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Questão #2174

Na frase “Ela tomou meia garrafa de vinho e ficou meio tonta.”, as palavras sublinhadas são, respectivamente:

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Questão #2081

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Semântica Cargo: Agente Administrativo Órgão: Pref. Rolim de Moura Escolaridade: Médio Área de formação: Linguagens Banca: IBADE Ano: 2025 Tipo: ME UF: RO
Texto I
Somos Todos Africanos
Sempre que entram em crise, as civilizações começam a
olhar para o seu passado buscando inspiração para o
futuro. Hoje estamos no coração de uma fenomenal crise
planetária que afeta todas as civilizações. Ela pode
significar um salto rumo a um estado superior da
hominização, bem como uma tragédia ameaçadora para
toda a nossa espécie. Num momento assim radical, não é
sem interesse sondar as nossas raízes mais ancestrais e
aquele começo seminal em que deixamos de ser primatas
e passamos a ser humanos. Aqui deve haver lições que nos
podem ser muito úteis. Hoje é consenso entre os
paleontólogos e antropólogos que a aventura da
hominização se iniciou na África, cerca de sete milhões de
anos atrás. Ela se acelerou passando pelo homo habilis,
erectus, neanderthalensis até chegar ao homo sapiens,
cerca de 100 mil anos atrás. Da África, ele se propagou
para a Ásia, há sessenta mil anos; para a Europa, há 40 mil
anos; e para as Américas, há 30 mil anos.
A África não é apenas o lugar geográfico das origens. É o
arquétipo primal, o conjunto das marcas impressas na
alma do ser humano, presente ainda hoje como
informações indeléveis, à semelhança daquelas inscritas
em nosso código genético. Foi na África que o ser humano
elaborou suas primeiras sensações, onde se articularam as
crescentes conexões neurais (cerebralização), brilharam os
primeiros pensamentos, fortaleceu-se a juvenilização
(processo semelhante ao de um jovem que mostra
plasticidade e capacidade de aprendizagem) e emergiu a
complexidade social que permitiu o surgimento da
linguagem e da cultura. Há um espírito da África presente
em cada um dos seres humanos.
Vejo três eixos principais do espírito da África que podem
significar uma verdadeira terapia para a nossa crise global.
O primeiro é a Mãe-terra. Espalhando-se pelos vastos
espaços africanos, nossos ancestrais entraram em
profunda comunhão com a Terra, sentindo a interconexão
que todas as coisas guardam entre si. Mesmo vítimas da
exploração colonialista, os atuais africanos não perderam
esse sentido materno da Terra, tão bem representado pela
queniana Wangari Mathai, ganhadora do Prêmio Nobel da
Paz por plantar milhões de árvores e devolver, assim,
vitalidade à Terra. Precisamos nos reapropriar desse
espírito da Terra para salvar Gaia, nossa Mãe e única Casa
Comum.
O segundo eixo é a matriz relacional (relational matrix, no
dizer dos antropólogos). Os africanos usam a palavra
ubuntu, que significa força que conecta a todos formando
a comunidade dos humanos. Quer dizer, eu me faço
humano através do conjunto das conexões com a vida, a
natureza, os outros e o Divino.
O terceiro eixo são os rituais. Experiências importantes da
vida pessoal, social e sazonal são celebradas com ritos,
danças, músicas e apresentações de máscaras, portadores
de energia cósmica. É nos rituais que as forças negativas e
positivas se equilibram e que se aprofunda o sentido da
vida.
Se reincorporarmos o espírito da África, a crise não
precisará ser uma tragédia.

“A África não é apenas o lugar geográfico das origens. É o arquétipo primal, o conjunto das marcas impressas na alma do ser humano, presente ainda hoje como informações indeléveis (...)” o termo destacado pode ser substituído, sem prejuízo, por:

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Questão #1190

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Interpretação de texto Cargo: Administrador Órgão: CREMAM Escolaridade: Superior Área de formação: Linguística Banca: QUADRIX Ano: 2025 Tipo: ME UF: AM
No contexto real dos sistemas de saúde, profissionais tomam decisões embasadas em sua experiência e formação, que podem ser cruciais para a evolução clínica do paciente. O processo de decisão clínica implica análise criteriosa e, no limite do possível, imparcial dos resultados de pesquisas científicas. Envolve, pelo menos em um plano retórico, o respeito às preferências do paciente. Preferências e escolhas deverão estar devidamente esclarecidas, bem como as circunstâncias em que o paciente é atendido, por meio da verificação do estágio da doença e dos recursos disponíveis no local de atendimento, a fim de garantir-lhe maior probabilidade de benefícios. O profissional de saúde deve, portanto, ser capaz de tomar decisões a respeito da aplicabilidade do conhecimento científico a um paciente individual ou a determinado cenário clínico, para orientar intervenções e buscar resultados eficientes e efetivos. Na dimensão educacional, o enfrentamento dos problemas de saúde que atingem as populações, tanto de países ricos como de países pobres, requer a formação de profissionais socialmente responsáveis, politicamente conscientes e aptos a se engajar em um processo permanente de formação e instrução. Esse processo de educação continuada deve ser eficiente não só do ponto de vista tecnológico, mas também do desenvolvimento de competências interpessoais, fundamentado em princípios que priorizam o bem-estar e a dignidade humana, a fim de responder às múltiplas demandas geradas pela transição do padrão de doenças, pelas mudanças demográficas e pelos problemas resultantes da pobreza e das desigualdades sociais. De fato, o tema da consciência social responsável e das competências interpessoais tem sido reconhecido como crucial para a formação de profissionais de saúde no Brasil. Conforme pesquisadores que avaliam a prática clínica embasada em evidências, tudo começa na boa relação médico-paciente, na atenção que o profissional dispensa ao paciente quanto a seus valores, suas crenças e suas preferências. Daí a necessidade de uma formação calcada em valores humanitários e éticos, que atenda às necessidades de comunicação interpessoal. Em uma sociedade que privilegia as responsabilidades individuais em detrimento das causas estruturais do adoecimento, a comunicação, o diálogo e as questões educativas desempenham papel central no atendimento.

Depreende-se das ideias do texto que

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Questão #587

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Semântica Cargo: Guarda Municipal Órgão: Pref. Pombal Escolaridade: Fundamental Área de formação: Linguagens Banca: CPCONUEPB Ano: 2025 Tipo: ME UF: PB
OS INVISÍVEIS DO BRASIL

A falta de registro civil continua a ser um obstáculo à cidadania e ao acesso a direitos fundamentais para quase três milhões de
brasileiros que vivem à margem da sociedade
Em um País que se orgulha de sua democracia e diversidade, é alarmante saber que, em pleno século XXI, milhões de brasileiros
permanecem invisíveis. Sem uma certidão de nascimento, uma pessoa não possui nome, sobrenome ou nacionalidade, tornando-se um
espectro na sociedade. Esse documento, que deveria ser um direito básico, é a chave para a cidadania, permitindo o acesso à educação,
saúde, casamento civil e programas sociais. No entanto, dados do Censo 2022 revelam que mais de 2,7 milhões de pessoas não
possuem nenhum tipo de documento de identificação civil, evidenciando que a cidadania no Brasil é um privilégio reservado a poucos.
Esse cenário é especialmente preocupante entre as populações mais vulneráveis. De acordo com dados do Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022 havia mais de 87 mil crianças de até cinco anos sem registro civil. Embora tenha havido
uma queda em relação a 2010, a subnotificação ainda é alarmante, especialmente entre povos indígenas na Amazônia Legal. A região
Norte tem a maior proporção de casos sem registro, com mais de 86% da população com até cinco anos sem registro. Em plena era
globalizada, o Brasil ainda enfrenta uma questão que deveria ter sido superada: a inclusão de todos os cidadãos no sistema civil. As
desigualdades regionais são alarmantes; enquanto no Sul apenas 0,28% da população geral está sem registro, no Norte esse número
salta para 7,5%. A importância deste se torna ainda mais evidente em contextos críticos, como a pandemia de COVID-19, em que a
ausência de identificação dificultou o acesso à vacinação, expondo essa população a riscos ainda maiores.

Fonte: OS INVISÍVEIS. Isto É, Comportamento/saúde, 22 ago. 2024. Disponível em: <https://www.pressreader.com/brazil/isto-e/20240822/page/38/textview>.
Acesso em: 24 out. 2024.Adaptado.

No fragmento “Em um País que se orgulha de sua democracia e diversidade, é alarmante saber que, em pleno século XXI, milhões de
brasileiros permanecem invisíveis”, o termo invisíveis remete ao sentido:

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Questão #1082

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Sintaxe do período Cargo: Administrador Órgão: Polícia Federal Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: CEBRASPE Ano: 2025 Tipo: CE UF: PF

No último período do texto, o termo “castigo” é o núcleo do sujeito da oração expressa pela forma verbal “deve suceder”.

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Questão #1196

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Semântica Cargo: Administrador Órgão: CREMAM Escolaridade: Superior Área de formação: Linguística Banca: QUADRIX Ano: 2025 Tipo: ME UF: AM
No contexto real dos sistemas de saúde, profissionais tomam decisões embasadas em sua experiência e formação, que podem ser cruciais para a evolução clínica do paciente. O processo de decisão clínica implica análise criteriosa e, no limite do possível, imparcial dos resultados de pesquisas científicas. Envolve, pelo menos em um plano retórico, o respeito às preferências do paciente. Preferências e escolhas deverão estar devidamente esclarecidas, bem como as circunstâncias em que o paciente é atendido, por meio da verificação do estágio da doença e dos recursos disponíveis no local de atendimento, a fim de garantir-lhe maior probabilidade de benefícios. O profissional de saúde deve, portanto, ser capaz de tomar decisões a respeito da aplicabilidade do conhecimento científico a um paciente individual ou a determinado cenário clínico, para orientar intervenções e buscar resultados eficientes e efetivos. Na dimensão educacional, o enfrentamento dos problemas de saúde que atingem as populações, tanto de países ricos como de países pobres, requer a formação de profissionais socialmente responsáveis, politicamente conscientes e aptos a se engajar em um processo permanente de formação e instrução. Esse processo de educação continuada deve ser eficiente não só do ponto de vista tecnológico, mas também do desenvolvimento de competências interpessoais, fundamentado em princípios que priorizam o bem-estar e a dignidade humana, a fim de responder às múltiplas demandas geradas pela transição do padrão de doenças, pelas mudanças demográficas e pelos problemas resultantes da pobreza e das desigualdades sociais. De fato, o tema da consciência social responsável e das competências interpessoais tem sido reconhecido como crucial para a formação de profissionais de saúde no Brasil. Conforme pesquisadores que avaliam a prática clínica embasada em evidências, tudo começa na boa relação médico-paciente, na atenção que o profissional dispensa ao paciente quanto a seus valores, suas crenças e suas preferências. Daí a necessidade de uma formação calcada em valores humanitários e éticos, que atenda às necessidades de comunicação interpessoal. Em uma sociedade que privilegia as responsabilidades individuais em detrimento das causas estruturais do adoecimento, a comunicação, o diálogo e as questões educativas desempenham papel central no atendimento.

No final do último parágrafo do texto, sem prejuízo para a correção gramatical e para os sentidos originais do texto, a expressão “em detrimento das” poderia ser substituída por

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Questão #1602

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Pontuação (uso dos dois-pontos) Cargo: Administrador Órgão: UFCG Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: SIRGH Ano: 2022 Tipo: ME UF: PB
[...] Ao sair do Tejo, estando a Maria encostada à borda do navio, o Leonardo fingiu que passava
distraído por junto dela, e com o ferrado sapatão assentou-lhe uma valente pisadela no pé direito. A Maria,
como se já esperasse por aquilo, sorriu-se como envergonhada do gracejo, e deu-lhe também em ar de
disfarce um tremendo beliscão nas costas da mão esquerda. Era isto uma declaração em forma, segundo os
usos da terra: levaram o resto do dia de namoro cerrado; ao anoitecer passou-se a mesma cena de pisadela
e beliscão, com a diferença de serem desta vez um pouco mais fortes; e no dia seguinte estavam os dois
amantes tão extremosos e familiares, que pareciam sê-lo de muitos anos.
Quando saltaram em terra começou a Maria a sentir certos enojos: foram os dois morar juntos; e daí
a um mês manifestaram-se claramente os efeitos da pisadela e do beliscão, sete meses depois teve a Maria
um filho, formidável menino de quase três palmos de comprido, gordo e vermelho, cabeludo, esperneador e
chorão; o qual, logo depois que nasceu, mamou duas horas seguidas sem largar o peito. E este nascimento
é certamente de tudo o que temos dito o que mais nos interessa, porque o menino de quem falamos é o herói
desta história.
Chegou o dia de batizar-se o rapaz: foi madrinha a parteira; sobre o padrinho houve suas dúvidas: o
Leonardo queria que fosse o Sr. Juiz; porém teve de ceder a instâncias da Maria e da comadre, que queriam
que fosse o barbeiro de defronte, que afinal foi adotado. Já se sabe que houve nesse dia função: os
convidados do dono da casa, que eram todos dalém-mar, cantavam ao desafio, segundo seus costumes; os
convidados da comadre, que eram todos da terra, dançavam o fado. O compadre trouxe a rabeca, que é,
como se sabe, o instrumento favorito da gente do ofício. A princípio, o Leonardo quis que a festa tivesse ares
aristocráticos, e propôs que se dançasse o minuete da corte. Foi aceita a ideia, ainda que houvesse
dificuldade em encontrarem-se pares. Afinal levantaram-se uma gorda e baixa matrona, mulher de um
convidado; uma companheira desta, cuja figura era a mais completa antítese da sua; um colega do Leonardo,
miudinho, pequenino, e com fumaças de gaiato, e o sacristão da Sé, sujeito alto, magro e com pretensões de
elegante. O compadre foi quem tocou o minuete na rabeca; e o afilhadinho, deitado no colo da Maria,
acompanhava cada arcada com um guincho e um esperneio. Isto fez com que o compadre perdesse muitas
vezes o compasso, e fosse obrigado a recomeçar outras tantas.

ALMEIDA, Manuel Antônio de. Memórias de um sargento de milícias. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.

No excerto do texto: “Chegou o dia de batizar-se o rapaz: foi madrinha a parteira [...]”, o uso dos dois-pontos:

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Questão #1241

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Regência verbal Cargo: Administrador Órgão: IF SERTÃO PE Escolaridade: Superior Área de formação: Linguagens Banca: FUNDATEC Ano: 2025 Tipo: ME UF: PE
01 Vivo só, com um criado. A casa em que moro é própria; fi-la construir de propósito,
02 levado de um desejo tão particular que me vexa imprimi-lo, mas vá lá. Um dia, há bastantes
03 anos, lembrou-me reproduzir no Engenho Novo a casa em que me criei na antiga Rua de
04 Mata-cavalos, dando-lhe o mesmo aspecto e economia daquela outra, que desapareceu.
05 Construtor e pintor entenderam bem as indicações que lhes fiz: é o mesmo prédio
06 assobradado, três janelas de frente, varanda ao fundo, as mesmas alcovas e salas.
07 Na principal destas, a pintura do teto e das paredes é mais ou menos igual, umas
08 grinaldas de flores miúdas e grandes pássaros que as tomam nos bicos, de espaço a espaço.
09 Nos quatro cantos do teto as figuras das estações, e ao centro das paredes os medalhões de
10 César, Augusto, Nero e Massinissa, com os nomes por baixo... Não alcanço a razão de tais
11 personagens. Quando fomos para a casa de Mata-cavalos, já ela estava assim decorada; vinha
12 do decênio anterior. Naturalmente era gosto do tempo meter sabor clássico e figuras antigas
13 em pinturas americanas. O mais é também análogo e parecido. Tenho chacarinha, flores,
14 legume, uma casuarina, um poço e lavadouro. Uso louça velha e mobília velha. Enfim, agora,
15 como outrora, há aqui o mesmo contraste da vida interior, que é pacata, com a exterior, que
16 é ruidosa.

Considerando os princípios da regência nominal e verbal na norma culta da Língua
Portuguesa, ao empregar a construção “Não alcanço a razão de tais personagens” (l. 10-11), o
narrador emprega o verbo “alcançar” com sentido de______________, exigindo
complemento ______________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

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Questão #592

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Concordância verbal Cargo: Guarda Municipal Órgão: Pref. Pombal Escolaridade: Fundamental Área de formação: Linguagens Banca: CPCONUEPB Ano: 2025 Tipo: ME UF: PB
OS INVISÍVEIS DO BRASIL

A falta de registro civil continua a ser um obstáculo à cidadania e ao acesso a direitos fundamentais para quase três milhões de
brasileiros que vivem à margem da sociedade
Em um País que se orgulha de sua democracia e diversidade, é alarmante saber que, em pleno século XXI, milhões de brasileiros
permanecem invisíveis. Sem uma certidão de nascimento, uma pessoa não possui nome, sobrenome ou nacionalidade, tornando-se um
espectro na sociedade. Esse documento, que deveria ser um direito básico, é a chave para a cidadania, permitindo o acesso à educação,
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Esse cenário é especialmente preocupante entre as populações mais vulneráveis. De acordo com dados do Instituto Brasileiro
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uma queda em relação a 2010, a subnotificação ainda é alarmante, especialmente entre povos indígenas na Amazônia Legal. A região
Norte tem a maior proporção de casos sem registro, com mais de 86% da população com até cinco anos sem registro. Em plena era
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Fonte: OS INVISÍVEIS. Isto É, Comportamento/saúde, 22 ago. 2024. Disponível em: <https://www.pressreader.com/brazil/isto-e/20240822/page/38/textview>.
Acesso em: 24 out. 2024.Adaptado.

Considere o fragmento “o Brasil ainda {enfrenta} uma questão que deveria ter sido superada: a inclusão de todos os cidadãos no sistema
civil” para avaliar as assertivas que seguem.

I- O verbo “enfrenta” está no singular para concordar com “o Brasil”.
II- O verbo “enfrenta” está no plural para concordar com “cidadãos”.
III- A forma “enfrenta” não poderia ser substituída pela forma “enfrentam”.

É CORRETO o que se afirma em:

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Questão #2125

Disciplina: Língua Portuguesa Assunto: Interpretação Cargo: Agente Administrativo Órgão: Pref. Nazarezinho Escolaridade: Médio Área de formação: Linguagens Banca: CPCON Ano: 2025 Tipo: ME UF: PB

O Texto 1 compara o trabalho docente ao processo de criação de cerâmica e cultivo de flores. Qual é a principal mensagem transmitida por esta comparação?

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