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Questão #2154
A função administrativa de organização diz respeito à disposição dos recursos disponíveis de modo a viabilizar a consecução dos objetivos organizacionais definidos da forma mais eficiente e eficaz possível. Analise as afirmativas referentes à função administrativa de organização.
I - A função de organização visa a esclarecer quais as atividades específicas que devem ser desenvolvidas para a consecução dos objetivos planejados, bem como orientar e conduzir a execução dos processos.
II - A função de organização trata, em cada área específica, de como se darão as relações de hierarquia, autoridade e competências.
III - A função de organização busca definir como a estrutura organizacional deve ser disposta a fim de possibilitar o desempenho mais eficiente, eficaz e efetivo. É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Questão #2136
Por Tiago Germano
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
No trecho “Fui o primeiro a erguer o braço”, a palavra “primeiro” é classificada como:
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Questão #2141
Softwares considerados livres são programas de computador nos quais os usuários têm liberdade para executar, modificar e redistribuir sem restrições. Assinale a alternativa que apresenta dois exemplos de softwares livres.
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Questão #2147
Qual alternativa apresenta um exemplo de procedimento de segurança básico para proteger suas contas online?
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Questão #2128
Qual elemento da textualidade é preponderante a partir do uso das metáforas no Texto 1?

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Questão #2152
Os princípios administrativos constitucionais estão estabelecidos em capítulo próprio da Constituição de 1988. Cada um desses princípios deve ser compreendido e aplicado preservando a harmonia e coerência entre si. O entendimento de que a administração pública, em toda a sua atividade, prende-se aos mandamentos da lei e de que o administrador público somente pode fazer aquilo que a lei permite ou autoriza, diz respeito ao princípio da:
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Questão #2157
Uma equipe de trabalho é caracterizada pela sinergia positiva por meio do esforço coordenado. Assim, há uma interdependência entre os membros da equipe, e o resultado do esforço coletivo dos membros supera a soma das contribuições individuais. Alguns elementos são determinantes da eficácia de uma equipe, dentre eles, a estrutura da equipe. Analise as afirmativas referentes a diferentes aspectos da estrutura da equipe:
I - As decisões acerca da estrutura da equipe contemplam a definição do agrupamento de tarefas e os indivíduos a elas designados.
II - Os papéis desempenhados pelos membros da equipe correspondem a expectativas compartilhadas por membros da equipe em relação a quem deve desenvolver quais tipos de tarefas e sob quais condições.
III - Normas são padrões que regulam o comportamento de uma equipe, necessariamente registrados de maneira explícita e sistematizada. É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Questão #2151
O Ambiente Operacional corresponde à camada do ambiente externo que influencia diretamente as operações e o desempenho da organização. O ambiente operacional é composto por forças, atores ou instituições ligadas à esfera de atuação da organização. Assinale a alternativa que corresponde a um elemento do ambiente operacional.
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Questão #2131
Sob o ponto de vista dos gêneros textuais, o Texto 2 é classificado como:

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Questão #2155
A função administrativa de direção é responsável pela coordenação da ação dos membros da organização. A direção envolve conceitos como orientação, motivação e liderança. Outro conceito relacionado à função de direção diz respeito ao processo cognitivo por meio do qual as pessoas organizam e interpretam suas impressões sensoriais a fim de dar sentido à realidade na qual estão inseridas. Esta definição se refere ao conceito de:
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Questão #2129
No trecho “Agora, é ensinar o processo de germinação...”, a palavra “germinação” é formada por:

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Questão #2159
O conceito de racionalidade limitada assume que não é possível ao tomador de decisões acessar o total de informações e/ou recursos, e saber todas as possibilidades de ação e suas consequências, seja por limitações situacionais ou individuais. Um fator que afeta nossa racionalidade na tomada de decisão diz respeito às limitações de tempo e competências para assimilar todos os sinais relativos a uma decisão recebidos de forma simultânea pelo indivíduo. Este aspecto pode ser identificado como:
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Questão #2150
A administração pode ser compreendida como o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar o uso de recursos a fim de alcançar objetivos organizacionais. Assim, a tarefa da administração é a de interpretar os objetivos propostos pela organização e transformá-los em ação organizacional. Para tanto, a atuação do administrador passa por lidar com variáveis inerentes ao contexto organizacional. A preocupação com racionalização e planejamento das atividades indica uma ênfase na variável:
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Questão #2143
Qual navegador de internet padrão está presente no Windows 11?
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Questão #2139
Por Tiago Germano
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
No trecho “E que talvez também fosse ao banheiro, mas só de vez em quando”, o sentido da conjunção “mas” indica:
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Questão #2160
O empreendedor no setor público pode ser entendido como o sujeito que, de forma individual ou coletiva, idealiza, fomenta, produz, executa ou coordena a inovação. Assim, o empreendedor corporativo no setor público seria aquele que busca promover a orientação empreendedora, bem como comportamentos empreendedores que irão direcionar ações internas e externas a serem implementadas nas organizações públicas. Dentre as dimensões da orientação empreendedora em organizações públicas, a habilidade de identificar oportunidades e ter iniciativa para resolver problemas iminentes nas organizações, com qualidade e de forma antecipada corresponde à:
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Questão #2161
O sistema de comunicação de uma organização é a forma pela qual as informações necessárias ao seu funcionamento são transmitidas a todos os interessados, e que permite a integração de todos em torno de objetivos comuns. No processo comunicacional, podem surgir barreiras à comunicação, tanto no nível individual quanto organizacional. Analise as afirmativas relativas a práticas para superar barreiras na comunicação.
I - No nível individual, uma das práticas para superar barreiras na comunicação é a adoção de uma escuta ativa, na qual o indivíduo mostra interesse, faz perguntas e fornece feedback para o seu interlocutor, a fim de viabilizar uma comunicação adequada.
II - Os indivíduos devem selecionar o canal apropriado para a mensagem que pretendem transmitir, levando em consideração a sua importância e complexidade. Assim, mensagens de alta complexidade e relevância devem ser enviadas por meio de canais simples.
III - A criação de um clima de confiança e abertura é uma ação organizacional para a superação de barreiras comunicacionais, uma vez que a comunicação aberta e o diálogo encorajam as pessoas a se comunicarem honestamente ente si.
IV - A organização pode encorajar o uso de canais múltiplos, incluindo comunicações formais e informais, aumentando a probabilidade de que as mensagens sejam apropriadamente recebidas. É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Questão #2137
Por Tiago Germano
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
No terceiro mês do catecismo, o padre nos deu a chance esperada: depois de doze semanas de aulas e de leituras bíblicas, tão
pouco frequentadas quanto pouco entendidas, podíamos perguntar o que quiséssemos.
Fui o primeiro a erguer o braço. O padre, encanecido, pediu que eu me levantasse. Com a coragem que hoje, nos eventos de
que participo, procuro, mas não acho, arranquei do fundo da alma a dúvida atordoante: “Padre, o Papa vai ao banheiro?”
A morte de João Paulo II, em meio à comoção mundial gerada pelo seu funeral, em 2005, me trouxe de volta essa lembrança
distante. Junto com ela, o medo que eu sentia na infância daquele homem, do quadro que minha avó conservava pendurado ao lado da
imagem de Jesus.
Eu não sabia a diferença entre Jesus e Deus. Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.
Que foi humano por 33 anos, mas que depois que morreu virou uma pomba. Nesse dia, descobri que o Papa tinha um papamóvel (o que
fazia dele quase um herói de história em quadrinho) e que, se o Papa comia, ele também tinha que ir obrigatoriamente ao banheiro. A
minha avó só não conseguiu me esclarecer por que João Paulo II lia os discursos tão devagar, como se não tivesse passado da
alfabetização, ele que, segundo ela, era um dos homens mais inteligentes do mundo, sabia todas as línguas faladas por todos os povos.
Na verdade, continuei com um medo brutal do Papa. Todos choravam quando se aproximavam dele.
Nunca imaginei, por exemplo, o Papa jovem, até que vi uma foto dele um pouco mais novo do que eu era naquela época.
Careca, como sempre. Branco, como sempre. Mas humano, sem a aura de santidade que tanto me assombrava. Décadas depois, quando
o vi ali, morto, estendido aos olhos da multidão, compreendi que a humanidade do Papa estava muito além das minhas cogitações
infantis.
Ainda hoje me pego imaginando o Papa no banheiro, as vestes santas despidas do corpo enorme, e rio o riso proibido do
catecismo. A última imagem que guardarei do Papa João Paulo II, o único e verdadeiro Papa da minha geração, é a de sua dor, que o
igualou a cada ser humano neste planeta. Uma dor como a de Jesus, que era humano mas que também era Deus. E que talvez também
fosse ao banheiro, mas só de vez em quando.
No trecho “Minha avó tentou me explicar que Jesus não era Deus, mas que também podia ser.”, é possível identificar que a oração em destaque é:
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Questão #2133
No trecho “Cuidar da saúde também é coisa de homem!”, a palavra “de” funciona como:

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Questão #2127
Sobre os elementos da textualidade, qual recurso textual mais contribuiu para a coerência no Texto 1?

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