta está profundamente comprometida com a
liberdade de expressão", afirmou a empresa.
"Reconhecemos que formas abusivas do exercício deste
direito causam danos. Nos últimos anos, desenvolvemos
sistemas cada vez mais complexos para gerenciar
conteúdo em nossas plataformas. Embora esses
esforços tenham sido bem intencionados, eles se
ampliaram a ponto de termos, às vezes, exagerado na
aplicação de nossas regras, limitando debate político
legítimo", diz a Meta. "As mudanças anunciadas
recentemente pretendem enfrentar essa questão."

A checagem de fake news em postagens não é feita por
uma equipe da Meta. Ela é feita por agências
credenciadas junto à Rede Internacional de Verificação
de Fatos (em inglês, IFCN), uma entidade não-partidária
dedicada à checagem de fake news.

"Não achamos que uma empresa privada como a Meta
deva decidir o que é verdadeiro ou falso, e é exatamente
por isso que temos uma rede global de parceiros de
verificação de fatos que revisam e classificam, de forma
independente, potenciais desinformações no Facebook,
Instagram e WhatsApp", diz um post de junho de 2021
do blog da Meta que explica como funciona o sistema.

"O trabalho deles nos permite agir e reduzir a
disseminação de conteúdo problemático em nossos
aplicativos", prossegue o texto.

A Rede Internacional de Verificação de Fatos (IFCN) foi
criada pelo Instituto Poynter, uma organização sem fins
lucrativos que diz ser dedicada à promoção do jornalismo
imparcial e ético. A rede foi lançada em 2015, reunindo a
comunidade de verificadores de fatos ao redor do
mundo.

Segundo a Meta, "todos os parceiros de verificação de
fatos da Meta passam por um rigoroso processo de
certificação com o IFCN".

A Meta anunciou que está abandonando o uso de checagem independente de fatos no Facebook e no Instagram, "substituindo"-os por notas da comunidade.

O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:

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Questão #2168

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Por quê Cargo: Agente Administrativo Órgão: Pref. Planaltina do Paraná Escolaridade: Médio Área de formação: Linguagens Banca: CPCON Ano: 2025 Tipo: ME UF: PR
DEFINITIVO

Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor
não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram
sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque
automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e
passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por
todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os
shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter
compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos
cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante
e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de
ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para
nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é
impaciente conosco, mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais
profundas angústias se ela estivesse interessada em nos
compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas
pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o
futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que
mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais
sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a
gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento
intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A
resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e
vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o
desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças
que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e
que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a
felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...

Segundo o texto, no 1º parágrafo, na frase “Sofremos por quê?”, caso invertêssemos a ordem, como ficaria o uso do “por quê”?

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