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Questão #2126
No último quadro do Texto 1, o que simboliza o vaso de flores ao lado da aluna formada?

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Questão #2146
O conceito de computação na nuvem (cloud computing) refere-se a:
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Questão #2142
Mensagens eletrônicas não solicitadas enviadas em massa para usuários são conhecidas como:
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Questão #2132
Do ponto de vista dos níveis e tipos de linguagens, foi utilizada no Texto 2 uma linguagem:

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Questão #2125
O Texto 1 compara o trabalho docente ao processo de criação de cerâmica e cultivo de flores. Qual é a principal mensagem transmitida por esta comparação?

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Questão #2130
Analise a imagem e assinale a alternativa que define o objetivo principal do Texto 2.

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Questão #2148
O nome escolhido para uma pasta pode tornar mais claro para o usuário o contexto, os tipos de arquivos e pastas presentes dentro dela. Sobre esse procedimento, dentro do sistema operacional Windows, analise as seguintes afirmações.
I - O nome da pasta pode conter quaisquer caracteres Unicode, sem restrições.
II - Não é possível criar nomes de pastas apenas com números, pois o sistema operacional pode entender como um cálculo para planilhas presentes. III-O nome de arquivo não pode conter o caractere '/' ou '\' pois estes são comumente usados como separadores de nomes entre pasta e arquivos. É CORRETO o que se afirma em:
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Questão #2149
Para o correto funcionamento do computador, é necessário que os programas se comuniquem com o hardware corretamente. Sobre esta comunicação, analise os itens abaixo.
I - O sistema operacional e os drivers trabalham em conjunto para se comunicar e controlar o hardware do computador.
II - Qualquer programa pode se comunicar com o hardware do computador, sem necessidade de qualquer instrução específica para isso. III-Sem os drivers adequados, o sistema operacional pode não reconhecer um dispositivo de hardware, ou pode funcionar com limitações.
IV-O sistema operacional é responsável pela comunicação com o hardware. Os drivers servem apenas para melhorar o desempenho do computador.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Questão #2134
Qual dos elementos extratextuais, entre os listados abaixo, contribui para a construção do sentido do Texto 2?

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Questão #2135
Por Tiago Germano
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
O narrador do Texto 3 é uma criança que demonstra uma curiosidade típica da infância sobre uma figura de sua admiração. Diante da sua reflexão acerca da figura icônica do Papa, é CORRETO afirmar que o texto tematiza:
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Questão #2156
No contexto organizacional, é possível identificar abordagens de controle burocrático ou descentralizado, que refletem filosofias distintas da cultura corporativa de cada organização. Em muitos casos, alguns aspectos de ambas as abordagens de controle estão presentes em um mesmo ambiente organizacional, mas é comum que haja uma maior ênfase em uma abordagem, em detrimento da outra. Assinale a alternativa que corresponde a características da abordagem de controle descentralizado.
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Questão #2144
Sobre arquivos do tipo PDF, analise as seguintes afirmativas.
I - Arquivos PDF podem conter links, botões, arquivos de áudio e vídeo.
II - Uma limitação dos PDFs é o fato de não poderem ser assinados eletronicamente.
III - A maioria dos navegadores de internet conseguem visualizar arquivos do tipo PDF, evitando a instalação de softwares adicionais. É CORRETO o que ser afirma em:
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Questão #2162
A tomada de decisão faz parte do cotidiano das organizações. É possível identificar três atores distintos envolvidos com o processo decisório: o decisor, o facilitador e o analista. Analise as afirmativas relativas a cada um dos atores envolvidos com a tomada de decisão.
I - O decisor tem o poder de decidir ou ratificar uma decisão e assume a responsabilidade pelas consequências – influencia a decisão considerando as relações, as informações e seu juízo de valor.
II - O facilitador é um líder experiente que atua na resolução do problema, esclarecendo dúvidas e apoiando a tomada de decisão – deve se posicionar de maneira clara acerca da melhor alternativa para solucionar o problema, explicitando seu juízo de valor e influenciando ativamente a definição da decisão.
III - O analista faz a análise e auxilia o facilitador e o decisor a melhor compreenderem o problema e os fatores que influenciam a solução.
IV - Cada uma das três funções (decisor, facilitador e analista) presentes no processo decisório deve ser executada por indivíduos distintos, uma vez que é inviável que um mesmo indivíduo exerça mais de uma função. É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Questão #2163
A qualidade pode ser definida de diferentes maneiras, dentre elas, como o grau previsível de uniformidade e confiabilidade a baixo custo, ou como a conformidade com especificações técnicas ou ainda como a adequação ao uso. As várias definições de qualidade apontam para enfoques distintos que podem ser adotados ao tratar deste conceito. O entendimento da qualidade como um elemento subjetivo, baseado na percepção do cliente, suas preferências e necessidades pessoais está associado ao enfoque:
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Questão #2164
Um sistema de informação é um conjunto de componentes inter-relacionados, utilizados para coletar, processar, armazenar e distribuir a informação, tendo como finalidades principais dar suporte à tomada de decisões e ao controle de uma organização. Analise as afirmativas a respeito das características de um sistema de informação eficaz.
I - Um sistema de informação eficaz deve produzir informações realmente necessárias, confiáveis e atendendo aos requisitos operacionais e gerenciais da tomada de decisão.
II - Um sistema de informação eficaz deve ter por base diretrizes capazes de assegurar a realização dos objetos organizacionais, de maneira direta, simples e eficiente.
III - Um sistema de informação eficaz deve funcionar de maneira independente da estrutura organizacional.
IV - Um sistema de informação eficaz deve ter um fluxo de procedimentos racional, integrado, rápido e de menor custo possível. É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Questão #2145
O procedimento de cópia de segurança de dados de um dispositivo para outro local com o intuito de proteger informações importantes é conhecido como:
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Questão #2140
Sistemas operacionais são constantemente atualizados pela equipe de desenvolvedores. Isto garante que o dispositivo receba melhorias e se mantenha seguro para seus usuários. No Windows 11, o serviço responsável por essas atualizações é:
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Questão #2158
A coesão de um grupo de trabalho é medida pelo grau em que o grupo se mantém unido. Em um grupo coeso, seus membros se sentem atraídos uns pelos outros e pelo grupo como um todo. Um dos fatores que afetam a coesão do grupo é o reconhecimento concedido ao grupo por desempenho eficaz, que pode reforçar o sentimento de orgulho por pertencer ao grupo e pelo desempenho coletivo. Este fator pode ser identificado como:
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Questão #2153
O planejamento é responsável pela definição dos objetivos da organização e pela concepção de planos que integram e coordenam suas atividades. O planejamento define o que deve ser feito e como deve ser feito. O planejamento afeta positivamente o desempenho de uma organização, proporcionando benefícios importantes para ela. A respeito dos benefícios do planejamento, analise as afirmativas a seguir.
I - O planejamento facilita a identificação das pessoas com a organização. Objetivos e planos esclarecem o papel que cada pessoa desempenha na organização, motivando e comprometendo seus membros.
II-O planejamento proporciona critérios de avaliação do desempenho organizacional, dispensando a necessidade da realização de atividades de controle.
III-O planejamento maximiza a eficiência organizacional, permitindo otimizar esforços e recursos organizacionais e ajudando a estabelecer prioridades, de modo a evitar desperdícios e garantir a eliminação de imprevistos e erros. IV-O planejamento cria um clima propício ao autoconhecimento. Durante o processo de planejamento, a organização busca conhecer seus ambientes externo e interno.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Questão #2138
Por Tiago Germano
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
No trecho “Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus”, a regência do verbo “explicar” exige, neste contexto:
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