📚 Treine para concursos

Questões de Concurso de graça para treinar – Q7Lab

No Q7Lab você encontra questões de concurso grátis filtradas por banca, órgão, ano, disciplina, assunto e muito mais. Responda questões diariamente e suba no ranking! 🏆

Renderizado em
2180
Total de questões no banco
337
Encontradas pelo filtro
20
Visíveis nesta página
0
Ocultadas pelo “Não mostrar”
0
Ocultadas pelo “Selecionar nível”
0
Ocultadas pelo “Mostrar”
Seu resumo de respostas
Respostas
0
Corretas
0 (0%)
Incorretas
0 (0%)

Resumo guardado em Cookies; será apagado ao limpar histórico ou clicando em

Questão #1697

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Relação temática entre textos Cargo: Administrador Órgão: NITTRANS Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: FGV Ano: 2025 Tipo: ME UF: RJ

Observe este slogan bastante popular atualmente. “Se vai dirigir não beba!” Assinale a frase abaixo - cujo tema é a embriaguez – que se liga perfeitamente ao tema desse slogan.

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.

Questão #746

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Substantivação Cargo: Soldado PM de 2ª Classe Órgão: Polícia Militar SP Escolaridade: Médio Área de formação: Linguagens Banca: FGV Ano: 2025 Tipo: ME UF: SP

Nas frases a seguir, a forma do infinitivo foi substituída por um
substantivo correspondente.

Assinale a frase em que essa correspondência está correta.

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.

Questão #1253

Analise o seguinte texto: “Carlos depôs na condição de testemunha. Logo depois, a
CPI recebeu documentos que levantaram novas suspeitas sobre seus negócios. O empresário,
então, foi convocado para depor novamente, desta vez na condição de investigado. Apesar das
garantias oferecidas por seu advogado, ele nunca mais voltou à CPI”. Com base nos mecanismos
de coesão referencial e coesão sequencial empregados no trecho, analise as assertivas abaixo:

I. O uso do conector “Logo depois” estabelece relação de causa entre o depoimento de Carlos e a
entrega dos documentos à CPI.
II. O termo “seus negócios” retoma coesivamente o referente “Carlos”, estabelecendo coesão
referencial por anáfora.
III. O conector “então”, no terceiro período, introduz uma conclusão em relação ao conteúdo do
segundo período.
IV. O uso do pronome “ele” no último período constitui um exemplo de coesão referencial por elipse.
V. A expressão “Apesar das garantias oferecidas por seu advogado” introduz um argumento que
contrasta com o conteúdo da oração seguinte.

Quais estão corretas?

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.

Questão #490

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Análise sintática Cargo: Guarda Municipal Órgão: Pref. Santa Cecília PB Escolaridade: Médio Área de formação: Linguagens Banca: EDUCA Ano: 2025 Tipo: ME UF: PB
TEXTO II
Chocolate faz bem para a saúde?
Quando o assunto é chocolate, até conhecer um pouco
de sua história e alguns de seus efeitos em nosso
organismo é divertido. Mas o que para alguns é um
prazer incontrolável, para outros se constitui em uma
tentação, principalmente para os que querem
emagrecer.

A árvore que dá origem ao cacau é o cacaueiro que
tem como nome científico Theobroma cacau, cujo
nome Theobroma significa bebida dos deuses. O
cacaueiro é uma árvore nativa da América Central e
do Sul, que necessita de condições especiais para
produzir. Só para exemplificar, as árvores produtoras
de cacau são muito sensíveis às variações climáticas
e principalmente às doenças. Sua altura não costuma
ultrapassar os 10 metros e caso as condições sejam
favoráveis, em apenas 5 anos se inicia sua produção,
podendo viver até quase 50 anos. A polinização de
suas flores é realizada por morcegos!

O Brasil já foi um dos grandes produtores mundiais
de cacau, contribuindo na época com mais de 30% da
produção mundial. Entretanto, problemas
relacionados aos custos de produção local e à falta de
organização dos produtores cacaueiros, contribuíram
para a retração desse setor produtivo, representando
hoje apenas 4% da produção mundial.

A história do cacau é muito antiga, visto que povos
pré-colombianos já utilizavam suas sementes para
fazer uma bebida usada em rituais religiosos e alguns
a empregavam como moeda. Cristovão Colombo, em
uma de suas várias incursões pelo continente, foi o
primeiro europeu a tomar conhecimento do chocolate,
mas o sucesso do chocolate na Europa só veio a
ocorrer em anos posteriores. Inicialmente, a bebida,
por ser amarga e oleosa, não era adequada ao gosto
europeu, somente com a substituição de alguns
produtos, como a pimenta pelo açúcar, por exemplo,
foi que se permitiu uma maior aceitação da bebida."

Com a popularidade, logo outros países europeus
começaram a produzir o cacau em suas colônias,
contribuindo para a diminuição dos preços, que eram
altíssimos! Desta forma, a bebida que antes era
exclusiva dos reis e pessoas afortunadas, aos poucos
foi se popularizando. A substituição da água por leite
também contribuiu significativamente para melhorar
ainda mais o sabor da bebida. A partir do aumento do
consumo e do desenvolvimento de novas e modernas
técnicas de produção e processamento, o chocolate
passou a ser consumido em tabletes e evoluiu até a
forma que conhecemos atualmente.

Em relação aos efeitos do chocolate em nosso
organismo, não existem estudos conclusivos sobre
como as substâncias presentes neste alimento agem
em nosso sistema nervoso, entretanto, alguns estudos
já realizados conseguiram desmistificar a ideia que o
chocolate estaria relacionado ao aparecimento da
acne e de inflamações cutâneas. Assim, o grande
problema em relação ao consumo do chocolate se
refere ao excesso de gordura hidrogenada
acrescentada durante sua fabricação, que é
prejudicial.

“Cristóvão Colombo, em uma de suas várias
incursões pelo continente, foi o primeiro europeu
a tomar conhecimento do chocolate, mas o sucesso
do chocolate na Europa só veio a ocorrer em anos
posteriores.”

É CORRETO afirmar que sua estrutura é
composta por:

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.

Questão #2166

DEFINITIVO

Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor
não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram
sonhadas e não se cumpriram. Sofremos por quê? Porque
automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e
passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por
todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que
gostaríamos de ter tido juntos e não tivemos, por todos os
shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter
compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos
cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante
e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de
ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para
nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é
impaciente conosco, mas por todos os momentos em que
poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais
profundas angústias se ela estivesse interessada em nos
compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas
pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o
futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que
mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais
sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a
gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento
intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,
um tempo feliz. Como aliviar a dor do que não foi vivido? A
resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e
vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o
desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças
que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e
que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a
felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...

Considerando-se o texto, avaliar se as afirmativas são certas
(C) ou erradas
(E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Iludir-se é a melhor forma de enganar o sofrimento.
( ) A dor é inevitável, logo, o sofrimento também.
( ) Desperdiçamos a vida no esforço que se gasta para evitar o sofrimento.

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.

Questão #1072

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Valores semânticos Cargo: Administrador Órgão: Polícia Federal Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: CEBRASPE Ano: 2025 Tipo: CE UF: PF
A liberdade medieval”, disse o historiador Lord Acton,
“difere da moderna nisto: a primeira depende de propriedade”. Mas a
diferença é certamente uma diferença apenas em grau, não em
espécie. O dinheiro pode ter menos influência num tribunal moderno
do que num tribunal medieval. Mas e fora do tribunal? Fora, é
verdade, estou legalmente livre para trabalhar ou não trabalhar, como
eu bem escolher, porque não sou um servo. Estou legalmente livre
para viver aqui em vez de lá, porque não estou preso à terra. Eu sou
livre, dentro de limites razoáveis, para me divertir como eu bem
quiser. Estou legalmente livre para casar-me com qualquer pessoa;
nenhum lorde me obriga a casar-me com uma garota ou viúva da
mansão senhorial. A lista de todas as minhas liberdades legais
ocuparia páginas e mais páginas datilografadas. Ninguém, em toda a
história, foi tão livre quanto eu sou agora.
Mas vejamos o que acontece se eu tento fazer uso da
minha liberdade legal. Não sendo um servo, eu resolvo parar de
trabalhar; como resultado, começo a passar fome na próxima
segunda-feira. Não sendo ligado à terra, eu opto por viver em
Grosvenor Square e Taormina; infelizmente, o aluguel da minha
casa em Londres equivale ao quíntuplo da minha renda anual.
Não sendo submetido às perseguições de intrometidos
eclesiásticos, eu decido que seria agradável levar uma jovem ao
hotel Savoy para desfrutarmos de um jantar; mas não tenho
roupas adequadas, e acabo gastando mais no entretenimento da
minha noite do que consigo ganhar em uma semana.
Todas as minhas liberdades legais acabam sendo, na
prática, tão estreitamente dependentes de propriedade como eram
as liberdades dos meus antepassados medievais. Os ricos podem
comprar vastas quantidades de liberdade; os pobres precisam se
virar sem ela, muito embora, por lei e teoricamente, eles tenham
tanto direito à mesma quantidade de liberdade quanto têm os ricos.

No segundo parágrafo, as orações “Não sendo um servo” (segundo período), “Não sendo ligado à terra” (terceiro período) e “Não sendo submetido às perseguições de intrometidos eclesiásticos” (quarto período) expressam circunstância de concessão nos respectivos períodos em que aparecem.

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.

Questão #1653

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Crase obrigatória Cargo: Administrador Órgão: IFES Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: IFES Ano: 2022 Tipo: ME UF: ES

Assinale a alternativa em que o “A” deve obrigatoriamente receber o acento grave

indicador da CRASE:

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.

Questão #489

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Classe gramatical Cargo: Guarda Municipal Órgão: Pref. Santa Cecília PB Escolaridade: Médio Área de formação: Linguagens Banca: EDUCA Ano: 2025 Tipo: ME UF: PB
TEXTO II
Chocolate faz bem para a saúde?
Quando o assunto é chocolate, até conhecer um pouco
de sua história e alguns de seus efeitos em nosso
organismo é divertido. Mas o que para alguns é um
prazer incontrolável, para outros se constitui em uma
tentação, principalmente para os que querem
emagrecer.

A árvore que dá origem ao cacau é o cacaueiro que
tem como nome científico Theobroma cacau, cujo
nome Theobroma significa bebida dos deuses. O
cacaueiro é uma árvore nativa da América Central e
do Sul, que necessita de condições especiais para
produzir. Só para exemplificar, as árvores produtoras
de cacau são muito sensíveis às variações climáticas
e principalmente às doenças. Sua altura não costuma
ultrapassar os 10 metros e caso as condições sejam
favoráveis, em apenas 5 anos se inicia sua produção,
podendo viver até quase 50 anos. A polinização de
suas flores é realizada por morcegos!

O Brasil já foi um dos grandes produtores mundiais
de cacau, contribuindo na época com mais de 30% da
produção mundial. Entretanto, problemas
relacionados aos custos de produção local e à falta de
organização dos produtores cacaueiros, contribuíram
para a retração desse setor produtivo, representando
hoje apenas 4% da produção mundial.

A história do cacau é muito antiga, visto que povos
pré-colombianos já utilizavam suas sementes para
fazer uma bebida usada em rituais religiosos e alguns
a empregavam como moeda. Cristovão Colombo, em
uma de suas várias incursões pelo continente, foi o
primeiro europeu a tomar conhecimento do chocolate,
mas o sucesso do chocolate na Europa só veio a
ocorrer em anos posteriores. Inicialmente, a bebida,
por ser amarga e oleosa, não era adequada ao gosto
europeu, somente com a substituição de alguns
produtos, como a pimenta pelo açúcar, por exemplo,
foi que se permitiu uma maior aceitação da bebida."

Com a popularidade, logo outros países europeus
começaram a produzir o cacau em suas colônias,
contribuindo para a diminuição dos preços, que eram
altíssimos! Desta forma, a bebida que antes era
exclusiva dos reis e pessoas afortunadas, aos poucos
foi se popularizando. A substituição da água por leite
também contribuiu significativamente para melhorar
ainda mais o sabor da bebida. A partir do aumento do
consumo e do desenvolvimento de novas e modernas
técnicas de produção e processamento, o chocolate
passou a ser consumido em tabletes e evoluiu até a
forma que conhecemos atualmente.

Em relação aos efeitos do chocolate em nosso
organismo, não existem estudos conclusivos sobre
como as substâncias presentes neste alimento agem
em nosso sistema nervoso, entretanto, alguns estudos
já realizados conseguiram desmistificar a ideia que o
chocolate estaria relacionado ao aparecimento da
acne e de inflamações cutâneas. Assim, o grande
problema em relação ao consumo do chocolate se
refere ao excesso de gordura hidrogenada
acrescentada durante sua fabricação, que é
prejudicial.

Quanto à classe gramatical, assinale a alternativa
que apresenta CORRETAMENTE a classificação
da palavra entre { }.

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.

Questão #1387

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Valor semântico de expressões Cargo: Administrador Órgão: UNIFESSPA Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: FADESP Ano: 2025 Tipo: ME UF: PA
PREFEITURA DE CANAÃ DOS CARAJÁS REALIZA CAMPANHA ‘JANEIRO BRANCO’

Por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), está promovendo palestras sobre saúde mental nas
Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

Ansiedade e depressão são doenças mentais que colocam o Brasil no topo do ranking de casos na América
Latina e no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Por isso, falar sobre saúde
mental é cada vez mais necessário. Neste mês, a campanha Janeiro Branco, movimento brasileiro voltado
à saúde mental, convida a sociedade a refletir, dialogar e agir em prol do bem-estar emocional.
Em Canaã dos Carajás, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), está promovendo
palestras nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), realizadas durante a sala de espera. Segundo a
enfermeira e gerente da UBS José Caetano, localizada no bairro João Pintinho, as palestras têm como
objetivo orientar a população sobre saúde mental. “São orientações preventivas e de promoção à saúde
mental. Explicamos quais sintomas o paciente pode identificar, os sinais de alerta e, especialmente, o que a
atenção primária pode fazer e como ajudar na saúde mental”, explicou.[...]

Em “[...] a Prefeitura [...] está promovendo palestras nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), realizadas durante a sala de espera”, o trecho sublinhado apresenta primordialmente um valor

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.

Questão #352

Leia o texto a seguir:
S.O.S. Português
Por que os pronomes oblíquos têm esse nome e quais
as regras para utilizá-los?
As expressões “pronome oblíquo” e “pronome reto”
são oriundas do latim (casus obliquus e casus rectus).
Elas eram usadas para classificar as palavras de acordo
com a função sintática. Quando estavam como sujeito,
pertenciam ao caso reto. Se exerciam outra função
(exceto a de vocativo), eram relacionadas ao caso
oblíquo, pois um dos sentidos da palavra oblíquo é “não
é direito ou reto”. Os pronomes pessoais da língua
portuguesa seguem o mesmo padrão: os que
desempenham a função de sujeito (eu, tu, ele, nós, vós
e eles) são os pessoais do caso reto; e os que
normalmente têm a função de complementos verbais
(me, mim, comigo, te, ti, contigo, o, os, a, as, lhe, lhes,
se, si, consigo, nos, conosco, vos e convosco) são os do
caso oblíquo.
NOVA ESCOLA. Coluna “Na dúvida”, dez. 2008, p. 20.)
Quando estudamos os pronomes, conhecemos um
procedimento como colocação pronominal. A estrutura
que está de acordo com as regras apresentadas no
texto é:

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.

Questão #1071

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Ideia central do texto Cargo: Administrador Órgão: Polícia Federal Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: CEBRASPE Ano: 2025 Tipo: CE UF: PF
A liberdade medieval”, disse o historiador Lord Acton,
“difere da moderna nisto: a primeira depende de propriedade”. Mas a
diferença é certamente uma diferença apenas em grau, não em
espécie. O dinheiro pode ter menos influência num tribunal moderno
do que num tribunal medieval. Mas e fora do tribunal? Fora, é
verdade, estou legalmente livre para trabalhar ou não trabalhar, como
eu bem escolher, porque não sou um servo. Estou legalmente livre
para viver aqui em vez de lá, porque não estou preso à terra. Eu sou
livre, dentro de limites razoáveis, para me divertir como eu bem
quiser. Estou legalmente livre para casar-me com qualquer pessoa;
nenhum lorde me obriga a casar-me com uma garota ou viúva da
mansão senhorial. A lista de todas as minhas liberdades legais
ocuparia páginas e mais páginas datilografadas. Ninguém, em toda a
história, foi tão livre quanto eu sou agora.
Mas vejamos o que acontece se eu tento fazer uso da
minha liberdade legal. Não sendo um servo, eu resolvo parar de
trabalhar; como resultado, começo a passar fome na próxima
segunda-feira. Não sendo ligado à terra, eu opto por viver em
Grosvenor Square e Taormina; infelizmente, o aluguel da minha
casa em Londres equivale ao quíntuplo da minha renda anual.
Não sendo submetido às perseguições de intrometidos
eclesiásticos, eu decido que seria agradável levar uma jovem ao
hotel Savoy para desfrutarmos de um jantar; mas não tenho
roupas adequadas, e acabo gastando mais no entretenimento da
minha noite do que consigo ganhar em uma semana.
Todas as minhas liberdades legais acabam sendo, na
prática, tão estreitamente dependentes de propriedade como eram
as liberdades dos meus antepassados medievais. Os ricos podem
comprar vastas quantidades de liberdade; os pobres precisam se
virar sem ela, muito embora, por lei e teoricamente, eles tenham
tanto direito à mesma quantidade de liberdade quanto têm os ricos.

A ideia principal do texto, cujo autor defende que a liberdade moderna é mais ampla que a medieval, pode ser sintetizada na afirmação “Ninguém, em toda a história, foi tão livre quanto eu sou agora” (último período do primeiro parágrafo).

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.

Questão #1075

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Valor semântico Cargo: Administrador Órgão: Polícia Federal Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: CEBRASPE Ano: 2025 Tipo: CE UF: PF
A liberdade medieval”, disse o historiador Lord Acton,
“difere da moderna nisto: a primeira depende de propriedade”. Mas a
diferença é certamente uma diferença apenas em grau, não em
espécie. O dinheiro pode ter menos influência num tribunal moderno
do que num tribunal medieval. Mas e fora do tribunal? Fora, é
verdade, estou legalmente livre para trabalhar ou não trabalhar, como
eu bem escolher, porque não sou um servo. Estou legalmente livre
para viver aqui em vez de lá, porque não estou preso à terra. Eu sou
livre, dentro de limites razoáveis, para me divertir como eu bem
quiser. Estou legalmente livre para casar-me com qualquer pessoa;
nenhum lorde me obriga a casar-me com uma garota ou viúva da
mansão senhorial. A lista de todas as minhas liberdades legais
ocuparia páginas e mais páginas datilografadas. Ninguém, em toda a
história, foi tão livre quanto eu sou agora.
Mas vejamos o que acontece se eu tento fazer uso da
minha liberdade legal. Não sendo um servo, eu resolvo parar de
trabalhar; como resultado, começo a passar fome na próxima
segunda-feira. Não sendo ligado à terra, eu opto por viver em
Grosvenor Square e Taormina; infelizmente, o aluguel da minha
casa em Londres equivale ao quíntuplo da minha renda anual.
Não sendo submetido às perseguições de intrometidos
eclesiásticos, eu decido que seria agradável levar uma jovem ao
hotel Savoy para desfrutarmos de um jantar; mas não tenho
roupas adequadas, e acabo gastando mais no entretenimento da
minha noite do que consigo ganhar em uma semana.
Todas as minhas liberdades legais acabam sendo, na
prática, tão estreitamente dependentes de propriedade como eram
as liberdades dos meus antepassados medievais. Os ricos podem
comprar vastas quantidades de liberdade; os pobres precisam se
virar sem ela, muito embora, por lei e teoricamente, eles tenham
tanto direito à mesma quantidade de liberdade quanto têm os ricos.

O vocábulo “como” apresenta o mesmo valor semântico no trecho “como eu bem escolher” (quinto período do primeiro parágrafo) e no trecho “como eram as liberdades dos meus antepassados medievais” (primeiro período do terceiro parágrafo).

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.

Questão #594

Considere os fragmentos “o que eles pensam que nós somos?” e “os malditos sabem que ainda não sabemos”, e analise as afirmações.

I- O termo “eles” está sendo empregado para retomar um referente explicitado verbalmente na tirinha.
II- A expressão “os malditos” retoma o referente “eles”.
III- A repetição do termo “nós” compromete a clareza do texto.

É CORRETO o que se afirma apenas em:

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.

Questão #1436

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Classes gramaticais Cargo: Administrador Órgão: PRODESAN Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: IBAM Ano: 2024 Tipo: ME UF: SP
A checagem de fake news no Facebook e Instagram

A Meta anunciou que está abandonando o uso de
checagem independente de fatos no Facebook e no
Instagram, substituindo-os por "notas da comunidade",
em um modelo semelhante ao do X, em que comentários
sobre a precisão do conteúdo das postagens são
deixados a cargo dos próprios usuários.

O anúncio despertou críticas de ativistas contra o
discurso de ódio na internet, que dizem que o ambiente
online ficará menos seguro com a mudança. Já outros
elogiaram o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, por colocar
fim à "censura" no Facebook e Instagram.

A decisão da Meta vale apenas nos Estados Unidos. A
empresa ainda não anunciou mudança na checagem de
fake news em outros países, como o Brasil, mas avisou
que isso acontecerá no futuro.

"A Meta está profundamente comprometida com a
liberdade de expressão", afirmou a empresa.
"Reconhecemos que formas abusivas do exercício deste
direito causam danos. Nos últimos anos, desenvolvemos
sistemas cada vez mais complexos para gerenciar
conteúdo em nossas plataformas. Embora esses
esforços tenham sido bem intencionados, eles se
ampliaram a ponto de termos, às vezes, exagerado na
aplicação de nossas regras, limitando debate político
legítimo", diz a Meta. "As mudanças anunciadas
recentemente pretendem enfrentar essa questão."

A checagem de fake news em postagens não é feita por
uma equipe da Meta. Ela é feita por agências
credenciadas junto à Rede Internacional de Verificação
de Fatos (em inglês, IFCN), uma entidade não-partidária
dedicada à checagem de fake news.

"Não achamos que uma empresa privada como a Meta
deva decidir o que é verdadeiro ou falso, e é exatamente
por isso que temos uma rede global de parceiros de
verificação de fatos que revisam e classificam, de forma
independente, potenciais desinformações no Facebook,
Instagram e WhatsApp", diz um post de junho de 2021
do blog da Meta que explica como funciona o sistema.

"O trabalho deles nos permite agir e reduzir a
disseminação de conteúdo problemático em nossos
aplicativos", prossegue o texto.

A Rede Internacional de Verificação de Fatos (IFCN) foi
criada pelo Instituto Poynter, uma organização sem fins
lucrativos que diz ser dedicada à promoção do jornalismo
imparcial e ético. A rede foi lançada em 2015, reunindo a
comunidade de verificadores de fatos ao redor do
mundo.

Segundo a Meta, "todos os parceiros de verificação de
fatos da Meta passam por um rigoroso processo de
certificação com o IFCN".

A empresa ainda não anunciou mudança na checagem de fake news em outros países, como o Brasil, mas avisou que isso acontecerá no futuro. Assinale a alternativa correta quanto às classes gramaticais dos vocábulos mencionados nesta frase.

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.

Questão #1285

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Intertextualidade Cargo: Administrador Órgão: CREMAM Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: QUADRIX Ano: 2025 Tipo: ME UF: AM
TEXTO 1

Cinemas sofrem com público que canta, faz baderna e fuma maconha nas salas

Guilher me Luis

O caos se anunciava desde o saguão. Dezenas de pessoas bradavam que estavam na fila do
cinema só para admirar Lady Gaga na telona. Quem queria mesmo ver o filme "Coringa:
delírio a dois" pedia licença e, com cautela, se espremia entre os fãs para alcançar a porta.

É cada vez mais comum presenciar tumultos assim nas salas. Em maio, uma sessão da
cinebiografia de Bob Marley, em Pernambuco, foi interrompida pela Polícia Militar após jovens
fumarem maconha no escuro. No TikTok, vídeos mostram gente brigando em sessões de
"Divertida Mente 2", filme que reuniu multidões no país e deixou sentimentos à flor da pele.

O fenômeno é global. Exibições do musical "Wicked" pelo mundo todo estão sendo
atrapalhadas por espectadores que entoam as canções em voz alta. Já se multiplicam os
vídeos de cenas inteiras na internet, publicadas por pessoas que não se acovardaram em
fazer gravações com o celular por minutos a fio, o que caracteriza pirataria.

A revista Variety publicou uma reportagem sobre esse novo comportamento do público diante
de um filme, no cinema. Um executivo de Hollywood afirmou, em condição de anonimato, que
a indústria já notou que as atitudes das pessoas mudaram drasticamente desde a pandemia.
É o que afirma também Marcos Barros, presidente da Abraplex, a Associação Brasileira das
Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex. "Não sou otimista quanto ao
comportamento das pessoas. É outra cabeça. Não vamos voltar para aquilo de todos
prestarem atenção no filme", disse ele, num debate de um evento do setor.

Virais, os vídeos que registram cenas como essas divertem na mesma medida em que
espantam. Nas redes sociais, usuários clamam pela volta da lanterninha, funcionário que
monitorava as sessões para garantir que o público mantivesse a etiqueta. Há anos, o cargo
foi extinto para redução de custos. Há também, cada vez mais, relatos de gente incomodada
com quem usa celular na sala ou comenta em voz alta o que vê na tela. Essa desinibição tem
a ver com novos tipos de vídeos exibidos pelos cinemas, como gravações de shows, que
fazem o público cantar e dançar, afirma Luiz Fernando Angi, gerente de marketing da rede
Cinépolis.

Em crise, com salas esvaziadas, os exibidores precisaram lembrar ao público por que uma
telona, caixas de som superpotentes e sacos de pipoca engordurados casam tão bem. Para
atrair os mais inquietos, redes, como a Cinemark e a Cinépolis, passaram a exibir conteúdos
que remetem a eventos ao vivo. O mais emblemático deles foi a gravação da turnê de Taylor
Swift, no ano passado. As sessões, cheias de fãs fantasiados, viraram uma extensão dos
palcos por onde a cantora passava. Numa sessão vista por este repórter no Cinemark do
shopping Eldorado, em São Paulo, os espectadores gritavam desde o início e não ficaram
sentados. Logo estavam dançando pela sala.

Um tumulto parecido ocorreu no Cine Marquise, na avenida Paulista, mas por causa de
Beyoncé, que também levou um show às telas. Os funcionários, assustados com a multidão
que se levantou para dançar, tiveram de instalar barreiras que os impedissem de chegar à
tela, onde o chão é mais frágil.

Para desincentivar o mau comportamento nas salas, em especial o uso de celular, o Cine
Marquise decidiu não compartilhar, nas suas redes, fotos e vídeos da tela publicados pelos
clientes. "Surgiu uma falta de noção. Hoje tudo é ‘instragramável’", diz Marcelo Lima, diretor
da rede. “Não é novidade que o celular e as redes viciam”, lembra a psicóloga Marcelle
Alfinito. "O uso abusivo é associado a uma ansiedade social, e o celular vira mecanismo de
fuga da realidade", diz ela, acrescentando que isso explica a vontade de mostrar que se está
em um cinema.

Minha alma voa aos sonhos do passado... (Auta de Souza)


Exibidores procuram formas de contornar o problema, mas não apresentam medidas sólidas.
"A gente tem tentado criar campanhas para constranger quem não segue a etiqueta", conta
Lima, do Cine Marquise, sem detalhar como serão as ações. Angi, da Cinépolis, diz que a
rede desincentiva o uso de celular com o vídeo educativo exibido antes dos filmes — o que a
maioria das exibidoras já faz —, e que recompensa o cliente que se sente lesado oferecendo
outra sessão. Procurada, a Cinemark não quis comentar o assunto.


TEXTO 2
Terra de ninguém e de todo mundo
Ruy Castro
E pensar que, algumas vezes, neste espaço, me queixei de que, ao ir ao cinema, a sinfonia
de maxilares triturando pipoca ao meu redor me impedia de escutar os diálogos. Pipoca no
cinema nunca foi novidade, claro. Vem desde os tempos da manivela. Só não era obrigatória.
Imagine comer pipoca em filmes como "M, o Vampiro de Dusseldorf" (1931), de Fritz Lang, ou
"O Silêncio" (1962), de Ingmar Bergman, com aquelas longas pausas silenciosas cheias de
significado. O próprio roedor de pipoca ficaria sem jeito ao ouvir-se a si mesmo.
Estou ciente de que cada um come o quê, quem, quanto, quando e onde quiser, e os
incomodados que se mudem. O que me intrigava era se as pessoas estavam comendo tanta
pipoca fora dos cinemas — na rua, em casa, no escritório — quanto dentro. Ao saber que
90% do consumo mundial de pipoca se dá nas salas de projeção, convenci-me de que os
filmes tinham se tornado só um pretexto para o consumo do principal produto dos estúdios: a
pipoca.
Mas recente e assustadora reportagem de Guilherme Luis na Folha ("Sessões sofrem com
público, que não sai do celular, fala alto e até canta no filme", 14/12) fez-me suspeitar que fui
injusto com o pessoal que se limitava a britar grãos de milho com seus molares. De fato, não
era tão incômodo assim, mesmo porque os cinemas compensavam elevando a música a
volumes centibélicos, capazes de abafar até o ronco de uma betoneira no palco.
Segundo a matéria, o problema, hoje, é que, conforme os proprietários das salas, cada
espectador acha que pode fazer o que quiser dentro do cinema. Gravar trechos inteiros do
filme e jogá-los nas redes. Ir lá na frente e tirar selfies com os atores na tela. Participar do
filme, vaiando, aplaudindo ou discutindo-o com a turma em voz alta. Se for um musical,
cantar junto com o artista e dançar nos corredores ou em cima das poltronas. Fumar vape ou
um baseado em certas cenas.
Não sei se a sério, alguém sugeriu a volta do lanterninha, aquele antigo funcionário que
passeava pelo escurinho para inibir os casais mais excitados. Hoje, ser lanterninha será uma
profissão de risco.

Comparando os dois textos, conclui-se que o autor do segundo texto

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.

Questão #1076

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Substituição lexical Cargo: Administrador Órgão: Polícia Federal Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: CEBRASPE Ano: 2025 Tipo: CE UF: PF
A liberdade medieval”, disse o historiador Lord Acton,
“difere da moderna nisto: a primeira depende de propriedade”. Mas a
diferença é certamente uma diferença apenas em grau, não em
espécie. O dinheiro pode ter menos influência num tribunal moderno
do que num tribunal medieval. Mas e fora do tribunal? Fora, é
verdade, estou legalmente livre para trabalhar ou não trabalhar, como
eu bem escolher, porque não sou um servo. Estou legalmente livre
para viver aqui em vez de lá, porque não estou preso à terra. Eu sou
livre, dentro de limites razoáveis, para me divertir como eu bem
quiser. Estou legalmente livre para casar-me com qualquer pessoa;
nenhum lorde me obriga a casar-me com uma garota ou viúva da
mansão senhorial. A lista de todas as minhas liberdades legais
ocuparia páginas e mais páginas datilografadas. Ninguém, em toda a
história, foi tão livre quanto eu sou agora.
Mas vejamos o que acontece se eu tento fazer uso da
minha liberdade legal. Não sendo um servo, eu resolvo parar de
trabalhar; como resultado, começo a passar fome na próxima
segunda-feira. Não sendo ligado à terra, eu opto por viver em
Grosvenor Square e Taormina; infelizmente, o aluguel da minha
casa em Londres equivale ao quíntuplo da minha renda anual.
Não sendo submetido às perseguições de intrometidos
eclesiásticos, eu decido que seria agradável levar uma jovem ao
hotel Savoy para desfrutarmos de um jantar; mas não tenho
roupas adequadas, e acabo gastando mais no entretenimento da
minha noite do que consigo ganhar em uma semana.
Todas as minhas liberdades legais acabam sendo, na
prática, tão estreitamente dependentes de propriedade como eram
as liberdades dos meus antepassados medievais. Os ricos podem
comprar vastas quantidades de liberdade; os pobres precisam se
virar sem ela, muito embora, por lei e teoricamente, eles tenham
tanto direito à mesma quantidade de liberdade quanto têm os ricos.

Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos originais do texto, o vocábulo ‘difere’ (primeiro período do texto) poderia ser substituído por diferencia-se.

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.

Questão #346

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Variação Linguística Cargo: Guarda Municipal Órgão: Pref. Bom Jardim PE Escolaridade: Médio Área de formação: Linguagens Banca: FACET Ano: 2025 Tipo: ME UF: PE
Leia o texto a seguir:
De domingo
— Outrossim?
— O quê?
— O que o quê?
— O que você disse.
— Outrossim?
— É.
— O que que tem?
— Nada. Só achei engraçado.
— Não vejo a graça.
— Você vai concordar que não é uma palavra de todos
os dias.
— Ah, não é. Aliás, eu só uso domingo.
— Se bem que parece uma palavra de segunda-feira.
— Não. Palavra de segunda-feira é "óbice".
— “Ônus".
— “Ônus” também. “Desiderato”. “Resquício”.
— “Resquício” é de domingo.
— Não, não. Segunda. No máximo terça.
— Mas “outrossim”, francamente…
— Qual o problema?
— Retira o “outrossim”.
— Não retiro. É uma ótima palavra. Aliás, é uma
palavra difícil de usar. Não é qualquer um que usa
“outrossim”.
(VERÍSSIMO. L.F. Porto Alegre: LP&M, 1996)

Quanto ao texto acima, é correto afirmar que:

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.

Questão #1039

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Uso de pronomes Cargo: Administrador Órgão: UFU Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: UFU DIRPS Ano: 2025 Tipo: ME UF: RS
No mundo sutil dos relacionamentos, nem sempre as palavras dizem tudo. Às vezes, o que não é dito fala mais alto — e mais dolorosamente. O chamado "silêncio barulhento" é um desses casos. Trata-se daquele momento em que alguém, de forma deliberada, escolhe ignorar o outro, deixando no ar uma mensagem clara: “Você está sendo punido”. Pode vir disfarçado de uma saída teatral da sala, de uma ausência repentina nas mensagens ou de um olhar que evita, intencionalmente, o encontro. É um comportamento que, mesmo sem palavras, grita.
É compreensível por que muitas pessoas recorrem ao tratamento do silêncio. No calor de um conflito, pode parecer reconfortante manter o controle e fazer o outro "sofrer um pouco". Mas esse controle vem com um custo alto.
Quando usamos o silêncio como forma de punição, o que transmitimos não é apenas distanciamento, mas rejeição, exclusão e abandono.
E não é só uma questão emocional: estudos mostram que ser ignorado ou excluído ativa no cérebro as mesmas regiões envolvidas na dor física. Em outras palavras, o silêncio imposto machuca, literalmente.

Na expressão em destaque no texto, a escolha do pronome “você” como sujeito da oração tem como efeito

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.

Questão #1479

Depois de massacre, povo Juma luta para sobreviver em meio a invasões e desmatamento
Por Puré Juma

01 A Terra Indígena (TI) Juma está .... apenas 5 quilômetros da BR-230, que termina na
02 cidade amazonense Lábrea. Isso significa que, por terra, invasores só precisam andar por cerca
03 de três horas na floresta amazônica para chegar ao território onde vivem os Juma, um povo de
04 recente contato que, em 1964, sofreu um massacre. Mais de 60 pessoas morreram. Exatos 60
05 anos depois, os sobreviventes, seus filhos e netos, seguem ameaçados. Desta vez, pelo avanço
06 do desmatamento no sul do Amazonas, antes considerado uma das áreas mais preservadas do
07 estado. Como são poucos, se sentem em risco.
08 “Os invasores entram e alegam que não sabem os limites do território do povo indígena
09 Juma”, afirmou a cacica Boréa Juma .... Agência Pública. Ela conversou com a reportagem em
10 sua língua nativa, a kagwahiva, da família Tupi-Guarani, falada por sete povos na Amazônia.
11 Boréa sabe bem o que está acontecendo em seu território e nas redondezas de sua terra
12 tradicional, na qual nasceu, cresceu e viu seus ancestrais partirem e deixarem legado e histórias
13 para contar.
14 De acordo com a cacica, as derrubadas de mata e as queimadas feitas ao redor da TI “são
15 para fazer grandes pastos de fazendas e criação de gado”. O foco dos grileiros, pessoas que
16 desmatam e se apossam de terras públicas, são áreas não destinadas, ou seja, regiões sob
17 responsabilidade de governos estaduais ou federais que ainda não tiveram sua finalidade
18 definida.
19 “Hoje a gente está passando ameaças que ______ do grileiro e do fazendeiro. Naquele
20 tempo que aconteceu o massacre era do sorveiro (pessoas que entravam na floresta para extrair
21 sorva e seiva de árvores raras)”, explicou Mandé Juma, vice-presidente da associação Jawara
22 Pina, que representa seu povo. “A gente ______ passando, sobrevivendo, desde o começo”,
23 finalizou.
24 Ainda que o desmatamento na Amazônia tenha reduzido 30,63% entre agosto de 2023 e
25 julho deste ano, a maior taxa de redução em 15 anos, os números seguem altos, com o sul do
26 Amazonas se consolidando como a nova fronteira do desmatamento. No ano passado, por
27 exemplo, a cidade de Lábrea, que fica a pouco mais de 90 quilômetros da TI Juma, superou
28 Altamira, no Pará, como a líder no ranking de municípios com maior área desmatada no Brasil.
29 Mesmo quando ocorrem fora dos limites do território Juma, os crimes ambientais afetam a
30 sobrevivência dos povos originários, pois ______ a escassez de alimento, com a fuga de animais,
31 além de levar poluição a lugares sagrados.
32 “Aqui na aldeia tinha muitas araras-azuis, mas elas desapareceram. Talvez foi por causa
33 do calor, ou falta de alimento, ou a derrubada (de árvores) que afastou as araras. Não foi só
34 arara, também os porcos-do-mato não aparecem mais, os peixes diminuíram, os nambu e os
35 jacamim não se encontram mais, e as frutas estão produzindo em época diferente”, finalizou a
36 cacica.
37 Além do caminho pela floresta, também é possível chegar .... TI Juma pelo rio Assuã, um
38 afluente do rio Purus, em um trajeto de cerca de 40 minutos de barco. A facilidade de acesso ao
39 território deixa os indígenas cercados e expostos a diversos perigos, como o próprio
40 desmatamento e a possibilidade de confronto, verbal ou físico, com suas lideranças.

Considerando a expressão “Ainda que” (l. 24), analise as assertivas a seguir:

I. Introduz uma oração que indica um fato que se admite em oposição a outro.

II. É classificada como uma locução adverbial.

III. Exprime a ideia de concessão.

Quais estão corretas?

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.

Questão #497

TEXTO III

Versos íntimos

Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão – esta pantera –
Foi tua companheira inseparável!

Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.

Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!

"Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!"

Nos trechos destacados, os pronomes oblíquos
apresentam uma colocação que segue a norma
culta da língua.

Assinale a alternativa CORRETA quanto ao tipo
de colocação de cada pronome:

Estatísticas gerais
Faça login para visualizar.
Seu histórico
Faça login para visualizar.
Sua pontuação nesta questão
Faça login para visualizar.